Música

quinta-feira, julho 19, 2018

ASSIM NO V A - E ASIM - É AMAIOR QVE VEJAS NO SER CELESTE -



Tough, you think you've got the stuff
You're telling me and anyone
You're hard enough

You don't have to put up a fight
You don't have to always be right
Let me take some of the punches
For you tonight


Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone


And it's you when I look in the mirror
And it's you when I don't pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own


We fight all the time
You and I, that's alright
We're the same soul

I don't need, I don't need to hear you say

That if we weren't so alike
You'd like me a whole lot more

Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone


And it's you when I look in the mirror
And it's you when I don't pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own


I know that we don't talk
I'm sick of it all
Can - you - hear - me - when - I -

Sing, you're the reason I sing
You're the reason why the opera is in me



Where are we now?
Still I've got to let you know
A house doesn't make a home
Don't leave me here alone


And it's you when I look in the mirror
And it's you that makes it hard to let go
Sometimes you can't make it on your own





























a meio - dois seres - vm procvra ovtra entrega ena mesa três estão nada de coesão nada de espaço e o sonho deste qve se sabe cantar em verso faz poesias anima fantasias levante estádios inteiros e amor tão grande se transforma agora - em qve - no sonho do verso sem letra na melodia no qve diz sem pensar e no que pensa sem dizer e algo neste qve se vê assim sem nada disse
olhar antes e depois é nada assim
 - d
e s d i
s     s
e







n
o
p
o e
m
a    a
s  t  r
e  s
dimensões
 apontam
algo



ao veres em verso e as vnires
no occvlvm da esefra dão as convexasas mesmas e vais ver de qvatro o qve ves de dvas e ves em verso dvas vezes mais - e o ser a lvs da tantas e tanats voltas qvas as cordas dese a o lado as dos vitrais de cores pintadas e as lvzes qve bems e perfezemnas qvelas se se ilvminassem e ainda nas vocais paarecem e amplicam estes aindnas pedras dos locais ideiasi para apassaraem
antes reia ora fendidos pelos MP s assim antes vistos enada assim divididos
serratto
non
tem
o
qve
a
eidda
da
garmoni
em
svas
odvladas
briosas
palavras
de
vida
contém
e
as
harmonias
distorcidas
palavras
vivas
distorce
e
o
qve
este
anvncia
em
verso
sendo
amor
compaixão
o
diz
sem
ser
em
tom
nem
som
nem
nada
o
diz
a
berro
qval
criança
ainda
sendo
e
ainda
espranto
ainda
reclamando
qval
assim
sendo
o
deleite
da
ovtra
antes
a
capella
sendo
vma
voz
silenciosa
qve
ao
seio
de
de
peito
alva
se
descrevia
plena
na
tecla
apenas
tocada
e
gemas
qve
bem
se
elevam
e
nas
menos
alvas
areaolas
e
sentidos
e
avras
desse
jubilos
e
brios
sem
serem
desbridados
os
sevs
acalentados
gritos
neste
local
magnifico
antes
diziam
mag
ni
ficat
e
nada
qve
essa
sendo
da
vida
ovtro
sendo
da
sva
mesma
diiam
qve
sem
nada
ao
vento
ao
passar
a
vida
tão
clara
qve
de
s
pido
estava
vma
e
ovtra
achava
qve
sem
ser
de
cor
de
castanho
verde
e
doirado
m
ramos
descritos
passaram
pelos
espinhos
dos
ovtonos
descritos
em
coes
nas
folhas
da
vida
e
nada
ovviram
nada
sabiam
qve
as
aves
trinam
qve
os
eres
convergem
qve
os
caminhos
da
alegria
do
jubilo
da
vida
qval
lvme
sendo
qval
aento
se
tornam
ainda
e
bem
mais
ao
centro
e
bem
mais
aliemnto
dessa
mesma
via
de
vida
ao
desvio
a
cantar
ao
ser
ignorado
olhar
e
ao
ser
qve
passa
a
passar
e
ao
ser
qve
no
tremor
desse
terror
de
sorte
assim
c on s or te
a
s         e
re v er
I
g
v
a              l



















lá emcima reflectida algo
spes
se
a
tradvces
mais
acima
aparece
CLA
e
se
fosse
a
contar
seria
algo
estranho
seria
100
50
1
e
nada
seria
vma
alternativa
qve
visses
tres
a
dar
esqvadria
e
nada
dos
do
lado
qve
os
dados
sendo
cvbos
non
são
jogo
são
desmedidos
em
faces
em
linhas
e
em
angvlos
estranho
qve
nos
vertices
se
contavam
nas
dos
qve
nas
svas
antes
de
c o p p e r
f
a     z
I
a
m
advinhas
a        s
m
e s  m a s
q
v  e
os
l
v s  o s
d e p
o I s
r
eco
m
p
I l
ara
m








em cima da de brandenbvrgo - e no extras nem peter's - aparece vma - de carro - com os sevs cavalos - a serem e bem- levados seria da vida seria a qve na do lado - qvados e celebra mete as duas forças na mesma ov seria a das pratarias qve os entrelaça qval tocha na sentada medida de alvo esteja e na mão de costas a estrela adestra se transforma sabes qve leva na ovtra



a casinha mais pequena estava no verso contaste os símbolos viste os sinais esqveceste a esqvadria da escada em símbolo - deixaste a cadeira o trono a potência e a sva - mais peqvena sem braseiro - assim - lembram sombras lvgar de brincar e sem nada qve fazr antes de cadeias de beloicos vm já saltava e ovtro
 saltava tam
bem 
qvando
vm
ser se
elevava
ovtro

 p
oIs
a
v a e
s
p
e r a
v  a  e   s  e
e        l        e
V A      V@
T
@
M
b
é
m  -  b
r
I
n
c
a   d    e
I
r          a
 s 
d
e
crianças
q
v         e
non
n
o           s
 e   s
q
v     e
n


c

e  m  o

p

a  r  a

 n

@   d   @



poisavam nas chaminés viriam desse par a paris e nada seria cigvenhas cegas cegonhas qve nas torres de ladrillos desses - e bem - perfvrados - agora de lado ovvidos os latidos os latejares dos sevs seres perdidos ensejos dos lares as e ovvir qve nada se ovça qvando os adormecem e nada sabem qvandk e bem se esqvecem


vnidos mais fortes xvntos mais irmanados escolher escolheremos e quando mais escolhemos aprendemos qve tanto e tanto escolher nos deixa sem o ser e sem o ser - ao lado - e que antes de se corrida e bem colhido o do anterior era e bem - honrado










olha de frente do alto ao baixo e ve se escreves J ov se cantas e danças yota e se dizes y ge se aindaegregios e grey também e qve lindo qve a x ota do xulio se escrava em JVLITO assim
patriaaa
qveridaaaaa
e
qve
o
lado
do
ALPHA
AO
OME
G
se
perfizesse
asim
de
maças
e
moças
em
manzonos
na
tal
qve
non
te
disse
mos

tres
vezes
alpha
a
desfez
e
ao
dizeres
qve
do
alpha
do´primeiro
ao
sexto
fosse
o
)(
TODAS
TOLAS
as
cantasse
seria
qve
co
dax
escricia
assim
qval
a
kodak
ov
seria
qve
o
martim
pescador
no
romanesqve
escrevesse
assim
e
dvvas
vezes
sem
tié
sem
mim
e
sem
minho
e
sem
millo
e
sem´ser
ardente
qve
xente
escrevsse
gente
e
qve
dissessem
gente
e
igval
assi
vma
na
pedra
ovtra
na
avgoa
vma
de
carros
em
estrelas

as
efazer
arar
e
nada
vma
na
arvore
deses
qve
dominam
e
nada
e
se
gvem
n
~
aqvi
e
non
ali
e
qve
lindos
estes
qve
de
perez
lembraas
peré
amigo
anima
pedio
e
no
digo
com
e
qve
pereiras
sejam
o
perales
cque
nona
canta
fala
e
qve
a
fala
vossa
seja
tão
formada
qve
de
ser
a
ser
sediga
to
breath

e
nada
qve
o
ser
ao
dizer
costa
a
o
rio
e
galiza
sem
caliza
e
sem
nada
a
medir
qve
povo
qve
rio
qve
brio
qve
sorte
amiga
amigo
qve
se
descrevesse
qve
a
real
vanda
em
ovrense
e
qve
no
25
se
despedissem
de
7
a9
sendo
o
mesmo
e
qve
lidno
qve
nas
belas
qvatro
elavadas
vma
centro
non
vissem
as
qvinas
do
milhadoriro
ao
dar
gozo
do
maior
seminas
ao
ser
aa´passar
e
de
baixo
a
caminho
de
mijir
vacas
ao
ver
e
dar
a
volta
no
pedrolo
doirado
a
do
centro
despachado
o
machado
a
dizer
alavrar
mares
e
nas
pedra
sdescritas
e
qve
lindo
o
qve
santo
andres
nada
medita
e
nada
diria
e
qve
desse
a
mar
amarido
a
voltar
pinhos
hibericos
na
sva
extrema
dvra
e
qve
machado
ainda
na
serrat
fosse
o
sev
mesmo
novtro
sev
tempo
de
novo
a
contar
qve
desse
non
existisse
qve
lvgar
avelha
sendo
e
qve
ainda
nos
candeiros
de
tres
em
tres
as
moças
e
as
maças
os
rios
entendedno
lagares
ao
lado
sem
nada
a
passar
qves
e
amassvam
de
pe
e
descalças
e
passam
estas
d
dara
a
dara
volta
nas
VERDES
barcas
acantar
olinhas
olinhas
e
somos
protveses
menos
mal
qve
nos
qveda
algo
real
e
qve
lindos
os
das
flavias
de
cimae

de
baixo
coincieencia
real
banda
real
bragança
e
stavam
asimd

azvl
e
de
rvbro
e
algo
nas
esqvinas
qve
esta
é
assim
´mesmo
e
non
com
a
imaginas
e
qve
lindo
qve
os
verdes
CARVALHOS
DO
LADO
TEMPORAL
ALTO
SENDO
e
qve
o
pobre
do
BVRRO
estivesse
sem
saber
qve
os
freixos
de
e
spada
cinta
estivessem
de
doiradoe
verde
deste
lado
do
ramal
qve
od
e
mira
virasse
o
barco
e
cantasse
em
gales
e
que
ainda
nas
rais
todas
os
de
lmeida
fossem
em
vigo
a
cantar
ovtra
vez
e
qve
do
ascona
ao
fordde
fosse
asim

bar
abar
abarcelos
dar
chaves
e
qve
em
chaves
evrocidades
entre
vm
PORTO
DE
MAR
e
non
de
rio
e
qve
no
penedo
mais
alto
e
mais´bem
antigoántes
de
ser
ferro
fosse
desse
escavar
qve
amarinha
viv
algo
e
nada
passov
a
entravar
e
qve
era
vm
fiozinho
de
tanto
restigio
qve
nem
os
barcos
de
todas
arias
as
de
cimae
a
s
debaixo
fosem
ao
passo
e
nems
e
passasem
nems
edescartassem
quem
pinta
bandeira
SEM
BRASÃO
d
e
negro

e
qve
jvra
nvnca´mais
e
voltaa
por
brasãoe

bandeira
e
mesm
bananeira
adar
de
novo
cartas
e
as
garrafas
santas
para
se
elvar
ad
vinha
qvem
non
sovbe
qvem
nada
isse
qvem
nada
fez
e
quem
a
levov
toda
nas
prais
e
qvem
a
levava
se
algo
non
aparass
seriam
os
de
onde
das
valentes
ilhas
ov
seriam
so
de
sempre
a
levar
com
ela
nas
qvilhas





















vm anjo pareceria - e ao olhar vejas dvas - faces mvltiplicadas e as sva slinhas e sevsvertices nas tres- dimensões gravadas -e nada desse andrÓmeda da rocha antes endo espiral assim oferecida ao PSI qve sendo em tridente agora em tres mais vezes se descreve 
- 6º sentido P
SHY 
-
 f
 a c  t o
 r


abraços lvgares tranças e algo - no  horizonte alvo e bem ergvido - enda
qvem qbver
viver
vive
e
é
vida
sendo
sempre
e
qve
se
visse
ao
se
rever
qvando
o
amor
ao
se
desdizer
fosse
nemesis
de
si
e
nada
na
nix
filhas
toda
saparecessem
e
dos
qvatro
ventos
a
rosa
em
negro
os
desdissesse
e
ainda
qve
dos
cadinais
valores
nem
vm
existisse
e
das
tres
sem
horas
nehuma
sendos
e
arisse
primeiro
e
qve
ainda
sendo
q
v e
m
vi ve
o
p
r e s
ente

sen
d
o
s   e
m

p
r      e
p
r  e  s
e

n

t

e

O
-

I
~
~
~



5
V
--        --
OOO
OO
ºº
ººº
ºººº