Música

terça-feira, novembro 22, 2016

Assim menos se diga qve o cantar da cigarra nonanima na estiva se todos cantaramse cantares de roda e de virar a saia existem bem e por bem maior esperara qve se faça o qve em nos ainda é de pvtra aia - a qve cvide do aio e desse a 'el rei aonde bem seja...









e estar nessa folia aonde nenhum  carro se prosta nem se perde e  tovdo avolta semterem apostas  correme  saltam ese reacendem vozes da qui ora dealgvém e todos non sabem de terceira   geraç~ºao se venhem desde a amarica amar se de fraça trazem paris e se desses ao mais a lto lvgar do  svl trazem sereme seres  feliz qvando vejas a raiz de aonde bem levaste os cantaresos canticos desde goa damºao e dio - desde -  as verdes pastagens de cabo verde ç saudade  saudade catava esária ÉVORA  no sev canto mais lentoe bem corrente q val   rios de viver assim   chamados desde raia a timor  sempre por  bemdizer  a ti amor   ao mundo inteirolevados desde  fortaleza a nework - e desde o lvxo do vxembvrgo a capital desseovtrolvgar desses qve em canada estejam sejam em ingles a falar sejam em  francófone a virem cá  desfilar sejam na avstralia  assim etambém aonde aonde non encntras tva  veraz  estóra dos advêm e vêem  por bem...
nas festas dessaa gonia em  agosto nas das  do  sao joao a gosto de todos nas argas para bem ovviremas senhoras cheias de brio e a espiga a espiga plebna e sebdo os ev a brigo sem nada s e contar apenas qvando as de baixo de antininos e arcos floridos deixam as vias da vida de para me par a atravbessar todo o eido da capital a svbirem as  rvas mais  simbólicas e a s erem por vma boite aolvar senhores senhoras da sva propria estória e MVNDO INTEIRO A SSISTIR  NESSE A GRANDE E BOA LIS ao mvnd alevar boca em v«boca a exaltar o qve depois parece q ve se   translovqvece arrefece  bem o sao  joao a segvir qve bo fim apenas  pedras  desse viver  assim  gastas DE TANTOS SERES A PARTIR A CHEGAR A S ORRIR Q VAIS DOPILAR OS  SA«ÃO JOANINOS NON SE DEIXEM EM PALAVRASCATAS  asim dvas torres va de gaia a cair sev de dal e ovtra desde  o pilar mais  sereno nas pedras gastas tanto e tanto ser   livre  qve nem ledo cantar poderia nemmatelos a brincar se lebrassem e desses alhos sopas perfaiam se sovbessem das qvalidades deses qve dis vão para o tacho...


lembrar qve era a APPACDM qvando nasceram
qve era avgsto pardar ainda qve se separassem os cantares os - instrumentos os ensaios e nós - lá dentro voluntários - seguimos a cntar a gora nouros  cenários segve e segve e já não tem como ser a se parar  e assim se encontrando qvando se revnam todos . minha maezinha! qve  cenários -a verse passam pela RAIA qve são os da "capital" do ALTO MINHO 

nem  joaninha  nem  joão - sendo as estórias do lvgar  vma  fininho sensivelpor bem e sem se  nao o vtro semressonar a sim   aprendia o caldeiro os tres bics nas pon«tas nas  fontes mais al+em do bco doirado do eirado a casa real -  do bico mais simples qve de negro é cantado os  do  ensino qve o s r  rei pos em honra aportvgar  coimbra aonde te sentes e te  sentas no meio lvgar  qonde os reis  descansam aonde os primeiros  repoisamai«onde os  antgos colocaram as candeias de  azeite ara  o  pão emvbevecer para dizer depois qve como vinho faziam camiho ali e aonde a zeie ovvesse para lhes oferecer...
e desses e dessas apenas as e stórias mais simplesmais ledas sºao com justeza a  vogar a  cvltvra  do saber o saber popvlar... folclore aparece e qvandonos conta em  vestidos em cantares em peqve os sorrisos mais se  estabelece e nos embevece...

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