Música

quinta-feira, dezembro 31, 2015

UMA VEZ FOR @ ASIMSEMPR PORDENTRE



triste
figura
ora
tristeza
ah
f@rmosura

assim ora a connos@mar 
assim 
amar
@
sendo

aman
hece


@' 
ora 
a
manhã
@'scen

den
d'@

o
luar

@
es
s'@


terra

assim

qual uma vontadeum abrig@
qual um verdedespid'@ assimqual umalagrima assimq ual um'@
vag'@
asim qual umarochamais ata d eplenitude 
semimpor a imperar
eimperando asims eimpondo esserugr sem sobressalto esee cant'@lto
desr de bem estar de bemouvir'a voz assim a viv'a voz das mareias assimsendo 
perfumadasquais asrochasmais duras nas alturass endo quais estrelas´lavradas
assimq uais as mais
simplequais senhoras assim sabeis bemchamar decor
assim as decor
and@
e de saberde extrema  extremaa simmais bems abem bem soando

asim qual a rosa de vento a aventaniaa sol e tarde de plitud'ao plenonascer
do berç@
desse ao dia
assim uma lagrima cristal uma voz nrmal também cm bem oa
assim consolando alémdesera  vibrar tal qual o ser que sabe asim tanto tanto
amar

tanto a sal´
tanto a saber de terra
caliza 
qual
es
s'@
 calice 
d
@
b
e

ber

ver
n'
@


em 
saber

@
o
por
t@
'r

es

t
v

t
b


de 
s
s'@

bem

g'
@

r
@
l
@
quem
be
be
ra
@
bem

rece
be
ra

assim
sustendo

uma graça uma folha debem descrever uma graça
de
seguir@
@'s
sim
 @ 
qual


 ser

 @p@
l
i
descer

assim
@
também
o
er
r
@







vem 
@
lágrima 
@
peito
@

calice
@
o
sim

peit'@
m
a
r
aberto 

@
o
i
r
i
m@r

@mar
com 
voz
es

d@'s
gentes
por
@
entre 

essa

gente 
@
o
bem
tam
bém

ao
rever

la
voar

 

ness'@
rod'@
d
vol
t'ar
es
tu 
rosa

 a
 roda 
dess'
@
s
air

@



@

voltar


ar"


@o
ser

@r
r
a
n
t@



u


esp
elh@ 

sen
d'@

pisado regressa pro dentro do ser
"namorad'@"

alvorada
@
pu
r
@

ros'@
d'@
mor




@!

sim
@o
ser
ase bem conseguir quando se transmite algo
íntimo bem mais triste e
bem
pleno 
sublime 
esgrim'@o
lugar
ao sol
ao luar a luz de viver por entre a sombr'ao

ser
a
s
sim
es
pranto esperando esp'rando um so
re
assim se levan
tantos tanto tempo assim
vendo sem se ver assim sabendo sem sabe bemesquemcer

em

seguir
@
vi
@
n
@

des
da
imagem

ao ser
ue
ta
m
bem

 bem
á
g
@
u

@

sem
ti
@

sendo

@
q
u
a
l
@

fari@sol@d
ir
a
vol
t@
do

assim
sen
d'
@

s
@
n

sol








d
o


@
l
@

x
n


d'@


r
o
s
@




ve
g
nt
i




terça-feira, dezembro 29, 2015

terça-feira, dezembro 08, 2015

POR UM@ LÁG @ RIM@




QUANDO SURGIA
QUAND'@MOR 
NASCIA
@! 
NAÇÃO! 
CANTAVA
MAIS 
ALT@
 MAIS
N@N
CALAVA


ALI 
A
ONDE 
ESS'@
VOZ
SE
ESVAÍ@






TODOS 
@M@
ROS
@
S
S
I
M

NOS

LI@M


"ESPERANÇ@"


(@OS 
AVOZ
DE 
TOD@S
NÓS
DES

NU

D@S)




"EGREGIOS"
VOZ
SENTE-SE
VOZ
DOS 
TEUS
(...)

ESS'@ 
TAL
@
FRENTE @OS BRETÕES


SAUDAI
@O 
SOL 
QUE 
DESPONT@
(O ECO - UM RUDO E CON DON)

ENTRE AS NUVENS
DA MEMÓRIA
ACENDE-SE
VOZ
D@S 
TAIS 
ESS@S 
EG. 
RÉGIOS
AVÓS
















domingo, dezembro 06, 2015

MUNDINTEIRO NOS - OUVINDO - MUND'FORA SE CONTAD'@ SE EXPANDINDO

A GAITA GALEGA
Resposta ao eminente poeta D. Ventur@ Ruiz de Agilera


Quando este cantar, poeta,
na lira gemendo entoas,
não sei o que por mim passa
que as lagriminh@s me afogam,
diante de mim cruzar vejo


a Virgem-mártir que invocas,
cos pés cravados de espinhas,


coas mãos cobertas de rosas.

Dinis seria
se feliz se fichera
se suadama
dita
santa
fosse apropria Rosa
em tom e som 
de poesia 
ora de poema 
ora de poetisa 
ora de pros'@o tem@....





um 
beijo
qual 
flor mais bela
em
ALA...
 DOS 
"NAMORADOS"
POR  
REPRESAS
TAMBÉM 
CONTARA

ABRAÇOS
VENCER
@
DOR

MUNDOS
NOVOS
MUNDOS
AO 
MUNDO

NOBRE
IMORTAL
TERRA SENDO
BEFEJADA
PELA 
ESPUMA DO MAR
ASSIM 
SENDO 
ELEVADA

UM@
TAL
PATRIA
CONTADA
POR VERDES
POETAS
DESDE 
SEMPRE
ALMEJADA

DEEFENDIDA
IMORTAL
DESDE 
PROFUNDO
DESS'@
MEMÓRIA
REDENÇÃO
DEVOÇÃO

P
OR
@
TV

G

@
L


BEIJOS
DE 
MÃE
RESGUARDAM
SUSTÊM
@'s
INJURIAS
DESORDEM(s)

prometendo
um 
renascer'@
 um 
ressurgir'@
alvorad´@
oiro 
forte
assim 
qual 
ser 
renasce
se 
unindo
@
qual 
Ser d@ Vid'@
!consorte!




Em vão a gaita, tocando
uma alvorada de glória,



na noite
estrelas
caminho
sinais
que soam
ao
"Ninho"
a NORTE
sedente
espr'@nto
partindo
face @o
Occidente

LEVANT@

ENTRE LUGARES
ESQUECIDOS
OS 
MAIS FINOS BRADOS
OS 
TEMPOS

JAMAIS
ESQUENCIDOS


E
SÍMBOLO
e SINO
que PLENO
ASSIM ASINALE
um CANTICO
amigo
que por entre
olhares se espalhem
 por entre aqui 
alguém mais além 
por entre quem parte
e
bem cheg@
ao tempo
ao porto 
@
tempo 
quando assim
@
bem dizer
a
bem 
naveg@

(leal - o leão - de novo da Raia de duas fez três e uma barca nova 
- asim- 
SALGUEIRO 
contava
que 
ainda o sonho sendo vivo
aind'@ bem 
dizer 
bem brilhav'@
ser
viv@)




sons pelos ares espalha

AINDA É VIVENTE
SONHO
UM@ 
FORÇA 
EM
FORMA DESS'@ MELODIA
(@ MAIS
@NTIG@)
'IND'@  VIVA!
ENQUANTO 
FOR 
LUZ
ENQUANTO 
FOR
"DI@"



que caem nas brandas ondas;


vê se vês
terras de Espanha
areias de Portvgal
@o 
voltar
@s
olhar
@s
ceguinh@
de
chor@
r
e
s



embalde baila contente
nas eiras a turba louca,

que aqueles sons, tal me afligem,
cousas tão tristes me contam,



FADO DE VIDA QUE ASSIM SE AGITA QUAL FRENTE PRATEADA DE UM'@ OUTRO LUGAR
- CHE -   CONTANDO... TE ...SENDO... COMENTAD@...



   que eu posso dizer-che
   não canta, que chora.

terça-feira, dezembro 01, 2015

UM SER DE BARCA - UM SER DA BARCA - UM@ BARCA... POR ENTR@' SONHOS... @ "PR@NDAD@"



quando uma voz se eleva a outra bem se evoca 

quando n'um cântico 
d ess'@emigrar 
dess'@emigração


gaivota de coração
 em 
mão a bem

querer voltar qual cântico 
que se ri se sabe e se nossa

quando 
assim e também 
sabe  
bem dizer

- MARINHEIR@ NOITE EM BEIRA - 





 qual 
saber assim vogar qual o saber de mais bem aprender índole de nome sem renome assim nacional
 e quantos beijos e lugares assim bem acender e quantos mais
 quantos mais corações em peito se erguendo e quantos mais 

- beijares de suave alento a distancia... que bem se preza por dentro

 em 
TEMPO EM TEMPO! DE SABER QUAL 
@
A
IDADE E QUAL 
SEU 
DOCE E ETERNO


SER 
ATÉ
@O 
...FUNDAMENTO...



 boca de boa a boca... sendo levado qual um beijo...  DE VIDA
 QUAL 
ess'@ tal 

- assim tendo sido "@lvidad@" - 


@ssim 
dess'@ lés a lés

 através do mais fino trilho DO SOL.... de seguir falando ora em catiga de escuderia ora de ser de cabtar RUISEÑOR - qual a prata mais viva de saber escrever sem bem dizer em fronte assim bem 
erguid'@ 
"coroa" 


mais
antiga 
sim 
@
bem
se 
saber 

- "ouvir" ess'@ sã sabedoria de uma antiga linha de
vida que de brio se soube @ssim 
"
@
bem
dizer

PR@C@VER...