Relação, amor – a si e ao outro, sorriso, abertura, bem estar…
Patch Adams, um ser humano diferente, um médico único.
Relação, amor – a si e ao outro, sorriso, abertura, bem estar…
...poderão apagar as palavras,

Believe!



Para além do controlo ou controlado… apenas e simplesmente pairar
Falar com as mãos, com o abraço e com o olhar e – mesmo assim – não querer parar de falar
Fazer de cada minuto um Presente, querer vive-lo plenamente e o substrato da vida aproveitar
Partilhar… toda a vida que se encontra, o mundo as coisas e as pessoas, simplesmente para te ver brilhar

No fundo, um sorriso teu ilumina o mundo,
um dia é como um segundo e quero apenas voar
E quando um desce o outro se eleva,
quando um está na luz o outro mergulha na treva, num perene abraçar…


Somewhere over the rainbow… there’s a realm of quietness and beauty, a realm of ever vibrating colors and forms waiting to be born under our dance, inside our song…
What we can see, smell and touch is the echo of what we are… and there’s more of us echoing on the unseen and waiting to unravel under the delicate fingertips of our honest search for truth…
Love has become the bridge between the ever smiling awareness and the being which wanders recreating this realm until it may find “home”.

Two spheres of light becoming concentrical tune together under the same heart-beat and a third new entity happens in to existence…




No Sábado, estávamos na aula… os meus “campeões” de meio metro tinham vindo… como já se começa a tornar costume, entregam-se de corpo e alma (e eu bem que o sei, pois passam a vida a requerer a nossa atenção) durante duas horas, para aprender mais e dar mais.
Nesta dinâmica das artes marciais, é importante facilitar ferramentas de trabalho válidas para a vida do aluno… atitude, capacidades de raciocínio, cálculo de distâncias, orientação espacial, ambidestrismo, consciência do corpo, capacidade relacional, auto-confiança entre outras… bases de qualquer arte marcial que se preze.
Neste âmbito, vai-se criando um ambiente familiar, que se pretende intenso e agradável – o ser humano apenas desabrocha por inteiro no solo fértil.

As adversidades (os desafios) que lhes apresentamos são criados para reforçar a consciência das suas capacidades e da capacidade de transcender-se, não como formas de estabelecer limites estanque que os prendam desde dentro numa tenra idade.
Neste contexto, foram criadas equipas para torneio e demonstração. O estímulo para o desenvolvimento é enorme e, como contagiamos as crianças com a sede de aprender e de amar o que fazem na arte, torna-se complexo explicitar a criação de equipas diferentes dentro do seio da família mãe.
Como vão ter de competir uns com os outros, mesmo que entendam que são todos companheiros de trabalho, no fundo é complexo dissolver a sensação de vencedores e vencidos, de melhores ou piores…
A essência da arte marcial implica unificar a humanidade (como a dança, nascida ao mesmo tempo).
Como é complicado dar esta ideia a entender, dialogava com o grupo explicando perante as suas caras “virgens” neste assunto, que agora - ainda que fossem a mesma família e que continuassem a ser como irmãos, teriam que competir como equipas separadas, pois as normativas assim o exigiam.
O Gonçalo, de 7 anos, que tem sempre umas saídas engraçadas, chamou-me - dedo no ar:
“Professor, professor, tenho uma dúvida!”
Lá olhei para ele, com aquela cara castiça que o miúdo tem, procurando discernir qual a novidade que sairia daquela cabeça nesta ocasião.
“Diz Gonçalo”
“Quando disse que éramos como irmãos, queria dizer irmãos como filhos do mesmo pai e da mesma mãe?”…
Bem, o sorriso aflorou, e os de 10 anos lá se riram da pergunta do moço.
“Não Gonçalo, é porque suamos juntos, damos o máximo juntos e crescemos juntos debaixo do mesmo código de valores” – esta seria a resposta que lhe poderia dar logo que a pergunta aflorou.
O interessante é que as crianças conseguem trazer à superfície o fina que é a camada de verniz que os adultos aplicaram sobre a sua estrutura social para que esta aparentasse coerência e sentido…
Bem-haja as crianças que nos desafiam a mantermo-nos fieis à honestidade original.
MARCIAIS

Quando se olha no espelho e se crê no que se vê, para além do julgamento; quando o amor ultrapassa a moral e o abraço pleno é abrangente para nos acolher por completo: então despertamos…
Contra o herói solitário, que combate tudo e todos com a sua vontade indómita, ergue-se o vazio do final do caminho uma vez as trombetas em crescendo deixam de ecoar na sala de cinema da vida.
Porque é que milhares de pessoas lutam contra a maré, dão o seu corpo, mente e vontade para conseguir um objectivo?
Também há harmonia no encontro de novas formas de se entrelaçar na dança da vida de uma forma livre. A questão é gerir a abertura desde a tirania das actividades programadas para a imensidão de um tempo não pautado.
Quando as sintonias que se ouvem no exterior conseguem penetrar a nossa fronteira, então somos presa da totalidade que nos envolve.



enfim




Era mais do que evidente… à medida que os seres se separam, a consciência profunda da sua identidade grupal diluía-se no jogo de luz e sombra do Ego.

Este ano, sei que estou ligado a pessoas que têm dado tudo o que têm para dar para que eu exista, viva e respire – para que seja quem sou. Sem Amor, não existimos.
Este ano espero que algo bom daquilo que sou possa tocar as pessoas que apostam diariamente tanto naquilo que entregam.
Um sorriso quando alguém chora, ou um silêncio quando alguém quer falar…
O Barco parecia não aguentar o temporal. Por todos os meios, os homens procuravam segurar as velas, mantendo-as firmes, ainda que a qualquer momento poderiam rachar…