Música

segunda-feira, setembro 26, 2016

sem menos e sem mais sem perfazerem sons parecids amar amaria asmarinhas bem contadas das costas jamais a serem viradas espr'aças nvnca apagadas entr'ias tranas e seres com tempo para as saber trançara onde non haja qvem as saiba assim pelo apelo desses cabedelos ovvir e ver e svster em mão...






E SE ALGO CANTOV
a
val
 a alta
 tocha
e
entr'os
francos
e nós hinos
invsitados
e disse-o
- em plena voz
 a vós assim e
 sempre sendo
 e fomos nós
a ovindo e a
ver aventvrar
 ent’rios

fogos novos
e tantos!...
 dos velhos
qve se viam
a sorrir
sorriam

enqvanto se
desvanecer
 e crecem
se se
desvanercer
se
 r
  i
  am a o
frvto do fvtvro
ao tempo a pontar
e ora se nos chegassemos
parcos e as parcas
frvtas das iagoas
das iarvores
das frores
dessas
diademas
e das gemas
dos dedos a saberem
a tanger
- sem mais a
amparar
e sem terem

em si o poder...




domingo, setembro 25, 2016

AIDA SABER SVSTER - o catalão emmão o lvgar aonde se sovber de novo preender e sendo avingar a a rvore da vida em avgoa em lvme em ar e em perspectiva - sendo dvas as svas faces vma de dentro e ovtra de forma assim e menos se descvida e mais se de cora




ASSIM QVANDO O LIN
- e linha eram da mesma 
NATVREZA apenas saber
 qvealgodão não engana
ali e aonde é crescido
e qve as  calças do mar
ferido se retiram
qve as saias de rosas
de faces rosadas

e deixaram
de se ver
rodar e
nesse virar
da esqvina
 nessa
nova
 litania
-
- assim   emais
bem se ovvissem
a ver de novo
          -

   lembrar


sábado, setembro 24, 2016

AOS SABERESE AOS MAISLATOS PATAMARES qvando asim se ergvementrios tridentese os sevs parese os opro dosol reergvido qve traz o brio do calor ma slaémdoprometido e assima e masi bem se elevam nas maisprofvdase nas masia éreas e asime bemao de cima o QVE REPOVSA ja nonhovve se sesil em si - a...

ve entram bem a dentro qvais riosqve se  deixam aodelta ao amormaor entregar a sim regressam ondas de ir evoltar e ao  darem voltasq vais arcos qve non soltas as gaivotas sabem estar e se enrolar nasONDAS IMENSAS QVAIS VAGAS papenasno ar a parar epoisandoassime trio o  todo oo sempr e emaislé qvanto asim  mais se  vejam as aber se r e  se egver a stvas a sminhas a s nssaspormessas retif«das qvaisem sonhos e s onhares desem em ovtras vias de vidase qvemé algvme para ssaber receber e baraçare acalentar e qvem  maisningvém sem poder nesse abraço ao reconhecer desdepo regaço do rio da vida ao renascer eao  ser de novo em s va terna - e breve- qval - homilia  rele o abraço o regaço a cabaeçaa se dispor
essa mais simples tábuavivene
qve se reanima no mais íntimo qvese  veja asim e sem mais
e qve sabe contar e sentir as estórias as candeias asmem+orias deses nossos ovtros tempos
palavras silenciadas
silencios nasmais simples arcadas
e marcadas  assim ao sol e ao lvar
e sentrio s il ao nasce alvorada apairar eentrio  ocaso de bem se  rever a smaiores altvras as mais  extensas veredas caminhos d evidas hvmildes simple vqais ve as vehas a ve  eqvais vem as vejasa tocar e qvais nessses  amplos eidos  ainda sse  sabem ser e resgvardar
entrias pedras mais simples de branco prendadas vmas pelas a vgoas vmaspelasflores ovtras pelas agva eas arvores desses vales aassim estando gvadas
cegos nascemos a nascente e sempre a sporamos e a o refinamento od ped«so q ve  elevamos    dentro para nesse lago nesse âmago saber poisar e s«nesse sopro  qval  svspiro  saber e de novo - asim   qval regressar
para o v«banho mais imples avgoa pvra e frvto agreste és tv  qve oleva  qval acor de coragem qve nem se beste
e sendo qvais  ciprestes arvoresem derredor do nada ali e aondd eaind avibram  ecantam ese entrelaçam e FALAM! desses tempos antigos da smemórias do seresa saber e dos maigos amigas nassombras escondidos escondidas sem se d eixarem nem identificar  definir ov reconhecer pelo chamaentomas  forte  lento mais oalento qve bems e sab  sentir e nesse simples EVENTO asime  harmonia ao sol ao lvar o lvgarao centro qval  pedra tombada a saber denovo elevar e qvando entrios a rvoredos eleados qvais metaisa«em riste e sempre asim qvando vogas as vagas qve sendo desse sopro mais latoe bravio dsse amar e mares que a sim destronam o frio desse s er amplo desse sopro de  encandescer e vando se faça tarde qvand oo caso deixe livre oentardevcer
assim  oh melodia dessaa amaoa calejada desse em si a sintonia da legria da  amizade q ve sempres e perfaz qvandoamor nemsedetermina nem se dvvida nemse acaba asssim´qval a cresta mais  elevada  cristalina a l+em diamentino ser epresneça asim orla perlada nem  sendopintar nem sendo pintada nem doirada entre a mºao qve os metais nem agventa nem svstenta e dzendo os qve navegam NAS AVGOAS
TRAZEM JÁ EM SI O SOM DE VERDADE E DE  E TER NO  AMOR asim sendo reconhecidas asmaisprofvndas litano«ias oa se s aber ovvir a ssvmir eas mais simples veredas de brvmas cheias qve  cvidame  cvramosqve nelas se almejam e  qve  aspiram e  espiralam ao ventre do centro ao seio  a  sim  qvais vagas vma e ovtra vezsedo a ilvminar qvando desde o  ser  em cetro asim em  peqvenos laivos se deixam de pois deslizar essas qve ovves qvais tronos e trovões corações d«vivos dessesmontes amigos amigas amix«zadesantigasmais além
e qvando asim e também sendo  sorvidos qvais nas pedras mais simples nasflorees mais hvmildes asim e  também as sabes recohecer

ao ladodas vagas do mar  asim  nas svas saias  nesses promontórios fristas sa cavas DESDE  DENTRO se ovem  desigvais e nesse alto antigo brio hoje s eparado nem poisa aimagem dese s ev ovtro "lagoa" e nessas qvese preservam aoseremem si mesmas DOCES E LEVES e non mais lestas parecendo assim aparar e sendo asim - PARENTADAS todas eleas  circu«vlos de vidaentrio nada  DESDE OMAR DESDE O CVE AZVL O SE  SABER D ENOVO ENTRE-OLHAR e desde o rvbro maisprofvndo do ventro oh mun«vndo qve non sovv«beste ainda ver a semel a semelhança dp ser em hvmanidade OH SER AINDA EM SER  ESA CRIANÇA wve a ntigas mais preladas qve vozesamigas bem consagradasqve b«vozes olclores qve as  tenhas em  sva  slava e  seiva  asimsalvagvardadas as veredas os cminhos os vier«os tão FININHOS AONDE ACORREEM e sme arar vagas e g«vagas dasmais antigasgentes para os erespresnetes nesse s ev mvndo  neste mvno em papel  asim embevecido reaprendam OS FORTES ACENTOS DOS TRONOS DE  +EDRA NOS QUE SE  TENHAM DESDE  SEPRE REEGVIDOos antid«h«gos  sabedores as antigasmaislaém das artesnobres dessas  iagoas e  o«iarvores e  flores e florestas meiolesas meioa preservar e os s eres qve da via da vida em  si prestes assimsem serem lestos apenas estando presentes asim aos mais vivos  emalegria saibama sim  trazer e passar sem se trespsaar a medida sem se deixqr de  doar testemvnho sem se  dizer qvese sabe antes o saber desse novo  dia  qvando nos foi  dado para tarzer nova lvz a o mvndo...
qve asim e jamais se esqvença e qvando se asvmire tods
além sem  se revnirem assm arrancados
desse bem  e mas imemorial  imeterial por sempre estando paira entriomai salém desse bem e desse mal e  escorre
qvais vias
do rio qve sobe e se assvme
qval oalentodo dia primeiro ao sairpela portae encontrar soalheiro
assim a rvma a sim nos envolve e qvalaespvma desse amor desse  mar bem eé forte
eparece qve desdesvanecesse
vando a cessar asim bem estivesse
permanece latenteali eoande se contase cantee  aonde asime  sempre jjamsis e esqvence
eqvandoa qvecdo nobrio do  vmo dolare qvandoasim non é tido é levado eleveado ao  maisalto cimo em ventre  e m  seio
assima se saber cantarolar
qval efémera chama qval efemera a vela a coragemdesse a  barca asima o verem  entre tantos qve se  somam e  jamais se somem ao reaparacer
 sev caminho
ao brilhar desde o alto ao mais baixinho desse vale qve se  expande veredas e veigas qvais as qve haveria de antes e a srias qve entram bem a dentro qvais riosqve se  deixam aodelta ao amormaor entregar a sim regressam ondas de ir evoltar e ao  darem voltasq vais arcos qve non soltas as gaivotas sabem estar e se enrolar nasONDAS IMENSAS QVAIS VAGAS papenasno ar a parar epoisandoassime trio o  todo oo sempr e emaislé qvanto asim  mais se  vejam as aber se r e  se egver a stvas a sminhas a s nssaspormessas retif«das qvaisem sonhos e s onhares desem em ovtras vias de vidase qvemé algvme para ssaber receber e baraçare acalentar e qvem  maisningvém sem poder nesse abraço ao reconhecer desdepo regaço do rio da vida ao renascer e ao  ser de novo em sva terna 
- e breve- qval - homilia  rele o abraço o regaço a cabeça a se dispor
essa mais simples tábua vivente
qve se reanima no mais íntimo
qve se  veja assim e sem mais

qve
sabe
contar 
e sentir 
as "estórias" 
ás candeias

as memorias
e desses nossos
 ovtros tempos


palavras
silenciadas

silêncios
nas mais
simples 
arcadas

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sim 
e
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