Música

domingo, dezembro 06, 2015

MUNDINTEIRO NOS - OUVINDO - MUND'FORA SE CONTAD'@ SE EXPANDINDO

A GAITA GALEGA
Resposta ao eminente poeta D. Ventur@ Ruiz de Agilera


Quando este cantar, poeta,
na lira gemendo entoas,
não sei o que por mim passa
que as lagriminh@s me afogam,
diante de mim cruzar vejo


a Virgem-mártir que invocas,
cos pés cravados de espinhas,


coas mãos cobertas de rosas.

Dinis seria
se feliz se fichera
se suadama
dita
santa
fosse apropria Rosa
em tom e som 
de poesia 
ora de poema 
ora de poetisa 
ora de pros'@o tem@....





um 
beijo
qual 
flor mais bela
em
ALA...
 DOS 
"NAMORADOS"
POR  
REPRESAS
TAMBÉM 
CONTARA

ABRAÇOS
VENCER
@
DOR

MUNDOS
NOVOS
MUNDOS
AO 
MUNDO

NOBRE
IMORTAL
TERRA SENDO
BEFEJADA
PELA 
ESPUMA DO MAR
ASSIM 
SENDO 
ELEVADA

UM@
TAL
PATRIA
CONTADA
POR VERDES
POETAS
DESDE 
SEMPRE
ALMEJADA

DEEFENDIDA
IMORTAL
DESDE 
PROFUNDO
DESS'@
MEMÓRIA
REDENÇÃO
DEVOÇÃO

P
OR
@
TV

G

@
L


BEIJOS
DE 
MÃE
RESGUARDAM
SUSTÊM
@'s
INJURIAS
DESORDEM(s)

prometendo
um 
renascer'@
 um 
ressurgir'@
alvorad´@
oiro 
forte
assim 
qual 
ser 
renasce
se 
unindo
@
qual 
Ser d@ Vid'@
!consorte!




Em vão a gaita, tocando
uma alvorada de glória,



na noite
estrelas
caminho
sinais
que soam
ao
"Ninho"
a NORTE
sedente
espr'@nto
partindo
face @o
Occidente

LEVANT@

ENTRE LUGARES
ESQUECIDOS
OS 
MAIS FINOS BRADOS
OS 
TEMPOS

JAMAIS
ESQUENCIDOS


E
SÍMBOLO
e SINO
que PLENO
ASSIM ASINALE
um CANTICO
amigo
que por entre
olhares se espalhem
 por entre aqui 
alguém mais além 
por entre quem parte
e
bem cheg@
ao tempo
ao porto 
@
tempo 
quando assim
@
bem dizer
a
bem 
naveg@

(leal - o leão - de novo da Raia de duas fez três e uma barca nova 
- asim- 
SALGUEIRO 
contava
que 
ainda o sonho sendo vivo
aind'@ bem 
dizer 
bem brilhav'@
ser
viv@)




sons pelos ares espalha

AINDA É VIVENTE
SONHO
UM@ 
FORÇA 
EM
FORMA DESS'@ MELODIA
(@ MAIS
@NTIG@)
'IND'@  VIVA!
ENQUANTO 
FOR 
LUZ
ENQUANTO 
FOR
"DI@"



que caem nas brandas ondas;


vê se vês
terras de Espanha
areias de Portvgal
@o 
voltar
@s
olhar
@s
ceguinh@
de
chor@
r
e
s



embalde baila contente
nas eiras a turba louca,

que aqueles sons, tal me afligem,
cousas tão tristes me contam,



FADO DE VIDA QUE ASSIM SE AGITA QUAL FRENTE PRATEADA DE UM'@ OUTRO LUGAR
- CHE -   CONTANDO... TE ...SENDO... COMENTAD@...



   que eu posso dizer-che
   não canta, que chora.

Sem comentários: