Música

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

PAREDES TECTOS DE CASAS ANTIGAS DUAS ROSAS UMA VIDA



espelho de agua vivente dos er prciso do ser presnete asim quando regresa afontede brio de vida e resguarda a arte que arde ainda me nós aviva voz asim em pratas ditas a viva doirada a dora sem ter de sera urra precisão emdevoção ora asenhora a asimao coral«ção lagrima encravada sem ter capa sem ter espadaa sim quano em manto se esvai e bem prevalece assimq uando a sim bem mergulha jamais a sina a ssim a gua amiga que cuida jamaiss e esquece
uam es fera
uma é livre umaé grima que se estende e sexprime qual uma semente de oliveira vera e verdadeira asim qual um umen umlumeuma chama que a noite escura resguarda ora proclama que desse antigo saber a chamar peo nomeasimdespa«ertara dormecer e asim saber ainda - acunhar asimaind amaparar - quando asims endo - amizade de cuidae«r em verdade pontes d e evida amae terra amae ceus amanhecendo um olhar de novo qual oolhar primeiro centro centros e olhares asimde o«no aquais flrea sim vitais srenascendo e qassimentre os originais quais scirculos concentricpos tanats e tantas flore sna saguas se vão rescrevendo e até as magias natergas e os sons das cerats vagas asim nos aharmoniaz a«quando de H amaior deA maior asim se jam a ssim - se bem - prezam jamais spisam e quando sssim se abem investir de barb'nco alvr de azl capa seme spadaa simqual se r cuida que bem sabe que salva a sim etambé o valor d aterra da vida intregra plena inteir a e asime também oa diga«na idade deuem bem nascera - e aonde e sxista ainda uem bem por ve menos diga a quem asimcuidara da vida da ponte de vid a e d ar aavore amais a quela e ama sis alta essa viver a sim até ser dpe parte  esa que és tu que sou eu asim mais non nos aparte - nada nem ninguem por selo nem nada ou aguem por par e celo...







AS LAGRIAS AS RIMAS os rios bem prezados os lugares salvos salcvados bem res guardado sos canteiros d elugares velhos de ugares novos de lugares verdadeiros e os simple smais bem honrados e a sh«gentes jovens gente spor um outro caminho de salvo ao ning«ho assim também prezados e quando asim bem encontra se ergam dua vozes mais uma se terçam e bem se sabem entrelaçar para que don e brio des er bon home ora de ser amigo assimpossa bem ser oraa atombar mais non sempressas bem sendo a sim qual ao lugar ao luar seentrega uma chaga que jmais chega e chora e ora que rira que bem girando um aroda que sevai assimespelhando quando entre no seu brio  seu ser de azul e quando ezul em deredorse investira a ssim chamada afria a ssim espada d eluz antiga menos bemseduza e quandoa outra de rubi presente assim sendo a rdente qual uma chamarada bem sendo asim uame outra e costado entregue ssim de outro lado bemse elevequal uma chaga qual uma lança qul um simbolo de secriança a sim também aa de ninguém saber entrelaçar uma eimil e storis de um mesmo comapssoa uma smo passoa bemlavrarem letras e nomes e sinais sem mais se entragare m a outras artes ais  essas cosortes asims endo chamadas plenas puras de simesmas assim AS HON
RADAS horas das asim as esperanças assimbem en cimeira snatigas por ventura a ssinas aos sinais asim se doam e bem asim caminhos aberto spara tantos e tantosincerts se bem sendo acompanham a ssim uma de dever agir uma d dever para uma de ever tanger um sino nanoitee scura asaber iluminar quando asime strea é stu  sen horaa simsendo presete selo real asimsendo qual prendaa sim qual os euu ser fiel a mesma hora honra e o mesmo ser presente

assim qual bems e resguardara quais a sraizes profundas sm idade se  sublinharam a té d euxarem de bem fazer que nos lugares aonde se elevavam - os solos que bem sabiam serem de restaurarem tempo cavalo sem brida egente aiga que por ai ora ia ora ia a bem dizer -a passar agora estalagem agora sem par asim quala imagem que bem sepossa ainda entrelaçar

entre tantas linhas as dos monte smais escuros aimpornere ouytrs por ai alem alguns ainda em apurose quando sim ao entro s etragam para as chaves outrogar e a torre a sim aberta la do tumulo a saber procurar lugar asim bem ficando  té s abe erguer d enovo avaleiro andando e qaundo cava  o seu s er procure hora e gloria menos encontre  que essa uz cegaa cega segue sempre e que outra mais forte em ghonra asm se conceda por quem as souber ver a gir por quem asimsouber bem receber e ssa chama que passa deugara ailha ao0cntinente jamais contingentenos une se, ,asi se saber quem cmo c«quando o grau  degrau em quantos eqm tas a spalavras a inhas a sescadaaa s elodoasa s suas lides as suas sinas e as s«notas essas tais noas em nos alve d rio e qual avedo apelo a rubro e quando a negro menos s eguro equando sim sempre e scendidas menos bem encontradas dissoltasa duvida so smedods a snatigas novas estradas rreencontradas adas raizes profundas asimespierais vitrais viventes e quando entre cristalinas - vias eviaia e vidas aism olhare sd enovoa s gentes asssim gentis uns sendo cahamdos suia de velhos aos sntigos os seus outros brados e asim debriooya avirtude a sim sem terd e ser tempo a sim atempo o tempo se a
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CLV
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