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segunda-feira, novembro 30, 2020

computação pessoal - coração de ideal




nessa tela, sempre meio vazia - meio cheia de vida

há espaço para se pintar, sonhos de mil cores

letras de mil amores, páginas por deixar

de serem lidas, letras garridas, 

inspiradas pelo amanhã...


gentes de todas os lugares,

dos campos às cidades: 

sonhadores que vagam a voar:


nalguma que outra folha, 

desse Outono passado...


nesta chuva que não molha

manter passo acompassado

passar assim no ser diário,


pairar nesse olhar toldado...

sem se ver arvoredo algum

em nenhum lugar

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