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sexta-feira, novembro 20, 2020

solstícios - palavras ao vento sobre o sentimento



nesse teu olhar, a olhar o meu...

nesse teu sentir, a viver o céu...

nesse teu querer, avivar sem mais


luz do horizonte, 

linha terna que nos une, 

promessa de um novo amanhã...


aonde se elevam as trevas quando tudo o que temas seja realidade sem fim

quando o nascer do dia seria nova alegria para ti e para mim... se chegasses

aqui... a este recanto, a este poema sem encanto, 

a esta letra sem melodia para se poder c@ntar...

palavras ao vento,

sobre o sentimento

nesse algo que chamamos amar

a sós, só nós...



a sós, nessa imensa borbulha que flutua por entre os laivos de solidão

sempre nós, ess@s que se encontram por entre laços sem voz...


e nessas telas - ecrã palpitante, 

fazer surgir a emoção de um instante;


palavras a mais, sons entrelaçados, 

os mesmos versos de outros fados:


destinos que são sempre unidos, 

jamais separados, pela imensidão...


mens@gem

 



esperar... que me leias...

que nestas páginas cheias

possa haver espaço para mais

palavras de sonho e ideais...


reencontrar, rumo entre vagas de gente a caminhar

descobrir, plantas e mundos de sonho por colorir

partilhar, a luz da tua presença o silencio no teu olhar

e ir, para aonde ainda exista tempo para se unir...


sentir, essa maré eterna sempre a subir

vogar, no imenso imaginário e voltar

a crer, a estar, a viver no esperar...


e assentir... sem mais nada;

dizer sim em cada curva da estrada


pensar que estás em cada dedada neste poema

e em cada melodia desse teu imenso tema...


ouvir, as tuas peugadas ao chegar...

e sentir que este coração volta a acelerar...


se me lês qual por terra adentro

qual ria desse oceano sem fim...

se ouves os versos, 

palavras partilhadas

por ti e por mim...

recriadas...

quinta-feira, novembro 19, 2020

por entre as marés



estar entre ondas de tormentas

e na pequena ilha aonde te aguentas

ver mais e mais ondas a passar


e essa barca incerta

que te leva pela porta aberta

e essa vontade de voltar

a crer, amar, sonhar...


remos perdidos, leme à deriva, velas roídas...

e as pessoas... a passear... 

entre as ondas das avenidas...


olhando sem te ver... 

quem te reconhece nesta maré?...

tantas gotas de água de humanidade... 

passando nas artérias cheias desta cidade...



acreditar

 



navegar neste mar de tormentas

e triunfar aonde parecia que tudo se perdia

encontrar uma luz na noite qual nascer do dia

e sonhar como antes esse amor que sempre condizia

quarta-feira, novembro 18, 2020

encontrar a luz no teu olhar



pontos de encontro a se encontrar

horas vagas para variar

locais com gentes diversas

tudo alinhado entre coisas adversas


se por uma vez resultasse

bater a uma porta

entrar, encontrar e ficar

se por uma vez resultasse...


mas nestes espaços vários

neste mudar de portas e armários

neste divagar - procura-se, 

experimenta-se 

e volta-se a tentar...


não há chão firme, nem porto seguro

o mais sólido que se encontra está ao pé do muro

da rua, da avenida a passar, 

num piscar dessas gentes

entre o verde e o vermelho a divagar...


e sinto tanta saudade

do meu sonho sem idade

e nesta imensa cidade

ir e voltar à vontade


e já mais não ver desencontros

se não olhares reconhecidos

onde antes havia apenas pessoas

que surgissem bons e verdadeiros amigos...


que enorme certeza;

entre montes de gente

encontrar abrigo, reconhecimento

não apenas um olhar ausente


e neste cantar sem questão

neste vagar com razão...

encontrar lugar

não só no que faço

assim também

no coração a passar...

na luz do teu olhar...

terça-feira, novembro 17, 2020

curvas sec retas



ir e voltar

e em cada nova vaga

o ser que não se para

recomeça a caminhar...


e vamos e vemos e voltamos

em cada espaço, em cada novo passo

um silêncio a desafiar... e em cada nova pisada

nesta via, nesta moderna estrada... seguir sem hesitar


pulsátil, ágil, volátil... qual o sonho que nos foi dado a cuidar

essa promessa de flor mais bela que se encontra à janela do nosso olhar

essa luz estranha que nos ilumina em cada novo instante desse ser humano inquietante...



esse ser efervescente que nasce e renasce entre a gente quando se junta para celebrar

esse algo efémero que se desprende qual um cabelo para vogar no sopro belo dessa vida a palpitar

e no cinzento escreve poemas ao vento e espalha pétalas de prosa entre azul e rosa...


essa inquietude que não nos larga mais, essa longitude sem medidas iguais

loucuras a horas incertas, por entre as certezas, sempre secretas

compassos sem linhas rectas... e réguas com riscos a mais...


e nessa explosão saborosa

nessa imensidão glamorosa

nesse momento... tu vais!...


descobres florestas abertas entre os beirais

encontras lumes acesos nas pedras dos locais

fazes festas quando não é tempo das tais...

e o tempo voga para lá seus segundos iguais...


in for ma (t) som os com put a dor @s





ao estar sentados

ao ficar cansados

calad@s...


tantas avenidas e jardins

tantas folhas... verdes e coloridas!

tantas gentes em vestes de cores garridas...


ao se olhar

no olhar cego

desse ser de credo

que olhamos sem hesitar

que nos revela telas sem fundo

e mundos por desvendar... e ao se levantar


caminhar de novo!

respirar, sem nada a restringir o sonhar...

e do entramado de suor e umidade

entrar num outro eco que diga humanidade;


nestas avenidas sem fim

colorir portas abertas

para ti e para mim...

verdades ainda incertas...


das conversas veladas

sobre um pouco de tudo e de nada

fazer avenidas férteis de cores iluminadas

de janelas abertas ao sonho infinito!

cantares das palavras no que não está tudo dito


e do carnaval nesta mascarada

olhar além do rosto e ver o tudo e o nada

a dançar... entre o poisar célere de pés investidos

de asas de sonhos outrora prometidos...


e nestas reclusas de informação

ver águas desses lugares

dessas outras idades

desses outros portos de navegação


paragens... imensas!...

não só o que dizem que pensas...


segunda-feira, novembro 16, 2020

nós ideais...




se gostava de te encontrar

se caísse a minha miragem no teu olhar...


se tantas possibilidades fossem ecos reais:

melodia secreta que nos faz procurar sempre mais


se desta condicionalidade encontrasse uma palavra simples

um eco sem noção de nação ou idade... um eco de verdade

um grito secreto que se pudesse cantar e ser musica serena

nesta forma de caminhar... 

marés de gentes...

tantos seres iguais;

e desde as nossas humanidades,

ficar à espera de outras realidades

que nos reunissem mais e mais!


neste canto de desespero, neste labirinto de medo

neste lugar... há sempre esperança para se voltar...


a começar... 

pela letra mais simples... 

"a" de "amar"...


e descobrir caminhos velados

que nos levem para outros lados

aonde o ser simples importa

e o amar não tem mais volta


aonde ainda existam

paraísos terrenais

e pessoas cheias

de humanidades a mais


e se ainda estamos

condicionados

pelos medos que nos vigiam

mascarados...


então abrir asas e voar

e no voo,

nesse trilho secreto

abraçar novos (e ternos) ideais...

poema migrante - primeira parte


quando se não entende

a linguagem da gente


quando tudo

parece obscuro

nem transparente

nem seguro


quando te apressas por chegar

e chegas e vais chegando...

a nenhum lugar;


quando te precipitas

uma gota neste oceano

e hesitas... por estar só


tu és a água

do rio diário

do mar que nos cerca

do oceano que nos inunda

desta humanidade jocunda


que é fértil em obra e pensar

e voa aonde não mais se pode chegar


nestas ruas de pavimento

e betão armado...


quando caminhamos sempre sós

mesmo estando tantos lado a lado


podíamos ser tu e eu

podíamos ser só nós...


podíamos assentir em silêncio

no mesmo olhar, na mesma voz

sábado, novembro 14, 2020

PARAÍSOS de pros per idade




paraísos perdidos, ecos resumidos

caminhando desde vários sentidos


artérias... imóveis;

sentidos... pobres;

itinerários que convergem

ai para aonde se olhar 

e não se depreendem...

é aprender a vogar

nesta onda chamada "lar"


gente aplaudindo, latejares sentindo

uma praça cheia, entre teia e teia

num entramado de suavidade

em cada eco que clama cidade!


instrumentos de percussão

que latejam ao mesmo som 

na melodia do dia a dia

ecos da melancolia...


esses passos meio abafados

trazendo sons de outros lados


praças desertas desse tempero

fazendo abafar o medo...


e no caminho entre ninho e ninho

ninguém está sozinho...


nesta floresta de quem ama e não se detesta

conhecemos... desconhecidos... 


estão nas ruadas sem princípio nem fim

estreitas beiradas abertas

em ti e em mim


ruas de escadarias certas

aonde só o céu não tem confim...

metros de gente




neste entramado coerente

neste fluxo entre gente

nestas portas sem janelas

abertas para vê-las...


neste local sem fim

nem final...

aonde as gentes

nem andam bem

nem passam mal


entre os sorrisos mais prezados

e saldos nesses outros lados...


nestas estátuas, vazias de vida...

gentes que procuram o nascer do dia


ecos de vida passageira...

por avenidas de outra maneira


sentado, lado a lado

sem nos olhar...

vemos horizontes pesados

que passam devagar


e lá ao longe

uma voz prenuncia

a paragem exata

desde onde

renasça o dia


H @j@ ou ver





Se penso, que houve tanto caminho para não se chegar...

Se vejo, uma a uma as imagens perdidas para te encontrar...


Se mostro, as chagas abertas neste vagar...

Se sinto, tanto deste mundo só dentro do meu olhar...


E, sem mais, deixo o presente erguido, num pedestal

Um verso escondido neste ser de cristal...


E pensar em esquecer... devagar... 

as paragens secretas que me ensinaste a pisar...


Até um dia, nesta noite que não quer terminar, 

nesta alvorada que ainda não nasceu 

em quem vejo por aqui a passar;


Reflexo escondido desse lugar

Onde tu e eu nos encontramos 

para bem celebrar...


Versos simples, palavras discretas, olhares transparentes, paragens secretas...


E voam anjos disfarçados, entre as florestas nas que me pensas...

E descarregam tempestades por entre estas planícies desertas...


Luz do teu ser, imagem do meu pensar, horizonte de linhas varadas

Barcas encontradas para voltar a navegar... 


E pontes! De vida! 

Essas que sempre nos uniam... 

Nesse terno e discreto palpitar;


Desde águas mais íntimas que se crescem ao se corar...

E nessa tela... entre branco e cetim, onde gostava de estar;

suavidades sem idades

que nos tocam assim...

A ti

(que me lês) 

e a mim

(sem fim)




Madrid



Os gostos, as texturas, as emoções e os montes de pedras tão belas... tão duras!

As gentes, no seu olhar, mergulho entre ondas e ondas que se repetem sem cessar!...


As ruas, exatas, as praças que neste vagar eterno 

reluzem como pratas... calor de inverno

Tão longe e com tanta vontade de se estar perto!


E o renascer,em cada dia alimentar esp'ranças e voltar a crer!

E o definhar, em cada momento no que a névoa cega o teu olhar...


Pontes que unem margens, sem rios para se parar...

docas secas... sem barcas... sem novas águas por onde se navegar...

Artérias pesadas de gentes que vogam ao som de um mesmo cantar

Coração de nação, entre tantos corações a palpitar!...

por entre o dia aparece a noite velada





Quando procuro, o teu olhar;

Quando caminho, por entre ruas e prédios...

Sombras erguidas sobre este meu ser... 

Ainda chão por pavimentar;


Quando não estás entre tanta gente!

E sinto que perco o meu lado coerente...


Quando te procuro e sei que te vou encontrar

essa força indiferente que não tem forma de parar...


E sempre, sempre encontro essa pendente

que há que subir sem cessar...

olhar o cume e imaginar

essa tua estrela a cintilar


para mim é noite, 

ou lusco-fusco do ideal!

quem sabe se será premente...

apenas esta vontade de te amar


e na noite a alvorada demora

a hora é senhora

e o amor não tem forma de entrar


e eu não paro de te chamar

perdido entre tanta cinza 

do que foram os sonhos 

que deixei de alimentar...

quarta-feira, março 29, 2017

rumos no olhar

um rumo mais a seguir
uma viagem a mais a se fazer
pelo bem estar de servir
pelo bem de bem querer

pelo amor mais pleno ora mais forte
que dê sentido ao tempo
sem ter de se falar em morte
de sonhos viventes
de fantasias a decorar
estas paisagens sorridentes
a luz desse teu olhar

e entre os pómulos mais preciados
que se vestem em gargalhadas de azul
quais as madrugadas de céus despejados
ora choro-as eu
ora as choras tu



ora se limpam com teu sorriso ora brilham no meu olhar as madrugadas mais intensas tardes onde me entregar ora noites para se sonhar... e quem sabe... amar

novas vestes

estável pleno afável
o tronco, nu ao de cima
sem casca
sem crosta
sem medida

pleno para se abraçar
sem espinhos em volta que rasguem
a sua intenção ao se entregar
e o ser enorme em sua extensão
quer seja que faça chuva
quer pareça que faça sol

nos abriga sem duvidar
nessas passagens sem criva
precisa a atenção a se dar

amor em humanidades entregues
em palmas de mão aberta
para quem as eleva

em braços
em seu redor,
abraçando
e no tempo
oh!o tempo
de amar
de querer
de entregar
doce encanto
esse que o faz
assim florescer
sem parar...
e nova casca
em si
e em sua volta:
de novo a crescer
quando o amor de humanidade
se mostre em face de homem
e de mulher...

terça-feira, março 28, 2017

o caminho para o centro

descobrir o caminho
para o centro
para o estável
para o que de nós
sempre fica visível e amável
sendo gentil o toque suave
a palavra alegre
o fáceas livre
de quem assim a descreve
e a procura com saudade...

segunda-feira, março 27, 2017

o levamos por dentro

quando uma mão amiga
se juntar
num lugar
numa atividade
sendo par
sem par

e nessa labuta intensa
nesse algo que mais se pensa
sem deixar
de procurar
nessa poesia quente e fria
nesse dia a dia
de mão cheia ora  vazia
preenchendo:
o capitulo mais intenso
daquilo que levamos dentro


nesse lugar vazio esperando ser preenchido tempo de se entrever o ser  de homem o ser de  mulher em humanidade acrescida em passo no tempo em passada acompassada de mão em mão preenchida

alegria sustida - em espera de um lugar aonde se entregar

ver-te em alegria sustida
sentir-te perto do peito
olhar-te sem ser de partida
e aninhar-te no mais simples evento

braço em
abraço dado
mesmo dentro
lado a lado...

quinta-feira, março 16, 2017

da oportunidade ao mudar

num momento, um relance de tempo
um sonho atempado
poderá levar-me para algum outro lado
aonde começar onde recomeçar andando
viver e jamais deixar
a oportunidade pela frente  nos passando

segunda-feira, março 06, 2017

nudez de amor

dias e noites sem  destino
dias sem tino noites assim
sem mais... por que sim...
e no dia a dia que se estabelece
penso mais é em ti... e anoitece
nudez que o coração jamais esquece,
presença tua que em mim permanece

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

silêncios e presença

silêncios detrás da presença
tantas pessoas
tanta gente em derredor
silêncio do ruido esse barulho maior
entre esse teu valor assim elevado
o silencio aonde é de sobra
é a sombra do ser amado...

terça-feira, fevereiro 21, 2017

uma poesia pequena que se espera valha apena do poeta a paciente poetisa e a musa que nos orienta e qve não nos perde de vista

nesses mundos nos que navegavamos
humildes trajávamos veste shumanas e subreais
quando nos encontravamos as colunas deste mundo
balouçávamos e os tempos mais alegres ou tristes
se fundiam quando no espaço nosso  habitava a legria
de bem estar de bem querer de abraçar um outro ser

mundos infinitos dentro universos a se entre-olhar

quando estávamos
entrançados
louvávamos
o ser que nos unia;

quando nos elevávamos
ambos em cada lugar
estávamos
juntos
a ser par
e juntos
olhares
reflexos
éramos um
éramos assim dois
sem perder os rumos
destes oásis
dentro da imaginação
e a fiel coragem
assim
ali
nesse nosso coração;

de novo Primavera!

hoje, só hoje, pensei em ti
hoje, só hoje dei por mim assim
qual estar no teu regaço
sentindo a vida passar
qual em calmo fogo baço
como se de memória do aconchego
se tratasse
como se de um ponto cego se abraçasse
e bem se perfizesse mais um cenário
e nesse estávamos nós como fora
como como poderia voltar a chegar
depressa  o mais tardar quando tu quiseres voltar-me a ver
aonde e onde e quando estivéssemos sempre a contar
um com o outro, mano a mano; numa amizade maior
a embalar, o que somos por dentro, o que fizeramos,

num novo "mundo real"
centro com centro
doce lamento
coração de Outono agora
qual ser primaveral...

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

VERSO A ESPIRALAR...POEMA QUE PAIRA NO AR...

mais simples que pensar
que na mesma ramagem
na mesma árvore da vida
nos iríamos encontrar
que nas mais simples folhas
dispersas

poderíamos de novo achar

o gesto simples
espiral formal

que dançando aqui bem na terra
nos convidasse a nós a dançar

e nesse preencher a vontade plena
com um gesto que valha a pena

para nas folhas escrever

o romance mais simples
compaixão assim a arder

na noite mais fria
no silencio apagado

pelo uivo mais estranho
do vento que parecia...
silenciado;

e pelo ver olhar e sentir
nesse  sentido a se abrir
nesse sentimento fechado
nesse estar logo a ouvir:

o suspiro
desse amor
bem acalentado

e sem se dizer
apenas a suspirar
alento suave
mãos a entrelaçar

na mesma dança em espiral
no mesmo  rugir do vento
ainda que lá fora anuncie
temporal
no circulo fluido da vida
de um sentimento amigo
que se traduz
em sua própria maneira...

nesse ser
que se entrega
e se entrelaça
aonde quer
que queira

e nessa que já sabe estar
por dentro a ver vogar...
o sonho depois descrito;
o sonho ar em suavidade
e devagar e sem divagar:

de novo o dito

o que se silenciou
o que na dança da vida
por fim... se achou...

PARA ALÉM DA IMAGINAÇÃO UM GESTO SIMPLES... POR QUE NÃO?....


nessas dança ao luar quando nada se perde e tudo de se tem para se doar 
quando o subtil véu da noite o  sopro da brisa nos acolhem em seu manto qual brilhar de fronte  ent'rias criaturas todas que fluem debaixo
do rio de  fluir do mais íntimo da essência do existir
desde o regato mais pequeno  e brincalhão que  traz e traduz a transluz o sonho e a ilusão em imaginação pungente qual  um eco de vida e uma mensagem em forma de canção tão quente como aconchegadora assim no simples aspirar assim em súmula  na sua hora de vida de cântico amigo em força  de uma pequena  leve  ligadura que une ao mar de cima que une ao mar de  dentro que une ao grande mar

aonde sempre vais 
por fogos  não mantidos  
os fátuos e livres a se exprimir e expressar
nessas pequenas localidades aonde ainda  existem os seres pares
que nos ouçam sem terem dedicação por obrigação 
apenas  sendo livres e vivos e plenos dessa vontade 
sem menor razão do que tu e  eu  estando assim na idade
como sempre deveríamos estar: 
um tanto outro tanto num passo a passo para nos encontrar...

desse estar presente  aonde termina a mente e começa o muito mais  aonde se renasce quase contente contentamento do momento aonde  estais  ambos a rodar pelo apelo em pleno ar  se visses  quantos sonhos se podem transformar na luz   simples do luar quando os vejas como nunca os vistes... na luz do olhar desse de quem  nunca desistes

as montanhas efemeras que vemos e os mundo sinteriores que bem sabemos unidos apar e passo em canto e dança em solo baço - de manhã ase erguer em solo sereno de dia a saber estar por poder ser visto tocado sentido e no lusco fusco ser abertos fechado ou - requerido de tia a mim e de mim a ti

junto nessa vida aprmeter-se
juntos nesse lugar que ainda não vês
num a fazer simples comoverse
e em verso  sereno assim seguira té  esmorecer
e nessas as palavras mais faladas
que em silencio se dizem sem nada mais revelar
em olhares quais as mais belas entradas
pelas estradas do dia aida a seguir a té se consumar
a sua sina o seu ensejo as palavras
que bem desde o centro do mais  a haver
e dese  ao  querer  estar e ser sem sentido
além do querer... quando querer  queiras
assim a  vogar e sem mais
assim quererás estar
em meus olhos
tal como estes
anseiam pelo teu olhar

so o coração ainda nao esquece e sente a primavera que não se desvanece

nestas lágrimas que caem
dos céus quando mais faltam
quando as cores da natura
em de-redor se adornam
para nossa criança
seguir farta

de tons e de suspiros candentes
de adejos ao se ver e de traços
de corações tão contentes!
É PRIMAVERA!
Não a ouves já?...
sem carnaval a mascarar
sem um calendário a disparatar
é Primavera... já!

cantam os pássaros
as aves poisam na rebentação
das  nuvens que se douram
das aguas que vem novas desde o prado
desde as pastagens coloridas
em tons de verde e  de verdade
foi renovada com saudade
e nascen novas para nós as ver-mos...
e nessas mil e uma fagulhas intempestivas
de cores que só o coração sabe trazer-nos;

sexta-feira, fevereiro 17, 2017

neste dia
que consideras assim "teu"
neste dia que é tão teu como émeu
neste dia
tantas pessoas a se  dedicar...
a te mostrar
a te elevar o olhar com alegria!...
a dizer o que se tem que dizer
seja de noite ou de dia
neste dia és tu quem brilha
somos todos nós que brilhamos
em reflexos vivos
e em trejeitos livres nos mostramos;

assim como tu desejarias
ou assim proferirias
as palavras
as mais quentes
as menos frias
para bem acolher

o teu ser Humanidade
de cada homem de cada mulher
ouvir o sentido ora sentimento
esse que palpita sempre cá dentro

para assim chegar a suspirar
sopros de vida que nos possam de novo inspirar

nesta celebração para ganhar alento
para que  o inspirar venha sempre por dentro...

e se repercuta em eco cá por fora e em eco de vida
chegue a mim assim em qualquer hora

para em cada momento seguir a marcar
pautas de prosas que se eregem em poemas
pautas de trovas que se perfazem em novos temas

em alegres sinfonias que baste abrir ao rir
e ao olhares em verdades pares
parecidas ao se ver a abrir

o contorno simples ao abraçares
os labios de quem os deixa

o adejo o soletrar silencios
sempre em qualquer desejo
e inspirando assim compaixão;

ainda que dizendo... sim!
e
querendo dizer mais... não!

assim se coloca o verbo amar
e se desloca para a vereda verdadeira

desse ser e desse querer continuar a estar
na lagoa mais silenciosa resguardada sempre tão cheia

de augoas doces doces augoas
palavras para se doar
perto do ouvido silente
no abraço que permite continuar

a dizer sem nada se ouvir
a continuar a tecer poesias
de ti e desde ti para mim
essas as de todo-los dias;

barcas de fantasia barcas de emoção contida...

poemas
poesias
distantes desde o principio dos dias
quando a celebrar é a vida que paira no ar
em ti e em mim
essa que se emociona
em cada limite que se expande
e vem e sai da porta para fora
com alegria
com a inteção de mudar
algo novo
pedra viva
para gravar
em escultura singular;

a tua obra esguia na palma da mão
a minha retratar essa beleza em fantasia
tão perto e tão longe do coração;

assim ao peito levado com outro que palpite e desperte
ambos ao solo verdadeiro de amar ancorados
numa barca que jamais vergue

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

ao se fazerem sonhos verdade nos perfamos na realidade

quando estivermos
lado a lado
olhar em olhar
quando as capas se rasguem
ou se diluam ao nos ver passarjá lonje
dos medos das duvidas das faltas de esperança
assim te encontre assim me vejas
assim  me ouças assim sejas
simples e bela como o entardecer
sensivel e forte qual madrugada
simples e subtil qual o anoitecer
esse anoitecer de luar e pratas
e quando oiças a voz desconhecida
desse ser que trova sem parar
desse coração que tem em ti e em mim guarida
saibas que fosses a primeira
a ouvir essa nossa voz a começar a falar
e qual crianças recém nascidas
qual poema poesia
asssim a se saborerar
lento suave e leve
qual despedida
que ninguém deseja
para depois se voltar a encontrar

e nessa saudade
destes tantos e tantos anos!
deste esperar que sejamos à vontade!

assim seguir e seguir sem parar
seguir com o coração a alto

no peito a se exprimir e a nos abraçar
e no passo de eco toldado
pela emoção  de o saber assim tanto
ouvir sem saber
ouvir o eco do entardecer
o eco desse passo dado...
a dois como assim tem de ser
e ao caminhar, sem querer, ter andado
indo e vogando - andando vestidos
de entrelaçados dedos, abraçados como só nós saberemos
vestidos de gemas assim a se saber reconhecer
lado a lado em todo o lado marcar pauta sem nada dizer

apenas com estas roupas
apenas com estar
apenas com o ser
apenas ao abraçar
e nesse novo desconhecer
para criar a ilusão do momento e nela plantar fina flor

e nessa semente entr'io espaço e o tempo nãomais a perder
sempre a ganhar n'uma  so palavra de amor um mundo novo a começar
e nessas lindas folhas briosas apenas por estares lá assim tu
sentindo perenidades formosas
das folhas ainda aonde se escreveram as prosas
que antecediam posias sem fim
eu em ti
tu em mim
ao rever-se
reflexo do mundo em tom de cristal
pingentes cintilam os momentos
que de verdade ainda poderão em nós escapar
de entre as rédeas do que não é permitido
e trazer sonhos do nada
qual da promessa do amanha  um novo ser renascido
até ao mundo sentido e vivido
no fiel presente desta nossa ansia de poder voar

gravado no sibilar e no suspiro o teu e o meu qual brio e leveza a condizer qual fogo simples e brisa anos a fio a se saber entretecer



gravar em palavras
em gesto o que vai
além da semente
de quem cresce
dia a dia

essas que se anuciam
entr'ia  imaginação e a fantasia
e mais acima árvores de cores garridas
flores e frutos a  serem  verão e veredas

em mão todo-los dias
a serem plantadas
na palma das maõs
nas plantas dos pés
discorremos
por entrio verde
e a pedra mais quente
ao final do dia
desses calores serenos
de beijos amenos
das palavras qual sentes

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

celebrando

depois de um primeiro poema
depois do dia e do tema
depois de que o amor
coroado
fosse entre homens e mulheres celebrado
depois de voltar a celebrar
em beijo a braçogesto a par
sempre que se torna ao fogo do lar
sempre que se volta aprender a gostar

terça-feira, fevereiro 14, 2017

PREENCHENDO DE AMOR E VIVER esta o ser Homem em busca do ser Mulher e visa o verso em HUMANIDADE que encontra via caminho e se transforma passo a passo em Verdade

enviar a palavra par a esta
a que não se ouve em vida
e de amor e e vida nos atesta



e estando prenhes desse viver
apenas de sol a sol sabe estar a esquecer
nas madrugadas vem e nos ilumina 
e nas noites cerradas 
nos sabe e nos ensina e nos aproxima
suave e subtil sempre parece
e de dia intensa 
qual compaixão 
eco de vida que cresce 
em quem e a quem assim se merece

e dessa outra mão 
que se cuida 
e deste sentir ao saber ser e cuidar
e dessa mão que já nos é amiga ...
assim prometida se  sabe entrelaçar

e nesse caminhar de peito próximo 
quase quase a se ver o abraço a chegar
sem maior poder do que  estar perto
sem maior subtileza do que o ánimo certo

sem  olhar ver por dentro e saber trocar o alento
pelo ser ao se deixar inspirar e ao ser inspirado
ao estar assim parece que voltamos a estar lado
a lado de novo a caminho desse lugar 
que para  alguns  ficam no centro
para outros no movimento desse sentir-se a avançar
para aonde  
para  quem
para quando
 assim  provém 
de um  dia 
de um relance 
de um lampejo 
de  um relâmpago que rasgou um ver-se a dois 
e mais  qual beijo que se doa ao ar até se  encontrar 
logo ao lado  o ser que nos é ser a par 
para quem era assim considerad@...

lado alado

nestes dias perennes
que chegam atras uns do s outros
a palavra de verbo amar
chega connosco se houver
asina para se ler
napalma de mão dada
o passo passado
eco dessas plantasque sempre poisamos
de mansinho aonde nos descalçamos
umpoquinho
para nos sentir breves ea nu
o sopro de algo supirado
assim qual brisabreve num ouvido amado
em saber ouvir
e nessas palavras pequenas
que me contas de todas -las maneiras
quais cintilam as estrelas fixas
essas que nos dizem que são verdadeiras
essas que nos dizem que sao verdadeiras
e tu mas dizes sem sequer pensar
no nome na qualidade
talvez seja assim amar
saber que o segredas a pessoa correcta
e que todo o mundo equivale a uma grande recta
para se caminhar
a par
para se andar serenamente
lado a lado
para se conjugar
o meu ser, o teu ar
com a terra e o céu estrelado

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

entre fios desatad@s e a meias entrançad@s

nesses cantares diurnos de belos seres que aos pares invadem o nosso olhar
nesses detalhes tão simples e tão profundos
que se  dão e se oferecem mão em mão...
e desse olhar simples a esse simples olhar
que é tudo e não tem nada
ano inteiro a saber modelar

a visão
o contentamento
o toque de soslaio no tempo

o ouvir a palavra "amar"
o sentir esse arrepio na alma
quando  outro - o ser -
nos confia que nos vê e nos ama
réplica que assim haja também...

pequenas legadas letras
mais quentes que frias
quando em poemas
prosas ou poesias
alguém para para tas ler

e quando alguém lembrou de escrever simplesmente para ficar
a te ver a te sentir a te ouvir a te olhar...
viver na recordação, melhorar em cada passo a se dar
e  para a próxima vez que se tenham entregue as poesias
sejam quais vós sois e soais noutro tempo... noutro lugar...

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

num instante um universo a integrar

um pequeno minuto
um segundo
para  entrar nesse mundo novo
aonde so tu podes entrar
aonde es quem sabe se dar
aonde eu estive
um dia aonde procurar e renascer
tantas vezes sem te encontrrar
ainda pensando nesse latejar
nesse pensar em ti ao parar e te olhar

ao se lençar um prenuncio de vida
na orla do caminho a se dar passos juntos
no momento quando  todos juntos estamos
esperando um no outro o encontrar

de alegria na dor que se afasta
de sintonia na melodia
que nos preenche e nos basta...

já mais de doze anos e segue a chamar por vós

nesse olhar nesse ultimo olhar
nesse sorriso desde a dentro
nesse olhar
nesse primeiro olhar
nesse abraço que desperto
me fez a mim também despertar

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Numa prosa simples num pequeno poema difuso

num poema  numa prosa do dia, ode da própria poesia
que se demora que se esvai que deixa a minh'alma
que chora e o  ánimo que nela descai.

numa hora pequena
numa longa eternidade
que se deixa assim... serena
neste viver a longevidade

nesse sentir lento e suave
nesse ponto incandescente
que grava a verdade
desde o mais profundo da mente

esse ser submerso
que subtil se sorpra em derredor

quando em cada oportunidade um universo
livro aberto que espera
o seu ser certo
para não esta a sós...

para se ler para se deixar selar
nesse sêlo de gravar o mais intimo

de ti e de mim
numa palavra

essa que não tem fim
e num adágio de palavras contado
em sonoridade assim ouvida e
em propósito assim outorgado

quando o animo que a perfaça seja
o ánimo que venha a saber se ler e ligar
todo ao mundo intimo e integro
ora inteiro ora distante
quando olhas e vês o teu ser
de novo renascer
agora ora em cada instante...

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

as faces do viventes reanimadas pelas suas mesmas gentes

desde essas lagrimas tidas como que decoradas quando aparecem as presperctivas de se esgotarem suas caras lavadas
de dias e dias epsarando nao mais estarem marcadas
assim ao se renovarem os sulcos por aonde habituavam a assar e ao setrazerem de volta as linhas de sorrir  viver
com as que se cosntumava  rimar assim e talvez sendo livres de vez
porderemos  depois olhar
o rosto ainda sem nome próprio
nome que nos  de  tambem ao saber regressar
ao mundo dos viventes
aod dos que creem as forças da vda e animae  cuidam das gentes

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

um sorriso disfarçado num poema

Um verso para a esperança
a ver se a esperança
me envia um  verso


poemas nos dias cinzentos
que colidem com os nossos acentos
carregados fortes tão claros!
entr'as chuvas de brumas queimadas
parecendo os ventos de nuvens de gentes passadas

e as memórias
e as reliquias
fotográficas
convidam
a dizer aonde
se escondeu
o sorriso da vida 
tão longe do fáceas

quinta-feira, fevereiro 02, 2017

...e a terceira parte parece a segunda de outra parte que parece sempre a primeira sempre a primeira....

...e feita com petalas de cenas e temas
nas mais simples e doiradas  premissas
que palavras nao entenda

polinizam o seu ser e deixam assim que atenda
ao seu ovir o proprio ser a se deixar levar
e enovelar nas entrelaçadas frases
nas maravilhadas palavras
nos ecos dos passos que damos
quando nos são assim anunciadas...

voltares e dar-se de conta e dar lhes a cada instante a cada pessoa a sua ave à solta em mão passagem igual ao coração que treme e que assim sucede a nossa mais pura intenção

um reaver de intenção
um promover de nova emoção
um voltar a sentir o cantar
o canto desse ser par
que nos é querido e tanto!
!tanto querer!
!tanto esperar!
para voltar a ver
essa luz
nesse olhar
às vezes encapotado
nestes dias  cinzentos
sem estar assim lado a lado

esse sentir-se enamorado
esse saber ser e estar
por sempree  bem devagar
sem divagar nem vagar
na  tremula folha deste poema
em cada ocaso em cada abraço

em cada momento
perenidade e num instante
a eternidade
treme!
e o mundo deixa de o ser
passa a reverberar baixinho
a reflectir  o ninho
desse passaro a se deixar vogar
e etregue já em confiança segue
para  se transformar
em ti ao renascer em mim
e no saber voltar...

quarta-feira, fevereiro 01, 2017

Dez e dez fora os meses- e os dias - os segundos das horas a vagar e os textos nascem em novas alegrias.. basta saber estar e pro curar

fossem mais de dez anos o tempo de amadurecer esta prosa
fosse o tempo de amadurecer estas rimas
pequenas ínfimas que vão se esgueirando por dentro do que vale tanto - a mensagem que se procura
assim passar
estranho verso  estranho poema procurar   e passar uma mesma mensagem desde faz tanto tempo e ainda sem a encontrar
umas vezes imensa  proeza da natureza humana que  descai e vem ao lado da figura mais simples e lhe  segreda sem se ocultar
outras  no ouvido mais  terno o peito mais alheio passa palavra para veres sentires e estares atent@ nessas funções de teclas ocas de tantas e tantas arrobas de baldrocas que nos dizem
digna HUMANIDADE!

aonde vais com tanta da tua digndade?!...

vais correr para  ver-te  sorrir com quem  corres lado alado para assim te assumir?
vais a correr para te investir ?!
qual o palco ora a estátua que te fizeram  sem te impedir de seguir a sorrir
de seguir a  doar esse teu jeitinho entr'io  frágil e o  juvenil entre o que é mais simples CORAGEM e se por um ligeiro acaso a sensível ode que te aprontam tem os de sopro até aos de metal ...

ah! pequena de  uma gargalhada, entre nós partilhada...  depois de dez anos - não vale nada  e é fiel no seu própio princípio e assim chegou a  sua finalidade  e não digo quantas haverá destes rios de escritos de via de vida quantos...

...haverá com saudade... uns olhares os dizem que mais de cinquenta mil  olharam sem me ver!

 e isso é importante! como diria um qualquer principezinho depois de aprender  da que se escondia debaixo da arvore da via da vida - pois  o importante é invisível ao olhar...

ficamos, nos enamoramos ovvimos  poemas e poesias  assim áreas de temas que tocaram vidas e todas elas por uma razão... três pintinhas e amor saúde saudade e aquela que fala de  evoluir crescer em coragem em tom de contagem sem se contar***
que prosperidade*
desse a si mesma a saudade*
das outras três*** se faltar...
é bem verdade que se equilibram e bem verdade que apelam a mais - de si mesmas livres e lidas - lidas com elas tal qual sabes viver.... e no final simples e evoluída,  a criança humana em dignidade imbuída assim parece querer seguir sem cessar de crescer;


a espelhar, a espalhar poemas e versos e temas inversos quais vidrinhos convexos lhe pusessem numa face triste para ver melhor
 todos os temas
todos os poemas
e as letras das cartas que abriste
sem sequer as tocar
apenas nas teclas molhadas
de emoções sempre bem claras

apenas obtusas por bem de amores
quando entre  os ciclos de vida se entretecem em estivas que não parecem falar de mais de mil cores mil momentos em branco qual onde passavas teu pincel teu ser e reacendidas o pranto de quem nasce ora é nascido e nesses mais de vinte anos - para atrás a serem vividos...

e mais de dez a serem descritos e nos cadernos a gora enviesados pela húmida flora que tanto amas de lágrimas dos céus a verem-se a poisar nesses cadernos nessas linhas que temos que tremem agora sem mais vacilar e nessas que se encontra nessas que se entrelaçaram e novas linhas perfizera novas cores inventaram novas correspondências acharam simples ao se diversificar qual esperadança uma tripla quadrupla palavra entre tantas outras a te dizerem "ola"

-quais  as  horas sem hora aqui ora bem em silenciar as outras que destas vieram e assim as outras que  em vez das duas a terceira  escreveram... essa que nem se pode pensar;

mundos de sonhos esperando a serem recriados

fantasiamos
os mundos
desde os nossos sonhos
fatasiamos qual peça de teatro a se abrir
a cortina ainda perene esperando o seu fluir
e a via da vida ausente
por detrás talvez
dessa cortina teatral
não sabemos
se dentro de nós
se noutro beiral
de outro edificio
tão bem alinhado
qual o nosso
e
que fique
assim
lado a lado

terça-feira, janeiro 31, 2017

lágrimas para abençoar limpas e serenas alegrias para bem as dar ali além contigo apenas...

lágrimas para o futuro
para regar bem os que agora plantamos
ecos de dias mais duros
sobre a abençoada feição da terra que amamos
sobre os campos quais sobre as rochas
umas altivas para bem dizer
duras e errantes na sua queda outras suaves ao bem as a colher
e todos, todos parte de nós e da nossa ilusão...
alguns lhe chamaram sonho e lho chamaram com toda a razão...

segunda-feira, janeiro 30, 2017

trechos de mim parte I

depois de um momento
sempre por fora ouvindo
no latejar lá dentro
o que coração
em si guarda
sentindo

e qual a conscienca desconhecesse
assim o meu coração, se arrefecesse
e deixasse de saber sonhar...
partiria em dois
e iria para ali
aonde ainda
se possa recomeçar a amar...

sexta-feira, janeiro 27, 2017

poemas e poesias - desde outros lugares de rios e vias - que agora preenchem de novo os nossos dias

poemas e poesias
quais as mais belas
as que se estabeleciam
quando tu olhavas por elas

poemas e trechos agora sem sentido
poque tu já não estás ao lado aqui comigo
e prosas desleixadas en trefotos de encantar

que contavam as mais belas estradas
e as estadias aonde se pudesse ficar

as do coração em peito
ao ver o brilho brilhar a direito

aonde ainda se pudessem  erguer
e nos lugares aonde seres pares

entre cores vivas
nos ajudassem ao ser

Depois de algum tempo seguimos a sonhar por dentro

Assim e sempre
o comemorar
aproximam-se
os meses
para celebrar!

num começo simples
o querer enviar o amar

desde o mar
que se erguia submisso
pacífico e não Atlante
simples e não gigante
apenas para assim se ler

em via de vida assim prometida
assim a réstia do próprio crescer

nestas bandas a se saber
e ver aflorar
a superfície das augoas:
as mensagens mais castas

junto das mais bravas...
que se lançassem

no tempo entre
oceano e lugar
antigo e desconhecido...
entre o saber que é sem poder:
e a sua outra face em miragem

como a arte e amor amigo
desse ar de amar sem p'rigo

assim como velejar
sem caravela e apenas
ao se chegar ao lugar
 aonde a treva se ligava
 com o seu ser solar
e nesse ar solarengo

 estivesses tu ao relento relendo
 aqui nesta obra a invernia a passar

e nesse outro oceano
que se estende de lado a lado

sem sequer se pôr
em causa a sua cor

de coragem de viva imagem
desse seu ser sonhador

o amor mais vasto
o amor mais pleno
o amor que nos entra
qual ferida aberta
depois de o ser
sendo-o a curasse
a cuidasse
e sarasse
e voltasse
a abrir
para poder escolher

o que quisessemos fazer
com o proprio ser...
sabendo
o voltar
a namorar
e a morar
mais além
do tempo...

esteios de viver a vida que nos é dada - momentos na pedra mais firme na voluta de ar bafejada no vidro desse inteiro integro ser em ti e nessa subtil brisa que paira e passa através de nós sem ter fim

as mais simples alternativas
quando  sintas a via da vida e suas perspectivas
quando escolhendo caminhes para o fruto do futuro em fiel presente
quando  dia a dia repetires caminho netre  montes e montes de gente
e remando por vezes contra a maré

outras velejando nos ares dos tempos que também tu és
assim vás colheitando o que por dentro ansiando vais...
que a completude...
ora a plenitude seja:

de via de vida
tal qual tu a beijas
assim tal qual tu a vês;

quinta-feira, janeiro 26, 2017

onze anos depois e doze de regresso o tempo volta atrás quando noss seus ciclos se fica submerso

nos textos que se começaram foi o amor quem mais mandou
foi quem enviou para outros fados
de quem daqui além muito bem se amou

e foi a distar
a distancia
que se erguia:

essa mesma a que se sentia
nesse o seu alegre puxar

nascimento ou talvez
empatia até ao centro
voltar a mar
voltar a saudar
voltar a dançar
nas ondas que fluem
no rio da vida
e nos trazem de volta
aonde sempre deveríamos ficar

e na despedida
amena ou fria
ah! vontade de continuar!... a amar;

e quando
ao regresso
se esvaia
pela culpa
essa que já não se sentia
assim se deixava de mão

a outra parte ouvia e via

e o coração ficou assim em vias de chegar ao ser...
sem nunca se ter centrado no pedido mais be perfilado
desse perfil de juntos voltarmos a suceder...

todo o texto foi de mais quais de  ninguém a sermos os pais
toda a foto assim qual papeis - queimados e os sons que ouvimos tu e eu ficarão
por sempre ali assim - gravados... metade realidade meia de sonho e verdade e uma pequena sílaba de ilusão

(no o seu apelo -  e na pele levamos gravados -  os temas que tremeluzindo se achegam - quando se fala de coração trespassado...

estamos quase de aniversários -  vão para onze os anos dessa terna separação...
continuamos todos ligados como se fosse um sinal... um sinal a apelar a reunião...

onze anos de memórias de fotos de videos e de estórias doze se quizeres dizerainda mais que as datas  variam  no ser dequem  vai - e aonde  tu vais - e de aonde ainda emerge a emoção mais além sensação do coração que em coragem se ergue e se erege)...

de apelar ao mais alto e expor o mais profundo de passar de conves em convés pelo plano do fim do mundo e em aéreo voo de caravelas a vogar e voltar... assim...
subtil à mente o apelo desse algo legitimo e belo
que no  principio nos animou a fadar a nos enamorar
anos a nos ligar com  todo o  que  o mundo  nos deixasse dizer
e nos dissesse para depoispara assim a ti e em mim se escrever;


e com o pouco que bem trazáamos o que descobríamos enquanto a dor anoitece
ainda o dia se enamora e nesse  a partir de Fevereiro outro ano se comemora

depois dos nomes secretos que nos doamos ficam alcunhas e nessas as de fluir que ainda convocamos com vozde ser em riste que essa é de livre soltura algo que sempre tu viste

quando
o tempo
lá fora
se muda se obscurece
 e se muta por parecer
que anoitece

e quando a noite chega
e nos convida
a meditar descansando

a amar devagar e sem tanto encanto,
a preencher tantas esquinas a dobrar
tantas coisas a fazer
e sem ter mão para o tempo
que se esvai sem cessar...

quando a chuva
nos vem convidar
nessedia a cinzentado
a estar bem presentes
a estar lado  a lado;
quando o tempo
nos fala
tão claro
como a gota
mais simples

e nos diz que no seu ocaso

o sol ainda brilha mais
para os mais simples

quando ilumina
já desde o confim os céus inteiros
e quando por dentro
as emoções os sentidos são parecidos aos teus
e doam assim seres bem queridos
por serem de amar
ao fluirem os sonhos no rio da via da vida

mais simples a perspectiva
de os sentir
a moverem-se para ti
de ti para mim

sempre em fluir
a serem influentes
(nomes que falam de - e do que sentes)
quando tocam as perspectivas
de muitos milhares de gentes

como a tua e a minha
se deixam assim acariciar

com a moderna ledicia
de se deixar estar

assim estando
livres e belos

e ao vê-los apenas ao passar
por dentro já a passear

assim abraços dados
quais feitos em novelos

a se perfazer
com paciencia
 e tempo

para assim na trama dos seres
livres e vivos nos comover
e no tear da vida entretecê-los

palavras por encontrar seres por re-erguer

na distncia o papel
branco esperando que derramemos nele
toda a nossa paixão o nosso gosto a nossa emoção em vida
transformada em movimneto de letra dada na palavra jamais vencida

quarta-feira, janeiro 25, 2017

perto de sí

quando seguir procurando
a essencia
que vou encontrando
o bem estar
essa paz sem igual:
o procurar
estar além bem
e além mal...
assim
sempre e dentro
ou fora
em si
e de si mesmo ausente
por estar perto de ti

terça-feira, janeiro 24, 2017

e tu contigo nos sempre - nunca à parte - juntos (sem pontuação)

quando partir e sair

cada lagrima vertida neste teclado mágico
que perfaz ondas de som em tom demasiado baixo
para me ovvires para me veres para sentires
o que já somos e saberes
quando me desligar
deste nosso encontro em comum
destamateria mais  que real que +e qual sonho em ti e por mim
que é sonhar em mim e por ti
que é ponte a travessar dia a dia sem cessar
de deixar um novo estadio um estrado cada vez mais alto e mais fino
para que ao chegar já saibas a quem vais ver
e nao so a face nem as palavras nem o toque
de quem vais querer
assim perfazer
assim se fazendo
nada  te diga
ainda sequer
o que levamos
por dentro

em cada dia...  mais perto... de noite; o deserto...
desse voltar de novo a té a ti
e no correr de mais uma tarde qual de d'uma cortina
que ao crescer nos faz à parte:
voltar de novo a nos achegar;
o ser o sonho a obra o ESTAR...
perto sem mais... simples até!...
além do papel que se preza
do ser que se embeleza
em cada passar ou deixar de o ser

e quando te veja assim
pura qualtu és
assim talvez te diga
quando e como tu a mim não me vês


e quando to diga...
palavra a palavra
bem glosada e bem remexida
talvez nem sintas a  mais simples piada
 de nem parecerem quais as que estavam
ainda a li... num outro dia
de sua tez veraz e prometida
escuras em fundo alvo
por vezes de cores garridas
encantos mil que me faltem
apenas por te dizer "olá!
- eu estou aqui e sou assim"...
...et toi?...

quinta-feira, janeiro 12, 2017

e segue o reverso do abraço esse tremer de amores que sai qual lume baço que abraça sem queimar e que se mantém vida a fora anos e anos sem sobrar

nestas pequenas ditas
nessas tuas e minhas
tao  escritas
que de lés a les de longe a longe
se encontram e de vez em quando
oh ser! que amas tanto!...
nem se vejam ao se rever
nem se abraçam
no seu próprio ser
assim próximo
ora lonjano
o coração mais livre
ora de homem,
ora de mulher
de SER HUMANO

ser-se em humanidades  implica a tua e a minha
feliz idade na ideia de nos voltar a ver
e ao regressar na amizade
na alegria no não soçobrar

na melodia de felicidades alheias
e nessas nessa nossa sintonia
sempre a se ovvir e ver cristalizar

num momento, uma  pequena palavra

que bem diria  o seu  ser ao meu
por simplesmente o saudar
sem mais lavra - em aceno
sem muito olhar olhar pequeno
que se estende
por mim afora
num ademão
num gesto na ocasião... vivente!
e que reviva o coração  da gente!

sexta-feira, janeiro 06, 2017

e depois conjugar o verso com o poema com a poetisa com o poeta coma musa que inspirava e como tema que sempre os lovvava...

nesses livros bem perdidos

depois de procurar
o sentido vivo
que trazemos
sem parar
depois
de
ensaiar
depois
sempre
depois

o antes
a nós
vem
parar

e
nesse
ser
seu
presente
se
entende e se estende

pela noite fria
a aquecer
o lume
o lar
esse  o lugar
interior

que ecoa em
antigas cantigas
ora
em canções de amor

para depois
as louvar
ao saber
tambem as soltar

para
qvem
bem as sovber
ver ovvir e calar...





esse amor se faz parte  e és tu também e desperta qvao rebento na areia deserta
para te ilvminar pelo caminho do bem do bem  fazer do bem dizer do bem estar
do be m ovvir ever eprocvrar
oara o caminho de anunciar em cada  requintada palavra o lvgar
de aonde s urgiu sua raizlvidada e assim se estabelecev em ti
em si mesma levada desdeo tempo antes decomeçar
e desse ao  fundamento
do tempo que bem se perfaz devagar
o que bem pensas que amas o que bem  sabes sem pensar
o que  sabes que pensas que calmas  ou o  que calas por nao andar a divagar
entrias flores   e os lirios dos campos e ntre as asas a bertas dasaves no solo a saber levar  augoa viva  cores leves para o  ceu pintado  nos eu  gesto simples e  sagrado nos ensinar a  se elevar com um simples gesto mais nada nem ademão
apenas intuito de vogar à vontade numa nesta morada e depois esqvecer a  bem dizer q val  foi a sva razão

segunda-feira, dezembro 19, 2016

um poema cvrto sem elipses qve o levem longe simples e sem idade para ler e transformar AH! JÁ HÀ VONTADE!

das poesias de cada dia uma mensagem a transcender
qvando o poema rima  com a alegria de o voltar a ver
assim  coerente à nossa frente e a se deixar entrever:
assim  resistindo
qval um leve parto
saindo
de
dentro
do ser
para neste se reler
e
ser de novo saber

sexta-feira, dezembro 16, 2016

assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossasqvando as partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme baço o lvmen baixo por bem nascer mais o lvme da vida nova qve e ssa amizade emsi sabe bem perfazer

nessas qve a via da vida
permite e reqver
para qve vma orla
tão expandida
sem ningvem
de verdade
para a preecher?



nessas horas e momentos dos projectos de sonho
a se fazer verdade e a se trazer ao de cima e se dar
assim à luz e ao se permitir tocar
o amago
o lvmen
o centro
o cerne
seja por serem os qve  mais bem assim se traduz

na via e de vida  de amor e verdade:
qval companheirismo honra e lealdade

digna virtvde assim sem pensar
qve pensando tod@s muito
por ventvra  se deixe escapar

a esperança e a navegar de novo em  voltas em voltas sem seqver saber se se está
para voltar noutra orla noutra data e nos  apontar:  hinos de glória,
de vitores da face ilvminada pela teoria mais formal assim a consagrar
qve estando amigos, amigas, por perto
ainda qve seja por um momento
nesse sev "papel oficial"

  todas  todos
em sev ritmo
verdadeiro
dariamos
às simples
emoções
tvrbilhoes

sonhos de leveza II

No encalço
desses qve sonhamos
na estela na esteira a dançar
em pvro vnento por e ntrio  ar
qvando  lhes reconhecemos o rosto
apenas e a penas sendoa gosto
qvando se lhes corrige
e se lhes reconhece
se lhes erige de novo
o  mavsolev vivente

em tempo proprio o d esemvolver e o dealbar do coração qve cre qve qver crer qve começa a crer no abraço ao se dar

na idade
desse
sentido
em verdade
desse sev
aparente
todo na
mais simples
realidade

a tva e a minha
agora  sendo
olhando
o frvto fvtvro
sendo apreciando
o apelo do frvto
passado sendo
acompasando
nvm e novtro
svblimes
nesse ser presente
jamais conjugado;

quinta-feira, dezembro 15, 2016

nvma peqvena estrofe assim sem rima nem métrica aparentes aparecem os abraços

nas rimas dos seres qve pretendam
nas rimas dos seres qve bem atendam
a palavra depois de ser só e apenas
sendo letrada a palavreada assim
qval  vm doce som em sva propria
essência deleite  e ovação nvm só som
sem fama apenas por dentro a afaga
e apagasilencio e à vontade
de ovtra
maneira
de ovtra
chamarada
de ovtra
lvz
de ovtra
simples
brincadeira
amada




do desgelo ao ser mais doce

nessas orlas de perolas bem trocadas
essas qve do tempo ao tempo se perfazem orvalhadas
sendo integras e maiores qve sva antiga e doce lagrima
na treva ao despertarem  po entre rios e lvgares mais ternos
e qvantas se elevam qval e qvam na névvoa alentos prometidos
 lágrimas ao se verterem chegam os tempos mais frios e nos mais qventes as vejas
a condescender... qvando se perfazem em novas formas ridentes...

terça-feira, dezembro 13, 2016

Para coligir cada poesia e cada tema tem ramagens qve não eram svspeitas cada pesoa cada sev- olhar amar de atenção cada gesto concreto tem em si -- vma poesia breve qve não se encontrava predita a poesia na grande poesia da nossa via e na nossa vida

dessas lágrimas
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem  assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde  começam a florescer
qvais  os  estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e  sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas


assim s em  eira nem verdades  se vai  desenrlando o temo nas  svas  simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas  das praias deareias  sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para  depoiss e bem prencher
esa gvarida  em noites  ensonaradas
aonde ainda brilla  a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve  por  dentro  estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par

assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com  caricias de  fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;


nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos  se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada  peqveno  pedaço de nós reconhecemos passaa  ser parte
e ser integrante  de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde  ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica

em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é

qvente e nos empolga assim tanto!

apelo de se ir voltando ao ser...

e da procvra desse em  f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova  qve é  etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos

se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se  ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o  estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e  ia  crescendo por dentro  essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra  vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais  recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a  ver se leste  qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços  dependvrados no s lvmes dos  fogos  achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos  gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos  tevs lvgares preferidos...

dos textos mai slongos aos poemas mais cvrtos o abraço poderia ser na terna idade tempo sem fim mesm sem sever braos em derredor o abraço de qvem antes de o se já o era dez lvas nove meses qvarenta semanas - qval flor na era - na via lactea à espera para jorrar de mel e vida para este nosso lvgar

nas calendas ainda por contar
nas doces lendas qvenos fazem a creditar
nas  peqvenas coisas do dia a dia  tão importantes qve nem se viam
nos abraços tantas vezes pensados e menos ainda  chegando a se  dar e nessa hvmildade plenitvde e verdade ao se  saberem  trocar
esses papeis do dia a dia chamarada fria  chamada  qvente
escolhas do nosso novo dia em serem qval bem sendo presente
e estando a se  doar a presentear q vem nesta força de vida se entrega
ao regressar desse  lonje  ser  desse beijar
assim se encontra realmente
olhar em olhar
mãos em de-redor acolhendo e abraçando
gemas de viver
alentos proximos se entretecendo e corações de vida palpitando qvas tambores do mais além qve parece qve sabem bem
qve se saem de aonde estavam e bem marcando
sev lvgar o sev lar o lar qve se  ama e se demonstra entr'io  tempo rodado
por enqvanto antes desse tempo ser tempo passado e a  ocasião se perdesse
e o tempo se enaltecesse por saber  ovvir e a tomar
com vontade com força de verdade assim a coragem para alastrar essa chyamarada vvente  essa vida qval pingente qve  da rama mais bela parecia estar periclitante a cair e  se deixar ir e qvando  tomada  nos labios beijos de  fraternidade nunca encontrada a se  sorver oliqvor mais docedos cévs doo sev amor  qve se eleva  por dentro se leva e por  fora nos torce nva f igvra qve não é só tva  nem é apena sminha e do amor pelo próprio amor  qve  foi qve nos  convidov em toda e cada linha a se saber alinhar  em cada verso em cada desejo  transformado em  calor e vida e ser  qve é igval a  ti a ssim sendo abraçado... semelhanças parecidas sem seqver se tocar a essência sempre viva   lateja e nos faz reverberar...

é essa que os comove é  essa qve depois vai
connosco sempre connosco para assim poder levar é  essa qve vai  sempre vai alie aonde a puderes levar é  essa sempre essa qve poderiamos ovtro dia ovtra vez  assim contar é  essa sempre essa qve é a primeira a nos  convidar

segunda-feira, dezembro 12, 2016

oh lvna qve bem inspiras na tva lagoa os sonhos se re-animam!

oh! lvna esbelta e preciosa!
oh! ser celeste!  qval brvma ama vém e bem formosa
oh! ser plácido de cvja placidez ainda bem se ignora

oh! "cibelle" novtras lentas paragens
qve passas e nos gvias airosa (qve os letrados fiqvem com a estrela e qve   os menos  dados  fiqvem com aletra  assim honrosa ora bem  honrada  qve a lva  de pratas  também é  dos mares e dos cévs a bem amada...)
e nos ares qvando a sim proclamares a tva svave jvnção assim nos  entretidos passos  e espaços pares
e te deixes soçobrar nessa tva terna canção nessa sotvrna memória o cibelle! qve  és e segvirás sendo ainda qve semelhante palavra também te  seja airosa

qvando assim te vejam os seres qve tangem citaras de bem saber e as peqvenas  harpas de lvar sejam assim qval bem qverer assim  qvais a vês  nos rios  qvais  cisnes  bem cridos  qvais  as dos cévs tevs olhares e mevs
qvando  assim  se deixaste o tev cálice de avgoa  honraste ao ser  qval  de  sev assim empratas forjadas  qval a mai simples e  masi cara face  encontrada
assim a meias te dizem qve tev ovtro ser coesao
coração qve também existe na coragem no brio no ânimo dessa tva ovtra lavra em ser o qve
não se enseja o qvenão se deseja o qve não se planeja  reter nem deter tev arco de lva cheia perspeassa
as flores na noite engalanadas desse sev ser ao mev mais bem o crer
e nesses sonhos me trazes de volta dessa tva floresta
de sol e lvar aonde os sonhos mais bem prevalecem
e  os  prateados brados jamais se bem se esqvecem
e  as mais simples imagens trazemos  tv! tv!
qve  te  vestes e depois  te investes e ev! ev!
qve te canto por bem qve nos reconheçamos!...

nestas lágrimas tradvzida nestas a se bem verem contarqvando se contam em alma frida f'lis a letra flis sev e xaltar e se contas de vidro perfizessem no escvro do estio a nascer a e stiva de tantas qvantas viessem seria sempre os vfciente para de vida atva aminha se bem preencher

Essa Hvmanidade
sendo pvxada pelos
qvatro cantos de virtvde
a se perder ora a perdoar
a erudita escola medeia
e a benção esteja
nessa sva terra
enamorada
qve enseja
qve anseia assim
a rima consagrada
aos mais altos valores
mais altas copas
mais finas tiaras e flores
dos rebentos primaveris sempre  sendo
e chegando a serem de sev proprio svster
em sva mão a final renascendo
ness'ovtra sempre igval sempre sva mãeesparadsempre o compasso desse  qverer tal
qval  a  escola qve regressa na poesia na  letra na rima na métrica ao compasso suspirada
cvidando de se entregar
o coração procvra
o sev lar
o sev ovtro lvgar


E DE VOLTA DESDE A POESIA VOLTAR A SE RE-VER UNIR AS TRÊS FACES DO VERBO AM@R

nesse apogeu de fooças vivas e seres viventes nasce o qve é vivo e considerado gente

nesse levar r d etro a luz do cév ora  de lvar ora d qve já se escondeu e  qve  depois s evera voltar

nesse lvgar s ereno aonde tbdo o  qve parece qve permanece e peqveno
e  e grande ainda  sem se trasnformar qvais netamorfoses dentro
do sev proprio lvgar ali e aonde eclodiv
seio e ventre  igvalmente
ai nvm cosmos novo assentou
ali e aonde se  deixov vm Universo
transcendente
e
a mente
se tenha
assim unido
e re-unindo
dois
sentimentos
nvm  só e pleno sentido

a se perfazer  ent'rio
brio e o ânimo
de se voltar
a acontecer


sábado, dezembro 10, 2016

pratejar e plantas e lanças das mais livres entretecidas tearas de flores silvestres até qve sejam as qve s aras qvesejam de rosas de cedro do vale desse cor e dessas qve sendo mais alvas sejam qvais os pregos qve se doam mais além riso e dor - ex vlt a re

qval nessa ovala qve bem começa a ser promessa
bem qval a  seguinte  branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais  transparente e vmilde qve de branco se  qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar  dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade  sobre o sev  cimo  relvz a via da vida e a verdade  dessse  etrem passado os tres arcos entrançado e se ter  chegado a via de saber qve não se doa e  sendo do ar amais  fria a mais firme  ao se doar +e da  linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve  fosse em pleno  - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse  se bemlembrasse qvatos  foram e qvanto smais  nao so os meses os qve antes de s er e speravais e  qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe  destedes qve bemsvbestesdes  dançar emplena perspectiva e  qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente  o  ser s endo o presente o abraço olaço qve  asim se  entretece e se perfaz...


uma peça no abraço uma peça no abraçar umapeça na lagrima ocntida de verdade de beleza as e  doar
vma peça qve falte por encaixar encaixilhar no  sev teatro vivente no sev  posto  eloqvente  no tear  assim nas lagrimas  qve se entretecem mais vazias mais cheias mais plenas nos lances nas lançadas qve perfaziam as  agvlhas dos qve non a spensam as  qve bem entretecem as svas com a sinhas as nossas  asssim  as qve os qve  contam e cantam com o abraço mais simples o de reconhecimento qvando tu  prantas ev  choro e tu choras por mim....

quinta-feira, dezembro 08, 2016

Os titulares as titulares sempre qval vltimo qve é primeira vera ora Primeira vez veraz...

madrvgada da anima e da persona  animada

os poemas fluem e se integram qval  oceano sem par e sem fim dos cévs  se qvebram e caem
e sem princípio do mais profvndo da terra se elevam e as crestas mais altas em versos  sempre e também se celebram
e dos rios fluindo  seres de bem ser em serenatas sereias  fluentes dos
qve as contaram as cataram  mesmo sem c'rerem

com  vm sorriso o sabem  com sorriso o vês  qvando sorriem  descame as lagrimas qve  tu  não és
e  sendo-o  em  avgoa e sendo-o entrio sol e  no mar  e maresias de briumas antigas  asim se desvelam as  veias qve trovam qve tremem qve se semeiam ali e aonde jaz a lvz do sev  - qverer ao serem qval semele  qval semelhantes qval lvar  qval  lvgar de bru«vma na  espvma alva a retombar    lampejos  inquietantes  gargalhadas afluindo depar em par qvando a promessa do s er criança s e  deixa de novo  achar e se se encontra e non se acha  volta de novo a borvlhar e nessa e spera desse a saudade o sev tom o sev canto em plena liberdade ao se ver a o se saber entretecer e entrelaçar qvando +e maioria  de idades  frias as letras se transformam em idas qventes para bem  se estar nas estreladas  manhas  nos amanheceres  estrelados   qve nessa ULTIMA ESTRELA SE CONTAM ANTES DA OVTRA A  SER  VIVENTE  TE TER  - ora se SER - COROAD@ 

- homenagem  as mães...



quarta-feira, dezembro 07, 2016

DAS LÁGRIMAS DOS SONHOS AINDA A SE SABER LEVAR OS SONHOS SE ELEVAM E SE MORAM EM TI NA TREVA DA TREVA VÃO CHEGAR A TRAZER ALEGRIA DO FOGO DO LVME DO ÂMAGO DO LAR....




primor ao rever
a ma
i s fin a f l o r



 de cima ov de baixo ergver o  de amor de amar de Homem ov de Mvlher  em centro a  se ligar
nvma ode HVMANIDADE sem se deixar a ssim encerrar
em todo o lado em  qvalqver tempo e lvgar
se for  preparado mais  se poderia ver e qvalificar..


o ser  qve 
se r e nova 
bem 
alcançava




sendo de vida senda da viver senda de não trancar espaços para depois voltara escrever
qvando no fado se alinhavam os  seres qve ovviam bem forte e fvndo o tanger d esse acorde  qve doa  sse vida ao mvndo  qvando se eleva ora se elevasse desde o centro de aonde non existia  desde aonde nada se comprasse nem se levasse as festinhas qve agora se perfaziam  qval no coração a sim bem  fadadi nesse ser qve se demorassse  qval crianºça novo nado qve  na mais  alta  barca  assim  navegando  emv«beleçasse o sev doce pranto com o  ovvir de  svavidade e s em ademºao marcasse o sev  alto prado  pradarias e ternas mºaos  a flor  compaixão  asim bem lavrada  qve  de dvas  em  si de tres    aladas as  de ceptro do coração as válbvlas qvais flores  assim igvaladas já sendo encarnado  já estando no seio de vma barca qve não veleja nem veja  comoolhar qval aterra qval a avgoa  qval o mar qval olvgar e qval o horizonte  qve se elevam ese mostram e  bem e vocamo lob«nge mais al+em da miragem e  evocam o ser q ve de fronte  desde dentro a mais svave aragem  qve s endo  viva e  sendo leve apenas convida  ao qve bemse atreve s em medos  de navfragar pois naoovisse tal nome antes dde ser ao nascer doce lvgar a ficar
qvando em consciencia vogamos e viemos a ese lvgar oh fado oh tempera oh temperamento ph  tempo qve nos atrevemos  afestejar FESTEJÁVAMOSO MVNDO TODO  A A D REITO OH MENINO OH  MENINA QVE  JÁ VENS E NAO VÊS  OH senhora qve assegvre e agvarde o senhor qve  se perfeze non qvez a renovar qvais  soa joses dea zvlejo os«h seres qve  de viver fossem emsva graça oh amares maarias  aos   sevs ensejos  qg«ve  enseios  ascem  em«nqvanto nascem....

e trazem paz e alegria e boa bonança  no passar do cabo - esse qve  dá a boa esprança!...

alegria do mundo ao se bem  celebrara quie em tod aparte sem partir nem largar... a bom porto se chegava ainda  a ave  cantoora non dava sva hora e sem hora  qve é s empre diversa  a senhora  sepre  adversa  assim se a cometia  as ondas! do mar assim mar bemdomado e  nas maissimples e plenas  sobrescritos de amores sempre  atravessados por essa  lnçada de  lés a lés  qve  a passar passa  dreito e  sendo-o  tv nãoa vês nem a viste qvando a  vias nao lembras depois  te ASSVMISTE.....

para o menino e a menina nestas datas de festejar qve a vida regressa em formas - castas -  








segunda-feira, dezembro 05, 2016

caminho de vida a saber transcrever qvando se paira no sev cerne qval seiva sabia a nos levar sem perder

qvando se movimenta o corpo a mente desperta
qvando nas  arvores e arvoredos a brisa qve todos lemos
sem ler  sabemos na face a mensagem a descrever
a mensagem a  se transformar qvais avgoas reflectidas
qvais labaredas nas nossas vidas
qvais as qve ainda se sentem:
na palma e de palma  em palma

na mão e nesse corpo...
todo  éter a caminhar...
mais além imaginação
qvais os astros...
qval a terra
qve nos bem ama

e qval o corpo
qve se deixa
se entrega
pelo caminho
esse qve também
nos sara e nos vne
e
nos
gvia
caminho e forma e força
 e via @ de vida!...

sábado, dezembro 03, 2016

taça a se esvaziar forma de arte qve não se pode deixar de ver rodar ....

peqvenas fagvhas
de  tremelvzir entr'a  flor
e a floresta  tão grande
qve se presta para dar a lvz
vm novo ser
para dara algo alvo ao nosso novo ser

para dar  a lvz por o ser e o saber
 para dar  a lvz o poder de novo ergver
entr'as pétalas de flores silvestres
 qve relvz e algo celeste e doirado!
 e sendo-o orvalhado:
 qvando assim se  entremistvravam
com as teias e os laços
em svas lacriosas melodias



ainda se entretecem qvando as lagrimas de todos os dias venhem ao de cima por amizade maior
por  assim sentir aporpria  vida em si  qval parte de  vm sonho alegria  riso e cor e correspondencia dessa  ciencia mais além  dessa qve algvém não pensa e  se entretece  qvando asim for de ningvém
qvando desmedido despreendido o abraço em sva  hora  sem programa a parece
aparece e sse tipo de  brio   flor briosa  lvz maraviçphasa ode qve amais se  entristece nesse  auge de viver a fraternidade e sse a vge desse ssaber a  elevara doce  verdade e sse a vge dese  sentir de novp a lIBERDADE esse avge de por momentos se sentir entrio espaço e os tempos  esse a fablidade maior  esse  ser ee star a pairar qval de flor e flor de aror em   iarvore
desa lvz  maior  oceano  assim e m derreor  qval  nvma vaga qve  asim se acvmla na lágrima e eleva montanhas sem  estara aparte sendo vma  vne  de vereda a vereda de costa a costa  sem se   esqvecer de ehvma  compler«tvde e perfeição no  som  o tom antes de após no momento a  correecção  da ladainha sem tom nem som  da melodia qve   de nós  SE FAZ  ARTE


sexta-feira, dezembro 02, 2016

Nvma lágrima qve secov mvndos e nvmaqve os bem aclarov encontrar vtro ser no profvndo e trazer ao de cima o qve sempre e bem amov...

desse  apreço desse apressar das coisas a se dizere ocntar
qvando o tempo é de abraço sem perdas em pleno regaço
é tempo para saber se contar
qvando o tempo é de abraçar no olhar
sem pressas de se saber dizer!
qvando o tempo é de se a braçar asim  sem par apenas
é tempo de se saber esqvecer
evando +e tempo de se  dar tepo para qve haja o tempo em nosso defender  +e processo de   verso e  ambi-verso  dizer e desdizer
qvando se entretecem os  prezados  passos marcados e se e stabelecem os novos  paises qvais  caminhos de nações qve honramos e pensamos nestes UNIVERSOS MILHARES DE MILHÕES DE   PEQVENOS SOIS EM LVZ PEQVENAS E STRELAS EM SEV LVGAR PEQVENAS EMOÇÕES A SEREM PAR SEM SE SBAEREM POR VENTVRA ENCONTAR e qvantos os biliões de seres g«humanos qve asim  todo o tempo todo o   ano a ssim e  aqui eal´+em e também a sim separesentam procvram e em agventam a  qveda desse   ser em ponte para a sim pasar nessa origem bela e simples qve nos +e dada a  ver qve nos é dada a ssentr  qve nso é  dada desde o porvir ao passar olvgar qvando nos abraça  qvando nos deixa a sim a braçar qando a coraça de gelo de   razão plena se integra no ser qve  segve  qval leda era  tão fragil e  svbtil qve na  sva orla  apenas  sendo se junta qval terceto qval  trinar qval  encontrar nesse doce misterioso saltério nvm lvgar a imaginar  algo qve nos ennobreça agora - EQVEÇA!
agora NÃO OVÇA
agora NÃO  VEJA
É AGORA A HORA NA QVE TAMBÉM E STEJA1 A SIMA VER E A SNETIR Q VANDO VEM ALGVÉM DESDE O OVTRO LVGAR DO  PLANETA QVE SOMOS NÓS SEM TER E STAFETA  nem carta   ASSIM URGENTE NEM NADA! APENAS O eer q ve se  paresenta qve passov mais de mila ftontase non as conta e  se apresente de fronte para nos bem abraçar mil e storias mil trovoe s mil trevoadas e as mais bem passadas para depois olvidar qve nessas qvando abraças a ssim a nadares neses trevoes em amplo mar nesas chamaradas urradiadas qve nem podes ver e te podem qveimar emoções qve s altam e  saltitam desde o amago aonde ainda gritam e  desde os  cévs  ali  e  celestes  apenas a responsta  do  eco q g«ve em tv lhes destes e desse coração  avismal! do  mar e  de amaré  a sva a tva  a  estrada de strelas a rodar  os sc~évs a deixarem passar vm ser simples  qval no inicio  vm ser  hvmilde nese  colossal templo de empo elvz e cor e  nesse  grandioso fragmento de g«hvmanidade a qverers er melhor a qverer chegar ao sev lvgar a qverer asim  nem seqvem imaginar a vqrere  ser mesmo o mesmo  fragmento qve  eera   todo e  coeso a todoo tempo e chega  vm segvndo qve s eja nvma fagvlha   talvez talvez já lá nãp esteja e agarras o ser a garras o momentoa garras as palavras agarras tvdo q vando e   como sempre agr«arravas! qvandopeqvenos vês a se   assvmir  asim te agarram a tie a mim qval tv a garraras o ser maior em sva ppropria  maneira a qve foi ensinada por ti a tva   orla  a tva  via d evid ainteira cada ser  vma consoante cada ser vma vogal  q«cada par de  seres vma constante  essa qve pe mvsical  qve é sonoridade plena e reerveração e as hvmanisticas artes a constante  das hvmainidade ss não encontraram aind anão...
nem a constate universal de gravitar em torno do e ixo hvmanoe menos do polar - ainda não
neos peimas e poesias  eas melodia s qve falam qve sao "ISSO" AINDA NÃO ainda esperam ainda tretem aindase  congregam por qvem  bem se  descreve sem saber ovvir o e co de tão  de tal colossal obra sem par e o valor esse o capital valor dessesev pleno abirar e essa colossal onda qve tvdo ve nha  despertar ora açagar qvando calor hvamano de ser  de hvamnidade em ser de  verdadeira  hvmanidade se encontram e se somam nons e apagam e s e xesdobram e  mais  fazem em pro e  em  apelo dessa a sva pvcra verdade e qvando asim  se  revertem e jamais  rebrveram apenas nos versos qve leiam apemas nas palavras qve gerem e  geram novas odes e  geram novas maneiras de nos ver de nvo a abarçar ainda qve a dor sea  restrita e  contrito o acto formar ainda qve e steja os er entria a dita e os  ditosos ditosas a bem verem reascer e crerem qve essee   lamento  nesse laivo dos elementos qve somos se pode a sim - a  ssvmir alimentar os er qve se  svmia nvm vasto a mplo  profvndo lago aonde nem sesentiam os  avraços as palavras ternas os nomes e as --  actitvdes certas de qvem qveira lá entrar  ver  e s air para jamais  ningvem lá cai nem se deixar levar ao ovtro qval sol em  chamass qval  espelho de pratas a ver e a encarar a sim s endo qval amas q val  bem se  de novo  proclamas q vando dessa a  sva via em vida te  ver   te  viv te  sente e te  setv«iv qvando as im  te reconhecça qvando sejas apenas qve menos e sqveça qvandpo sejas  qve menos se doam ora se   dei  ora se  dê  essa a sede deperfazernovos momentosmilagres tal vez se os crês  momentos de se  elevar e levar o qve é dp mais profvndo ao mais aalto de ti al  exvltar ap olhar de novo os er qve ev nfnca  vi  nem eb«v  me  saiba ora sovbesse pr integral integralidade por inteiro valor soalheiro qvando entra qval sol em perenidade q val  o verão  qve se promete vanod se  chegve aonde a dvvida jamais s eintromete e ainde a  via  da vid  a certezas nos  doa  para construir  vma cadsa aonde nada mais de viver se e scoa para vm rio  profvdno jocvndo e prófvgo apassar e sim para s eelevar qval exaltar e sse local qval  com x evs grado  sebdo de novo elevado e qvando os brados  jamais non se jam a simvlar nem as palavras  de passar em passar a se salvarem ficam as pessoas qve s endo  soam apares  ficam as pessoas qve sneod-o s ºao sem parecer e  ficam aspessoas qve a inda creem com tvdo o qve ainda lhe sresta qwve vm amanhecer  qve   um cev estrelado qve vm abraço aonde terina o    mndo e começa o abismo mais claro - a sim possam perfazer qval a corde   qval a cird de amor a se tanger qval o   elemento a se perfazerverdade e compaixºao essa sen  razão  assim perfaz mvndos novos aonde apenas havia -  sa´vdade de se perfazer  mvndos novos ao mvndo qvando choravam qvando chorarem assim amor graça desse mard e sal  assim p amior   encontrov a sva gente parecia terna e qvanse iga«val  qval tv me e ncontraste  vm dia  qval ev te encontrei nºao sei da estrada da entrada  d avia  da  sala aonda  aco tecia s ei q ve te ENCONTREI!

dos batentes, das láminas das folhas de vma mesma porta a qve no centro do abraço p'rece entr'aberta e em de-redor a melodia qve bem sendo a acerta

dois latentes segvndos  e primeiros por dentro 
qvatro assentido assim se ve e se  continvaria
abraços dados o abraço se vai achegando o momento se vai  re-encontrando ovtra vez entrio espaço tempo  sme maior  tempo sem maior sonoridade  sme maior   espaço para a sva factvalidade
e sem idadedois s eres s econtram no infinito se  defrontam sem qverer e vitar o saber o amar e se despem de si mesmos ao se  despojar e  asim vestir novas vestes novas vestes.... novas vestes...
qve briham qvais s egvndo sem fim.... ao de-redor gentes olham aparecem qve  sonham qvais em ti qvais emmim
as pesoas   se  entregam ao a fazer diáfano diario por ventvra escasso  e reconhecedor
desse timbre  dessa melodia no silencio desse albgo qve palpita e qve traz de volta o  âmago verdadeiro
e depois se diexa  esvaecer e  sendo se e svaece e sendo ao se e svair  vai e  jamais se eqvece e  de novoa lembrar em palavras  de novo a  lembrar em lavras d enovo ase s aber lembrar...
qvando  svrge val vertigem...
qval gem d'a alva  da  alvorada... 
e qve nos dizem...
qve ressoa e toca ao ser
em sva maior altvra e nessa longa
e pvra e profvnda altivez...
sem se ergverem.... nos dois mvndos
assim se congratvlam... 
e os mvndos em volta:
giram e  brilham...
mesmo qvando não os vês
qvais  gentes qvais pessoas
qvais seres hvmanos presentes
qve se enamoram ali e aonde ecoam
e  ecoavam
nas svas respectivas delicadas
delicias e as svas respectivas
primícias de  ver de novo
e pela primeira vez 
o amor ali e aonde
se determinava
ora começava
qval a onda
qve se despoja
assim de si mesma
e se veste de novo
 a toda a pressa 
  em hvmanidades
  disfarçadas...