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quarta-feira, novembro 10, 2010

Bleed to know you're ALIVE






É a dor da separação que faz com que a Humanidade se atinja mutuamente para se sentir próxima – no sofrimento ou na alegria, sentimo-nos vivos - e é nessa consciência que negamos a inexistência;

terça-feira, novembro 09, 2010

O dom de VOAR



Ouvindo o silêncio ocupando o espaço que é teu quando estou a teu lado;
Sentindo falta dos braços embalando o mundo sonhado neste coração angustiado;
Faltando a música falando do Homem que se esforça por manter este barco a vogar
Entre as ondas que agitam o ânimo opondo águas de um mesmo Mar
Nestes dias nos que levantar o dedo, apontar sem apelo e acusar
É bem mais simples do que abraçar, confiando sem medo e cuidar:
 

Espera-se a música que fale da coragem dos seres que arriscam amar:
Nos tempos que correm, O amor sonhado torna-se suspiro ou sorriso partilhado…



Mesmo assim - simplesmente obrigado!



Pela luz do teu olhar...

Os tempos que CORREM


O sprint começou… é tempo para pensar o mínimo; para sentir o estrondoso explodir da hormona ou a eterna liberdade do ideal vago e utópico – aparentemente perto e nunca alcançável – mas sempre optimizável: (compre complementos e a sua vida melhora!), acessível a qualquer pessoa – “Você tem o direito de ser feliz – se não o é – é SUA total responsabilidade!” ("INCoverTo" não assume responsabilidade pela penosa existência a que TODOS estamos sujeitos: Qualquer parecença entre “isto” e algum período feudal medieval é pura coincidência e se  - por acaso - pensar que paga mais impostos do que outrora é apenas porque o argumentista da tragicomédia onde navega todos os dias se esqueceu de colocar o asterisco no local correcto para corrigir a afirmação de que nada mudou e apenas o aspecto parece diferente).





Faça o curso "I", aumente com o anexo I’, faça o seguimento do curso com o complemento “m”, seja melhor do que o vizinho com o suplemento especial “f”; consiga duas vezes mais pelo investimento inicial com o complemento “you”; poupe tempo e dê mais tempo aos seus com a actividade “ck”; desenvolva o seu poder de opção e dê sentido aos complexos da sua vida com o título “ed”; no fim: porque você e os seus precisam de se divertir, vá desfrutar do filme estrondosamente 3ds “up” – “Altamente”! e ria e chore com a avozinha, o avozinho e a criança virtual - enquanto os seus estão algures numa instituição particular qualquer a apodrecer – ehem – a crescer: como cidadãos (porque somos modernos, responsáveis, civilizados e conscientes, claro!).


Cena 1 – objectiva sobre a cenoura…
A cenoura abana, ondulando – plano detalhado da cenoura em varrimento – cores douradas e amarelo entre um laranja “kiche”…
Um fio – pendendo frente a atrás – tenso como uma linha de pesca… a câmara sobe, acompanhando um vermezinho que se arrasta fio acima: ondulação atrás de ondulação.



Cena 2 – objectiva ao longe – as ondulantes extensões de erva ao vento, o canto de uma águia ao fundo – ecos de liberdade. Riscos montanhosos em fundo avermelhado, enquanto o Sol se faz ocaso.
Eco da águia sobre o fundo do vale câmara que varre o céu outrora azul, tingindo-se de cores escuras enquanto as primeiras estrelas acendem no firmamento…

Cena 3 – Um som irritante vai ecoando sobre o grito da águia que se esvai. O terreno acidentado vai-se observando em detalhe – os cristais perfeitos dos pedacinhos de quartzo - vão cedendo lugar aos pedregulhos escancarados de um caminho de cabras entre um monte íngreme, tão íngreme que o “me” escorrega e cai.

A parte de trás de uma carreta de madeira - toscamente trabalhada - balouça nas tais ondulações harmoniosas, enquanto a câmara vai subindo lentamente para identificar o condutor do veículo móvel. Tralhas sem jeito – televisões usadas, pedaços de porta de carros velhos, cobertores com tomadas pendentes… um sem-fim de "ferralha" compõe o cenário, enquanto o zoom máximo da câmara virtual leva o espectador até à ponta da barcaça móvel onde estará o condutor…

Cena 4 – O eixo da roda - a roda que roda… o vento que sopra e uiva e o pó que se levanta. Verde de fundo na erva que ladeia o caminho estreito, vermelho fogo enquanto o sol se despede por debaixo do carro que roda em velocidade estonteantemente… lenta; mórbido: o som de roda sem lubrificar vai enchendo o espaço da sala virtual, onde o espectador assiste impávido ao filme última geração da experiência IMAXina.

Cena 5 – a câmara mergulha – ouve-se o batimento cardíaco pausado e profundo, sente-se um respirar cansado, a humidade da sala aumentar e a temperatura ambiente a ficar quente. A cadeira vibra como se os músculos tensos não pudessem suportar mais tensão, os óculos virtuais fecham-se sem mais foco do que um ponto de luz brilhante que se vai perdendo na imensidão – de repente a imagem passa para o exterior – o espectador última geração vê a imagem do burro, olhando extasiado para um espaço infinito onde dança - de forma cada vez mais lenta e pausada - uma cenoura pendurada de um fio, em um pau esticado...


domingo, novembro 07, 2010

AMAR O ÓBVIO



Ao longo do tempo, miríades de deidades pessoais se têm interposto entre o óbvio e o escapismo, de forma a levantar ídolos de bronze onde apenas há o mais evidente – o que UNE E LIBERTA.

É fácil de AMAR um ideal abstracto, um qualquer guru iluminado que nos prometa mundos e fundos (sobretudo em época de pressão psicológica intensa);
Fácil de embarcar em viagens a lugares exóticos para a satisfação imediata da curiosidade e vontade do novo… mas – será que sou eu que decido ou algum sistema de marketing e consumo está a decidir por mim?



É fácil invocar a guerra do masculino contra o feminino, do feminino contra o masculino, dos árabes contra o mundo judaico cristão, das crianças maltratadas ou de qualquer outra “novidade” que “nunca existiu antes com tal intensidade e necessita da nossa atenção consciente imediata” e nos impeça de ver que os pilares que movem o mundo se mantêm os mesmos.



Lembrem: temos de salvar o planeta, os animais, as plantas, as florestas, a economia, a política – “hobbies” extraordinariamente importantes - sem dúvida…



E – para que estas cabecinhas pensadoras estivessem aqui, em primeiro lugar - e para aprender a amar conscientemente: deu-se o passo de fazer dois seres transformar-se num novo ser; deu-se a oportunidade para que esse novo ser cultivasse a opção consciente de amar um outro ser para além de si mesmo; de forma a que o ciclo de AMOR se perpetuasse.



O que vejo na fauna e flora diária e na ecologia moderna é uma ameaça ao "balance" do planeta: o pilar fundamental – o abraço humano – está em riscos de extinção.
O que vejo é o AMOR humano em riscos de entrar para uma nova dimensão paralela, de harry potters e varinhas de condão, “alienada” no abraço ao vazio e ao abstracto quântico como desculpa (desculpem – opção alternativa) para iludir o óbvio.



O que sinto é que dói cada vez mais a separação daquilo que é mais íntimo e puro na essência de estar vivo – o sentido de pertença, o carinho e ternura: paixão ancestral refinada à base de tempo, dedicação e entrega.
Tudo parece extraordinariamente importante para o MEU desenvolvimento como cidadão, como profissional, como homem, como entidade cósmica, como adjectivo qualificativo ou substantivo para além do genérico e – o óbvio – aquilo que se cultivou desde tempos imemoriais – parece ter-se deslocado do centro do campo de visão…

Pois o mais importante – para este ser humano – são as pessoas e, dentro disto – amar é prioridade.



Agora – cada qual com cada quem - arranje a sua forma colorida de preencher o mundo de cor, luz e alegria (ah! Às vezes dói que se farta mas – já alguma vez teve algum ciclo de vida no que a dor não estivesse associada à alegria, ou na que as dificuldades não antecedessem o bem estar?).

Talvez algum dia cheguemos a uma terra idílica onde apenas exista o verão – lá veremos que fazer com a fruta murcha no chão ou até ficaremos com saudades das flores de Primavera sem o Outono e o Inverno que as antecedem.


Sonho com o “óbvio” e cultivo o “prazer do imediato” pensando fazê-lo no futuro… um abraço ser humano lindo e maravilhoso!

terça-feira, novembro 02, 2010

Curso Vital



No insondável labirinto da mente,
Uma força pura vem do interior,
Fazendo do agora um eterno presente
Inundando memórias de vida e cor…

Transforma-se a vida em rio corrente,
Jorrando sereno em água clara
De canto simples, fluindo amena
Mar de água igual que NOS recebe e embala


Abraço surgido desde o peito
Força movendo montanhas imaginadas,
No Ser Humano que cresce e vibra
Passando de promessa a verdade revelada…

Entre a vida e os seus ecos - Só o AMOR é real.

domingo, outubro 31, 2010

Restolhos gérmen do Sagrado


Quantas opções pelo imediato?




Quantas vezes que se escolhe e se encolhe a escolha, se vai em frente e vira de lado?



Quantas vezes o carácter partido por esperar encontrar uma resposta que apenas surge após se ter escolhido dar um passo?



Quanto se deve ir atrás da ilusão do efémero, de cultivar o fútil em vez de dar azo ao sereno, sólido e firme?



Procurando o sagrado nas fábulas fáceis e cultivando o profano no sagrado da intimidade… esses não somos nós.

No coração ainda cremos no amor – por muitas voltas que a vida nos tenha convidado a dar… ainda cremos que podemos lá voltar.


Sou ar de signo, água de sentimento, fogo de carácter e terra de berço… sou tudo isso e sou mais – sou as escolhas do meu caminhar – e renasço em cada momento com um “sim” claro ou um “não" cristalino.


A vida é o que faço dela – como o tempo: dá como resultado o projecto que defini – e cada vez custa mais apagar a folha e reescrever nela o teu NOME:

Vamos caminhar – traçamos o rumo, escolhemos o trajecto e desfrutamos de tudo aquilo que o caminho der a partilhar…





CADA LUGAR TEU É SAGRADO - cada passo do teu caminho te trouxe até nós – no profundo, sabes isto... agora: cada momento nosso é a verdade, amanhã – se os não alimentamos – serão apenas lembranças e restolhos entre os muitos outros fragmentos humanos que ainda vagam errando por ai e além…


Mais logo – deixando o nosso espaço vazio – não guardado – perdido e enterrado entre milhentos espaços iguais – cada lugar teu será igual a outro lugar qualquer, cada gesto teu será um gesto igual a todos os demais… e a rosa deixa de ser especial e transforma-se numa outra rosa banal – e eu quero-te livre de tudo isto… por isso MORRE E RENASCE - comigo...

Que Eu faço igual…


quinta-feira, outubro 28, 2010

Simplicidade



Certos Momentos
Nos que se encontram os ecos – e não a voz…
Nos que se vê a sombra – e não a luz
Nos que se sente a falta – e não o calor…
Nos que se corre sem rumo para que o que desvia e seduz…

Há um eco verdadeiro, há uma voz clara e cristalina, há um olhar
Há um sentido profundo, há uma alma que é tua e é minha, há um voltar

E - há momentos nos que estamos no centro da existência
Momentos nos que tudo fala de um mundo feito por nós!…
E – há momentos nos que tudo é longe, tudo baço 
Estejamos entre a gente ou estejamos sós...

Há tempos nos que o mundo gira tão depressa!

E nós corremos, resfolegando como cavalo aprisionado,
Deslizando por uma planície inerte a passo acelerado,
Sem terminar de apanhar esse comboio imaginado,
Que - cheio de sombras escravas - ruma para a imensidão sem fim…


Mas – desde o vazio – uma voz ecoa um espírito de liberdade…

“Uma voz que fala para mim!”


Desde a vastidão – a memória profunda de um abraço
Entre o engano das horas o eco vivo da saudade
Sorriso cúmplice preenchendo as reviravoltas da vida sem rumo
Desde o coração – chama que acende, lembrando a tua verdade…

Nos gestos simples e discretos, dois caminhos encontrados:

O Presente de um momento feito Tempo partilhado

quarta-feira, outubro 27, 2010

Espírito - Eco Ancestral



O Horizonte interior é belo…
 
E este mundo deixa entrever linhas ondulando no coração de quem ama…

No fundo, nós seres humanos - nunca estamos realmente separados - ainda que aparentemente distantes…

Pois - entre outras coisas - o abraço permanece…
 
Entre outras verdades:

Sorrir para o Ser é marca de presença entre as incompreensões…

Bom aprender – bom caminhar:

terça-feira, outubro 26, 2010

Des-Humanidades



O que fazer quando sinto que não sou o centro da minha existência?

O que fazer quando o Universo gira rápido demais e o centro deixa de estar no coração para estar na mente?

Parar…

Há quem teime em acelerar – porque assim se resolvem as coisas…

Há quem deseje ir mais longe, arriscar mais, dar mais o litro, esticar mais a manteiga sobre o pão…

E depois há quem precise parar…

No fundo – as prioridades – são sempre as mesmas… a mesma que estava lá no início…

Antes de que houvessem horários assassinos, tarefas idiotas, prostituição das horas e dos tempos em prol de um melhor leitor de C.D, de uma educação musical mais elaborada para o filhote ou um verniz mais elaborado para a unha postiça…
Antes de tudo isto haviam dois seres humanos que se abraçaram, e tudo o resto foi concebido para que esse abraço permaneça eterno…

As prioridades, para ESTE olhar sobre o mundo, são os seres humanos e o seu coração…

Quando as prioridades não existem, vivo para um mundo de arbitrariedades…

No fundo – quando não se sabe para onde se vai – todos os caminhos são bons…


Roçamos o nihilismo e - da fase da revolta - passamos para o cordeirismo servil, para a alienação de ideias novas que modifiquem a estrutura ou para uma estrutura que dê mais e peça menos…

À falta de um abraço (sim, um abraço de uma hora por dia, terminava com todas as asneiras das linhas acima, além de encerrar metade das instituições psiquiátricas do país, dois terços das prisões, três quartos das unidades de internamento oncológico e a totalidade dos cargos de chefia que actualmente gravitam no país das gestões dos tempos, dinheiros e vidas humanas quantificáveis)…
À falta de um abraço - temos a ilusão mental do mesmo – através de filmes, livros, novelas e imaginações fugazes de encontros de ponta que descarregam hormonas em catadupa – para depois manter as mesmas asneiras suicidas em cada passo que damos na vida… ao agarrar o telemóvel em vez da pessoa, ao conduzir-se carros como animais perigosos entre a selva citadina, na reactividade hostil quando não nos satisfazem as prioridades…

No fundo – civilizar implica desumanizar e – neste processo – a tortura pode ser mais ou menos evidente – ainda que termine - na esmagadora maioria dos casos - na construção de um casulo sólido e cinzento – no que outrora habitou um ser vivo palpitante de luz, cor e energia.

Bem-vindos ao momento, à aparência, ao compre agora pague depois, ao use e abuse sem pensar na consequência, ao consuma agora pois todos são famosos, estrelas e heróis do seu próprio filme…


Bem vindos à terra do nunca…

A ver quem é o cavaleiro que desanca o engano e traz o cálice da verdade…

segunda-feira, outubro 25, 2010

Procurar



Subtil enlevo e beleza, deslizando entre espirais mágicas
 trazendo sensibilidade e mistério… eis o que aparece…
Saber-se enovelado nos femininos véus,
Confiando no coração que os rege
Meus sonhos nos teus…
Sentindo doçura e simplicidade num abraço,
Toque suave da mão dada falando mais alto que mil palavras;
Vives na intensidade de um olhar - nela a luz de todos os universos,
Ecoa ai a escolha feita pelo coração
Um “Sim” repetido a cada momento
Entrega subtil confiando no simples.
Entrega ao elaborado sabendo o essencial – confiar, crescer, amar.





segunda-feira, outubro 18, 2010

Pontes entre Nós





Caminhando por entre as sombras, senti tua luz irradiar;


Sentindo na entrega a liberdade de ser autêntico,

Sabendo que pertenço sou alguém,

E, ao encontrar-te cá no fundo, sei que já cheguei...



Bom estar em casa – até breve!

Angels


“I believe in Angels”…




Creio no que Une e Liberta.

Creio na Luz do olhar.

Creio no sorriso,

Creio em caminhar – passo a passo – para estar mais perto do coração…

E tu moras lá…



Creio em Ti.
Até logo

domingo, outubro 17, 2010

O Dom de Amar


Para além das desconfianças, está a confiança de amar

Para além dos desencontros, está o encontro de querer se entregar

Para além do que se pensa, está o sentir fundo no olhar




Sei-te já plantada em mim,

Debruçado, com o guarda-vento e a redoma

Espero, para te ver germinar

quinta-feira, outubro 14, 2010

Sentir






Que as artes são o meu caminho e que, caminhar, é coisa de ousadia, sonho e perseverar…

Sentir, que o amor começa como uma chama,
como uma terna amizade, 
como um partilha honesta, 
Que - sempre – leva à verdade

Amar…

Doar, o que sou e sinto, em linhas estivais,
Movimentos que ondulam em flores e espirais,
Sei-te perto, muito perto – tanto - que te posso abraçar
E, no entanto, tão longe – tanto – quanto a mente pode separar
Sou poeta, sou gigante, sou mostrengo do além Mar
Navego entre o mundo dos vivos – sempre – para Te encontrar

Sei-Te perto, sinto-te longe – musa neste peregrinar
Mesmo  preso neste rochedo,
Entre confusão e medo
Sei que nos vamos libertar

Entre ventos e marés há um mundo,
Velado para todos os demais
Um mundo de luzes, cores e música
Que juntos podemos desencantar

Meu sonho, canto entre a penumbra,
Aurora anunciando Luz a raiar
Canto do galo penetrando as sombras
Marcando a hora da consciência voar

Transformando dor em vida,
Transformando a revolta em ar
Para que respires e sintas
Para com ela poder cantar

Entre os desvios da vida,
Entre agulhas cruzadas de relógios a acelerar
Por entre ruídos das escolhas inertes
Que levam a alma a naufragar

Perto - aqui,
Dentro e mais além

Entre o vazio dos momentos perdidos
Sem que se ouvisse o eco da tua voz em mim
Sei nova vida entrando em teu seio;
No silêncio o coração dizer "sim"

Uma palavra mova o mundo, o amor a pedra para a firmar
Até já!

terça-feira, outubro 12, 2010

Beyond TIME


O Amor não tem tempo, nem lugar – É AQUI E AGORA




O Medo tem tempos, locais, formas, estruturas, manias e condiciona.



O Amor não.



Aqui e agora – cultive-se o que se ama.



Um abraço para todas as vozes que sintonizam esta VOZ.



Em especial para aqueles que a OUVEM e a fazem VIBRAR.

domingo, outubro 10, 2010

Hexapétala


O Pastor - MadreDeus



A Barca - Luar na Lubre



Som do Ar - LUAr na LuBRE



O SoL - MillaDoiro (o feiticeiro na Montanha)




Hay un Paraíso - Luar



Gallaecia (Chalix) - Luar na LuBRE



ROMAnCE Triacastela - MillaD'OIRO



A DONA - AMAncio Prada (Trovadores Místicos ROMAnticos)



Te Quiero Libre - Amancio Prada



Chove en SANTIAGO - Luar




Tu GITANA - LUAr (letra "ZECA" - Jose Afonso)


Luar Na Lubre - Tu Gitana
Carregado por Warner-Music. - Veja mais vídeos de musica, em HD!



O Caminho da ESPERANÇA

domingo, setembro 26, 2010

quinta-feira, setembro 23, 2010

Greater than Good




De um coro universal ao som de uma ave delicada cantando entre o vento… seu canto voa longe… invade a alma peregrina que vaga perdida em pensamentos e sombras…






De um dom abafado até a um canto livre, de uma promessa quebrada até a uma esperança reacendida… quantos vagamos por entre a sombra até ouvir o som do pássaro que anuncia o nascer do sol?...




Segue a tua estrela, na noite escura segue a tua estrela… desde o ocaso até que as sombras se dispersem, confia na tua estrela…




Greater than Good

terça-feira, setembro 21, 2010

O que Une e Liberta


Ouvia a taça tibetana, sentia a sua vibração, entrava em sintonia com o ar que vibrava, com o som que se dividia em agudo, base e som habitual. Modulava o fluir da haste que lhe dá sentido, sentia o centro na respiração, eu era o som, era a taça, era o ar que entrava e saia dos pulmões e que ecoava em redor… e, subitamente, os sinos da igreja começaram a tocar. A minha taça respondeu e vibrou – um som subtil – como um canto claro, que se fez cristalino.




Uma voz de criança ecoando entre as sombras, que se elevava em ondas de bruma numa manhã cinzenta…



Parecia que aquela magia terminava ,quando outro sino tocou ao longe e – estranho – a minha taça ecoou nesse canto fino, nessa voz apenas perceptível, nesse raio de sol por entre um dia de inverno; depois um terceiro sino ao longe iluminou o éter… a minha taça, o meu ar nos pulmões, os sinos ao longe e todo o ar que vibrava entremeio - todo o tempo que passava entre os três, e a distância que parecia separar o que está sempre junto – nesse instante, nesse lugar – tudo se fazia um e a luz cantava…



Se tudo o que amo e amei, ao longo de todo o tempo e espaço, entrasse em sintonia – como um coro de vozes intemporais, como crianças que cantam em uníssono, e se unisse ao mesmo acorde de luz dos que amam, então o mundo seria iluminado.

Se – no caminhar - sentisse ecos dos passos daqueles que amo e amei, caminhando em silêncio, em frente e atrás, lado a lado, então a marcha seria um rio e os entraves da vida seriam desbordados por esta força que move montanhas e limpa as imundícies da vida.




Se cada ser que ama a vida e aspira a ser parte de um mundo melhor, respirasse em uníssono, criaríamos uma brisa que seria vento, levando as nuvens negras para lá do horizonte.



Como vasos tocantes, sintonizando aquilo e aqueles que me fazem sorrir, sou mais do que eu. Estou em contacto com aqueles que amaram no passado, como aqueles que amam agora e impulso aqueles que amarão no futuro.

O medo é a única cegueira…