Música

terça-feira, abril 19, 2016

OD IS S E @ QV@ O AR g ON AVTA asim non sabedoria nemsaber reentrar qval arco qval conselho qval convid@r es - qval circ vla res red omas enred ondas qvais lagrimas qvais bema vejas - soam qvais palavras do de sse c@r po desse coração bo desse corvo qve vejas em negro e azul electrico ao cév azul também bem prece - qvando volte este sedes van ece de te bem res gvardar - e avardar espera asim até ora subir ora descer ora ao tombo desse tal "argivo2 sev«gvir ate aonde encont r@r gvardar es @ v al or



H
@
V
I
@


havi@m
seres
que
 se
svblimaram


 e
ao
svbirem
sem
sea
svmirem


escadarias
dess@s
dest@s
nossas as vossas

@s
vezes

as 
vozes

essas
qve
 soam

assim concordes
assim concórdia
entrias 
cordas e sopros

se
resvmem 
mais bem
se 
revn@m
 e 
vn@m




 sendo @ breve

distânci@
Imenensa
!
qvais
os
nos
sos
 ceos

@
a b a
r
c
  a     m 

qvais
vales
@os
sevs

 p
ro
mon
t
ó r i o s


 e
es@s
vivas
promessas
vejas 
'ind@'
 v
@
s
ainda
'
por
ventvra





- as marcam e quantas e qvantas essas as linhas dessas tais  estrelas que sendo assim bem tocar quais  os cravos que sendo livres dignas trovas sabem ainda por bem - dizer -  quais brancas orlas e paredes antigas desde o escvro  send@'elevadas e desde o azul dess@ sva luz ao svl desse o lvgar e ao norte costa
q
ve
conste 
consorte
as
sim
e
tam
bém



desde as terras de morte as costas de norte

desde o cantar 
cântaro

ao
sev
cantar
o
cantábrico

@
NORTE
!

SEMPRE
e
@

V O
G
A R


AO
@
VO
G
AR  ES
SEM   PRE

 E
@
O
SEMPRE
EM
FRENTE


AO
RES
VRGIR

E
AO
SEGVIR
SEGVR@

SEGVIR
@
RVM@

E
@
E     S
S
@
VIA
EST@S

G
EN
T
E
S

soam 
qvais
as
ondas
qve
vem
 vejas
e
'nd@'
 se 
bem
e
 agit@m

dessas
 BEM
SE 
DES
DIZ
SS
E
SS
E
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Q
V E
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AM B ÉM

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o
cântaro
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e
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s

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 i a  v
g
v a


  cabelos
plenos
animan
t
r a
n s
p
a r
 e c er


assim
qvando
desde
d'esta

@
ess@
'
integra

 terra
plena

inteira a barca
 sabe 
assim

se 
desvanecer

e
sendo

vivas e vivos 

os cântaros os canticos e os cantares 
cantam trovam riem
 chovem 
bem
 qve
choram


 qvando ascendem
por 
entr'os mais altos

patamares 
e
os
mais
prendados
pilares
...




altares
desta
terra
sempre foram 
bem
segvem
sendo


assim
de
cor
discorrem
qvais
vejas
bem
qvais
vales
tenham
assumido
e
qvais
promontórios

olhares 
primorosos

formosas
as
svas
faces

mais belas

qvando
discorrem

 e
segvem
qval vale
qval vela

valer
se
valesse
valeria

apenas
nessa
plvma


sem
ser

@o

amor

 nem
se
doar

ao

Mar


sede
tivesse

assim
amargvra
se
tivesse
em
si
@
maior

segredo
apenas

@
vma
tal
leveza


P
V R A
A G
R
E  S
T
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 leve

 o 
sev
segredo


nem
ao
s@l

assim
tais
bem
 l
Id@s

sem
saber
em
 ao
sev
doce
@
amor
@
amar

assim
@
tam
bém

doce
sabor

 sem
ter
de
o
provar

assim
bem
saber
@
s
p
e l o

b
em



sev fluxo
send@ 
profvd@
sev
flvir
desde 
o
confim

deste
desse

nosso
antigo
mvndo
em
de
r
red
or
e
por
alto 
alvora


 antes 
de 
s
er en ar

al v or
alvor a
 alvor
ada


 ágva de vida
por
entr'as rosas

 e 
sobre
a 
mais
alta

plenitvde
 de
verdes 
l
v s
e      s
AV
RO       RA
p
lantada




voltando
assim
q
val val

assim
qvase
é
ser

s e
m
p
r   e
I
g
v  a
l



chamada devida feitiço meiga maiga que  sabe nos adormecer qvando vejas suas ondas svas planícies eternas 
mãos de vida plenas qvais conchasbem anvnciavam qva avgvas e fogos non nos qveimam nos doam a vida sempre son rosada e sempr sendo a honra de as proteger essas gvaridas meigas amigas aonde a ondas sabem permanecer e prevalencendo ao lvar ao sol ao vento no ventre desta dessa da nossa terra MÃE apenas sedes lavam qvando assima s beb@s também
...

ao
@
s

p
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c
r
v
t
a r e
s

sev       ser

P R O F         V N D O
q
val
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M@r

esqve
cen
do
o medo qve vem
ora
' ind@ '
h
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onde
 nada

seja
treva
ainda
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onde

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no
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t
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frente a frente


 olhar   em   olhar

 d 
 e
s         d
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c e o


a          o  
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nessa
ir
a
nem
nessa
espada
abrir
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 q
ve  d es
v
a   n
e

c
e s          s e


tempo  o lvgar e o ser seres sendo
e
q
val 
vma
janela
(JANVS - que bem se entre e olha o fvtvro do passado @o presente é pas so p or v er ainda se saber doar)


 ao infindo ora ao infinito a saber voltar qvando a ontemplare sem saber dizer qval o sev
olhar doirado
qval
o sev desdizer
assim de lagoas de brumas desde o passado
ecos dessse porvir desdeo fvtvro advento
assim
qval
vma palavra
há devir
desde @ virtvde
 sempre
ao 
sev
centro





lembra de bem acalentares no peito até ao mais ínfimo or ao mais alto e vai ao bem
mais
profvndo




e sempre sendo assim nos em sva força e forma e nome
de vida o mais doce canto

o cantar
o mais breve
esse 
qve de 
bar
ros
finos e leves
assim 
pelas
prór
pria
s

mãos pelos apelos de
coragem
em corações assim - de mais menos descreveapenas deixa o solo VIVO aroma de ser
viv@
n
tig@


dess@ espvma apenas porbem veres o cev clarejar a tva face limpida e despida qval avgoa
nessa mais cristalina nascente ilvminada pelo cev
PRESENTE DESTA
VIDA D EPOR VIDA POR SEMPRE - send@
gravad@
em topo de mastromais alto ergvidas qvandoalu«vzdo sol ao raiar as toca qval  brisa ao veres as ondas do sev lvar assim sendo pratas de vidro em svas palavras silenci@
o mais alto brio o mais breve passar
estando ali qvedas
lidas svas trovas ainda entrias trevas ali bem sejas qvando bem te e stejas ao ver abeirar
essas tais frondosas
elevadas
e bem
ilvminadas por vma lvsiada
força qve vem desde ti
e se chama
vida em força e forma a se ver
ao
saber
se
v
er
esp
@
l
h
ar


escorrendo lisas sendo alisadas qvais os ventos mais felizes que desde o mar atlantes segvem de azul ao brio desde o a zur ao frio e egvem o s ev cantar quandoo cantar chega a sva foz desde fonte o sev  a veja e a vem a ssim esp
el
har



bem
 tenham visto o sevpassar
por entre o  rvido flvido desse ser de
"abelos doirados"
qvando ilvmina a luz mais candente pratas dadas qvando beijadas pela luz dessa senhora de nome em si 
mesmo
sendo
presente
selado
selene
serenoo seu cantar o sev  cantaro rodadoe sorriso alegre  etriste qvando do verde é asim toldado - e qvando vem voga alegre brio flor mais formada assim se bem sempre desde as altvras e conta e canta e sorri com a gente desses vales desua vida prenhad@s
...



decoram
 desde o ser de amor ao ser a vida toda plena asim contada sem ter conta a sua gvarida nasce e sendo sem ser de partea sim flvi 
ém nós a viva
a VOZ ao sair desde o centro  cor de ventre que se prece se o  ofecese parece assim svblim@ e p@r es cid@ aparecendo desdeo ventredasmontanhas todas desde as mais  antigas filigraasdestas terras - as fragas s endo regadas e as tais  pedras verdes OVTEIROS ressoam qvais vims plenos  ao largo e qvais pinhos e sspinhos pinhos e pinheiros
e as masi alegres rosas frondosas encontradas entre os espinhos desses moças dessa mágoas dessaque agam ora bagas sempre foram amores amorinhos namoradoss sendo negros os desínios doces os seus FADOS - agvas pvras frvtos agrestes cantava MELLO qu've bem assim TV TAMBÉM ME DESTE numa TAÇA de amor  vestida e num der red or assim bem soava quando se  entretinha 
o ser qve pensov 
assim
qvando
menos  
as 
so 
p
es
sava
d
es


 nascidos
 nas altas EVRI«OPAS rvpas em vid es pojadas







 - 
qve
sendo
  do
amor
 amigo

desse
tal
brio
-
 asim bem mais to de«iz que desde além amor ao teja um pequeno - talho de vid ano coração me  perfaz ainda perfizera  flis e tal qva  uma tal  ao se reencontrar emnós aind a aviv@es tal chama quandoum   se entrelaça por entrio  ser ooutro be e barac«ç@ assim o que bemmenos  se possa - ainda soergverquando veja deovoa verdade! ah! verad«a sem ter temp nem idade  ah1 primo rosto etre os  oares quandoem roda vid«va a sim vida se fez e quando sism uma outra vz e sempre asim de bovo a o receber essa força em forma huaman dessa tal humaniadde a sim chamarada viva em  doce boca amig@! assim um beijo de vid a everdade a sim se perfaz proentria pedra racga«hada a chamada  a chamar   achama da vida dessa eva vivaz e asimd ebovo  ressvrgir neascimento ao de leve  filhso do mar  filhos  do filhos desse vento  com sntido ao sentimento desse brio em chamarada  forjada ai e aonde ainda o sopro cor  responde....ao doirado ser non crado renascido pr«ela frorça do amor que sendo - fraterno e etrno asim desde as mãos se  vê e pranta e asim se elva e levanta e com  ardor sabe d izer cor a cragem sem nada de s i  taranaprecer apenas ester e s er e tocar sem saber   e tocar sem se d eixarentrever e saber asim de lado a d'lado d el é s ales de d entro av'beixo por dentro e aforq eu nem um  senhor  nem uma sem hora sim apneas  qvem b«vemnoperf@s ora perf@z...





DIZ
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qve
vés
bem
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s

V

I

V
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de
qve
terra vem
esse
 o
mais doce
brado

qve
por
mvito

qve
sendo 
livre e ledo e lido


 - 
sopre 
sobre
as
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go
as
-

todas
deste
m
v
n
do

e
desde
qvando 
descende
ora
desce


dessas
doces
avgoas

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...




assim bem se ds fizesse se uma ovtra chamarada vivaasim esper esperasse qval simbolizava essa dupla faces tua sempre imensa! e aminha avedenovo vivae non com a sas partida de quem caiv por vós sem nome sem nobreza semter de ter em simesm@ a cor da coragem apenas a sua mais viva e plena 
@
natvreza
...



consignam e entrias vozes a spalavras see sgrimem qu'vais dons de varões ue nvnca partid@s
apenas send
 entretecidas pelas ãos mais encardidas em cor e m coragem asim  sendo humanos brios  sendas briosas e  reacendidas as velas desas tais caras velas a sim proentrio s lvgares mais bem .  observados  desdeoos ceos aos mevs desde o snossos  aos vossos desde os mais antqvos


"lagares"




 avgoas vivas
ali e mais além a lgo oraalgvem por bem  asimse  r  en contraram
e qvando de pois dd e TANTO - TANTO TEMPO paenas sou«vberam entre ver . um som uma sonoridade um hino sem ter de ter  tempo nem  idade vm simbolo - de voa vontade de  voa verdade de boa  espera e esperança  rubra a vela -  assim clara aidade e qvando e  qvanto sov vissem e bem segviram gviando e gviam«vam estrelas pares por ainda aonde  estejam ora estavam sendo - espranto - esperanto...

uma tal  gvia e luz  son sem ter de se saber de cor reconhecid a aanima  amiga pelo som mais forte a desper  adespedida asim qval sau«vdade ensina a savda a saida sim sabe ser de vida sabe  ser do brio sabe sair de entre o frio para o amago para o maor maislivre epor netrio frio desse tal tremor a sim desde o ceo mais bem escrit@ asua  sina mais bem dita asim pro entria dor e masi al+em das duvidas se bemse e rguesse uma dá diva que de terna fraterbna chamarada asim bem s egvisse e mensos e sob«vbesse apenas um beijo pro entrio mar o maor e  adistancia sims me ter em temp asim o que bem mais a o  centrodo leme a sim a barça a s braçadas  os nados  os que forma brados de revnir um mundo . itegro ainda inteiro por netrios pedaços de  segredos e des atla imagem  viva a vida plena em ser e tar . em humanidade a sim . repreendida ora aespera de asim sedes flor ar..