Música

sábado, janeiro 23, 2016

TITUL'ES ai ES T@'S


uma chama
antiga cris
tal
in
@

assim bem
entre redes e tectos e defindo projectos
que 
tam
bém a ampa
ra
r
em
assim 
bem sabe dizer

qual soube assim também bem chegar ora desvanecer
em
 ora rir ora chorar ora ainda permanecer ora sim bem ficar por ali além pro amr de quem assim por amores d'antes frios navegantes quente's instantes 
@
'

momentos
de
pri
vil
egios
@
'
 menos regi@'s 
mais 
vi
vi
 d@s


com as pontas dos dedos ali mais além 
assim ali aqui
qual 
d'@
lém
@'s

ti
também


um professor um pema i«uma poesia um autor uma pormessa ora fraca vaza d ser vencendo o dia a sim pro amor se sustinha quando por ver asim vencedor a linha a sia mais fraca a es
i
s
t
r

assim por entre a lua e o lugar e o sol que um dia soalheir@'
son
h@'
s
em 

pre
s
s@


 mais 
@lém

do tema ao lema a o a intima ínfima a suprema e human@'
 a
prom
ess@'
n
d
@
'
a

promoção para o cor ao centro 
@'pont
@'ndo 

p'lo
duplo sentido de direcção
directo ao abrigo um dar do ando assim qual uma flecha de calor e doce encantar
encontros por
en 
tr
e
i
@
'
 linha
sãs

sem
s
e
saber
em
s@l
v@r


pro proentre alvor do prant@'v@' mão

 sustendo assim qual o arco
 que
tendo
se  
detenh@'s
sim

 bem
'ind
@
"tens'ando"
assim 
mais 
além 
pen
s@'r
e
s
s
@

men
t@l

 se 
abre
sem ter sido
requer
d
@
'




um 
a caminho a devoção de saber de amar de sal assim lacrimal ser de cristalina

onad'@' a ouvinte
e
porén


quand@'

ao
e
r
guer 

o

ser

d
o
@
'
s
a

ple

n
@
'
t
v
d
e


ao recontar o caminho de regresso sem regras o aceso ao ventre de terra verde ti assim qual sol nascen ti assim qual uma luz de sol ao luar e quando assim da noite mais quente entre noites ai
sim uma outra sabem a bem dizer
"regres
s
a
 r"








es qual
@
 uma estatua de chama
cl
a
m
@
r
o
s
a


assim uma promessa desd'antes @'btida 
em plena a casa 
haia a entarda a entrada a ver@' e dada
qual@'
sa
í
da


 a 
ro
d
@
'
s

dess@'
saia 
a
 promessa
permaneç@'

mais

bem
resguard@
r
'
s

d'@
entre 

entre sete

  lugares pilares sete colinas sete nomes e sinas sete selos

 sem
mais caber 
e
@
'
m
a
i
s
sete

saias 

s@
ben








duas rosas duas rodas 
con
cen tri
cas duas forças se  entrelaçam no centro de uma sala qual o tempo qual espaço assim quais asa s de ser de vida a luz promessa a o luar que bem se preza a o sol a manhã que menos se bem meça asim qual

@
'
@
'
s

v
m
@
'
 vi v er


@
'
a

h
uma
n@'
dade 

integra 
plen@ ' nte
i
r
a
r
a
s
i
m

por

ser
sempre
@'s
condi
das

send@'
si
bil
an
tes





assim
mais bem acima da arvore se entre laçares
assim bem teou tor gan d@
assim uma fraseum tema um doce
enconatnto eco de ser prendad@'comos aber requerer tanto dese des fiar o qus ur preendera e quando se sou assim também se sou
bera
assim se des fiz
assima lá bem tal qual era asim menos bems e dediz
quando ao centro da terrasedente uma ra uma oração qual pungente coração de cor e clamor
urge ruge
assim se en amora a moira do destino @ fri@'s 
es
as
 as 
av
g
v
@
´
s


p

v
r

e
n


t
r
as 

outras magoas prendadas as la grimas as outras de cos de vidas
passada
s
a
entrelaçando


entrando 
e
sa
bem 
ser
sendo
do

a
 bem
mais

entregues


sendo sempre qual o presente a mais vil semente que sabendo sua sina sua hora seu dia a sim se confina asim sa bve ser se rpe esper espranto és flor de saber dizer
condizer sendo de viver a viva 

a
!gente!




augoas se vê no espelho de quem em creia assim qual ria assim talvez a tal aquua e augua e guia igual quando seja por bem ter sido
a
d'ci
m
@
'

assim 
 bem nascid'@
 e també, a bem ad vog ar ras

sempre a bem

 se entregara
a sim 
qual
 uma 
ave 
d@'
r
@
'
s
soa

sol
is 
ti 
c i
@
'
s
a ora bem se'ntrelaçam na hora a sim bem também tres passarem os ares os tres pares de luze
quentes
entres

s
a
s
flores
tas
i
n
d
@ u
sentes

 ausentes
uma
se 
bem
per faz endo
@
'


 par

 fazem 
por

'
den
@
'
tro



 por 
serem de
se ta la 

ao
 seu 
bel


bem 
se 
ou t or g ar @





ora 

ao ser e estar e transcendendo  por entre o firme lúmen o fio mais bem por dentro nos unir entrelaçar e
sendo qual uma balsa qual uma barca qual uma ser assim a se a man i festar @'
a

s
im 
a
HUMANIDADE
 pena toda ígnea a serena luz do dia o sol ao luzidio amor de lugar ao luar sempre rodando assim

 bem
espelhos de viver do cen
t
roa

encanto 
por
entre


 canteiros 
soalhe
ir@'s



além do tempo do espaço sendo últimos oram aos prim
ei!@'s
ros
as
dos campos antergossempre prendados por dentro por vent 
v
e
 ra es per 
a
d
'
s



 que
m
@'s
 m
a mão
tão


 bem 
en
sin
e
m
a
ram

assim 
quan
do
dos
e
s'
@
'
bei
r@'m
v
a
m


 @ 
'
s

t
revo
a
m

pro
cv
r
am


ele
v
am


sol 

@
'
a
n
as


a bel
as

'
n
a
s

ce
r
r
em

fi
ca
ra
m
a
r
c
@
'
s

enseada e porto de beira em berma dee stadaseguid apor berve pisada asim quais areias asim bem levais nas solas dos pés a bem sera bem asim advo 
ga
va
d
es

a
e
s
u
n
a


 uma
lua
palida
pétr@'
a
 pedra

jamais 
bem

se
ver
@
'
r

g

v
i
d
a

 so 
assim

sem po der

re
s

t
au

r
@
'
s

de sol novo hão debem ser qual em auror aurora apura hora souberem
con
vi
ver

 ar
d'
@
'
r


 e

s

bem 
s'a
be
ir
a
b
r
v

m
a
v
a
m

e
s
as 
duas arvores 

da
t
@
'

l
v
s

i

d

'
@

 p
+
s
@
r
i

m
@
r
@
'
s

 a|  |s
s       i    m

 g
  e              r
a


r

e

m

 sem se

TER
assim
se a
pa
g
@'r


e
m

(TE)




p@rt@


p@
rti 
r@'


en 
es
s@' 
par
ole

assim
 amar e @' mor es navegando quando duas cadencias antigas mais além tempo or@'dad@'s se temper a
r
a
m

sem em se entre
ouvirem
e
se

 se 
bem 
sabe
m
i
a
l
a
quando

 s'
entr
e
lh
e
m

 jamais se entre vej@'
quando 
do 
v
@
'
j
o

 desse
r
@
'
o

 sol 
@
'
 sol


en 
i
d
@
'
s

d
e assim em bemtambém
al 
me
j

a

m






sem mais bem dizer calando entre as ondas doce enconto e entre quinas de bemesquinares asim quais penteadas as ondasod steus cal«belos asim tal tao bem as elevares asim quais penatgramas gravados MUNDO INTEIRO jamais profanos CONTADOS NOS chamados e no seu chamamento sete ques e fazem ouito quenao dabem si«ubir descendendo a e ondas por entre ondas asim bem transfiguradas as maguicas as artes as devoções os corações e as tecnicas qu servem todas as outras ate agora e por fim e a bem e sem mais fconfinar asim tão bem
@s
el
giar
as




asim de plenitude tam ém chor  ando assim se preenchendo um doce pranto e um doce encanto
da
v
@  '    s
t
a
is
as
T
ças
e
q
ual

v
i
m

era  ver
eda a primeira rima
o tema a verdade ate ser encripta fechada 
@
sim
en
c
rip
tara

tabua rasa lousa serena quais as vidas as vilas as loqualidades 
as 
doces 
vaidades que  @'nd @'
pairem
quais
e
ss
@
'
v
ó
s

s
@
'
s


ao ver @ o re ve
l
ar

 véus 


quais
beija
r

em


quem bem @s 
v@'ja 
a
m
en
os

  be

a desmentira
assim sempre vi r @'
n
 d @' ir se encontrando no mais profundo quando bem
ca
v
es

j
a
sim 

flor e força e forma e luz e algo que com maior for
e fun

e
da

mente







uma oesia viventeÉ A VID FLOR INDA u
sente
assim qual escrevera
asim qual a escrita descrita dita presa em ser ausente quando fl«or a flora a ssim viva asim mundo a for a adespir a despedidaa sim senhora assim sem estar de ter de ter de ser a vogar por entre quem asim a bem saber sem saber o sal o ser normal o definindo ser amigo o tal ser sentido sem sentido a bem chegando e la aond'a nada exista
 ali a bem
 plantad@'


semente 

ser 
a

v
i

n
d@
v


sente 

bandeira 
in vict
a

assim sentida 
sim sem ter sentido mais além um frio mais além um
a
sor


i
r

o

r
@
'

d
ch

or


ainda
por

 ser 
aind 
@
'

por
a



 encontrar 

quando 

as

 contas 
quanto
as
encantas


q
v
an
do

as 
vibres
libres
as
notas 
magicas



sempre
amar se perfazem

 sem
pre
s
entrel

a

ç

a
m

@
'
s
nos 

unem e nos 

bem

 pas

s
e
m

e
v
e
n

t
v
@
'
s

s
e
m
a
n
a
d
@
'
s

n
@
'
s

s
em
e
s
s
a
s
ameias

castelos de medos de notas bem cheiasquando aspraças de gentes madi«uras quais ementes bem ESTOU
R
A

SEM

R


@
'
M

M
EM
OR

R
H
I

O
N

T
E
M



ASSIM CHEGAR SEM SABERREPETIR TODOS OS APSSOS DE VIL
LI
@
'
S


A
SE 
CON 
CRE


T
I
V


T
Z
A
R

A
T
V
@
'
s
o


so 

ao
 lugar 

a
l
G
@
'
S
e

d
i
s

s
@
'
r

nesse sopro bel encanto quando omal o bem se unem e nem sol nem luarreinem s«ne se façam qual fino pranto bem sendo ouvidos e no som do sil
en si
o
bem sendo ren
as
ch@'r
i
d@'r




s

a

sol 


v
m
a
ra

sim

VI
VE
R







sem
nos
re col

@'r
as

 cheias 

assim 
qual
a
ch
or
gens


assim de cor notas 
pre
zds

 de
 tanto 
u
so
ora o fuso
assim
se
v
a
m

esvaídas

p'los

ermos

ten

d@'s

 sido

palavras
ditas
ata
d
a
s

quando pela vez prim@'r@'s
des
c
ri
t
@
'
s



diza flor
a semente
diz aa rvore a sombra de sergente
diz assim o ser
pungente de brio de frio de chama au
sente

assim em brado quebrando por entre o fado tido esquencido e o que ainda 'nda la de cima navega
por entre a sombra a ond' ao dia a agua mais fria e o sorrir a pleno pul
so de um coração que asim s e ilumina
e quando voz sedente nesse mar de amor ausente assim bem se al
v
m
i
a
assim 
qual
a
o
brilhar de fronte 
em 
sinal 
a
v
sente

assim
vai
des
pe

j
ando

 des
ejo

es
quen
cido

por entre o saber de amar assim tanto tantos assim se
g
vin
d
@
'
ora
 as
v
m
in
do

 pr@'
ol
v
i
d
an
do
a
fina flor mais nada a fina flor em peito marcada a fina flor em nós sempre a nascente essa fina flor que diz ecos estridentes assim em verdade a prumo o fio 
o
l
v
m
@|@
n



brio 
s@'
 pesar 

as
sim 
em
fado

rodado 
assim 
entre 
um e outro o centro 
mais bem
des ven dar dado ao tema assim a contar e quando ao centro se ergue e bem se al e van te assim tres entrelaçados ao centro sempre ar de
m







assim
quais 
mundos
 novo
 s
ol
vid
a
ra
i
s









no mais alto quando desde la d e cima assim também ecoes quando fales e eco enorme te parecendo apenas um a brisa subil do teu animo de alento assim erguido por entre o mais profundo od teu ser e o mais alto que te foi dado ora assim per mi ti do











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