Música

terça-feira, junho 28, 2016

S Ó N O S


D
ES
D
E
A G O
T
A
M
AIS

P
E R E N E

D
E       S
D
E
A N O
T
A

A I E 
M
A I S

A
L
É   M

Q
V    E 
R
E

V

E
 R

B
E R A

E
T
R     E
M
E





NVM TEMA
NVM POEMA NUMA POESIA
ASSIM O SER SE GVIA E SE VEJA
AO SER
AO ESTAR
EM  DE LVZES
BEM REACENDIDAS
E DESSES ORA DESTES
OS MAIS PRAGMÁTICOS
DIAS
A SEREM
E
SE
   SE
CON
    V
     E
       N
    C
       ER
 E
  M
ORA
SE
CO
VEN
C
ES
   SEM
           E
M
   E N
     O S F
O  S
SEM

E
  M
AIS
     B
      E
        M
    S E  V
      AL

      ES
        S
          EM
ASSIM NOS

VALORES
O S
MAIS
    SIM
        P
        L
          E
     S
      N
         E
            S
    S
       E
           S
 B
    E
M

    F
  V
     N
  D
    A

M  E N
  T
AIS

 Q
VE A O S E
F
 VND
         A    R
FVNDARIAM
ES
   SE
O SEV
E
DES
 E N
VOL
  V I
M
   EN
T       O
   E @ '
@ '
   C
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  V
  O
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T@ 'R' @
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T@'
B
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  L
   E
CEREM

EM SI
     M
ESMOS
  @
  '
F O
 R
Ç @
  '
 D
 E
S V S
T
EREM
  @
  '
DIGNA
IDADE
A LE
 G
I TI
 M
A
 IDA
D
E A SVA
MAIS
    BOA

 VONTADE

A
PALAVRA
AMIGO
AMIGA
AI A
AMIZADE

 E
 NESSA
COR DI
 AL I
DADE


ASSIM
 CON
CÓR
DIA
CON
COR
DAR
IA

E AS
 SIM

 C
O M
O C O
R A Ç
à O
E M
MÃO

EM
TAL
PAL
AVRA
ASSIM
T
AM
BÉM
SE BE
      M
  F
     A
     R I
     A





e     m
n
ó
s

v i v e a
a  r

t
e


d
e s   s e
es t a r



sexta-feira, junho 24, 2016

N E S S '@ S l @' g R I M A S EN VER S O S O S S E R E S S O @ M v I t r @ ' I s ' t @ I S Q VAIS AS vês vêm e VOGAM - ondas desse bem deamares AS ONDAS @ 'S V I @ 'J @' D' @ S d @ l @ ' V' R @ S E ' @ s gENTES CRESTAS E CAVAS...




AMAR ASSIM CAELLO
desde o cello
 desde o amor de amares

contido
d
e s
d
e
   e     a   
  s       s 
  
m
a                r
e s I a s


e
m
c'@n t '@ro
s
t
I
d
o   '   s
c
@

n
t
  a   r  o 
t
a
l
s
e r  g  a l

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sim
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e    n
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r     e
e s s a s

e
m

p
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'
I
@ s  e
'
 p
l
@    n
I
c
I  e  S
d  e       s  p
e r t a s
e


sendas livres e vivas 


a s
 vi v a s

 q
@ '  n 

d
o
 t a m b e m


qvase qvatorze
assim sendo lidas dois eixos para as dvas gemas a svster sendo svstidas dez linhas em dez assim svaves e bem assim a se levar sendo qvais a slinhas das gemas dos dedos e dos ovtros
q
ve
b
e m  m e
n
o s  t  e a
t
r e v a s

a
o l   h  a r 
d 
b
a
I
)   (
(o)
@
'
c
I
m
a
e
de 
cima
baixo
q
v @ l 
@
p
ar
e
c I d o s
 assim 
b
e
m
sendo a   s certas





AH
mater
naidade
ah
pater
nesse ser
em vontade
quando une
outra bem se deix@' mora
assim bem se sabem
ao ser
e
ao se
reconhecer
em escolha desse
@' vida assim ao se svster
em mão... de mao...
send@’  entrelaçadas...

estrelas viventes doces moradias;
essas qve vem se vejam... qve se deixam
 veladas por amores... ainda a  se a chegar

 ali e onde non se teme...nem temor exist@’
ade  ainda exista amor dessa @h!...
vereda em plenitvde...dessa  @’ ‘@ escolh@’
e verdade sendo

assim se reacenda.. 
sendo preparada... 
desde @ mais
doce ”IN f @N C I @”
do ser qve despert@' 
para sva morada...

 nesse ser em dom... 
desse som... 
dess@’
 ‘@  vocação dess@’

@’ de devoção...
@li e por @'
'@dentro
 non nos marcava.

 essa 
coisa
estragada
qve depois 
nos
é 
retirad@' e
qvando 
s
d e s d
is
se
   s
   sem

 qve inocência ora asim qval sendo ainda perdida 
qvando soam @' hajam sinas.... ainda @' '@m sinais
 por serem.... @'  se preencherem....


DE VIDA 
DE PLEN
I TVDE
EM VIDA
DE AMOR
A BEM SER
E  ASSIM 
A S E  PREN
  C H E R E M


 as raizes as mais variadas... nessas essas as orlas.... qvais  as vivas pérolas sendo...

fvlgindo e se ovvindo qvam clamor de amores advento e qval  o reverberar... assim veracidade
assim  qval  ao sopé.... desse "monte".... dessa vered@' em sva dit@''@ dizer... or@' '@ se disfarçar em verdes... laivos... avgoas a bem se mostrarem q vando jb'vntos as saibamos - beber  sendo embevecidos qvais jásomsoe q vais fomos bem  trazidos desde p lvgar dese lvme de v«brio e  di«oirada a ve  qve nas avgoas asimoarece se transformar qval orvalho rensce do dia e qval  assim - a  neblina parece e sconer olvgara se tempoe  o tempo  em s ev lvgar...


ali e a onde os finos mais  finos brios linhas e linhos desse nosso saber
 ainda a prendar e non jamais non a prender...  qve assim... essa via....non se pode ensinar...



finos e prateados... nesse anoitecer...  assim nasce e vem e voga e advém
  de novo  algvém de nome "ningvém" a ser bem  nascid@'
  a esperanç@' sendo - qval vela - ao se assvmir... nvma nova  rovpagem
e as gentes assim sabem e agem

 -  e  assim assvmem vm  novo antigo - testemvnho vivo

 - nesse novo ser a despir e sendo de novo investidos...
- nesses vestidos novos... sem  se saber...
 chorar nem c'@rpir...

ao regressar 
ao sev lvgar






em nós sendo entrelaçadas...
qvais as cristalinas lágrimas
desde o estio
qvais os orvalhados
CAMPOS VERDES
DESDE A NASCENTE
AO SER EM MAIS 
BEM ESTAR 
E  
ASSIM DESDE 
VERÃO AIND




A  o contentamento além mente a saber reconhecer

 sem  seqver ter de ser a sea pegar
– assim livre sendo
- e sempre sendo  a svster

svstido o faixo 
desse viver...
ao mais alto... 

desde o ser
CRIANÇA

SENDO
e
 ASsIM

ao 
se
REVIVER

mais 
@' BEM:
LEMBRAR
ASSIM BEM
s e
S V C E D E R
@'
  O V T R A


FOR
Ç@'
QVE 

N
  O S
  E R 

qvese diga
bem e após:

ser-se e mais  sendo
 MADVRO


  esse
O frvto do fvtvro
  qve se bem
tenha ainda or@'
O
  l
  v I d O  
   d @ d O
        '
   d e
 t  e r a s sim
 a se m en t  e 
@' 
@' @
    r'
   @ I  z 
             o 
cavle a matriz

qve desde sempre e por sempre e desde
qval MVNDO INTEGRO INTEIRO E
PLENO HAJ@' VNIVERSO...LIVRE E 
VIVO QVAIS F O M O S C OS M O S A
                           S
        S I M 
           V
            I
      VE E ÉV

E   RO 
E VER
DA  D
        E
I  R  O 





por   entr’o  saber  - secreto o sabor a sal e o sev aroma assim... amor em verso as saber atravessar...
as ignoradas veladas  qve nos mantenham  assim.. tal  qve encravados...
no tempo no espaço nos desígnios qve bem nem sabemos e nos dito – rotinizados – qve  nem vogam em chegam nem  advoga,  ao tempo advir nem ao tempo que sendo livre  é assim qval absorto  - qve é PLENO E VIVO E ÍNTEGRO  e non dissolto;


– e mais além  desse  qvintal vivente leva ao ovtro -
 – ao qve nem se  veja nem se  deixa ver a viajar e -  viajando – bem viaja e vem por dentro  qval a mais fin@’ @’ragem...
 – nos leva  qval  folhagem e  ao pairarmos... somos nós assim qvais desatados -  nesse fvdamento  aind aonde e também bem vogamos...  e por ventvr@’ voltaremos ao Ser
assim
qval@’ @ folha – da arvore da vida qval a ave qve sendo... sva...  sin@’...  símbolo e vnificar...

se segve sendo aviva e se segve
 sendo... vive ai e aonde...
 bem estej@’ de novo...
e
@’
 ‘@
 bem
ven
h
@  ’
@ ’ n os...
 c  h

 ... am ar...