Música

segunda-feira, dezembro 19, 2016

um poema cvrto sem elipses qve o levem longe simples e sem idade para ler e transformar AH! JÁ HÀ VONTADE!

das poesias de cada dia uma mensagem a transcender
qvando o poema rima  com a alegria de o voltar a ver
assim  coerente à nossa frente e a se deixar entrever:
assim  resistindo
qval um leve parto
saindo
de
dentro
do ser
para neste se reler
e
ser de novo saber

sexta-feira, dezembro 16, 2016

assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossasqvando as partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme baço o lvmen baixo por bem nascer mais o lvme da vida nova qve e ssa amizade emsi sabe bem perfazer

nessas qve a via da vida
permite e reqver
para qve vma orla
tão expandida
sem ningvem
de verdade
para a preecher?



nessas horas e momentos dos projectos de sonho
a se fazer verdade e a se trazer ao de cima e se dar
assim à luz e ao se permitir tocar
o amago
o lvmen
o centro
o cerne
seja por serem os qve  mais bem assim se traduz

na via e de vida  de amor e verdade:
qval companheirismo honra e lealdade

digna virtvde assim sem pensar
qve pensando tod@s muito
por ventvra  se deixe escapar

a esperança e a navegar de novo em  voltas em voltas sem seqver saber se se está
para voltar noutra orla noutra data e nos  apontar:  hinos de glória,
de vitores da face ilvminada pela teoria mais formal assim a consagrar
qve estando amigos, amigas, por perto
ainda qve seja por um momento
nesse sev "papel oficial"

  todas  todos
em sev ritmo
verdadeiro
dariamos
às simples
emoções
tvrbilhoes

sonhos de leveza II

No encalço
desses qve sonhamos
na estela na esteira a dançar
em pvro vnento por e ntrio  ar
qvando  lhes reconhecemos o rosto
apenas e a penas sendoa gosto
qvando se lhes corrige
e se lhes reconhece
se lhes erige de novo
o  mavsolev vivente

em tempo proprio o d esemvolver e o dealbar do coração qve cre qve qver crer qve começa a crer no abraço ao se dar

na idade
desse
sentido
em verdade
desse sev
aparente
todo na
mais simples
realidade

a tva e a minha
agora  sendo
olhando
o frvto fvtvro
sendo apreciando
o apelo do frvto
passado sendo
acompasando
nvm e novtro
svblimes
nesse ser presente
jamais conjugado;

quinta-feira, dezembro 15, 2016

nvma peqvena estrofe assim sem rima nem métrica aparentes aparecem os abraços

nas rimas dos seres qve pretendam
nas rimas dos seres qve bem atendam
a palavra depois de ser só e apenas
sendo letrada a palavreada assim
qval  vm doce som em sva propria
essência deleite  e ovação nvm só som
sem fama apenas por dentro a afaga
e apagasilencio e à vontade
de ovtra
maneira
de ovtra
chamarada
de ovtra
lvz
de ovtra
simples
brincadeira
amada




do desgelo ao ser mais doce

nessas orlas de perolas bem trocadas
essas qve do tempo ao tempo se perfazem orvalhadas
sendo integras e maiores qve sva antiga e doce lagrima
na treva ao despertarem  po entre rios e lvgares mais ternos
e qvantas se elevam qval e qvam na névvoa alentos prometidos
 lágrimas ao se verterem chegam os tempos mais frios e nos mais qventes as vejas
a condescender... qvando se perfazem em novas formas ridentes...

terça-feira, dezembro 13, 2016

Para coligir cada poesia e cada tema tem ramagens qve não eram svspeitas cada pesoa cada sev- olhar amar de atenção cada gesto concreto tem em si -- vma poesia breve qve não se encontrava predita a poesia na grande poesia da nossa via e na nossa vida

dessas lágrimas
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem  assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde  começam a florescer
qvais  os  estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e  sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas


assim s em  eira nem verdades  se vai  desenrlando o temo nas  svas  simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas  das praias deareias  sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para  depoiss e bem prencher
esa gvarida  em noites  ensonaradas
aonde ainda brilla  a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve  por  dentro  estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par

assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com  caricias de  fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;


nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos  se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada  peqveno  pedaço de nós reconhecemos passaa  ser parte
e ser integrante  de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde  ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica

em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é

qvente e nos empolga assim tanto!

apelo de se ir voltando ao ser...

e da procvra desse em  f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova  qve é  etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos

se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se  ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o  estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e  ia  crescendo por dentro  essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra  vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais  recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a  ver se leste  qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços  dependvrados no s lvmes dos  fogos  achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos  gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos  tevs lvgares preferidos...

dos textos mai slongos aos poemas mais cvrtos o abraço poderia ser na terna idade tempo sem fim mesm sem sever braos em derredor o abraço de qvem antes de o se já o era dez lvas nove meses qvarenta semanas - qval flor na era - na via lactea à espera para jorrar de mel e vida para este nosso lvgar

nas calendas ainda por contar
nas doces lendas qvenos fazem a creditar
nas  peqvenas coisas do dia a dia  tão importantes qve nem se viam
nos abraços tantas vezes pensados e menos ainda  chegando a se  dar e nessa hvmildade plenitvde e verdade ao se  saberem  trocar
esses papeis do dia a dia chamarada fria  chamada  qvente
escolhas do nosso novo dia em serem qval bem sendo presente
e estando a se  doar a presentear q vem nesta força de vida se entrega
ao regressar desse  lonje  ser  desse beijar
assim se encontra realmente
olhar em olhar
mãos em de-redor acolhendo e abraçando
gemas de viver
alentos proximos se entretecendo e corações de vida palpitando qvas tambores do mais além qve parece qve sabem bem
qve se saem de aonde estavam e bem marcando
sev lvgar o sev lar o lar qve se  ama e se demonstra entr'io  tempo rodado
por enqvanto antes desse tempo ser tempo passado e a  ocasião se perdesse
e o tempo se enaltecesse por saber  ovvir e a tomar
com vontade com força de verdade assim a coragem para alastrar essa chyamarada vvente  essa vida qval pingente qve  da rama mais bela parecia estar periclitante a cair e  se deixar ir e qvando  tomada  nos labios beijos de  fraternidade nunca encontrada a se  sorver oliqvor mais docedos cévs doo sev amor  qve se eleva  por dentro se leva e por  fora nos torce nva f igvra qve não é só tva  nem é apena sminha e do amor pelo próprio amor  qve  foi qve nos  convidov em toda e cada linha a se saber alinhar  em cada verso em cada desejo  transformado em  calor e vida e ser  qve é igval a  ti a ssim sendo abraçado... semelhanças parecidas sem seqver se tocar a essência sempre viva   lateja e nos faz reverberar...

é essa que os comove é  essa qve depois vai
connosco sempre connosco para assim poder levar é  essa qve vai  sempre vai alie aonde a puderes levar é  essa sempre essa qve poderiamos ovtro dia ovtra vez  assim contar é  essa sempre essa qve é a primeira a nos  convidar

segunda-feira, dezembro 12, 2016

oh lvna qve bem inspiras na tva lagoa os sonhos se re-animam!

oh! lvna esbelta e preciosa!
oh! ser celeste!  qval brvma ama vém e bem formosa
oh! ser plácido de cvja placidez ainda bem se ignora

oh! "cibelle" novtras lentas paragens
qve passas e nos gvias airosa (qve os letrados fiqvem com a estrela e qve   os menos  dados  fiqvem com aletra  assim honrosa ora bem  honrada  qve a lva  de pratas  também é  dos mares e dos cévs a bem amada...)
e nos ares qvando a sim proclamares a tva svave jvnção assim nos  entretidos passos  e espaços pares
e te deixes soçobrar nessa tva terna canção nessa sotvrna memória o cibelle! qve  és e segvirás sendo ainda qve semelhante palavra também te  seja airosa

qvando assim te vejam os seres qve tangem citaras de bem saber e as peqvenas  harpas de lvar sejam assim qval bem qverer assim  qvais a vês  nos rios  qvais  cisnes  bem cridos  qvais  as dos cévs tevs olhares e mevs
qvando  assim  se deixaste o tev cálice de avgoa  honraste ao ser  qval  de  sev assim empratas forjadas  qval a mai simples e  masi cara face  encontrada
assim a meias te dizem qve tev ovtro ser coesao
coração qve também existe na coragem no brio no ânimo dessa tva ovtra lavra em ser o qve
não se enseja o qvenão se deseja o qve não se planeja  reter nem deter tev arco de lva cheia perspeassa
as flores na noite engalanadas desse sev ser ao mev mais bem o crer
e nesses sonhos me trazes de volta dessa tva floresta
de sol e lvar aonde os sonhos mais bem prevalecem
e  os  prateados brados jamais se bem se esqvecem
e  as mais simples imagens trazemos  tv! tv!
qve  te  vestes e depois  te investes e ev! ev!
qve te canto por bem qve nos reconheçamos!...

nestas lágrimas tradvzida nestas a se bem verem contarqvando se contam em alma frida f'lis a letra flis sev e xaltar e se contas de vidro perfizessem no escvro do estio a nascer a e stiva de tantas qvantas viessem seria sempre os vfciente para de vida atva aminha se bem preencher

Essa Hvmanidade
sendo pvxada pelos
qvatro cantos de virtvde
a se perder ora a perdoar
a erudita escola medeia
e a benção esteja
nessa sva terra
enamorada
qve enseja
qve anseia assim
a rima consagrada
aos mais altos valores
mais altas copas
mais finas tiaras e flores
dos rebentos primaveris sempre  sendo
e chegando a serem de sev proprio svster
em sva mão a final renascendo
ness'ovtra sempre igval sempre sva mãeesparadsempre o compasso desse  qverer tal
qval  a  escola qve regressa na poesia na  letra na rima na métrica ao compasso suspirada
cvidando de se entregar
o coração procvra
o sev lar
o sev ovtro lvgar


E DE VOLTA DESDE A POESIA VOLTAR A SE RE-VER UNIR AS TRÊS FACES DO VERBO AM@R

nesse apogeu de fooças vivas e seres viventes nasce o qve é vivo e considerado gente

nesse levar r d etro a luz do cév ora  de lvar ora d qve já se escondeu e  qve  depois s evera voltar

nesse lvgar s ereno aonde tbdo o  qve parece qve permanece e peqveno
e  e grande ainda  sem se trasnformar qvais netamorfoses dentro
do sev proprio lvgar ali e aonde eclodiv
seio e ventre  igvalmente
ai nvm cosmos novo assentou
ali e aonde se  deixov vm Universo
transcendente
e
a mente
se tenha
assim unido
e re-unindo
dois
sentimentos
nvm  só e pleno sentido

a se perfazer  ent'rio
brio e o ânimo
de se voltar
a acontecer


sábado, dezembro 10, 2016

pratejar e plantas e lanças das mais livres entretecidas tearas de flores silvestres até qve sejam as qve s aras qvesejam de rosas de cedro do vale desse cor e dessas qve sendo mais alvas sejam qvais os pregos qve se doam mais além riso e dor - ex vlt a re

qval nessa ovala qve bem começa a ser promessa
bem qval a  seguinte  branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais  transparente e vmilde qve de branco se  qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar  dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade  sobre o sev  cimo  relvz a via da vida e a verdade  dessse  etrem passado os tres arcos entrançado e se ter  chegado a via de saber qve não se doa e  sendo do ar amais  fria a mais firme  ao se doar +e da  linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve  fosse em pleno  - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse  se bemlembrasse qvatos  foram e qvanto smais  nao so os meses os qve antes de s er e speravais e  qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe  destedes qve bemsvbestesdes  dançar emplena perspectiva e  qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente  o  ser s endo o presente o abraço olaço qve  asim se  entretece e se perfaz...


uma peça no abraço uma peça no abraçar umapeça na lagrima ocntida de verdade de beleza as e  doar
vma peça qve falte por encaixar encaixilhar no  sev teatro vivente no sev  posto  eloqvente  no tear  assim nas lagrimas  qve se entretecem mais vazias mais cheias mais plenas nos lances nas lançadas qve perfaziam as  agvlhas dos qve non a spensam as  qve bem entretecem as svas com a sinhas as nossas  asssim  as qve os qve  contam e cantam com o abraço mais simples o de reconhecimento qvando tu  prantas ev  choro e tu choras por mim....

quinta-feira, dezembro 08, 2016

Os titulares as titulares sempre qval vltimo qve é primeira vera ora Primeira vez veraz...

madrvgada da anima e da persona  animada

os poemas fluem e se integram qval  oceano sem par e sem fim dos cévs  se qvebram e caem
e sem princípio do mais profvndo da terra se elevam e as crestas mais altas em versos  sempre e também se celebram
e dos rios fluindo  seres de bem ser em serenatas sereias  fluentes dos
qve as contaram as cataram  mesmo sem c'rerem

com  vm sorriso o sabem  com sorriso o vês  qvando sorriem  descame as lagrimas qve  tu  não és
e  sendo-o  em  avgoa e sendo-o entrio sol e  no mar  e maresias de briumas antigas  asim se desvelam as  veias qve trovam qve tremem qve se semeiam ali e aonde jaz a lvz do sev  - qverer ao serem qval semele  qval semelhantes qval lvar  qval  lvgar de bru«vma na  espvma alva a retombar    lampejos  inquietantes  gargalhadas afluindo depar em par qvando a promessa do s er criança s e  deixa de novo  achar e se se encontra e non se acha  volta de novo a borvlhar e nessa e spera desse a saudade o sev tom o sev canto em plena liberdade ao se ver a o se saber entretecer e entrelaçar qvando +e maioria  de idades  frias as letras se transformam em idas qventes para bem  se estar nas estreladas  manhas  nos amanheceres  estrelados   qve nessa ULTIMA ESTRELA SE CONTAM ANTES DA OVTRA A  SER  VIVENTE  TE TER  - ora se SER - COROAD@ 

- homenagem  as mães...



quarta-feira, dezembro 07, 2016

DAS LÁGRIMAS DOS SONHOS AINDA A SE SABER LEVAR OS SONHOS SE ELEVAM E SE MORAM EM TI NA TREVA DA TREVA VÃO CHEGAR A TRAZER ALEGRIA DO FOGO DO LVME DO ÂMAGO DO LAR....




primor ao rever
a ma
i s fin a f l o r



 de cima ov de baixo ergver o  de amor de amar de Homem ov de Mvlher  em centro a  se ligar
nvma ode HVMANIDADE sem se deixar a ssim encerrar
em todo o lado em  qvalqver tempo e lvgar
se for  preparado mais  se poderia ver e qvalificar..


o ser  qve 
se r e nova 
bem 
alcançava




sendo de vida senda da viver senda de não trancar espaços para depois voltara escrever
qvando no fado se alinhavam os  seres qve ovviam bem forte e fvndo o tanger d esse acorde  qve doa  sse vida ao mvndo  qvando se eleva ora se elevasse desde o centro de aonde non existia  desde aonde nada se comprasse nem se levasse as festinhas qve agora se perfaziam  qval no coração a sim bem  fadadi nesse ser qve se demorassse  qval crianºça novo nado qve  na mais  alta  barca  assim  navegando  emv«beleçasse o sev doce pranto com o  ovvir de  svavidade e s em ademºao marcasse o sev  alto prado  pradarias e ternas mºaos  a flor  compaixão  asim bem lavrada  qve  de dvas  em  si de tres    aladas as  de ceptro do coração as válbvlas qvais flores  assim igvaladas já sendo encarnado  já estando no seio de vma barca qve não veleja nem veja  comoolhar qval aterra qval a avgoa  qval o mar qval olvgar e qval o horizonte  qve se elevam ese mostram e  bem e vocamo lob«nge mais al+em da miragem e  evocam o ser q ve de fronte  desde dentro a mais svave aragem  qve s endo  viva e  sendo leve apenas convida  ao qve bemse atreve s em medos  de navfragar pois naoovisse tal nome antes dde ser ao nascer doce lvgar a ficar
qvando em consciencia vogamos e viemos a ese lvgar oh fado oh tempera oh temperamento ph  tempo qve nos atrevemos  afestejar FESTEJÁVAMOSO MVNDO TODO  A A D REITO OH MENINO OH  MENINA QVE  JÁ VENS E NAO VÊS  OH senhora qve assegvre e agvarde o senhor qve  se perfeze non qvez a renovar qvais  soa joses dea zvlejo os«h seres qve  de viver fossem emsva graça oh amares maarias  aos   sevs ensejos  qg«ve  enseios  ascem  em«nqvanto nascem....

e trazem paz e alegria e boa bonança  no passar do cabo - esse qve  dá a boa esprança!...

alegria do mundo ao se bem  celebrara quie em tod aparte sem partir nem largar... a bom porto se chegava ainda  a ave  cantoora non dava sva hora e sem hora  qve é s empre diversa  a senhora  sepre  adversa  assim se a cometia  as ondas! do mar assim mar bemdomado e  nas maissimples e plenas  sobrescritos de amores sempre  atravessados por essa  lnçada de  lés a lés  qve  a passar passa  dreito e  sendo-o  tv nãoa vês nem a viste qvando a  vias nao lembras depois  te ASSVMISTE.....

para o menino e a menina nestas datas de festejar qve a vida regressa em formas - castas -  








segunda-feira, dezembro 05, 2016

caminho de vida a saber transcrever qvando se paira no sev cerne qval seiva sabia a nos levar sem perder

qvando se movimenta o corpo a mente desperta
qvando nas  arvores e arvoredos a brisa qve todos lemos
sem ler  sabemos na face a mensagem a descrever
a mensagem a  se transformar qvais avgoas reflectidas
qvais labaredas nas nossas vidas
qvais as qve ainda se sentem:
na palma e de palma  em palma

na mão e nesse corpo...
todo  éter a caminhar...
mais além imaginação
qvais os astros...
qval a terra
qve nos bem ama

e qval o corpo
qve se deixa
se entrega
pelo caminho
esse qve também
nos sara e nos vne
e
nos
gvia
caminho e forma e força
 e via @ de vida!...

sábado, dezembro 03, 2016

taça a se esvaziar forma de arte qve não se pode deixar de ver rodar ....

peqvenas fagvhas
de  tremelvzir entr'a  flor
e a floresta  tão grande
qve se presta para dar a lvz
vm novo ser
para dara algo alvo ao nosso novo ser

para dar  a lvz por o ser e o saber
 para dar  a lvz o poder de novo ergver
entr'as pétalas de flores silvestres
 qve relvz e algo celeste e doirado!
 e sendo-o orvalhado:
 qvando assim se  entremistvravam
com as teias e os laços
em svas lacriosas melodias



ainda se entretecem qvando as lagrimas de todos os dias venhem ao de cima por amizade maior
por  assim sentir aporpria  vida em si  qval parte de  vm sonho alegria  riso e cor e correspondencia dessa  ciencia mais além  dessa qve algvém não pensa e  se entretece  qvando asim for de ningvém
qvando desmedido despreendido o abraço em sva  hora  sem programa a parece
aparece e sse tipo de  brio   flor briosa  lvz maraviçphasa ode qve amais se  entristece nesse  auge de viver a fraternidade e sse a vge desse ssaber a  elevara doce  verdade e sse a vge dese  sentir de novp a lIBERDADE esse avge de por momentos se sentir entrio espaço e os tempos  esse a fablidade maior  esse  ser ee star a pairar qval de flor e flor de aror em   iarvore
desa lvz  maior  oceano  assim e m derreor  qval  nvma vaga qve  asim se acvmla na lágrima e eleva montanhas sem  estara aparte sendo vma  vne  de vereda a vereda de costa a costa  sem se   esqvecer de ehvma  compler«tvde e perfeição no  som  o tom antes de após no momento a  correecção  da ladainha sem tom nem som  da melodia qve   de nós  SE FAZ  ARTE


sexta-feira, dezembro 02, 2016

Nvma lágrima qve secov mvndos e nvmaqve os bem aclarov encontrar vtro ser no profvndo e trazer ao de cima o qve sempre e bem amov...

desse  apreço desse apressar das coisas a se dizere ocntar
qvando o tempo é de abraço sem perdas em pleno regaço
é tempo para saber se contar
qvando o tempo é de abraçar no olhar
sem pressas de se saber dizer!
qvando o tempo é de se a braçar asim  sem par apenas
é tempo de se saber esqvecer
evando +e tempo de se  dar tepo para qve haja o tempo em nosso defender  +e processo de   verso e  ambi-verso  dizer e desdizer
qvando se entretecem os  prezados  passos marcados e se e stabelecem os novos  paises qvais  caminhos de nações qve honramos e pensamos nestes UNIVERSOS MILHARES DE MILHÕES DE   PEQVENOS SOIS EM LVZ PEQVENAS E STRELAS EM SEV LVGAR PEQVENAS EMOÇÕES A SEREM PAR SEM SE SBAEREM POR VENTVRA ENCONTAR e qvantos os biliões de seres g«humanos qve asim  todo o tempo todo o   ano a ssim e  aqui eal´+em e também a sim separesentam procvram e em agventam a  qveda desse   ser em ponte para a sim pasar nessa origem bela e simples qve nos +e dada a  ver qve nos é dada a ssentr  qve nso é  dada desde o porvir ao passar olvgar qvando nos abraça  qvando nos deixa a sim a braçar qando a coraça de gelo de   razão plena se integra no ser qve  segve  qval leda era  tão fragil e  svbtil qve na  sva orla  apenas  sendo se junta qval terceto qval  trinar qval  encontrar nesse doce misterioso saltério nvm lvgar a imaginar  algo qve nos ennobreça agora - EQVEÇA!
agora NÃO OVÇA
agora NÃO  VEJA
É AGORA A HORA NA QVE TAMBÉM E STEJA1 A SIMA VER E A SNETIR Q VANDO VEM ALGVÉM DESDE O OVTRO LVGAR DO  PLANETA QVE SOMOS NÓS SEM TER E STAFETA  nem carta   ASSIM URGENTE NEM NADA! APENAS O eer q ve se  paresenta qve passov mais de mila ftontase non as conta e  se apresente de fronte para nos bem abraçar mil e storias mil trovoe s mil trevoadas e as mais bem passadas para depois olvidar qve nessas qvando abraças a ssim a nadares neses trevoes em amplo mar nesas chamaradas urradiadas qve nem podes ver e te podem qveimar emoções qve s altam e  saltitam desde o amago aonde ainda gritam e  desde os  cévs  ali  e  celestes  apenas a responsta  do  eco q g«ve em tv lhes destes e desse coração  avismal! do  mar e  de amaré  a sva a tva  a  estrada de strelas a rodar  os sc~évs a deixarem passar vm ser simples  qval no inicio  vm ser  hvmilde nese  colossal templo de empo elvz e cor e  nesse  grandioso fragmento de g«hvmanidade a qverers er melhor a qverer chegar ao sev lvgar a qverer asim  nem seqvem imaginar a vqrere  ser mesmo o mesmo  fragmento qve  eera   todo e  coeso a todoo tempo e chega  vm segvndo qve s eja nvma fagvlha   talvez talvez já lá nãp esteja e agarras o ser a garras o momentoa garras as palavras agarras tvdo q vando e   como sempre agr«arravas! qvandopeqvenos vês a se   assvmir  asim te agarram a tie a mim qval tv a garraras o ser maior em sva ppropria  maneira a qve foi ensinada por ti a tva   orla  a tva  via d evid ainteira cada ser  vma consoante cada ser vma vogal  q«cada par de  seres vma constante  essa qve pe mvsical  qve é sonoridade plena e reerveração e as hvmanisticas artes a constante  das hvmainidade ss não encontraram aind anão...
nem a constate universal de gravitar em torno do e ixo hvmanoe menos do polar - ainda não
neos peimas e poesias  eas melodia s qve falam qve sao "ISSO" AINDA NÃO ainda esperam ainda tretem aindase  congregam por qvem  bem se  descreve sem saber ovvir o e co de tão  de tal colossal obra sem par e o valor esse o capital valor dessesev pleno abirar e essa colossal onda qve tvdo ve nha  despertar ora açagar qvando calor hvamano de ser  de hvamnidade em ser de  verdadeira  hvmanidade se encontram e se somam nons e apagam e s e xesdobram e  mais  fazem em pro e  em  apelo dessa a sva pvcra verdade e qvando asim  se  revertem e jamais  rebrveram apenas nos versos qve leiam apemas nas palavras qve gerem e  geram novas odes e  geram novas maneiras de nos ver de nvo a abarçar ainda qve a dor sea  restrita e  contrito o acto formar ainda qve e steja os er entria a dita e os  ditosos ditosas a bem verem reascer e crerem qve essee   lamento  nesse laivo dos elementos qve somos se pode a sim - a  ssvmir alimentar os er qve se  svmia nvm vasto a mplo  profvndo lago aonde nem sesentiam os  avraços as palavras ternas os nomes e as --  actitvdes certas de qvem qveira lá entrar  ver  e s air para jamais  ningvem lá cai nem se deixar levar ao ovtro qval sol em  chamass qval  espelho de pratas a ver e a encarar a sim s endo qval amas q val  bem se  de novo  proclamas q vando dessa a  sva via em vida te  ver   te  viv te  sente e te  setv«iv qvando as im  te reconhecça qvando sejas apenas qve menos e sqveça qvandpo sejas  qve menos se doam ora se   dei  ora se  dê  essa a sede deperfazernovos momentosmilagres tal vez se os crês  momentos de se  elevar e levar o qve é dp mais profvndo ao mais aalto de ti al  exvltar ap olhar de novo os er qve ev nfnca  vi  nem eb«v  me  saiba ora sovbesse pr integral integralidade por inteiro valor soalheiro qvando entra qval sol em perenidade q val  o verão  qve se promete vanod se  chegve aonde a dvvida jamais s eintromete e ainde a  via  da vid  a certezas nos  doa  para construir  vma cadsa aonde nada mais de viver se e scoa para vm rio  profvdno jocvndo e prófvgo apassar e sim para s eelevar qval exaltar e sse local qval  com x evs grado  sebdo de novo elevado e qvando os brados  jamais non se jam a simvlar nem as palavras  de passar em passar a se salvarem ficam as pessoas qve s endo  soam apares  ficam as pessoas qve sneod-o s ºao sem parecer e  ficam aspessoas qve a inda creem com tvdo o qve ainda lhe sresta qwve vm amanhecer  qve   um cev estrelado qve vm abraço aonde terina o    mndo e começa o abismo mais claro - a sim possam perfazer qval a corde   qval a cird de amor a se tanger qval o   elemento a se perfazerverdade e compaixºao essa sen  razão  assim perfaz mvndos novos aonde apenas havia -  sa´vdade de se perfazer  mvndos novos ao mvndo qvando choravam qvando chorarem assim amor graça desse mard e sal  assim p amior   encontrov a sva gente parecia terna e qvanse iga«val  qval tv me e ncontraste  vm dia  qval ev te encontrei nºao sei da estrada da entrada  d avia  da  sala aonda  aco tecia s ei q ve te ENCONTREI!

dos batentes, das láminas das folhas de vma mesma porta a qve no centro do abraço p'rece entr'aberta e em de-redor a melodia qve bem sendo a acerta

dois latentes segvndos  e primeiros por dentro 
qvatro assentido assim se ve e se  continvaria
abraços dados o abraço se vai achegando o momento se vai  re-encontrando ovtra vez entrio espaço tempo  sme maior  tempo sem maior sonoridade  sme maior   espaço para a sva factvalidade
e sem idadedois s eres s econtram no infinito se  defrontam sem qverer e vitar o saber o amar e se despem de si mesmos ao se  despojar e  asim vestir novas vestes novas vestes.... novas vestes...
qve briham qvais s egvndo sem fim.... ao de-redor gentes olham aparecem qve  sonham qvais em ti qvais emmim
as pesoas   se  entregam ao a fazer diáfano diario por ventvra escasso  e reconhecedor
desse timbre  dessa melodia no silencio desse albgo qve palpita e qve traz de volta o  âmago verdadeiro
e depois se diexa  esvaecer e  sendo se e svaece e sendo ao se e svair  vai e  jamais se eqvece e  de novoa lembrar em palavras  de novo a  lembrar em lavras d enovo ase s aber lembrar...
qvando  svrge val vertigem...
qval gem d'a alva  da  alvorada... 
e qve nos dizem...
qve ressoa e toca ao ser
em sva maior altvra e nessa longa
e pvra e profvnda altivez...
sem se ergverem.... nos dois mvndos
assim se congratvlam... 
e os mvndos em volta:
giram e  brilham...
mesmo qvando não os vês
qvais  gentes qvais pessoas
qvais seres hvmanos presentes
qve se enamoram ali e aonde ecoam
e  ecoavam
nas svas respectivas delicadas
delicias e as svas respectivas
primícias de  ver de novo
e pela primeira vez 
o amor ali e aonde
se determinava
ora começava
qval a onda
qve se despoja
assim de si mesma
e se veste de novo
 a toda a pressa 
  em hvmanidades
  disfarçadas...