Música

quinta-feira, maio 24, 2018

sorrir para vida humildade e honesta a ser - quando é em verdade...







Ao redor desta fogueira
Enquanto as armas descansam
Ergo meus olhos aos céus
Pelas estrelas dos teus

Saudade
Amada
Senhora



Pomba de cristal

Amada
Senhora
Morro de paixão





Ao redor desta fogueira
Enquanto as armas descansam
Ergo meus olhos aos céus
Por se não verem nos teus






Saudade
Amada
Senhora
Lágrima do céu



Amada
Senhora
Morro de paixão

Ao redor desta fogueira





taça
entre o rubro e o doirado
tem
púrpura
do 
imperador
nem
faixa
nem
fato
nem
pedra
nem
pranto

É

os campos gladness
gluacos
gladios
doirados
taças
se
transcendidas
cristalinas
que
vogam
no
sopro
vivente
e
se
fazem
novas
vidas
ali
onde
poisam
se
a
taça
é
adente
e
apalvra
é
viva
e
verdade
sendo
uma
e
a
cor
agem
e
a
velentia
anunciam
a
luz
do
novo
dia


Enquanto as ar m as descansam
Peito rasgado de amor
Troa o rufar do tambor
Amor quão longe tu estás
Amor quão longe tu estás

quando
descansas
lado
a
lado
te
despes
invólucr
selado
e
regressas
a
origem
e
enquanto
as
que
da
rama
da
arvore
davida
saram
descansam
amam
e
cuiam
regressam
a
sua
original
e
estamos
lado
a
lado
tambor
que
és
o
retombar
do
trovão
de
viver
ave
que
se
fez
alegria
e
dor
em
coração
de
hmem
e
ser

de
mulhar
numa
humanidade
entre
o
quente
o
alento
e
a
humidade
sopro
vivo
sempre
enquanto
o
ser
concebe
ou
gera
a
prota
aberta
sempre
e
quando
regressa
esse
pingente
uz
da
treva
renascente
assim
sorri
entre
o
que
parecia
ausnte
olhar
renovado
dia
e
invólucr
selado
carmesi
parece
o
selo
alvo
o
seu
envelope
e
no
entanto
alva
e
rubra
segue
sendo
quando
se
une
em
novo
acorde
e
sendo
melodia
de
vida
que
se
vai
re
-
erguendo

essa
taça
antes
era
a
amora
que
pela
luz
alv
se
elevou
e
pairou
pelo
ser
a
dentro
e
poisou
no
fino
veludo
assim
cetim
desse
ser
em
tudo

no
nada
estando
e
quando
se
eleva
doce
pranto
congra«ega
simples
flor
e
vida
ispira
e
todo
em
redor
rejubila
palavra
viva
que
se
fez
forma
qual
cara
vela
que
se
reacendida
em
vida
pelo
sopro
que
nos
alimenta
regressa
e
vida
em
vida
semdo
vida
representa





Romeiro hei de ir lonxe ao San Andres
con herbiñas de namorar,
dareille a quen alén mar está
o aloumiño do meu amor.

desse
outro
lado
"d
o ma
r"
desse amor maior mais amado
esse amor
esse lume desse lugar
a pisar
pela
via
da
vida

verdade
qual
luz
desse
sol
por
a
regressar
e
pairar
doce
flor
de
mores
sendo
qual
a
floresta
ais
antiga
anuncia
no
seu
pleno
silencio

Hei de vestir a camisa de liño
que ela teceo para min
con herbiñas de namorar;
anda o lagarto a zul e sou ril
a
 acaroar mapoulas bermellas,
nacidas 
de 
fusís,

a camisa alba sendo que o linho celeste parece verde sendo qual lagarto que desse lugar pintado deverde e azul ao sol poisado
e nessa ervinhas que bem entrelaças
de sonhos de vida assim vejas - descansas e nessas bem tecidos paninhos - as levas e nesses aromas se elevam - enquanto guias vias de vidas pelas estradas e pelas augoas mais cristalinas linhas e vias de lagoas olvidadas a espera de serem acesas pela força do amor em via devida esse que vence distâncias - levanta barreiras - não vê nem linhas nem bandeiras nem fronteiras 
- leva as paredes - os muros - as portas aferroadas -  as muralhas e a ameias
 e reacende de novo as velas mais belas 
em noites de amores entretecidas
quando éramos e eram renascidas
enquanto a do amor 
se entregava 
depois do amor ter sido
assim
jazendo
suave tom - cálido ao peito - vai assim 
cedendo

qual esse
ser
paira
e
qual
mariposa
poia
e
nesse
polén
doirado
se
transforma
d
transarente
em
ser
vivente
e
embeleza
e
se
"Amapola"
a
galha
do
amor
vemelho
prece
e
se
de
verde
parece
qual
rosa
que
se
embevece
no
estio
e
renasce
qual
orvalho
de
mil
estrelas
ser
investido

e
se
as
gmas
mais
osdas
se
elevam
e
bradam
aos
céus
e
sabem
e
sente
e
amam
assim
amam
tamb´m
esses
olhares
meus

e
desse
fuso
que
roda
entretecia
que
desse
celeste
e
verde
parecia
assim
alvo
ao
centro
acertando
quando
sendo
entre
mãos
e
abraços
dados
entrelaços
desde
sempre
e
por
sempre
homrados
e
aos
rebolos
se
elva
da
treva
e
vai
ao
mais
alto
pois
se
leva
pelo
povo
que
o
foi
rendilhando
sem
terem
rendas
sendo
sem
teres
pendas
dando
sem
serem
presentes
sendo

assim
essas
foram
nascida
da
arte
que
ama
da
sabedoria
que
sabe
e
do
ser
que
bem
aguarde






co aloumiño do meu amor,
alleo á guerra e ao seu tambor.
Morto ou vivo hei volver á terra
que ela andou canda min
con herbiñas de namorar;
chouta o mascato polo cantil
a vela-lo adro familiar,
ala lonxe, na fin,
co aloumiño do meu amor.

com
esse
"arume
harpado" aroma de harmonia da força da vida
que em hino sendo prezado toma força e ganha vida
alheio a atrito e fricção
todo o  ser sente e assente sem se deixar de entregar todo o ser assim antes de ser sendo tdo o ser ao passar segue a segurar essa tocha viva que no peito e na mão que cuida segue viva e vai ardendo
sendo que - de morte - é jura de marinheiro - que no mar descansa e essa - lá a norte por tanto amor de brio também se canta
se
vives por viver
se vives por amor de mulher que concebe o teu ser se viver pelo mais alto querer que te reconhecer e te gera - assim ao saber ser a se entregar a seu lado ser par e sendo quando nesse braço e arco ou ponte renasce no centro a estrela que jamais parte e segue vivente quando se faz oh caravela que navegas desde a nascente e regressas pairas e poisas na ponte do poente e te elevas qual  assim vejas quando se coroam - e na corola a sua nova luz re-nasce porta esfera perfeita e essa assim nem se desvanece nem aumenta nem cresce nem decrece 
- é
a
força que nos sustém e nos alimenta 
- sempre -
 "par ece"
diferente 
quando
é
em
presença

- e -
sempre diversa 
quando se procura
 definir ou assim 
suster pela simples mente
que
 se mente
 sabe
que a perde
 sem a maior 
saudade 
sendo 
que 
a sêmea 
e seu mais
 simples
 lug ar
 poisa
quando
 assente
 e é
 complacente 
 na
 vida e na harmonia
 desse seu doce encanto

e
nesse
movimento
alento
e
fogo
lento
tempo
presente
sempre
ondulante
quai
montes
e
vales
sempe
quais
as
vagas
do
amor
de
mar
maior
se
une
e
se
faz
quado
a
tecida
inha
amais
fina
se
faz
novelo
vivo
e
nesse
doirado
sentido
assim
no
peito
doce
pranto
que
se
renova
quando
se
eleva
e
se
lhe
doa
nome
de
vida
e
quando
no
seio
sempre
esteja
amor
maior
à
primeira
vista
depois
desse
ser
antergo
anteior
se
dar
e
ao
ser
parecendo
abre
portas
ao
sopro
e
seu
vivo
a
lento










Cabo do mundo, ó pé dun aguillón
doeme a guerra ruín
entre herbiñas de namorar;

quando vejas já não sendo adama
nemeva vida
nem arvore viva
nem desprtar
nada
e
voga
e
regressa
se
ouves
a
melodia
mais
antiga
se
sentes
esse
amr
sem
melancolia
e
saudade
dessa
terna
idade
assim
se
sentes
livre
e
plena
sem
med
sustida
a
tua
a
sua
a
nossa
vida
e
se
as
estrelas
te
guiam
qual
uma
bela
tapeçaria
pela
via
da
vida
erguida
para
te
leval
sábio
que
bem
sabedoria
desde
o
delta
aponte
a
fonte
e
em
diagoias
se
recria

e
se
ainda
não
sentes
que
harpa
doirada
e
gema
consagrada
a
vida
assim
comprazem
ainda
notas
que
esse
alento
que
esse
sustento
que
esse
algo
que
voga
e
é
vivo
por
dentro
anima
que
de
alma
de
jovem
vestias
e
animo
que
de
ser
de
vermelho
ora
de
conselho
sabias
e
ainda
nem
lembras
que
o
lume
do
lugar
desse
lar
é
sustido
e
non
é
phosporo
verde
e
em
raios
ergido
é
humilde
no
outono
a
seiva
da
vida
te
guia
se
re-a
cende
e
a
rosa
regressa

a
ser
nascida
e
quem
cuida
e
olha
o
lume
do
lugar
sabe
cuidar
desse
primeiro
amor
desse
cuidar
com
primor
desse
preperar
torre
ora
desse
alimentar
e
não
morre
aquece
o
lugar
doa
luz
e
verdade
a
quem
nele
se
abrigar
sem
briga
sempre
qual
a
mesma
familia
que
se
cuida
e
sempre
viva
vai
ser
a
transformar
criança
ser
mulher
menina
devagar
e
assim
craiança
menino
amigo
que
aveja
com
brio
quando
de
menino
a
rapaz
poassa
a
ser
o
homem
desse
lar
novo
lado
a
lado
são
fogos
que
se
reacendem
e
se
renovam
onde
a
vida
desse
sopro
ainda
se
ste
e
non
é
au
sente



corvo mariño voa xentil
o amilladoiro a levantar
e pan santo a colorir
co aloumiño do meu amor.

algo que não sabias voga do mar ao rio
do rio ao mar e se junta  nas pedras
de par em par e olha o coração ao acenar vê e acena pois a vida assim se consigna semtemor
e se sabe nessa alegria viva que ninguém ensina assim aparece
e prece sendo
qual a hora doirada ao se desvanecer
no silêncio seleva
a harmonia mais simples e bela
lado alado
esse
cantar
dos
cantares
quando
a
vida
é
seu
mesmo
eco
nesses
vivos
olhares

se
milladoiro
sabes
o
de
origem
é
de
svl
a
lvs
que
voga
na
noite
a
norte
eque
regressa
de
novo
a
unir

e
nesse
antes
doirado
pela
flor
pelo
arvoredo
coroado
pelas
saias
mais
bem
prendadas
pelas
moradias
de
casas
abertas
de
vias
não
mais
deserta
e
de
oiros
de
pedra
e
augoas
lavrado
pelo
tempo
pelo
mais
simples
prado
e
pastagem
a
dos
humildes
a
corte
que
se
fez
e
se
re
-
acende
esse
pão
fermaenta
fermentam
sementes
fermantam
frutas
fermentam
e
nutrem
vida
que
de
malga
em
mal
de
povo
se
passa
e
beija
assim
ao
se
voltar
a
ver
passar
nesse
lugar
onde
se
sente
e
se
senta
quem
entra
não
e
obrigado
a
entrar

se viste
miñ
or
e
non
notaste
se
vista
amanor
e
non
vist
se
de
verde
a
vestiste
de
doirado
na
cinta
a
priemira
vez
a
viste
assim
a
sorrir
qual
tua
caravela
viva
e
sendo
levada
pelos
fios
dos
rios
dos
lirios
da
via
da
vida
chama
sagrada
e
ainda
non
sentes
que
no
centro
se
reacende
quando
partem
nada
se
ve
nada
se
veja
ainda
que
sintas
assim
parece
que
prece
oferecera
e
nada
assim
regressa

se
ouviste
do
do
vale
doirado
pensa
como
seria
se
ouviste
a
estória
em
nome
de
fado
sente
qual
vale
miñor
parece
qual
verde
e
doirado
se
acend
quem
o
prende
quem´tem´rendado
que
verde
de
mão
amigas
sendo
assim
tranças
e
desenhos
puros
dessas
que
bem
sabem
e
desses
que
as
acompnham
e
vejam
se
ver
e
sabem
por
dentro
ardem
no
ar
e
no
vento
sóde
as
ver
a
sorrir
e
no
olhar
esse
reconhecer
ao
s
regressar
abraços
dados
caminhar
anos
e
anos
para
regressar
a
ver
pisar
qual
bem
passaste
o
arco
é
mesm
assim
parece
prova
de
fogo
e
lume
é
sendo
alvs
azvl
se
estende
e
a
vas
vvendo
nas
mãos
rubra
rejuvenesce
cuida
e
assim
traz
a
vida
de
volta
viraa
roda
volta
ao
lugaré
cores
novas
aprecem
em
seu
lugar
e
no
passo
desse
paso
dado
em
um
e
em
dez
cantos
rodados
cantado
quando
se
eleva
a
subtil
cara
vela
que
coroada
de
estrela
no
orvalo
parecem´preds
de
noivado
e
verdes
sendo
parece
que
o
passado
regresse
ao
presente

o
fruto
desde
o
futuro
assim
parece
que
se
planta
e
se
re
-
acende




Romeiro hei de ir lonxe ao San Andres
con herbiñas de namorar,
dareille a quen alén mar está
o aloumiño do meu amor.

e
se
nas
névoas
perolas
vivas
poisadas
que
ecos
oiças
saves
pisadas
as
plantas
sabem
ser
a
se
reconhecer
e
passam
cristas
e
cavas
entre
altas
pedras
lavradas
pela
melodia
da
via
da
vida
pelo
anoitecer
sendo
entretecidos
vivos
e
seres
viventes
velas
assima
pasar
e
se
se
iluma
de
novo
ao
ser
a
congregar
sem
mais
ninguém
a
chmar
essa
chama
entre
cirios
vivos
aprecesse
e
não
cessa
de
pairar
entre
as
pequenas
barcas
velas
enfeitadas
ramagens
dessas
mesmas
ramas
e
as
flores
tiaras
doiradas
verdes
e
alvas
sendo
e
nos
cintos
a
cinta
ainda
jaz
a
pavra
em
versos
e
nas
memórias
descritas
essas
que
sendo
em
ar
a
dos
assim
transcritas
sopro
assim
unido
e
nessas
que
olhas
no
mais
alto
ao
mais
alto
elevas
e
reflectem
veredas
e
cristalinos
olhares
meninas
a
olhares
pares
sendo
e
quando
assim
os
vejas
a
crescer
livres
e
a
regressar
sempre
quanda
braces
ao
peito
qual
na
peimjeira
vez
amr
crês
e
crias
e
vês
assim
sem
mais
enquanto
vi
vias

abrite a porta
sem notar
entraste
enre cortinas
vivas
e
iluminadas
navegaste
nas
mais
honradascristalinas e vivas águas
estiveste no trono mais quente e bem vivo- e sentiste
esse embalar e esse palitar vivente ser cosciente que se fez afim - e nesse mundo
universo cosmos pro dentro dois seres foram
qual
uma ave que "trina"
e
nessa
cor
ainda
ora
sempre
e
quando
o
tepo
e
seu
inverso
se
fazem
assim
sem
ter
tempo
sem
nada
deter
assim
plena
se
entregaa
nesse
seu
pleno
saber
sem
definir
assim
livre
sendo
e
nesse
asumir
no
sorrir
no
olahr
no
sentir
que
o
mundo
é
sem
distancias
e
que
ao
caminhar
parece
que
prece
se
agranda
e
quando
vês
pelo
seu
olhar
parece
que
regressa
sempre
e
quando
o vês
a
regressar
parece
que
cresce
e
aumente
sendo
que
se
faz
de
nós´pequenos
essa
imenisdade
de
sempre
assim
e
m
n os s o s
c
abe
l
os