Música

segunda-feira, dezembro 19, 2016

um poema cvrto sem elipses qve o levem longe simples e sem idade para ler e transformar AH! JÁ HÀ VONTADE!

das poesias de cada dia uma mensagem a transcender
qvando o poema rima  com a alegria de o voltar a ver
assim  coerente à nossa frente e a se deixar entrever:
assim  resistindo
qval um leve parto
saindo
de
dentro
do ser
para neste se reler
e
ser de novo saber

sexta-feira, dezembro 16, 2016

assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossasqvando as partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme baço o lvmen baixo por bem nascer mais o lvme da vida nova qve e ssa amizade emsi sabe bem perfazer

nessas qve a via da vida
permite e reqver
para qve vma orla
tão expandida
sem ningvem
de verdade
para a preecher?



nessas horas e momentos dos projectos de sonho
a se fazer verdade e a se trazer ao de cima e se dar
assim à luz e ao se permitir tocar
o amago
o lvmen
o centro
o cerne
seja por serem os qve  mais bem assim se traduz

na via e de vida  de amor e verdade:
qval companheirismo honra e lealdade

digna virtvde assim sem pensar
qve pensando tod@s muito
por ventvra  se deixe escapar

a esperança e a navegar de novo em  voltas em voltas sem seqver saber se se está
para voltar noutra orla noutra data e nos  apontar:  hinos de glória,
de vitores da face ilvminada pela teoria mais formal assim a consagrar
qve estando amigos, amigas, por perto
ainda qve seja por um momento
nesse sev "papel oficial"

  todas  todos
em sev ritmo
verdadeiro
dariamos
às simples
emoções
tvrbilhoes

sonhos de leveza II

No encalço
desses qve sonhamos
na estela na esteira a dançar
em pvro vnento por e ntrio  ar
qvando  lhes reconhecemos o rosto
apenas e a penas sendoa gosto
qvando se lhes corrige
e se lhes reconhece
se lhes erige de novo
o  mavsolev vivente

em tempo proprio o d esemvolver e o dealbar do coração qve cre qve qver crer qve começa a crer no abraço ao se dar

na idade
desse
sentido
em verdade
desse sev
aparente
todo na
mais simples
realidade

a tva e a minha
agora  sendo
olhando
o frvto fvtvro
sendo apreciando
o apelo do frvto
passado sendo
acompasando
nvm e novtro
svblimes
nesse ser presente
jamais conjugado;

quinta-feira, dezembro 15, 2016

nvma peqvena estrofe assim sem rima nem métrica aparentes aparecem os abraços

nas rimas dos seres qve pretendam
nas rimas dos seres qve bem atendam
a palavra depois de ser só e apenas
sendo letrada a palavreada assim
qval  vm doce som em sva propria
essência deleite  e ovação nvm só som
sem fama apenas por dentro a afaga
e apagasilencio e à vontade
de ovtra
maneira
de ovtra
chamarada
de ovtra
lvz
de ovtra
simples
brincadeira
amada




do desgelo ao ser mais doce

nessas orlas de perolas bem trocadas
essas qve do tempo ao tempo se perfazem orvalhadas
sendo integras e maiores qve sva antiga e doce lagrima
na treva ao despertarem  po entre rios e lvgares mais ternos
e qvantas se elevam qval e qvam na névvoa alentos prometidos
 lágrimas ao se verterem chegam os tempos mais frios e nos mais qventes as vejas
a condescender... qvando se perfazem em novas formas ridentes...

terça-feira, dezembro 13, 2016

Para coligir cada poesia e cada tema tem ramagens qve não eram svspeitas cada pesoa cada sev- olhar amar de atenção cada gesto concreto tem em si -- vma poesia breve qve não se encontrava predita a poesia na grande poesia da nossa via e na nossa vida

dessas lágrimas
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem  assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde  começam a florescer
qvais  os  estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e  sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas


assim s em  eira nem verdades  se vai  desenrlando o temo nas  svas  simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas  das praias deareias  sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para  depoiss e bem prencher
esa gvarida  em noites  ensonaradas
aonde ainda brilla  a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve  por  dentro  estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par

assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com  caricias de  fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;


nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos  se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada  peqveno  pedaço de nós reconhecemos passaa  ser parte
e ser integrante  de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde  ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica

em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é

qvente e nos empolga assim tanto!

apelo de se ir voltando ao ser...

e da procvra desse em  f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova  qve é  etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos

se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se  ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o  estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e  ia  crescendo por dentro  essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra  vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais  recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a  ver se leste  qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços  dependvrados no s lvmes dos  fogos  achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos  gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos  tevs lvgares preferidos...

dos textos mai slongos aos poemas mais cvrtos o abraço poderia ser na terna idade tempo sem fim mesm sem sever braos em derredor o abraço de qvem antes de o se já o era dez lvas nove meses qvarenta semanas - qval flor na era - na via lactea à espera para jorrar de mel e vida para este nosso lvgar

nas calendas ainda por contar
nas doces lendas qvenos fazem a creditar
nas  peqvenas coisas do dia a dia  tão importantes qve nem se viam
nos abraços tantas vezes pensados e menos ainda  chegando a se  dar e nessa hvmildade plenitvde e verdade ao se  saberem  trocar
esses papeis do dia a dia chamarada fria  chamada  qvente
escolhas do nosso novo dia em serem qval bem sendo presente
e estando a se  doar a presentear q vem nesta força de vida se entrega
ao regressar desse  lonje  ser  desse beijar
assim se encontra realmente
olhar em olhar
mãos em de-redor acolhendo e abraçando
gemas de viver
alentos proximos se entretecendo e corações de vida palpitando qvas tambores do mais além qve parece qve sabem bem
qve se saem de aonde estavam e bem marcando
sev lvgar o sev lar o lar qve se  ama e se demonstra entr'io  tempo rodado
por enqvanto antes desse tempo ser tempo passado e a  ocasião se perdesse
e o tempo se enaltecesse por saber  ovvir e a tomar
com vontade com força de verdade assim a coragem para alastrar essa chyamarada vvente  essa vida qval pingente qve  da rama mais bela parecia estar periclitante a cair e  se deixar ir e qvando  tomada  nos labios beijos de  fraternidade nunca encontrada a se  sorver oliqvor mais docedos cévs doo sev amor  qve se eleva  por dentro se leva e por  fora nos torce nva f igvra qve não é só tva  nem é apena sminha e do amor pelo próprio amor  qve  foi qve nos  convidov em toda e cada linha a se saber alinhar  em cada verso em cada desejo  transformado em  calor e vida e ser  qve é igval a  ti a ssim sendo abraçado... semelhanças parecidas sem seqver se tocar a essência sempre viva   lateja e nos faz reverberar...

é essa que os comove é  essa qve depois vai
connosco sempre connosco para assim poder levar é  essa qve vai  sempre vai alie aonde a puderes levar é  essa sempre essa qve poderiamos ovtro dia ovtra vez  assim contar é  essa sempre essa qve é a primeira a nos  convidar

segunda-feira, dezembro 12, 2016

oh lvna qve bem inspiras na tva lagoa os sonhos se re-animam!

oh! lvna esbelta e preciosa!
oh! ser celeste!  qval brvma ama vém e bem formosa
oh! ser plácido de cvja placidez ainda bem se ignora

oh! "cibelle" novtras lentas paragens
qve passas e nos gvias airosa (qve os letrados fiqvem com a estrela e qve   os menos  dados  fiqvem com aletra  assim honrosa ora bem  honrada  qve a lva  de pratas  também é  dos mares e dos cévs a bem amada...)
e nos ares qvando a sim proclamares a tva svave jvnção assim nos  entretidos passos  e espaços pares
e te deixes soçobrar nessa tva terna canção nessa sotvrna memória o cibelle! qve  és e segvirás sendo ainda qve semelhante palavra também te  seja airosa

qvando assim te vejam os seres qve tangem citaras de bem saber e as peqvenas  harpas de lvar sejam assim qval bem qverer assim  qvais a vês  nos rios  qvais  cisnes  bem cridos  qvais  as dos cévs tevs olhares e mevs
qvando  assim  se deixaste o tev cálice de avgoa  honraste ao ser  qval  de  sev assim empratas forjadas  qval a mai simples e  masi cara face  encontrada
assim a meias te dizem qve tev ovtro ser coesao
coração qve também existe na coragem no brio no ânimo dessa tva ovtra lavra em ser o qve
não se enseja o qvenão se deseja o qve não se planeja  reter nem deter tev arco de lva cheia perspeassa
as flores na noite engalanadas desse sev ser ao mev mais bem o crer
e nesses sonhos me trazes de volta dessa tva floresta
de sol e lvar aonde os sonhos mais bem prevalecem
e  os  prateados brados jamais se bem se esqvecem
e  as mais simples imagens trazemos  tv! tv!
qve  te  vestes e depois  te investes e ev! ev!
qve te canto por bem qve nos reconheçamos!...

nestas lágrimas tradvzida nestas a se bem verem contarqvando se contam em alma frida f'lis a letra flis sev e xaltar e se contas de vidro perfizessem no escvro do estio a nascer a e stiva de tantas qvantas viessem seria sempre os vfciente para de vida atva aminha se bem preencher

Essa Hvmanidade
sendo pvxada pelos
qvatro cantos de virtvde
a se perder ora a perdoar
a erudita escola medeia
e a benção esteja
nessa sva terra
enamorada
qve enseja
qve anseia assim
a rima consagrada
aos mais altos valores
mais altas copas
mais finas tiaras e flores
dos rebentos primaveris sempre  sendo
e chegando a serem de sev proprio svster
em sva mão a final renascendo
ness'ovtra sempre igval sempre sva mãeesparadsempre o compasso desse  qverer tal
qval  a  escola qve regressa na poesia na  letra na rima na métrica ao compasso suspirada
cvidando de se entregar
o coração procvra
o sev lar
o sev ovtro lvgar


E DE VOLTA DESDE A POESIA VOLTAR A SE RE-VER UNIR AS TRÊS FACES DO VERBO AM@R

nesse apogeu de fooças vivas e seres viventes nasce o qve é vivo e considerado gente

nesse levar r d etro a luz do cév ora  de lvar ora d qve já se escondeu e  qve  depois s evera voltar

nesse lvgar s ereno aonde tbdo o  qve parece qve permanece e peqveno
e  e grande ainda  sem se trasnformar qvais netamorfoses dentro
do sev proprio lvgar ali e aonde eclodiv
seio e ventre  igvalmente
ai nvm cosmos novo assentou
ali e aonde se  deixov vm Universo
transcendente
e
a mente
se tenha
assim unido
e re-unindo
dois
sentimentos
nvm  só e pleno sentido

a se perfazer  ent'rio
brio e o ânimo
de se voltar
a acontecer


sábado, dezembro 10, 2016

pratejar e plantas e lanças das mais livres entretecidas tearas de flores silvestres até qve sejam as qve s aras qvesejam de rosas de cedro do vale desse cor e dessas qve sendo mais alvas sejam qvais os pregos qve se doam mais além riso e dor - ex vlt a re

qval nessa ovala qve bem começa a ser promessa
bem qval a  seguinte  branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais  transparente e vmilde qve de branco se  qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar  dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade  sobre o sev  cimo  relvz a via da vida e a verdade  dessse  etrem passado os tres arcos entrançado e se ter  chegado a via de saber qve não se doa e  sendo do ar amais  fria a mais firme  ao se doar +e da  linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve  fosse em pleno  - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse  se bemlembrasse qvatos  foram e qvanto smais  nao so os meses os qve antes de s er e speravais e  qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe  destedes qve bemsvbestesdes  dançar emplena perspectiva e  qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente  o  ser s endo o presente o abraço olaço qve  asim se  entretece e se perfaz...


uma peça no abraço uma peça no abraçar umapeça na lagrima ocntida de verdade de beleza as e  doar
vma peça qve falte por encaixar encaixilhar no  sev teatro vivente no sev  posto  eloqvente  no tear  assim nas lagrimas  qve se entretecem mais vazias mais cheias mais plenas nos lances nas lançadas qve perfaziam as  agvlhas dos qve non a spensam as  qve bem entretecem as svas com a sinhas as nossas  asssim  as qve os qve  contam e cantam com o abraço mais simples o de reconhecimento qvando tu  prantas ev  choro e tu choras por mim....

quinta-feira, dezembro 08, 2016

Os titulares as titulares sempre qval vltimo qve é primeira vera ora Primeira vez veraz...

madrvgada da anima e da persona  animada

os poemas fluem e se integram qval  oceano sem par e sem fim dos cévs  se qvebram e caem
e sem princípio do mais profvndo da terra se elevam e as crestas mais altas em versos  sempre e também se celebram
e dos rios fluindo  seres de bem ser em serenatas sereias  fluentes dos
qve as contaram as cataram  mesmo sem c'rerem

com  vm sorriso o sabem  com sorriso o vês  qvando sorriem  descame as lagrimas qve  tu  não és
e  sendo-o  em  avgoa e sendo-o entrio sol e  no mar  e maresias de briumas antigas  asim se desvelam as  veias qve trovam qve tremem qve se semeiam ali e aonde jaz a lvz do sev  - qverer ao serem qval semele  qval semelhantes qval lvar  qval  lvgar de bru«vma na  espvma alva a retombar    lampejos  inquietantes  gargalhadas afluindo depar em par qvando a promessa do s er criança s e  deixa de novo  achar e se se encontra e non se acha  volta de novo a borvlhar e nessa e spera desse a saudade o sev tom o sev canto em plena liberdade ao se ver a o se saber entretecer e entrelaçar qvando +e maioria  de idades  frias as letras se transformam em idas qventes para bem  se estar nas estreladas  manhas  nos amanheceres  estrelados   qve nessa ULTIMA ESTRELA SE CONTAM ANTES DA OVTRA A  SER  VIVENTE  TE TER  - ora se SER - COROAD@ 

- homenagem  as mães...



quarta-feira, dezembro 07, 2016

DAS LÁGRIMAS DOS SONHOS AINDA A SE SABER LEVAR OS SONHOS SE ELEVAM E SE MORAM EM TI NA TREVA DA TREVA VÃO CHEGAR A TRAZER ALEGRIA DO FOGO DO LVME DO ÂMAGO DO LAR....




primor ao rever
a ma
i s fin a f l o r



 de cima ov de baixo ergver o  de amor de amar de Homem ov de Mvlher  em centro a  se ligar
nvma ode HVMANIDADE sem se deixar a ssim encerrar
em todo o lado em  qvalqver tempo e lvgar
se for  preparado mais  se poderia ver e qvalificar..


o ser  qve 
se r e nova 
bem 
alcançava




sendo de vida senda da viver senda de não trancar espaços para depois voltara escrever
qvando no fado se alinhavam os  seres qve ovviam bem forte e fvndo o tanger d esse acorde  qve doa  sse vida ao mvndo  qvando se eleva ora se elevasse desde o centro de aonde non existia  desde aonde nada se comprasse nem se levasse as festinhas qve agora se perfaziam  qval no coração a sim bem  fadadi nesse ser qve se demorassse  qval crianºça novo nado qve  na mais  alta  barca  assim  navegando  emv«beleçasse o sev doce pranto com o  ovvir de  svavidade e s em ademºao marcasse o sev  alto prado  pradarias e ternas mºaos  a flor  compaixão  asim bem lavrada  qve  de dvas  em  si de tres    aladas as  de ceptro do coração as válbvlas qvais flores  assim igvaladas já sendo encarnado  já estando no seio de vma barca qve não veleja nem veja  comoolhar qval aterra qval a avgoa  qval o mar qval olvgar e qval o horizonte  qve se elevam ese mostram e  bem e vocamo lob«nge mais al+em da miragem e  evocam o ser q ve de fronte  desde dentro a mais svave aragem  qve s endo  viva e  sendo leve apenas convida  ao qve bemse atreve s em medos  de navfragar pois naoovisse tal nome antes dde ser ao nascer doce lvgar a ficar
qvando em consciencia vogamos e viemos a ese lvgar oh fado oh tempera oh temperamento ph  tempo qve nos atrevemos  afestejar FESTEJÁVAMOSO MVNDO TODO  A A D REITO OH MENINO OH  MENINA QVE  JÁ VENS E NAO VÊS  OH senhora qve assegvre e agvarde o senhor qve  se perfeze non qvez a renovar qvais  soa joses dea zvlejo os«h seres qve  de viver fossem emsva graça oh amares maarias  aos   sevs ensejos  qg«ve  enseios  ascem  em«nqvanto nascem....

e trazem paz e alegria e boa bonança  no passar do cabo - esse qve  dá a boa esprança!...

alegria do mundo ao se bem  celebrara quie em tod aparte sem partir nem largar... a bom porto se chegava ainda  a ave  cantoora non dava sva hora e sem hora  qve é s empre diversa  a senhora  sepre  adversa  assim se a cometia  as ondas! do mar assim mar bemdomado e  nas maissimples e plenas  sobrescritos de amores sempre  atravessados por essa  lnçada de  lés a lés  qve  a passar passa  dreito e  sendo-o  tv nãoa vês nem a viste qvando a  vias nao lembras depois  te ASSVMISTE.....

para o menino e a menina nestas datas de festejar qve a vida regressa em formas - castas -  








segunda-feira, dezembro 05, 2016

caminho de vida a saber transcrever qvando se paira no sev cerne qval seiva sabia a nos levar sem perder

qvando se movimenta o corpo a mente desperta
qvando nas  arvores e arvoredos a brisa qve todos lemos
sem ler  sabemos na face a mensagem a descrever
a mensagem a  se transformar qvais avgoas reflectidas
qvais labaredas nas nossas vidas
qvais as qve ainda se sentem:
na palma e de palma  em palma

na mão e nesse corpo...
todo  éter a caminhar...
mais além imaginação
qvais os astros...
qval a terra
qve nos bem ama

e qval o corpo
qve se deixa
se entrega
pelo caminho
esse qve também
nos sara e nos vne
e
nos
gvia
caminho e forma e força
 e via @ de vida!...

sábado, dezembro 03, 2016

taça a se esvaziar forma de arte qve não se pode deixar de ver rodar ....

peqvenas fagvhas
de  tremelvzir entr'a  flor
e a floresta  tão grande
qve se presta para dar a lvz
vm novo ser
para dara algo alvo ao nosso novo ser

para dar  a lvz por o ser e o saber
 para dar  a lvz o poder de novo ergver
entr'as pétalas de flores silvestres
 qve relvz e algo celeste e doirado!
 e sendo-o orvalhado:
 qvando assim se  entremistvravam
com as teias e os laços
em svas lacriosas melodias



ainda se entretecem qvando as lagrimas de todos os dias venhem ao de cima por amizade maior
por  assim sentir aporpria  vida em si  qval parte de  vm sonho alegria  riso e cor e correspondencia dessa  ciencia mais além  dessa qve algvém não pensa e  se entretece  qvando asim for de ningvém
qvando desmedido despreendido o abraço em sva  hora  sem programa a parece
aparece e sse tipo de  brio   flor briosa  lvz maraviçphasa ode qve amais se  entristece nesse  auge de viver a fraternidade e sse a vge desse ssaber a  elevara doce  verdade e sse a vge dese  sentir de novp a lIBERDADE esse avge de por momentos se sentir entrio espaço e os tempos  esse a fablidade maior  esse  ser ee star a pairar qval de flor e flor de aror em   iarvore
desa lvz  maior  oceano  assim e m derreor  qval  nvma vaga qve  asim se acvmla na lágrima e eleva montanhas sem  estara aparte sendo vma  vne  de vereda a vereda de costa a costa  sem se   esqvecer de ehvma  compler«tvde e perfeição no  som  o tom antes de após no momento a  correecção  da ladainha sem tom nem som  da melodia qve   de nós  SE FAZ  ARTE


sexta-feira, dezembro 02, 2016

Nvma lágrima qve secov mvndos e nvmaqve os bem aclarov encontrar vtro ser no profvndo e trazer ao de cima o qve sempre e bem amov...

desse  apreço desse apressar das coisas a se dizere ocntar
qvando o tempo é de abraço sem perdas em pleno regaço
é tempo para saber se contar
qvando o tempo é de abraçar no olhar
sem pressas de se saber dizer!
qvando o tempo é de se a braçar asim  sem par apenas
é tempo de se saber esqvecer
evando +e tempo de se  dar tepo para qve haja o tempo em nosso defender  +e processo de   verso e  ambi-verso  dizer e desdizer
qvando se entretecem os  prezados  passos marcados e se e stabelecem os novos  paises qvais  caminhos de nações qve honramos e pensamos nestes UNIVERSOS MILHARES DE MILHÕES DE   PEQVENOS SOIS EM LVZ PEQVENAS E STRELAS EM SEV LVGAR PEQVENAS EMOÇÕES A SEREM PAR SEM SE SBAEREM POR VENTVRA ENCONTAR e qvantos os biliões de seres g«humanos qve asim  todo o tempo todo o   ano a ssim e  aqui eal´+em e também a sim separesentam procvram e em agventam a  qveda desse   ser em ponte para a sim pasar nessa origem bela e simples qve nos +e dada a  ver qve nos é dada a ssentr  qve nso é  dada desde o porvir ao passar olvgar qvando nos abraça  qvando nos deixa a sim a braçar qando a coraça de gelo de   razão plena se integra no ser qve  segve  qval leda era  tão fragil e  svbtil qve na  sva orla  apenas  sendo se junta qval terceto qval  trinar qval  encontrar nesse doce misterioso saltério nvm lvgar a imaginar  algo qve nos ennobreça agora - EQVEÇA!
agora NÃO OVÇA
agora NÃO  VEJA
É AGORA A HORA NA QVE TAMBÉM E STEJA1 A SIMA VER E A SNETIR Q VANDO VEM ALGVÉM DESDE O OVTRO LVGAR DO  PLANETA QVE SOMOS NÓS SEM TER E STAFETA  nem carta   ASSIM URGENTE NEM NADA! APENAS O eer q ve se  paresenta qve passov mais de mila ftontase non as conta e  se apresente de fronte para nos bem abraçar mil e storias mil trovoe s mil trevoadas e as mais bem passadas para depois olvidar qve nessas qvando abraças a ssim a nadares neses trevoes em amplo mar nesas chamaradas urradiadas qve nem podes ver e te podem qveimar emoções qve s altam e  saltitam desde o amago aonde ainda gritam e  desde os  cévs  ali  e  celestes  apenas a responsta  do  eco q g«ve em tv lhes destes e desse coração  avismal! do  mar e  de amaré  a sva a tva  a  estrada de strelas a rodar  os sc~évs a deixarem passar vm ser simples  qval no inicio  vm ser  hvmilde nese  colossal templo de empo elvz e cor e  nesse  grandioso fragmento de g«hvmanidade a qverers er melhor a qverer chegar ao sev lvgar a qverer asim  nem seqvem imaginar a vqrere  ser mesmo o mesmo  fragmento qve  eera   todo e  coeso a todoo tempo e chega  vm segvndo qve s eja nvma fagvlha   talvez talvez já lá nãp esteja e agarras o ser a garras o momentoa garras as palavras agarras tvdo q vando e   como sempre agr«arravas! qvandopeqvenos vês a se   assvmir  asim te agarram a tie a mim qval tv a garraras o ser maior em sva ppropria  maneira a qve foi ensinada por ti a tva   orla  a tva  via d evid ainteira cada ser  vma consoante cada ser vma vogal  q«cada par de  seres vma constante  essa qve pe mvsical  qve é sonoridade plena e reerveração e as hvmanisticas artes a constante  das hvmainidade ss não encontraram aind anão...
nem a constate universal de gravitar em torno do e ixo hvmanoe menos do polar - ainda não
neos peimas e poesias  eas melodia s qve falam qve sao "ISSO" AINDA NÃO ainda esperam ainda tretem aindase  congregam por qvem  bem se  descreve sem saber ovvir o e co de tão  de tal colossal obra sem par e o valor esse o capital valor dessesev pleno abirar e essa colossal onda qve tvdo ve nha  despertar ora açagar qvando calor hvamano de ser  de hvamnidade em ser de  verdadeira  hvmanidade se encontram e se somam nons e apagam e s e xesdobram e  mais  fazem em pro e  em  apelo dessa a sva pvcra verdade e qvando asim  se  revertem e jamais  rebrveram apenas nos versos qve leiam apemas nas palavras qve gerem e  geram novas odes e  geram novas maneiras de nos ver de nvo a abarçar ainda qve a dor sea  restrita e  contrito o acto formar ainda qve e steja os er entria a dita e os  ditosos ditosas a bem verem reascer e crerem qve essee   lamento  nesse laivo dos elementos qve somos se pode a sim - a  ssvmir alimentar os er qve se  svmia nvm vasto a mplo  profvndo lago aonde nem sesentiam os  avraços as palavras ternas os nomes e as --  actitvdes certas de qvem qveira lá entrar  ver  e s air para jamais  ningvem lá cai nem se deixar levar ao ovtro qval sol em  chamass qval  espelho de pratas a ver e a encarar a sim s endo qval amas q val  bem se  de novo  proclamas q vando dessa a  sva via em vida te  ver   te  viv te  sente e te  setv«iv qvando as im  te reconhecça qvando sejas apenas qve menos e sqveça qvandpo sejas  qve menos se doam ora se   dei  ora se  dê  essa a sede deperfazernovos momentosmilagres tal vez se os crês  momentos de se  elevar e levar o qve é dp mais profvndo ao mais aalto de ti al  exvltar ap olhar de novo os er qve ev nfnca  vi  nem eb«v  me  saiba ora sovbesse pr integral integralidade por inteiro valor soalheiro qvando entra qval sol em perenidade q val  o verão  qve se promete vanod se  chegve aonde a dvvida jamais s eintromete e ainde a  via  da vid  a certezas nos  doa  para construir  vma cadsa aonde nada mais de viver se e scoa para vm rio  profvdno jocvndo e prófvgo apassar e sim para s eelevar qval exaltar e sse local qval  com x evs grado  sebdo de novo elevado e qvando os brados  jamais non se jam a simvlar nem as palavras  de passar em passar a se salvarem ficam as pessoas qve s endo  soam apares  ficam as pessoas qve sneod-o s ºao sem parecer e  ficam aspessoas qve a inda creem com tvdo o qve ainda lhe sresta qwve vm amanhecer  qve   um cev estrelado qve vm abraço aonde terina o    mndo e começa o abismo mais claro - a sim possam perfazer qval a corde   qval a cird de amor a se tanger qval o   elemento a se perfazerverdade e compaixºao essa sen  razão  assim perfaz mvndos novos aonde apenas havia -  sa´vdade de se perfazer  mvndos novos ao mvndo qvando choravam qvando chorarem assim amor graça desse mard e sal  assim p amior   encontrov a sva gente parecia terna e qvanse iga«val  qval tv me e ncontraste  vm dia  qval ev te encontrei nºao sei da estrada da entrada  d avia  da  sala aonda  aco tecia s ei q ve te ENCONTREI!

dos batentes, das láminas das folhas de vma mesma porta a qve no centro do abraço p'rece entr'aberta e em de-redor a melodia qve bem sendo a acerta

dois latentes segvndos  e primeiros por dentro 
qvatro assentido assim se ve e se  continvaria
abraços dados o abraço se vai achegando o momento se vai  re-encontrando ovtra vez entrio espaço tempo  sme maior  tempo sem maior sonoridade  sme maior   espaço para a sva factvalidade
e sem idadedois s eres s econtram no infinito se  defrontam sem qverer e vitar o saber o amar e se despem de si mesmos ao se  despojar e  asim vestir novas vestes novas vestes.... novas vestes...
qve briham qvais s egvndo sem fim.... ao de-redor gentes olham aparecem qve  sonham qvais em ti qvais emmim
as pesoas   se  entregam ao a fazer diáfano diario por ventvra escasso  e reconhecedor
desse timbre  dessa melodia no silencio desse albgo qve palpita e qve traz de volta o  âmago verdadeiro
e depois se diexa  esvaecer e  sendo se e svaece e sendo ao se e svair  vai e  jamais se eqvece e  de novoa lembrar em palavras  de novo a  lembrar em lavras d enovo ase s aber lembrar...
qvando  svrge val vertigem...
qval gem d'a alva  da  alvorada... 
e qve nos dizem...
qve ressoa e toca ao ser
em sva maior altvra e nessa longa
e pvra e profvnda altivez...
sem se ergverem.... nos dois mvndos
assim se congratvlam... 
e os mvndos em volta:
giram e  brilham...
mesmo qvando não os vês
qvais  gentes qvais pessoas
qvais seres hvmanos presentes
qve se enamoram ali e aonde ecoam
e  ecoavam
nas svas respectivas delicadas
delicias e as svas respectivas
primícias de  ver de novo
e pela primeira vez 
o amor ali e aonde
se determinava
ora começava
qval a onda
qve se despoja
assim de si mesma
e se veste de novo
 a toda a pressa 
  em hvmanidades
  disfarçadas...

quarta-feira, novembro 23, 2016

das barcas das francas novas e das festas qve bem fazemos ao regressar depois de t e r m o s I d o embora

nas ruas o calor se separa e nas  beiras dos toldos se ampara  qvado  e a como vma estrela de mar qve se desprende e volta a ser gente para nos ver e amparar  qval o  desassossego de vm lvgar mais simples  e  qval  segredo qve nassvas rvas se venha a beirar gentes  de vário slvgares gentes de manhã a andar gentes qve se levantam para ovtras gentes depois savdar o  preço a  milha návtica das lágrimas perdidas em cada dia  apelo ora ao se dis t anciar e ao sea proximar qval o oceânico  temperar de trovas de cvltvras de novas estórias qve se diziamserem a mais por saber
qve  estando a gente qve se  foram  ajuntando cartas  feiras francas palavras colcheias dessas  doces  filarmónicas sentadas no silencio o svor intenso de qvem organizov ...

ferro e madeiras das NOVAS BARCAS e nos portos de abrigo as velas qvais  toldos  assim ao  frio a  chvva  ao vento passam por todo o lado e brill am se mpre a d'reito alvas e bem elevadas no mastro maior  svspensas e nas svas gentes avenças de cartas jamais  lançadas sempre bem em coração a prezar e se peso ao regressar a acasa vns e ovtros  ilesos ovvi ram a voz qve paira no ar essa qve lhe diz ao  savdo qve a tempera  ainda non eé jugo mudo  e nem de se  adaptar a mvdar todo o dia  dia a todo semana a semana baça sem se encontrar  a cantar e  rir e passar pelo povo mensagem de fogo novo

jamais a se apagar mensagem de povo antigo qve passou testemunho vivo

mensagem de qvem sabe e compreende as novas barcas mantêm

o coração das livres e hvmanas gentes e qvem esteja até ao sol por e veja no  barro na lágrima dos cévs   no  alvor  as mesmas palavra as promessas de palavras e sonhos a se partilharem nas pessoas nas peqvenas pessoas qve desde cedo partem para bem estar a ajvdar e  qve se estejam nesse bem estão
ali aonde haja qvem diga SIM com voz perene  E NÃO aonde non se e svscrevem

essas peqvenas volvtas de brio nesses e essas qve o dizem sem terem mais  frio na voz ao dizer e
cvidam e bem segvram a via d avida dos qve ainda non chegam para  na manha a nterior   já estar a  perfazr e na mesma a o regressar horário sem ter par  assim  segvem a  vnir de AMORES os locais de aonde E antes se perfizera m   oh caras  velas - oh belas  caras  qvantas partiram qvantas chegaram qvantas deixaram o qve mais as abala....ora as embala isso - cada  qval bem saberá....

terça-feira, novembro 22, 2016

Assim menos se diga qve o cantar da cigarra nonanima na estiva se todos cantaramse cantares de roda e de virar a saia existem bem e por bem maior esperara qve se faça o qve em nos ainda é de pvtra aia - a qve cvide do aio e desse a 'el rei aonde bem seja...









e estar nessa folia aonde nenhum  carro se prosta nem se perde e  tovdo avolta semterem apostas  correme  saltam ese reacendem vozes da qui ora dealgvém e todos non sabem de terceira   geraç~ºao se venhem desde a amarica amar se de fraça trazem paris e se desses ao mais a lto lvgar do  svl trazem sereme seres  feliz qvando vejas a raiz de aonde bem levaste os cantaresos canticos desde goa damºao e dio - desde -  as verdes pastagens de cabo verde ç saudade  saudade catava esária ÉVORA  no sev canto mais lentoe bem corrente q val   rios de viver assim   chamados desde raia a timor  sempre por  bemdizer  a ti amor   ao mundo inteirolevados desde  fortaleza a nework - e desde o lvxo do vxembvrgo a capital desseovtrolvgar desses qve em canada estejam sejam em ingles a falar sejam em  francófone a virem cá  desfilar sejam na avstralia  assim etambém aonde aonde non encntras tva  veraz  estóra dos advêm e vêem  por bem...
nas festas dessaa gonia em  agosto nas das  do  sao joao a gosto de todos nas argas para bem ovviremas senhoras cheias de brio e a espiga a espiga plebna e sebdo os ev a brigo sem nada s e contar apenas qvando as de baixo de antininos e arcos floridos deixam as vias da vida de para me par a atravbessar todo o eido da capital a svbirem as  rvas mais  simbólicas e a s erem por vma boite aolvar senhores senhoras da sva propria estória e MVNDO INTEIRO A SSISTIR  NESSE A GRANDE E BOA LIS ao mvnd alevar boca em v«boca a exaltar o qve depois parece q ve se   translovqvece arrefece  bem o sao  joao a segvir qve bo fim apenas  pedras  desse viver  assim  gastas DE TANTOS SERES A PARTIR A CHEGAR A S ORRIR Q VAIS DOPILAR OS  SA«ÃO JOANINOS NON SE DEIXEM EM PALAVRASCATAS  asim dvas torres va de gaia a cair sev de dal e ovtra desde  o pilar mais  sereno nas pedras gastas tanto e tanto ser   livre  qve nem ledo cantar poderia nemmatelos a brincar se lebrassem e desses alhos sopas perfaiam se sovbessem das qvalidades deses qve dis vão para o tacho...


lembrar qve era a APPACDM qvando nasceram
qve era avgsto pardar ainda qve se separassem os cantares os - instrumentos os ensaios e nós - lá dentro voluntários - seguimos a cntar a gora nouros  cenários segve e segve e já não tem como ser a se parar  e assim se encontrando qvando se revnam todos . minha maezinha! qve  cenários -a verse passam pela RAIA qve são os da "capital" do ALTO MINHO 

nem  joaninha  nem  joão - sendo as estórias do lvgar  vma  fininho sensivelpor bem e sem se  nao o vtro semressonar a sim   aprendia o caldeiro os tres bics nas pon«tas nas  fontes mais al+em do bco doirado do eirado a casa real -  do bico mais simples qve de negro é cantado os  do  ensino qve o s r  rei pos em honra aportvgar  coimbra aonde te sentes e te  sentas no meio lvgar  qonde os reis  descansam aonde os primeiros  repoisamai«onde os  antgos colocaram as candeias de  azeite ara  o  pão emvbevecer para dizer depois qve como vinho faziam camiho ali e aonde a zeie ovvesse para lhes oferecer...
e desses e dessas apenas as e stórias mais simplesmais ledas sºao com justeza a  vogar a  cvltvra  do saber o saber popvlar... folclore aparece e qvandonos conta em  vestidos em cantares em peqve os sorrisos mais se  estabelece e nos embevece...

segunda-feira, novembro 21, 2016

CARTA









das lágrimas a bem se elevarem das lágrimas a bem se conterem  das lágrimas a bem se de terem por  segvir a cvidar de qvem  cvida dovtros seres
desses qve sendo a sim e bem ao se a beirar
desses e dessas qve bem assim  formal



desses qve  bem vejam o mvndo a mvdar e sempre igval


fvdamentais valores  mais forteqval o primeiro pilar

o valor da vida qve nem se toma nem se diga
assim a se ver ergver nem os de mais de mil flores
ecos de mil amores qve nos beiras da croas parecem
nas mais  orientais  sebes se esqvençam e nesses lagos
de plantas mais de mil posam qvais trevos... de mil folhas
brancas ora  róseas  e nascendo qval  filamento  desde o barro
vivente ente qve ainda nos fala na avgoa no chapinhar
no vermos nelaa nosa cara... assim pois assim nos
diz amares e amores e entr'as flores e as avgoas e dos cévs...






os mais simples lovvores revbentos qve bemas abram e sendo abertas ao doce inverno fantasia sem ter fial - apenas na sprimaveras as s vas  flores se achegam no verão assim  por fim igvais e nesse ovtonal moento de se recolhrerem segvem  qvais os corações gemendo ao palpitarem sem seqver o saberem...


e se falasse non sobrasse
e se disse-se se o silencio permanece
e se  mais bemprendado ora  abem prandar ora se perder aoa a rotade integralidade a segvir a segvir a lovvar
ali e aonde bem j«haja ali eoande bem seja  o ensejo a primeira das básicas o desejocompaixão a vltima qve não nos qveima
e dentro dessaso todo desse amor maior q ve entrias linhas qve bem lhe ditamos nós?!?!?
cantamos canções de amor e non as dizemos e de tiros nada  a saber passamsempre aolado qvem de amores esteja a viver

nem se e sconde nem se a ssente assim de pé ao caminhar haja o caminho transcendente porentria hvmildade de ser hvmana coerentee corrente sem ter - os sevs e los elos livres smepre a ponte...ao despertar sempre em via dae vida por saber oq ve see sta a dar livre e flvido sem maior perspicácia sempre des deopeto e sendo lido desde ovtros qve assim lhe doam sva graça...

o poema ora a poesia
liga e estando sem saber aondeir  entio restodo bando ave sem poiso sem  brida ao porvir!
qve se estabelece no por-se  na ponte no poente qve  bem seja e se afronte em cada manhã amanhecendo e em cada lvgar senda circvlar ao de existe por sempre o regresso...

regressando sempra  fonte  ao flvir e voltar aamar ao amor qve desde sempre  sendo se e sconde e desde cedo non paramos os de o procvrar  trovar...

domingo, novembro 20, 2016

SEM SENTIDOS

ETERNAS RAÍZES QVE BEMSOVBESTEDES ASIM - PROTELAR protger e resgvardar qvando nessas façam se perfaçam natvrais seres  igvais sem  bem ovvir  sem bem saber por snetir por o s er  qvando arrancam pedaço da via da vida sem tapiz  sem t

lovcvra pareceria lovcvra de joana de maria pareceria!
rainhas de terras santas rainhas sem capa nem rosto rainhasd elovcvra qve a dormecesse  desde lvgares a vitores elizabetinos a cantar de lovcvras! são lOOOOOOOOOOOOOOVCAS - SÃO LOOOOOOOOOVCAS" CANTA agoraa do fado qve antes nem vira  nem tivesse em roda cantada contado


e o  condado dos de bar  foi-lhes doadoantes desse castelo dessse leão desse algo qve nem tem nome e se leva s empre a brilhar em palma de  mão  nos  mais simple solhares prezados nas lindes e nas lindes dessas fragas dessas flores e florestas  desses cvmeeiros  qve ainda INTEGROS  EPLENOS BEM NOS RESTAM qvais fompos a bem dizer - PREENCHER e nesses lvgares elevamos   ASSIM EFIGIES QVE NING´VEM NENHVM assim retirasse qais os ramos abertos os braços de par em par vma elevada a ovtra nolivro a se saber  fadar qval sol em raiolas  peqvenas e qvais alvas alvos qve falteme  qve ainda valem a pena a  penada a sva  tonsvra  esqvivva e a sva plvma mais alta qve amesmaespada qve s oergvesse o sol  qval tocha sem dardo qve  enaltecesse aa qve   parece  formosa e formada de cinsco em  cinco de qvatroem qvatro é virada e desses assim vai perfazendo no sop+evm jardim oa vento para bem veres desde aonde  te aprovver e o h«jardim aonde te deites o lvgar aondeaindaasemeeis e spranças as eber ergverem a simamores  condescendentes aonde aindaos s ovberes ver e  setir e  assmao permanecer e creres sem  perceber  qve e ssa terra limpida casta e pvra  esssa gente  +e a mesma na  sva  sana   savdavel cordvra e nesas mais de mil  lavradas  simpoçes plavaras qve d 'avgoas ressoam sem parar e stavam estam ainda nso mais d emil ovteiros qvais ovos verdadeiros qve  as  xvas  simples ocas e localidades sabem alvmiar qvais bemaspirades  e  assim  a spirando sem ter de se   esperar qvais diospiros de verão  a rebentar em cor de mel ora melancolia qval a cor qve sendop desses pinhos  espinhados seres de verde  pr«or sempre perennes permaneceriam a salvagvardaremo sal a beira da«os rios os ev delta a prolongar e desses fprtes acenteos  e desses  catares ao   relentos de   grossos -  e de grossas . vestes a se verem levar  qval balanço qval balanceando qve cantam o  cante e segvem no - cantando...
e desse cantar o lar pela  manºa o apekode s egvir e viver e depespertar qval  o ânimo bem cheio dessa ilvsão vapor ov coração inspirando qvando de trevas de tremores de te er seja asim em lovvado e levadoao sev doce  ninho qvando entrias mºaos qve ampareeportejam asim sendo sempre  o soninho desse sonhpa se  reergver palavras de  hinos velhos palavrasd e hinos  bnovos s empre a ocndizer qve da  nona se perfaz sva qvarta parte hinos  de  amizades hinos de  doze  formas e forças de arte  assimqvando nessea a  d+eciam venha nos  dizer qve chagamos qve todis jvntos a sima vemos e ca tamos  qve  abe os  oq ve   dizer qvando de  fvga em  re  nos desdigam asim da  qvinta a despedidada e  de nona a se bem  entrar  no  vmbral  no hjradim em letra bem geral essa qve nemse s abe  qve e xclama e qve bem também chama por ti e por mimqvando a simdepois de  vinte  anos se perdessem  os s eres mais dez  lhes deram para qve se ergvessem e se depois dos tria aind amis d ez  +e penae  e por favor nem recoihecemos nem mais nem bem menos sabemos qvem  de vizinho bem haja e  qve temos qve d e vizinhos em  vizinhos   sedes passa sedes+edidas  sejam s e des+eradas se des esperas  se ensejam asim bem dez asim dez aninos mais para qve os peqveninos  depois nosvenham a nós sensinar nosvenham anos  bem dizer nos venham a nos ar graças e doar virtvde h«jamais o poder e  nos venham a sima ver de novo reerger o qve ovtros  ergveram em  qvarenta  assim qvais ovtros tenham dito qve  qvarenta semanas mais nada! qve qvarena na tenda dentro do  sev orácvlo  dentro das avgoas e da terra e da paedra ovviam cerradas as  svasvestes de  serem transparentar qvais evrekas qve de repente se e rgvessemao  se ignorar a sva IDADE e se dentro desses qve aos trinta se  enlaçavam se se lançavam em pleno  coração  do monte e dessas svas ovidades perfizesssem  antigos pomares para depois bem depois seentristecessem - ao verem desde a cima o qve antes  os ilvminava e  depois maisbem seabria  qvais as emenetesqve dvrame  dvram sem parar e sendo tão resistentes foram de terra em terra semse deixar soc«çobrar e qb«vantas as qve ainda se  ensejo se  ainda se ensonhos e ainda pratiqvem  os  esprar sem calibrarem os sevs lindos  rebanhos  e rebentos e os   sevs  maisimples . lvgares entrios elementos - qve parecem qve nos  qveremameaçar e os temos todos por dentro para reaprender a s aber asim - bem   realiara promessa concretizar o qve a  lvzidia força a   voz sem nome  ainda bem e sressa  e qvando fomos e vogamos  ao IGNOTOMAR A DESCONHGECER ora enqvnato la estavamos qcantavaos aoa teixos do tejo e lhes davamos  nomes novos qvais  as favas e os fados  paracem e  os feijoes non se esvqecem de FREIXOS  EDE SVAS CINZAS A SE VEREM ASSVMIR EM LETRAS PARCAS APEBAS ash para qve  qveira AMOR ENAMORADO e pó ao pó semprqve te entre nocanto do olho para com  hav«bilidade  ser assim retrado...
ergve a pedra e a sentirás.....
a trave qvebra no momneto no qve 
a
ama
r á s



qvabtas as vias e as vidas a contar qantos os ditos erros a se gherdar e qvala herança tera limpida  areia casta terra lipa  agvoa  qve basta  terra serena seres qve bem tenham emlema em motte  em   postvra enon de cote  assim qval lembrasse alembradra qve antes eramna aldeiaa cantar sendosopesadasaspalvarasos factos e o bem  parecer e o melhor andar a gora andaimes  sendo entretecdos os vvos atvea«ndos  jamais snedo perecidos parecidos ora anascer qvenas mãos ningv
ém ais  os faz e nos pés a sim em tres 's os  qverem de  ser de levar e qvab«ndo os trocavame nada diziam e tvdo  falavam  crianças de ladoa ladoem silencio passado passaveam se se inteiravam os a dvltos as a dvltas praças as praias qve bem velejamos e sese  sabiam qve patos fossemos ambos e qve  na américa na  sva - térra face nas areias ainda descansávaos... ora de brazil seria ver ao loge ora de argenteolvgar pratas qvais no lvsco fvsco la de cima  em riste a sim se d esdizia e  em  - estar ais alédo ocaso aqvém do se levantar  solsticios  qvantos  faço pelos simples abraços a se ver e se saberem levar apenas VMA e  NVMA APENAS É AONDE ENCONTRESQVE NEM HAJA SOMBRA NEM HAJAM as plvmas as penas a desdita  e dizer assim adevs apenas qvais contes qvandosaiv«bas dos próprios destinos  dos tevs...







Desses sinais em sinetes em pancadas de cartolas ao contrário encontraram as borlinhas das svas vestes na cav«beça dos do mar sempre dependvradas na cabeça dos pés dos pés à cav«bça encontrarama s mesmas borlinas qve depois e fizeram mesa qvadrada rectangc'vlo a esqvadrar e mesaa sim bem levada pelo mvndo inteiro "aos corações oh! ah!... aos canones! - oh uohah!" e segviam a segvir sempree stvdantes asim chamaram cantarame nem piaram asre e stvdantes desta mais fina assim nav se galera e assim de geranios apenas viram os lvgares de crâneos qve se perfizeram asim aonde nasceram... nas adevinhas dos qvadradinhos qve se fizessem brancos ora de rb'vbro e de a zvl qve das taboas ningvém disse qve de avgoa e de fogo assim nenhvm preenchesse o jogo qve bem se desse...

Nos catrapázios qve  algvém nas aldeias segvia a ler qval ser entr'o lés ales a saber vencer com o toqve forma e  força de arte a levar o peqveno infante ao d oce padrão e pilar aonde se alentassem TODAS AS ESTRADAS DE ESTRELAS QVE BEM VOGASSEM DE LÉS ALÉS DO MVNDO AO SOL PAGADAS e nanoite sempre os catares os canticos sempre bem   -  abençoadas bem ase s aberem  recobrir em castas palavras doces e bem as inaladas  nesse lvgar aonde A EVROPA INTEIRA S OVBEO LESTE ASSIM DESCOBRIR e sovbesse o  hist+riador dizer aonde e bem porqvê se lançaram  capo através passaram  assim entrios mares  qve se  ficavam  SEGVIRAM aonde as  AVGOAS DAS ILHAS SEDES FIZESSE  sassim  se mantiverem e  persistira e  deesde  o mar mais antoigo esse ser m+pre  sendo salgado  asim q vando o mar qve vos digo vem de dentro sem ter em si fogo baço e  nesse  baço lvme  qve bemse ilvmina  NA NOITE MAIS FRIA AO«INDA ADEJA A DEJANDO e sem desejos a spira e se respira qval maresia qvalqver a de vma via  nvma vila nvma cidade con  m«nome de mvlher e qvantas asim em  "a" enamoradas sendo aseem asim a baptizar  vs dizem  rios oras VERA  vns dizxem q ve asimo s gvmo se faz vitória e qve a letra da vera  CRVZ É ESTÓRIA DE INDIGENAS E INDICIADOS   BRADOS APALVRADOS DESDE A EVROPA  TODA A BEM SE ENTRETECER QVE VÍTORES ORA VITÓRIA ERA ESSE O NOME DOS QVE  PERSEVERARAM PARA ASIM SE GVIR E  REQVERER DESSE MAR IGNOTO DESSA  SVA  NOITE E  OTTO SEM SE TER  assim algados os brados mais  hvmildes e bem elevados os mais simples avando   heróis domar ora espadas  sendo  aos arados essesdvplos versos esses beijos ao se verem em  verso abençoados qvando asim  vnu«iram sem mais medir qvais  os qve diziam  "doz  catrapázios  das rapazolas" vns  conavam  qve diziam HINNOS e ovtros qve PERFAZIAM DAS VNIVERSIDADES ESCOLAS"...




nas mais simples mvsicais idade  de idad s brancas de e stvdares qvando as e stvdes oh! estrelas de estradas sem  fim poderás admirar AO DE LONGE A SVA  CÔR  QVAL MARFIM avl  serem  cintilantes qvais os  decotes feitos  qve nestas terras qvais dantes
assim se viam a  brilhar  desde o cimo de vm castelo ao ovtro a saberem ver-se e saberem passar e qvando o cantar se bem ovveria assim sem se  saber levar a slatar qvando desses  saltps sem pedras vazias  assim de  canto a  canto  a saberem  rodar sem se ver....

sexta-feira, novembro 18, 2016

desse vapor em laços vivos desse primeiro amor qvais sopros qvais sibilos qvais no alento sendo a nv- qvando desde sepre e bem por dentro cantarolavas qval enhvm - ora nenhvma cantarolavas o tepo qve bem nos cvida e maisbem nos - acvda qvando asim se ja a contar a ocnter a cantar - nessas toadas ainda podes ver - filas de estredas dee strelas nos estios de amar e filas de flores maissimplesmais altas e vastas ora mais - eméritas qve assim as vejas os vejas depois anos a fio a saber desfilar...






das lágrimas de bases certas de poesias e poetas e poemas qve bem desertas
as paragens sem se  saber ovvir vma voz qve treme  qve  asim tempera e  vm d+o do ventre qvao  peito jamais degenera
qval  vm pingente qve se sente e bem se eleva  qval  vma avgoa flvida e jamais corrente  qve  desde ocoração sendo a vmente o tempo dessa  doce espera em esperança do valor  de cor  de  brio em coragem do valor do cantar e sqgvio em  altvra e justa homenagem a qvem se canta a  qvem bem se contara em  prvdentes hinos ali e aondeainda bem sendo . se a gventara e se a gventasse por bem de amar a ssim ocantar o ledo o cantaro segredo qve apenas  A TI E S OA TI  bem d izer  qve o fado  asim  rima com qvem asim o sovber ovvir e  vuver e descrever para ovtros ovvirem ao  passarem por aonde as l+agrimas dos cés  jamais se despedirem ao se  jntar o ventre -  também  o da terra - o coração vento sol e mar  assim qval no âmago lvar rateado - e a cor da terra qve a  tem e mantém sempre a sev lado - e sendo a viajar pelas honradas mais simples cordas ao despertar miriades de estrelas  dependvradas a baloiçare nas  teias qve ovtros perfizeram  qvais a mostrar  as meias e meias qve sendo  vnicas se baleanceiam - sem se saber levar apenas ao primeiro alento em volvtas ao vento encontras sev fino par  sendp pareceido  vmas parecendo geladas ovtras de calor desse âmago vivo - vmas parecendo estar descritas pra  bem se repetir e  tinir ao  lado alado de   qvalqver lvf'gar ainda estando vedado ao se ver ao se s entir na gema do  dedos apenas o alento o  svar dvras gemas qve se desfazem q vando as s ovberes  tv bem  tocar  qvando as sovberes ver e respeitar qvando as vejas com alvz doolj«har  assim sendo   livres e  plenas  se animem a te rever em amplio ser colossal tºao grande e tão altivo  tão secreto qval fogo vivo qve b«nas miriades de teclas  de fino cristal a transparentar o nascer do novo dia a terra qve ben as  gvia e as   torrentes das «nascentes de aonde ainda se   ovçam ao bem passar e nesas e nesses qve vivam nesse  pleno vale  aonde tvdo se e xplicita e o ser a ssim se  vela e mais se vale  sendo  ao  saber qvantas e de  qve  qvalidade se vejam as tres completas qvaisa cordes dessa sva  vnica fo«lpor em força a desaparecer pela  liberdade  a desaparecer pela tarde a dentro a desaparecer pois a levas tv por dentro...




quinta-feira, novembro 17, 2016

AS LÁGRIMAS DESTA VISÃO SEGVEM ESTANDO PRESENTES NA CONFIANÇA DESSE SER COM ATENÇÃO -

as palavras qve bem se demonstravam nessas espirais qve de redor em roas ainda se celebravam ainda nos deixa ovvir e ver e sentir a cor da espera a cor da esperança da cor  dvra amais  tênve qval nomenclatvra da dvra cerviz qve era do cventro qve  vento ainda apvre no peito o dom de servir e na palavra do coração ergvida non haja nem prova nem mácvla de VIDA qve nessas três óvalas bem soando a marca do tempo e nas tres  as svas  virtves  se  deixam ora se a chegam conforme se d etenham ora se venham assim - a saber cantarolar nvm eco de passo apar  nvm socos nvmas  socas ao ao elevados e nesses de índice médio e polegar  as  ditas  tábvas assim imitando - e desses e dessas qve bem se enamoravam e se enamoram da palavra mais pvra sem terem tido nem PROVA  NEM ESCOLA e se
segvem a bem resvmir e cantando e contam o lar encantam o serao passar pelo sev bem  fazer e ser e s ervir... qvando algo ora algvém bem se achega  sabemos  revemos e  assim  nos vemos a segvir o sev próprio lema...

de longe vi a longevidade a arvore das  avgoas dos cévs  e dos olhos entr'os olhares todos pares ainda non aparecev - o mev  e o tev serão qvem sae qval  vm qval nenhvm  vm dia qvem sabe  qvantaa vereda a reverberara verdade e qvem sabe qvantas ainda a somar  sem se  svmir e a dizer alie aonde o  solnasce por ti e na noite a lva o lvar  treme e teme por  mim ..... ao se  tremelvzir cintilam mil  e vm  faros d'esprança - e  nesse dia  mil e vmolhares se encontrando pares parecidos se perfilam e  vº«ão se transformando  e o tev aindanon encontro no mev  osev e co dessa maissimples e mais bela  jvnenal virtvde   crer - e assim - esperar e de esprança raiar o ser o sol - a o lvar a se contar a se cantar a se  saber fadar qval o fado destino apreciasse e no  cantar de silencio  esse simbolo nos alonjasse para nos ver por inteiro integro ser verdadeiro e non tanto para separar qve  simbolo é e éo sempre e non sabe ovtra qve sendo a se ligar sendo a se  saber  reflectir  sendo qval imagem de e spelho  em tempo denovo o v velho qval odre a se renovar sem costvras  sempre novo sempre velho a se sa ber levar - qval  rosa em sva mão qval prosa ao  coração qval dardo assim inspirado qve inspire e destile  a chama qve ai se  teha a ver a  dizer  aclamado - chamarada  de vtro lvgar qve sendo a tradvzir seria e flviria sem mais parar  rios de vida ígneos  sendo  qvais ornatos qve se vejam nas avgoas dos destinhos  sendo os  destinhos qval o  lado  a lado.... nasmargens do rioda vida  corrrema par e qvando+eparecidaa perspectiva parecem qve se vnem para jamais se d escasar e qvando chegassemao  horizonte na imagem prímvla nada antes de ontem  hoje trino o sev dia no delta qve se anvnciava oceânica longa via de cvrva a cvrva menos se levava  o coraçãose elevando o sol qve  nela se  escolhe para  assim se e sonder e a olvar qve  nasce ora se deixa assim nessa a maior asim saber estar e saber viver a qve  vne sem nome de terra por vezeschaada  é verde e  é verdade e é nobre e  é digna ali e aonde non cabe - dentro do tev peitoe dentrodo mev cantar e cantar até ao CÉV...

Cvi d  ar
É
V I
      V
  ER  ER

quarta-feira, novembro 16, 2016

LIBERTAD - ENTRE ALBANO E ROWINA POWELL - AINDA QVE CANTAR A CIDADE QCNTARADGNIDADE DA CIDADE CANTARCADA TERRA ASSIME TAMBÉM SOBERANA LIVRE E DIGNA D'REITO DE SE PERFAZR COMO VÊEM....








das lágrimas desses cévs desses sol (ID)

neste  jeito - este jeito de te qverer tanto SE CONSIDERO.. acabou a o momento
e se renascer  acreditar ovtra vez sem ser por  versos nem pelo amanhecer nem pelo reqverar desse viver por algo  por algvém  qvaisos tres  lineares  brados ainda qve nas lingvagens pareçam terem sido - TRANSGIVERSADOS...



FULL OF SORROW
I LAY IN BED FULL OF SORROW
AND WITH MORE SORROW
I WAKE UP WITH MORE SORROW
IN MY BREAST
IT STILL IN MY BREAST
THIS WAY
THIS WAY OF LOVING YOU SO MUCH

I'M DESPERATE
I HAVE A LOT OF DESPAIR
INSIDE ME
THE PUNISHMENT INSIDE ME
I DON'T LOVE YOU
I TELL YOU THAT I DON'T LOVE YOU
AND AT NIGHT 
I DREAM OF YOU AT NIGHT

IF I CONSIDER
THAT I'LL DIE ONE DAY
ON THE DESPAIR
I GOT FOR SEE YOU NO MORE
I LAY MY SHAWL
I LAY MY SHAWL ON THE FLOOR
EXTEND MY SHAWL
AND WILL LAY TO SLEEP

IF I THOUGH
IF I THOUGH THAT DYING
YOU WOULD
YOU WOULD CRY FOR ME
FOR A TEAR
FOR A TEAR OF YOU
HOW HAPPINESS
I WOULD LET ME KILL



arios - aonde ainda se estremecem os vévsaondeainda a rvbra e negra pedra cvidam  b«vsn qvantos
vários desvarios para a mariposa perder a flor qve a aninhe a brincadeira do caracol qve estado na sas pintado qval na folha asim desenhado  leva a graça desseestranho fadoe farol - qvando  osmaissimples e mais hvmildes enham casas de sonhos emamanhã  qvais fados - eqve sendo d e   timbre vermelhos tenham em sva familia nas asasos seres corados - qvado se eleva oh senhora d ee strelas oh ser daspeqvena coisas a se  fazer fazdar  qvantas a slinhas que bem ensejas e qvantas as qve  emmim - em ti  sovbeste  asim bem ver e reconhecer sem parar...


NESSA TERRA AONDE HAJAM - TODAS AS IÁRVORES TODAS AS VIAS DAS VIDAS DAS LAGOAS DAS MONTANHAS DAS BANANEIRAS QVE NAS ILHAS JAZEM PERDIDAS 
bom amigo BOA AMIGA qval a terra de qve te falo sem ter fado noite e  dia qve e stando a  ver-se desd o berce  ainda non sabe qve está e esteve sempre e bem VNIDA!?
(esta letra desrita "em verso")


de saberq ve  continva +e tva essencia qve erespiras opólen aonde bem fores a parar qve  transpiras avgoas rvbras qve sendo leves se consomem em odores forte sora nobres qve obvtras na cor  no coração sabem identificar e qvandoa sim  te  descobres ao seres qval  desejo sem saber qve d esejar e  sedo ainda  sempre decores e dessas cores ao brio de bem estar alevar com a  avgoa qve transparece imensa! a gota  peqveno gesto qve non entristece nem arrefece ao cair  aonde bem seja a  reverberar qvando  uma  duas tres réplicas antes e depois de  svbir e descer val aripoa a arder seveja a sim qqval a aimitar qval a despertar qvala ver  aligação perene  na folha qve d espois  condene  qvem viv antes  qvem avivev depois  qvem era qvem a via e qvem a fazia assim sem estaremos dois -a via da vida e sva  fiel - da balança e qvem a caminhar caminha e a descobrir descobre amais infinita - ora  ínfima  a heradança - assim bem se  saberia qve  doovtrosev lvgar  assim vm dia cvmpriria o serema dançar de par empar...











quinta-feira, novembro 10, 2016

A lágrima dos cévs aos sevs sem ter sem saber e aliaonde ainda repoisar é - qval fado qval se fadar qval cantar de novo vm povo qve sabe e amplifica o verso e o ser ao voltar - a vogar pelas avgoas desse tal sem terem certo - assim lvme e espaço aberto e brisa a se transformar ao te - transpor e transportar qvando te erspasse assim de novo sempre e veraz - assim se enlace








nessas peqvenas a ves
nessas svas veredas e verdes verdades entr'io  azvl celeste e  o verde da vereda e as cores qve bemlhes deste
qvando de oiro e rvbro o peitopintavas e ao s ev lado as arvores da vereda desse jardi aonde ainda caminham - os  tevsos mevs  nossos sons entr'os  sonhos se bem a chegavam
e desses cantares sendoa pares aparecendo  vma ovtra mais d emil sonoras idades nesse s ev próprio svstento - svstendo  o presente  svstenido assim qval na melodia qve  be  digo sem nada a dizer nesse s er  a  mva da poesia ia sem bem se saber
nem ovvir - SENTID@! sem se e svair! assimem propria  via  de vida ...
nessas cantigas nesses cantares nesses recantos  hoje  qvase aparecem e sendo ao spares qvais mais velhas -  as  coma  dres  assim se desvaneceram ao contarem oh! estrelas da alva pra estrelas  de bem adormecer  vmas ficaram nos cévs ovtras ilvminaram o rosto do bem qverer qvando assim despertas NO DIA ainda se e ncontarme qvando OH  CASO qve bem  pronvncias  bodas de  final de tarde na  sva simples  e ter nai dade -  qvando  assim em noite qve se prolonga se reacendesse o dia qve lvar assim bem - os conta e  no dia se prolongasse a noite  ao se bem ver e  saber esentir e  dizer  estrela ssem  final sem ocaso do Sol nem lvar a arder apenas qvando nesse lvgar sem terem pricípio qve vejas -  nem final   qve non sejas apenas ao  saberem bem amar  qvando amarelos os recantos TODOS PLANTADOS dessas folhas qve bem descrevamos - e  dessas qve nos  sevs  cévs ainda  cintilam e  em ti se ilvminam e nessas em cores garridas as letras  céleres das palavras qve soam a litanias dee versos diversos poemas e poesias entr'ias mais simples e  alvas a sma iass  bem castas - melodias   qve non se s abem bem ovvir  apenas  ao se  saberem ser e assentir em ti qvando bem acenas  m reconhecer oh sendo reconhecimento! qve nas palavras  paira  qvedo e leda assim se eleva ao vento qval  sinal nos cévs em noite bem levada  nas palavras de vma criança peqvena qve se transforma em  vereda  perola dada q vando de s inais em  cisbnes nas  avgoas e no cév na noite qve nos dev a sim as vejas  gêmeas e bem as  vejas ao saberes ver e assentir e  bem as ovças nas palavras doces avgoas nesse s ev s  vave   latir e tanger  de novonas gemas ao mergvlhares a palma da mão em sev s vave  ovo - qve  tem o  riso desse lampejo amigo! e tem a mais simples e doada força  sem forma desse ovtro ser qve s igo  qval   vm crvzeiro em chamas nas noites mais  claras qve se veja a sim  - oh! barca  qve navegas e te pintas  oh sva  gêmea qve s abes qve diz e nonassim mintas qvando se jvntem em doce regalo e  assim  silvareras  silvas  entr'as  rosas do verão  desse ocaso - qvando assim em  r vbro as vejas prolongar e abir pelo peito fora apelo de ventre qve se ignora para bem e star ali e aondeas bem possas ovvir e ver e sentir e ser  sem sentido aparecem apares se ennobrecem em cada palavra  amiga emcada palavra qve  digaao ser  coração a se manifestar e ao proprio  o lvgar aonde ainda s eo ça o sev e co ao ser a acompassar ao apassare sneod  de  novolido e ao se entretecer com a poesia qve s igo e s igas a ssim emais bem ah! nascente  essaa sa q ve por vezes é íntegra nos  sévs e por vezes prece  qve   aparece  qval a leda  das atigas melodias q ve  nascesse- assim - negra e  de pérolas se perrfizesse qval amiga   qval  dom de amizade qval svster na propria mão vma tal  lavra de verdade...




ovvir as aves a cantarolar a  se ovvir etrias linhas sempre de pé - en  dvradas -e sendo asim lidas sem se verem e  nessas as svvidades de s vas plvmas bem sendo - alento simples inspir a cional - assim qvando se ligam e se contam  qvais nos   sinais bem em trinos versos  vêem sem se verem  bem nem mal - apenas qvando nessa trípla forma qve bem as  advoga ao ocaso precem qve  svas cores sendo  belas e nas penas s e ignoram  tv detrás averes o sol ao se entregar estas de frente a fronte e de repente qval crista qval cava se repetem vogam e voltam em crescendos qv pr'ecem qve non se d erramam qvais nas avgoas ao bem serema  reflectirem - sem pensar -  em  peqvenos espelhados  mvros qve transparecem cores e doces laivos nesse s evs er e por vir  e  por virarem em  rodas vivas  sendo sempre parecidas ao se transformarem e transportam  avgoa lvz e  lvmen svave  cetima velvdado por vir qvando prece q vepor dentronso ninhos  descrevem óvalas ovais  asimq vais nas gemas do  tev svster ora s vstenhas o s ev   svstenido ora em  veres ao  sol o sve s er em clave ora nas folhas mais imples qvando as sopras  essa também qva a doce simples vereda e verdade...




quarta-feira, novembro 09, 2016

desde a imagem ao ver em verso ao sentir o abraço mais pleno desse sev s er - CONVERSO ao se transformar em maioridade em via de vida em sva verdade a sim val diamantino fogo qve bem se expande e non qveima arde! e nesseqve bem se s aiba estar a banhar - um mergvlho além do orgvlho e no mais pvro e mais fino - a se s aaber eqvilibrar




ASSIM QVAL A RAINHA DAS CHVVAS primavera  amarços lembrada dos equilibrios sendo  qval rainha de aonde partem as qve  jamaais  bem naufragam
e desde a noite mais estreita e desde onascer mais procvrado  asim cvidem e cvrem e se manenham a s va s egvnda vez sejam  assim por smpre  em fado- em linhas entretecidos  de maior virtvde nessas que da ignorancia  fizeram lvme desdes qve das rochas fizeram faro - dessas e  desses qve ainda se e xpresssem  exaltados - qvando assim mosrem os sevs  aos  cévs os braços em bem dizer - asim sem qc'rer em- elevados
e nessas peqvenas lembrnças aonde ainda se  sarem -a s  feridas qvais - cál ices  qval sva cor  transparecia qval s va  graça apaciencia qval sva virtvde de sola sol sendoa timbrar e qval o  angvlo qve nem se mede e sempre a nor
te  esteja a pontar
e q vandoassim se ovça o cantar nem  de galo  nem  de galinha na linha entr'o passo dadoo ecodo passado e a  nossa nova  LADA´NHA entre coros e  cantos a se  entretecer o  novoser se  gvia e  segve por o s er...
qvando  te dizem q ve asim  passavam  EM   ALVOS COROS E  GRVPOS SEM TEREM -  salva sem mais e menos ecos  fizessem 
a sva própria vida asim sabendo se elevassem emenos pelos  "telhados" dos seres aonde ainda a vejam qve  qvem  cvra e  cvida  vma lvzinha de e sper esprança leva qval alampadinha nas rvas e nos beirais qve se  eleva asim livre  e plena e  JORRA assim nos  arcos maiorais nos altos lvgares ainda  fixa e nas svas  elevadas palavras nas svas frondosas capas e e spadas - assim arar  arados se perfizessem qvais os caatares rodados de ovtros qve  assim a via  da vida enaltecem e das  qvedas DE  A VGOA aassim  qvais vévs mais finos  assimse  levassem sem verem imagens apenas sva propria cantoria e nessses os brados  jamais sendo  resqvebraçados - apenas transformar di aa dia  pelo  fio pelo  gvme da qve 
sempre e mais  vnia...


nao tres  VM
qve à volta a todos mostrasse
olhar fechado vendo o linho a linha o sev cantar o livre assimqval na ida  na  cidade  ecos de vida tenha -  advogado - qvando assim  às estrelas qve se  gvardam OH S ENHORA SME TER TEMPO NEM HORA NEM  EM SI MESMA  DEFINIÇÃO qve  vem e voga OH CRISTA  OH CRESTA DE MONTANHA ELEVADA  BRANCA E  IMMENSA AO SER  CONTADA e  nessa sva  estradade lvzidia fama nos ATRAVESSA apenas qvando NOS BEIJOS DOS PILARES MAIS ALTOS E ESPERANÇA A SSIM  - QVAL BEIJO CASTO QVAL SOPRO DESSE SER EM SVA  IGNOTA JVVENTVDE AOSE REVNIR O DEE CIMA COM ODE   MAIS   AMEIO -  ASIM SABER Q VE  DOPEITOO DOM OO  DÓ O  SER ASSIM -- QVAL DOIRADOAMANHECER PRATEADOOS EV   SVSTER E S EGVIR OS  OM DAS AVGOAS QVANDO DE PRATAS  ASIM DEROSAS SE  ENAMORAM E SE  ERGVEM E  DE NOVO SE MSOTRAM QVAIS  ESPONSAIS  DOCE E  CRE  MES ASSIMMAIS BEM PARECIDOS QVADO  NO BEIJARAO SE DEIXAR ESTAR qval vm PRINCÍPIO do OVTROLADO DO SER E DO AMAR nos tivesse por ventvra e por sempre  tocado E MAIS AL+EM DOS PILARES QVE TENHAM ÓVALA PERFEITAA SVSTER -  NOS  SENDOS  - CAMINHOS senda  elevada  sendo elevados - assim ao se entretecer sem tristeza a voz  qve  bem se s abe  svster em coração em pvlmão em todo o  ser asima  dizer  um beijo fkamígero qve  gere  sem vontade a trespssar todoovév o sev - ser o cév e amais profvnda longe  vidade
e qvando nos enaltece essses aber  vogar nasmais  altas veças se  veja de novo a brillar qval  o lvme do  lvgar em   lares sendo svstido  qvais as mais a de mil estradas de  estrels  nas terras  jamai sendo banido qval o lvme qve   assim jamais encandeia e se  entretece e bem se  estendessse a onde ainda haja ela essa s va ovtra  força qve beme  cproclama e  diz q ve sendo alto  forte e  svblime alta forte e  asim bem amada   entr'ios  cantares bem estado a se s vster nem forma de  hvmainfdade nem de  homem nem de  mvlher assim sendo livre eplea   para asim e scolher
assim sendo a mais simplses a  mais honrada a mais hvmilde aonde ainda exista e sempre a mais -  bem a mada - q vando a sim se  integra e nos encongra o beijomais simples apreperar qval  sopro ALENTO! assim se des  dobra e non se deixa em lvgar algvm  gvardar ov   estar apenas q vando se  desdobra penas qval na  doce corda qve  tensa sempre desde o coração e nesse momento qvando desperta  sem dessesperar qvando intensa se   propoe de novo nos elevear a sim nós a nv sendolivres e svstidos e a sim a lvz mais plenaa  sem termos  ovidos nem latidos de  coração qve rvge em coragem  esperança qve  pede sem mais  qval  passagem  qval aragem  qval s opros  etre  sopros nesse  algo a vogar qvais as brvmas nalvz dolvar ao se desfazrem sem se  rasgar e qvando a sim se eleva q val crescendo a sim se  entretece   mais além da trevaasim se vejam d epois de se olvidar qvando festejem  de novo o qbve almejem desde o castelo o palacio a torre maisbem real vma cresta  vma cava vma  ode melodia s me final poderá de novoa sism brotar
à NASCENTE! 
e SEMPRE!






terça-feira, novembro 08, 2016

CANTAM OS NOVOS E OS MENOS - E CANTAM NAS PASSAGENS QVE VAMOS ASSIM - E VEMOS ASSIM - E SENTIMOS SEMMAIS TERMO E SEMMAIS CONFIM... QVANTOS MARESS EJAM QVANTAS AS MARÉS ESTAGNADAS NESTAS BARCAS VOGA CHAMA SE AMAM PELO BEM QVE AS PROCLAMA...



se nessa m´vsicalidade
se anvncia
o bem
à sociedade
o real valor
desse força em  flor e dessasva sêmea asim em cor de coragem
e desese dessas qve bem levam o qve  jaais se praz em se desfazer
qvando asim vogam emarham  noie  adentro
nvm hemisfério - os tres a procvrar ser par -. eovtro -  lvgar em lvgar anvnciando a DOS INOCENTES qvando  foram e SÃO asim doces passsando
e novtros a  bem saber levar essa  chamarada  sem idade semter asim  na sociedade opatamar para poder reqverer  qvais bem se s abe  qve apenas ABRE APORTA qvem  qviser
se vns nos abriles asim bem chamavam - pelos - sevs lindos pares e no   peito a levavam assimq vanis nas calndas oh doces  timbrados doirados predntes  qve entre os  sete  e os -  tres  bem perfizram dez sem saberem - assim  eqvinos  estando -  nesse lvgar aonde o lvmen  desse em lvgar à  VIDA E O CVIDAR desse ACALENTAR e contar de novo - qve nesses tempospovcos a gora  povcas em - o  VNIR-SE VNIREM-SE EM VERSO  REDONDO

A TERRA ASSIM O CÉV SEM CONFIM NA noite segvem a ver E AO SENTIR QVE VEM- QVE  VÊEM - ASIM OVTROS OVTRAS IDAS E VOLTAS  TAMBÉM E  NESSE E STIO  CALOR  HVMANO SENDO O MAISIMPLES O MAIS  PERFILHADOORA BEM A FALAR  QVE  CANTA E A SIM BEM   apoqventa e a fasta   o tal -  cofvso - ser geral - como sopro mais simples por  bem qverer  jamais obtvso -  q val  fvso na mais simples imagem de cravo despido qval o gérmen  da vida  qval a imagem dessa sva sêmea amig@ amig@ qve se  jvntem a  celebrar o tempo de lado alado corre  paa o sev proprio pradoe pastagens bem abertas de  flocos de lvzidia vida pra de chvvas a pairar  em todos os lados vns no dia  e ovtros na nOITE AINDA SABEM  segvir e VOGAR e sem enganoo mais  novoo mais altoo mais s imples ah! mais   ainda a saber sentir e  saber asim-  ESPRAIAR -  assim sem   pranto esperança levas ali  e aonde pr'acia qve se confvndia a nossa - mais simples . ERA e be foi TALVEZ - POR VENTVRA A CANTEM ORA CONTEM A SIM E  BE  AONDE NINGVÉM se  deixov- 


se rima apenas fosse - OS DOS REIS os dos SANTOS INOCENTES os dos QVE SE MANTÊEM CHAMADOS A CANTAR eas  peqevnas chamaradas  jamais a vsentes - a se saber ao bem estar ao lado à beira das que asim as  fazem -  não efémeras e se m  valor  real com  realeza com digna  certeza assvmem o sev lvgar no rio do ciclo da via da vida a sim a sabrem  trespassar e o sev alentoo sev calor  marcha noite adentro pelo  - mais simples lvgar pelos ovteiros pelas veredas pelas vilas pelas aldeias pelos  lvgares de  cidade em cidade apenas  daqui de les a lés bems e orientem os c«qve a cantar lembrama  mais - omais imples sem terem em si a propriedade... cotribuvto ou  face de porta a fechar a ESTÓRIA MAIS ANTIGA  QVE DESDE SEMPRE SE REPETE  SEM PARAR  sejam as portas qve se a brem nessesd e coragem  em peito que levam a chamarada mesmo qando parece q ve - nem amores de março despertem rosadas palavras nem os  de junho as  chamas das avgoas de abril e qve dessessevsdoces ramos - de ovtono disfarçados non se lembrem de vma e aovtra  festejar sem  carpir-
 e as lagrimas mais simples palavras simplese as voze smais hvmildes ah! -  hvmildade - qve este  qve  perfa z palavraslembra a mais  fácil ora  esqecida lenda entrias calendas oh! sobriedadeoh  sobreiro em silencio qve visses de novo a cantar QVANTOS CONTOS DE REIS  AINDA E BEM SABES determinar soletrar bem perfazer e e rgver e  sev próprio lvgar - senda' @ especial


lvar entr'os sonhos -
a nvnciam - a clareza do tempo
das lágrimas ddessesvave e doce alento!...
dessas  frias fragas - livres por entr'o tempo
 o s vor da  via  da vida
da terra hvmida
revnida
assim qvais os astros qve ora  se vejam ora  sobejem e  nos  amparem
qvando dos cévs aos olhares nossos
ossons voltem qvais armonias por entr'os  ares
arodopiar entr'io vento olvgar mais profvndo
a  sorrir e saltita
qval em nós - empre  livre  qval solo jocvndo!...