Música

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

HISTÓRIAS DE DUAS CIDADES - uma desdes os ceus chorando olhares teuse os meus assim sem rimas as lagrima sinfima sintimas antigas aindase encontrando e fluir do rio amizades que são que sejam DOCES AS OUTRAS AS SOI SAU DA DES




Uma aventura uma ventu ra a sim qual um ser de vide se entrelaçara e bem entregara assim a bem se sentir
quand se en levo se elavara ssim menos bem partira e amais alaém chegara asim por quem costa assim por quem magoa assim por quema lía e mais alémpro quem gsta de si....
em t er

iam
or
sem ver
da
de
assim de sau dade bem se 

pus
er
am
semais se aproximara
sse~menos bem se quix
er
am


assi quando bem se lançara
e uma magoa e muisca soand dia fana asim quando bemse entregara um ser de viver ao puroser do mar até a outro lado do ceus - dos seus lhos meus ir e vltar sem ver errar asimpor entre hr i zontes por entre gentes fir«eis 
verdes terras doiradas negras por serem quais lava
as stuas a smunhas lá também deixadas por ti mor asim sempr epor sempre 
en 
ter
 @ 's



Lav
am-se

os
(nossos)
olhos
nega
-se o 
beijo

no 
labirinto 
es
c
olhe-se o mar

nesse
 cais
qual
deserto

deserto 
fica o desejo
dessa terra que se deixou atrás

da 
uma so terra fica  sonho 
asim pro concretizara tua mã e mais
a minha dois crpos a se entrelaçar duas melodia sntigas sen ti d
o ao rumo ao centro um mundo novo aver dealbar uma terra integra pelnainteir@'
 @
'

n

ti

a

inda por se 
bem 
reen
con trarem


continnetes vivas as animas 
as gentes vermehas suas plenas erguidas quais as nossas vivas coragem!
vermelhas mauv«bera asim ser
erguida
a vida 
as vidas
as vias as horas os momentos que também
re con heceram

e tu e eu
também se a
econtraras
assim lá fiquei eu tu por mais lai partiste e nos assim sobraram os desejos os beijos a slembraças os abaços mais nao baços de quem partira e de quem bem saoubera qual
o dia a entre ao tempo a jogada a espada que divir
ia
o que o tempo 'inda
mal
unir
a
e o que a 
fiel vontade
 ainda
já mais
não
@
'
 devoção 

ess
'
A
m
a
ior
en
con
t
ra
ra





 la Também 

ficaste
tu e eu e quem la foi
fi   c ou
-
s
e
por

en
t
r' 
a   s 
c i n
z
a      s 
d@' p@
'
l
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d      e 
pe d ra 
v i v
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i     n
d  ' @ 
b  e  m
A   r
d   ' @
n    t   e


en
tr
'
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s
A
s

gentes de cidade 

de
s
s
@
'
qv
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v
e    |    d
d  r @
'
O    O
                                                                                     O º  O
                                                                                     O    O
l
s

é
m

seu
lume sem lume

'
n
d      @
'
 s @ ' 
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c   o   n
                                                                                        T

r        @
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m e      s    m @
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a      l=    v
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n                                            d                                            '
S                                             @                                             n
'

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                                                                                        @
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m
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                                                                                          '
s
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pre
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s                                                                                         SE
R
EEN
CON
                                                                                             T 
RA                                                                                        Ia


N                                                                                                                                                                               d
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 e   m 
bós 
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m
er os
E
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                                                                                         @
                                                                                          '
m    o
r

s     e
n    I    t

r

a v
i    r
o r
a d  '
s
 se re 
re v er


sem ter detocar

ess@'
a
rosa mais
bem f@'r
 m
os

sa
     rosa
 de sal
m
@
'' r arar



 asim um lugar
qual um fogo vivo que ransce por entre as aguas e é de povo e de v«brio povo amigo
até 
@
'
EM
ti 
AMOR a t e TIMOR




quando tal qual ainda a bem 
os 
chor

a

m
o
s




ter
ra 
quente 
por
simesma livre asim sabendo quantase quantas vozes vivas seguemsendo a cendendo esparanças vazias preenchendo animase animos de vida e d esperanças eoportuidads entreos tuneis mais pofundoos a sruas mais bem iluminadas
NA NOITE... QUANDO NINGUÉM PASSA se ouvem os ecos os teus os ecos dos teus pasos e os meus por vezes encontrados entrelaços de trinta quanrente cinquenta e mais anos a sism sendo viventesos teus o smeus a snossa smemórias desde amside antes quantas vidas se encontram quantas sadades saberes e artes certas asimse renovam quantos epsaços de ser de novo qual gente possas vera sim bascer enão o ignoraro teu tombar e sim bemmais o teu rerrguer e quantas vezes esqueceras quantas a forças viventesque ainda tuas proemssas escassas bemse te voam ou vão voando quandodes es ti que asim se esvai - VOGANDO AO VENTO D EFIMDEN«MAR sme terprojecto em remo nem vela nem barca e seguir mesmo asim ao saber nadar
por ter assim ter sabido quando as aguas subiampartiras menos rasgaras eseguiras menos ficarase a sraizes contigo  todas pelna sinteira sintegras ianda que por ventura 
secas umas outras esperançadas lançadasem terras aind amais gente te mais nao apontara e bem deixasse de dizerora desdizer se eras fraco ou se nasceras forte e qunadoa sim enos be imporantdo s efalas uma linguagem se actos que digasmpor ti falem bem ais do quen tantos que meias palavras ditas e meis aind apor dizer vão resgauradano o seu talento paranais tarde o fazer deixar e squencer queres sere emaisnãi podes emenos que te valham e asim enos a bem mais sobes e omito de te-se escrito  VENCEDORES HEOROIS HEINAS umas de drogas de cimas de cinemas d estivais posanças que aqui nas ocmunidades emmioridades apenas se erguem os que da roda senhora a sim se reunam e se saibem por bem encontrar sem sinais sem sina apenas convengendo quando o chamar é por dentro e bem maior é o da digna humanidade do maor sem ter de se medir e o de ser de talentos varisos que mestrias saibam saberreconhecer encaixar colocar a c«rolar quais pedras levadas lavadas pelo saber amar amarguras d evidas d elagrimas tua s eminhas que vamos prendendo entre quem bemmais soubera e que entre faces quais mascaras pesona bemmais erame quando assim se mostrama sim bem ensi nam e em si mesmos nascem e renascemas suas chamas brios e vidas essas aa semenetes ainda por ver nascer por entre tantos e tntas que por aqui passam a qui e elaem graçam qualerva verdejante que recobre a terra para quenão s edesgaste e que sendo lib'vres asim debeme star enre lugares assim quais primos pares se encontrando uns ao centro asumindoe outrosem derredorassim - bem - alimentando uma comunidade emcirculos viventes de srees o«un porendados umas aprendendo umas aprendizas gens tes vivas se ntrelaçando se uma vez foi dua svezes mais também de franciscoao alem te jo desde os principescos regios de sde onorte que se reorganizara até tremarem os pilares d amais velha esa atal a q uenos é BEM CARA e aind autrasque bems e entregaemenos orammais estrav«gam entre ora e ou«ra labutam e nanoite mais escuraa chamade staremnosilencioa tempo asim bem também contraram - e estas gentes aindas pu«iram temmetodo tem valores tem vidas e louvores que lhes foramdaodos - pel VIDA PROPRIROA uq erepresentam que sãoa sim quam tam bém se a sentam quais iguais entre u'iguais pirmos entre pares sejam quemde de si ao valor o que é e quem va de frente perate o sol a lua a pedra a estrela que condescendera e oq ue mais bem nso atirem que se stive e s estimara e que bem se denota a habilidade de uqemsabe a hoa de quem derrota a vitoria dessa outra que oarece queprece nenhuma reconhecera que sopro de auf«gurmenos oubera e que tantanto e tanto soubera dizer que menos esvaida soubee squecer oanimo o brio e s«a  SAUDADE de ser de amor de human a averdade -e ssa achamarada achamas ecrete que i«um dia ha de sde se saber ouvir ua chama que é bemDIRECTA idna queem directo apretendam trasmitir - aindq ue definida hora seja em segundos em pequenos fragmentos pintados d retratos de camarinhas de ai la las ainda sendo g«falados e d eolhos vesgos d eolhar ao diabo e de olhares limpidos plenos vivos olhono olho asimo confrontando até de 303o assim resultando que empaes intimos internos mais não se abatem quandoa sim sendo regios ora livres gora honrados tenham subido e spiralado desde as cavernas desdas astristes trevas de criva da hora da gleba e força viva a sim se entrelaçando asim bem firmaal praça degente viva qual uma estatua que ra para ser derretidapor mais nao poder seguir assim acima qual estrela esuecida uando vigor  apartida s eja refundada a sua razão de existir  asim la de cima da estrada uma estrala a flor vivente quais petalas recaindo cada uma  um apagina candente de sre de novo viventes.. os temas a spoesias os ossos novos dias ainda esper anças menos perdidas paenas metodologias e ocntextuais seres viventes com cabelas pensanetes coraçõe smais do errantesmundo smais do que inteiros a s ebareme encontrar a volta da mesa redonda ainda rei é o centro que os fez asimencontarr e quando e quantos mais  e quanta smais amando e asim be solvendo resolvendo enigamas dilemas que as contas dos mais altos jamsi encontrama eque as mais prifundas augoas asim se elevam quentes e v«breves asi  tão penas tão cheias e curam ainda que cheirem a outros brios outrosolhares outros que assim a svejam jamais as bebiam até as provarme e menosnelas recaiam até ela stombareme desv«cobrirem beme virtud eem mão de cuidado quais madalenas asimsendo virgens quando as sua smãos lhes foidadoo vdom de sber ouvir pi dentro o ser que fora ora ferido ora se distraindo do caminho vivente e vivo se fciou des viando ora ainda dos por vira a nascer a te qui ao cais de aprender ser ora a dizer amensagee depois seguir espiralar plantar raizes e voltar a i«dia adia ao lugar maisintimo o ecod amontanha escura por dentro cristalina ora aputra aoalta e aind amasi viva ora sendo se esquecida por ventura a tal a aativa
comomaria ad a fonte tres fontes de viver a tal aoutra uma coroa a sim a enaltecer e um caminhoe umacoragem e uamviragemde pobvo integro pleono e inteiro e a da coroa ouvira ouvia o povo verdade e fundmaeto primeiro - até que os das tais d egras e regras asim de graças prendadasinfluiram icutiram regencias sua sporprias -a sim ideias escravase escrivas rescreverama spalavras certas com letras consortes até que se svaiu aprimeira vaga do que asim se su iu - e quando sim venha a segund a sim barrer valera  assim quando aterceira se encontre seja asima ultima tal qual era uma vetira a ssim sedo api«ontada uma flecham çfmejante escura ao coraçaõ do profano ate que ilumindo sombras ver o pranto a spalavras certas d etantoe tanto ano de saber asim hontrar uma arteum aterra umlugar uma rate ora actividade d emaisnão es«xtinguir sim saber - per se ver  verdades asim temas leves vidas pares que merecm TODAS ELAS SEREM COMENTADAS CONTADASNUM SEGUNDO QUE DURE ETERNIDADES ocntadasnuma fil li grana que asim entreaçara a ssim uma vida uma vereda um caminhoe um tema que bem merecera a sims er lema de saoidade deesperança de futuro d epresnete que mais não seimuta nem mud ao rumo e de gale ora galera de barca que bem lera e bem leva asimo tema que bem mais se perciaa força intimamaiga a mizade plea do dia a dia que se esvai ora permanecçaa ssim bem retida ora bem prendada quando  entre olhare smeigos pora partidas a s lagrimas frias se derramem e a v'barca que era ssim- sendo toldadade  fros vivosvapores poosa estara s ere scor  ada a té que bem sendoa doro o sfrer por dentro até maisnao duvidar salta r para dentro da ultim ada quela que menos sepodia espararq eu valesse que servisse que pudesse lembrar o  leme o tema a sua sina oeo que bem la dentro a sim trovara quais tres barcas -a sim varadas num aria e uma lebda de ou«iro de loucos que aind aprocuram dista«o daquilo de tudo umpoco e quantas bem mais se esvairame quanto maor seguindo asim o tema que era trazido para umlugar quepermanceia atento- que ali fiacm qual aqui e além as gentes que se svame é stu  sou eu também.... 
conquistar 
















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