Música

terça-feira, dezembro 13, 2016

Para coligir cada poesia e cada tema tem ramagens qve não eram svspeitas cada pesoa cada sev- olhar amar de atenção cada gesto concreto tem em si -- vma poesia breve qve não se encontrava predita a poesia na grande poesia da nossa via e na nossa vida

dessas lágrimas
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem  assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde  começam a florescer
qvais  os  estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e  sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas


assim s em  eira nem verdades  se vai  desenrlando o temo nas  svas  simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas  das praias deareias  sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para  depoiss e bem prencher
esa gvarida  em noites  ensonaradas
aonde ainda brilla  a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve  por  dentro  estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par

assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com  caricias de  fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;


nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos  se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada  peqveno  pedaço de nós reconhecemos passaa  ser parte
e ser integrante  de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde  ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica

em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é

qvente e nos empolga assim tanto!

apelo de se ir voltando ao ser...

e da procvra desse em  f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova  qve é  etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos

se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se  ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o  estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e  ia  crescendo por dentro  essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra  vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais  recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a  ver se leste  qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços  dependvrados no s lvmes dos  fogos  achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos  gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos  tevs lvgares preferidos...

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