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terça-feira, março 19, 2013

NEGRUME




Havia uma árvore... mas 
não uma árvore qualquer...

Este ser... 
que ecoara em toda a parte... 
de todo o mundo fizera arte... 
era estranho este estranho querer...

De andar pelo mundo a monte... 
de querer tirar o véu da fronte... 
e 
de - todos - 
fazer novo mundo a nascer...

Era bizarro,
este que nos falava de soslaio.. 
que suspirava com  a brisa
do mundo fazia camisa 
para usar 
- e ser 
- e ter 
- e crer...

e 
VENCER...

Era o ser das ERAS... 
GUARDIÃO das quimeras... 
o que traduziu "querer é poder" 
quando compreendeu 

- sem querer:



QUE queria...

QUEM podia...



Era esta a árvore da VIDA que se manifesta na noite escura e fria quando tudo parece se desvanecer...

Esta escuro este ser... 
bizarro o seu nome... 
estranho o seu alcume.. 
merecida a sua forma de caminhar...

Pois mérito marcava seu andar... 
seu erros e fracassos 
- feitos triunfos a olhos baços -
 de tanto se erguer e levantar: 

uma vez após outra... 
a sombra o fazia esbarrar... 
no chão tombar...
na lama mergulhar... 

e vez após uma - se erguia
de novo
- invocando razão alguma- 
subia
e voltava a caminhar...


Por SER
por querer:

por amar...



E assim surgia - de entre o nevoeiro um novo dia, 
nova forma de começar...

Aquele que brilhou, 
aquela que se chorou, 
aquela que partiu 
que a nós regressou...

Pois - quando passa a viragem, 
quando a maré deixa apenas de si uma aragem... 
quando as rochas o chão secam... 
e as flores de virtude se esvaem.. 

que resta de nós 
além da ilusão?

Que resta do povo, 
das gentes...
da tradição?

Pois foi este que voltou... 

com seu andar frouxo, 
sua voz torta, 
seu corpo curvado pelos anos de tombar.... 

de se erguer 

e regressar...



Por isso  ninguém viu... 
por isso nem o guardião o sentiu... 
por isso entre nós caminhou... 
viu, serviu... 
e chorou...

Por ver a sua gente - outrora erguida...
a sua bandeira - antes garrida...
- feitas fiapos e pó...

Por ver a virtude desconhecida em olhar firme de criança
- adormecida em ninhos de serpes que criam germes e geram dó...

Por ver quando se vende 
- a alma da gente -
por pouca prenda...

e se fica apenas com algumas algemas.. 
e o ouro que roubaram os que nada mais têm para ganhar...

E meditou... 
no obscuro silêncio,
da árvore anterga... 
seca, gasta e velha 
- meditou...

Esperando um dia 
- ver como floria -
alta, esbelta, luzidia
 esperou...



E os tempos se agigantaram... 
de vilãos e servis se fizeram  
de escravos, de escravas se compuseram... 
de tristes solitários que cantavam:

lendas antergas, 
ecos das pedras, 
mensagem do Sol que se ocultou...

E lembrou 
- ele que comentara - 
- na clara e fria voz velada -
a aqueles que ouviram mas que não viam nada:

o mundo regressou a seu lugar

é o tempo!

da palha queimada, 
do trigo fino e do joio na estrada 
- para que se pise na terra e se esbanje a desgana
desgarrando o solitário, virtude velada
na que se perde a chama sagrada
assim o vento a apagou...

E 
- olhou - 
para além, 

do mar... 

onde se atrevera um  dia alguém a plantar 

maças da virtude das que daqui se atreveram a roubar...



E sentiu - 
como toda a terra tremeu e gemeu... 
como o futuro assim o diz e o que perdera o rumo prediz... 

como nunca outrora se entreviu:

que seriam os pobres e descalços a se levantar; 
que seriam os simples a gritar, 
que seriam os despojados de miasmas, 
das peles secas 
das velhas graças 

a se erguer, 
e ousar, 
e lutar

com armas
de vida, 
virtude 
e verdade 

- como sempre fora a sua vontade -

que se erguessem os Nobres 
De entre os que se cobriram do pó...

E assim o fez: 

Do ocidente se ergueu uma luz 
- eco pesado daquela que sempre seduz... 
e o mundo calou:

pois 
- marchando -
milhões nas ruas
 já mais contendo o pranto
 deram lições de primor

e - com louvor -
deram sentido a um sentir perdido
que era outrora a Devoção

a um mundo, a um sonho, a uma tradição...

que ecoara até à linhagem dos nossos avós...
e depois se perdeu...

- agora 
- que estamos sós -
somos como a criança que berra na noite,

sem amparo,
sem roupa,
sem a mãe que a vela...
sem a vida que perdera 
quando o abraço que a protegera
a deixou assim 

- da mão....

- agora 
- que estamos sós -
somos como o ancião 
- cuja força dos dias de outrora, 
se fez prisão e penhora 
- de todo o mérito do seu caminhar...

- agora 
- POBRES de nós - 
vendidos por três ou quatro quinhões 
- de virtudes sandias nos prantos dos dias 
que se perdem à volta de guerras 
que levam a um sitio só: 

loucura e perdição...




Quem vira?!

tantos que desistiram,
tantos que caminhavam já sem vida
tantos que da vida fugiram: 

por estarem 

- pura e simplesmente 

sós?

Quem defendia já:

- as ameias de tal carcassa, 

os mastros lúgubres de tal barcaça... 

se nem remo, nem vela, nem estandantarte... 

nem luz firme para guiar-te .. 
nem estrela na noite para anunciar que chegaste...

Que Aurora luzidia?

promete esta louca e triste gentezita

que chegue até a ti algum dia? 

Essa gentalha - que vaga pelo mundo
queimando o que pode sendo eles palha,

aproveitando dos que já não se erguem...

assim vagam... estrada fora 

- fazendo sua a lei enquanto o tempo estragam - 

Em nós a hora demora
esperando o canto desse apoiado na anterga árvore: 

que murcha em cada galho que lhe partem, 
em cada folha sua que queimam ou que deixamos de parte...
em cada fina flor que arde nas mãos do ímpio,
em cada fruto devorado pelo desejo não sadio...

ainda não vemos como estamos sós?!... 

esperamos a que fale esse que guarda a árvore?

a vida?...

que palavra de ânimo, que gesto equanime?...

que esperamos?

que nos diga?

se nós lhe falamos

à VIDA!

em insulto, 
em ousadia 

em falta de escrúpulos para caminhar
para onde ninguém nos obriga
pelo simples facto de sentir
que a vida perdeu o sentido para ser vivida!

com amor, louvor: 

mérito, brio e devoção?...

O de negro se mantém velado... 

caminha entre nós... 

está em todo o lado... 

ouve o que sentes e apoia o que não vês...

espera o momento para entrar e sagrar 
como seu este nosso mundo e o ser que tu és...

E tu - sim TU!

que tens feito?

quantos gestos de ousadia tens manifesto,
quantos obtusos adversários da vida tens debelado?

quantas mentiras 
com tua verdade tens iluminado,

quantos perdidos tens guiado,
quantas injúrias tens suportado com a luz da verdade do teu lado?...

quanto esperas esperar para começar a marchar?... 

para ocupar o teu lugar... 
para lembrar: 

que o SER é primaz aqui e em todo lugar
 em ti, em mim e em todo o quiser escutar

vivendo assim, 
em ti, em mim 

ecoando em nós 
e em todo o quiser acreditar

 - e o mundo se constrói:
com palavras de verdade,
com gestos de sinceridade
com uma única crença afinal:

somos o fruto da vida, 
somos o dom da alegria 

- pelo que não podemos calar... 
desesperar... 
ou deixar de o afirmar...

Pois ai 
- poderás sorrir - 
mas não viverás; 

- poderás ter casa -
mas não descansarás;

- poderás ter valores, cheios teus odres -

vazios estarão 

- a alma, a vontade e o coração...

de que te valeria já viver - 
se cedeste ao medo, à dúvida ou ao poder?...


- O de negro espera - 
qual a tua forma de lhe responder?...

terça-feira, fevereiro 12, 2013

As VIRTUDES e os VALORES assinalados...


ESTÁ NA HORA


De que a Laranjeira deixe de ser um sonho de Hespérides
E Sua flor e graça... sua fortaleza simples com base no brilho de verdade que com o tempo não passa
Possa firmar de novo os alicerces de Portugal... conduzir vidas de novos e velhos e - sábia - guiar seus passos entre as névoas, com sereno ademão...

De que a fina flor de virtude se alie à boa Lis...
Que o Sil deixe de ser alcume e passe assim a definir o País...

Se erguem cavalo e cavaleiros - em defesa dos bens derradeiros - que são honra, sentido e tradição

Ordenados fostes para permanecer, quando o escuro e negro tempo se abate sobre os que dormem sem o saber...



Guardas de tempos imemoriais - conscientes da sua própria linhagem e tradição...

É HORA - de que digas "NÃO!" 

- à corrupção da tua memória, à arrumação da tua história e ao frio desrespeito pela tua linha e geração;



É hora de que encontres mãos amigas, abraços sinceros, palavra dada que se não retira e peitos abertos...

 olhares claros de luz e fé iluminados... 

fortaleza de se erguer sobre pilares de diamante... 

não estes que nos prendem, que nos vendem... 

que são de fino servir... 

frio cristal...

coagir



É hora que recordes - QUE ÉS AFINAL - qual o sentido, do teu abrigo... 


qual o sinal do teu despertar...


Uma estrela se levanta no ceptro florido... 

uma luz desafia a treva e espalha novo brio entre o povo que começava a se arrastar pelo chão...



Procura-a irmão... está tão perto que quase a sentes na palma da mão...

Procura-a!

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

OBRIGADO






(praxe - chegada)

Em primeiro lugar agradecer a Tod@s os que se recordam... he he - de recordar: ser espelho é interessante.

Depois - lembrar um livro:

Alice no País das Maravilhas...

(lavar as mãos... cooperação TIMOR-PORTUGAL-BRASIL)

que maravilha será quando festejemos os "não aniversários" ao longo do ano (mais de 364 e menos de 367 se o calendário for o REALMENTE importante e não apenas a QUALIDADE das opções e verdades que o tempo implica ao se viver):

haveria apenas UM DIA para se não esquecer (o PRESENTE - e aquelas opções que o fizeram VALER... VALORES a  NÃO ESQUECER)...

AS Chuvas - ÁGUA - OE... VIDA - CELEBRAÇÃO... SIMPLES MENTE

De seguido - marcar página:

faz hoje OITO ANOS (vejam a QUALIDADE desses segundos, minutos, horas... e determinem a INTENSIDADE, a VERDADE e a VIDA que tais momentos implicam para cada um de nós que lê...

depois evocar a QUALIDADE DO TEMPO INVESTIDO EM LER... se traduz algo concreto... definido - o mergulhar no ser de outro ser e - depois de estar lá certo tempo - regressar ao ser que se é... talvez algo diferente do que ousou reconhecer na sua forma original...

ELES... ELAS... ELAS... ELES... roda - GRANDES: em aparência e em aspecto e em conteúdo e em presença e em...

depois - seguindo essa "corre ente" moderna - de correr para nenhum lugar e fazer contas ao que sobrou depois de tudo gastar:

dividam pela QUANTIDADE (do tempo - que é QUALIDADE - não esquecer) e um RÁCIO vão obter :

- eis a RAZÃO (ratio) de VIVER -

invariavelmente, no tempo dito "moderno" - esta MEDIDA HUMANA -  aparece em números...

nos TEMPOS (DITOS "MODERNOS") esta "QUALIDADE" aparece nos tais símbolos imprecisos, de origem indeterminada - NÚMEROS: MAIS NADA - ao que a pessoa humana se encontra reduzida (vulgo - definida) - em termos latos "está trística mente"...

Fazer cálculos à vida... estrada derruída... nenhum lugar para onde ir... enquanto a rebanceira caia - mantendo uma perspectiva alegre e viva - este GRANDE HOMEM - me ensinava a jogar...

Estes - vão aparecer em contornos aparentemente NEGATIVOS... como se fossem eles fracções... dá que pensar este mundo estranho - no que as pessoas parecem cifrões - se podem dar e tirar tostões sem sequer uma moeda inteira se invocar;

Assim, então - lembrar outro livro - "O Principezinho"- e dizer: "apenas se vê bem com o coração - o essencial é invisível ao olhar".

Eis o conceito "qualidade vital".... que difere em MÉDIA do conceito actual de "Qualidade de Vida" na medida da "razão aritmética" que separa a "norma" - conceito estatístico de número - " da "normalidade" VIVIDA e SENTIDA:

E moviam eles montanhas... e cruzes a carregar... e levavam na voz a vida da criança, no olhar a luz de todos nós... às costas um peso: a VIDA - que se fez gente a cuidar... nas pernas - um segredo escondido - é a força que move montanhas e se esconde no riso que se espalha, no olhar que se espelha, na pessoa que se guarda - nos valores e no sentido de se viver - devagar - e partilhar... 
(crianças ajudando a recompor o Centro de Nibin)

conceito CONCRETO NA VOZ DA CRIANÇA...

DO IDOSO: suave e fina melodia quando se acende num sorriso indistinto que evoca a integração entre a semente, o seu presente e o que ela anuncia - vida feito gente que traduz uma vida "bem vivida")...

Que dizer? que se sentavam de cócoras, que sorriam como crianças, que eram HOMENS e MULHERES RIJOS pelo tempo, pela vida, pela SIMPLES forma de ser. estar, partilhar... lições de vida feitas pessoas na sua forma singular: GIGANTES DISFARÇADOS DE GENTES ENTRE NÓS AINDA A CAMINHAR 
(chefe de aldeia - Nibin)

Então - como ia dizendo - invariavelmente  vou dizendo.... pois dizer é muito estranho num aparente universo em constante mudança (como diria Heraclito - Pantha Rhéi... ou como diria o I-ching nas suas pequenas formas de traços e descontinuidades... tudo

 - logo algo é estável - 


e eram ELES, e ELAS... e ELAS... e ELES... eles guerreiros que criam filhos... elas guerreiras que filhos criam... e vinham as de ocidente - confundir ideias desta clara gente - quando eram eles... e elas... desde o pequenos gigantes às disfarçadas e virtuosas donzelas - que lhes pegavam pela mão... e - simplesmente - em gesto, sorriso: em forma de querer e saber estar - lhes diziam... de mansinho "para de correr... aqui é para andar... caminhar... viver... devagar..."
(famílias da periferia de Díli em atendimento "mobile")

muda... bela a lógica das palavras...);

oito anos que marcam o início das palavras entrelaçadas com as que

- habitualmente - 

costumo incomodar (como diria Platão na voz de um certo Sócrates que não falava nem francês nem português):

E ia um na frente - para dizer que era preciso...

estou sobre as gentes como uma mosca (versão fiélmente inscrita em pera numa certa praça da terra vizinha - se não a mesma terra - de Tude... como tud@ é relativo - poderemos dizer que é a mesma terra Contrastada pela sua terra irmã... ou que uma e outra são a mesma - tal como Eva nunca provou uma Maçã...);


E Vinham dois atrás dizendo : "porque não?"


... alguns interpretaram o conceito de forma errada e outros compreenderam que a anterior mente referida implicava apenas incomodar para despertar...

E logo três faziam o que era conciso

Suponho que a frase anterior incluiria outra característica que foge à estátrística e que - no entanto - define o ser humano em particular...

E a gente toda se juntou... mão... em... mão...

(Rehabilitar o posto de Saúde - Nibin)

Se descartarmos essas frias hienas - que nos fazem das vidas penas - com suas gruturais vozes de pavor: ameaçando com o céu e o inferno (ambos servem - no final - para ludibriar ou ameaçar - valga apenas o engenho de quem as usa para seu peixe vender em praça, esquina... na vida vazia de quem o quiser comprar)...


Com malária... e um café... marchar... marchar!...


Oh - falávamos de Hienas atrozes - cujos gritos e gruturais vozes - eram desatinos de poder: nunca teriam elas - aquilo que se sente nestas linhas - o sentido da vida feito em  "sentido de humor"... algo parecido ao sentido de amor - menos indicado talvez - em frases feitas e novelas rocambolescas - como os pais natais bispos de vermelho e os valentins servindo apenas em Fevereiro e o resto do ano não...

Para depois aprender que não é o que se diz... sim o que se faz...

- logo - temos um sentir... eis a Científica Conclusão (teoria, teorema, lei... ou ilusão - venha o demo e entenda aquilo que nem os letrados sabem explicar - com forma concisa - e a escrever devagar);

Que a vida tem o seu RUMO e TEMPO certo... e que correr é apenas um momento... depois é pausar e andar... e sentir... e viver... e escolher - DEVAGAR
(Catua - ancião venerado - em Díli - como a montanha se esvai na grande confusão onde tudo corre para nenhum lugar)


E - como todos dizem "SENTIDO"... (são esses que repetem - a desatino - sentidinho no que tens e queres gastar... e os outros que nos dizem "SENTIDO!" com ponto de exclamação a decorar... e tantos... tantos outros - reis sem gente para mandar...


Vida que sorri - simplesmente...


Nós - tu e eu... e o que aqui leu...
também nós teremos um?...

Então - se há um sentido para estar "aqui"

(outro conceito estranho - dado que, segundo outro "iluminado"... o termo "aqui" não existe... pois, se tudo é "relativo", Einstein mandou ao brejo a possibilidade sequer de que "aqui" exista absolutamente... dado que implica um outro "aqui" para lhe dar contrastante e flamante existência como "lugar"

 - isto significa - 

em termos humanos algo assim como "existo para existir" : o que dá uma pequena reviravolta a Descartes e a Damásio e deixa a coisa SIMPLES E CLARA:

EXISTO POR TI E POR MIM.... 
ou vida que se procura salvaguardar... tantas vezes de forma eficiente... tantas vezes entre as nossas mãos a escorregar... memórias e ecos de algumas vitórias e daquilo que ficou para atrás... umas vezes podíamos dar mão, material, vida... ajudar..., outras... simplesmente.. não
(estrada para AILEU.. algures num dia de neblina - entre a malária e a visita do presidente indonésio... um povo na névoa - das nações... a flutuar...)


OBRIGADO

P.S (para Sócrates de Sócrates - ou, como diria um artista rural - do zé para o povo e do povo para o Zé):

Consentido ou não - fica a dica:

havendo um sentido - já viste que a lógica:

ferramenta para nos divertir- diz que há...

que maravilhosa aventura ir desvelando...

como a cebola que se descasca - revelando...

o desconhecido na essência do definido - futuro na recordação do porvir

(recordo agora uma anónima que disse - algures no tempo quando ainda era infante das lides e artes do cuidar:

"definir-te é reduzir-te"...

- esta sim é Lei - 

(e não teorias como as que regulam o dia a dia através das religiões da ciência de se existir).

Aproveitando esta realidade

(que também teimaram os tais "iluminados" em nos "lixar" - como os termos aplicados ao salário feito "subsídio" para facilmente - como um certo prestidigitador - de repente - desaparecer para depois poder voltar:

na forma de prenda que se dá e não se retirou impunemente...

na forma de PRESENTE que se pode aprender a abrir, desvelar, degustar...

SIMPLES, SERENO... 
...devagar... 

(que nos deixem viver em paz)

talvez seja assim o viver 

(quando o façamos um dia - o primeiro a experimentar que o diga - para assim um a um - começar todos a acreditar: sentir, experiênciar... na verdade, em verdade escolher... e viver a devoção que se entende na palavra "amar"): 

haver (que se sobrepõe por decreto do "word" a SER - dado que o primeiro sob o subreptício "Ter" aparecia em maíscula no dito cujo programinha)

um (entre tantos semelhantes maravilhosos.... reflexos belos, lindos raios clamorosos da mesma UNA LUZ que se faz mil: em cada uma das contas de vidro que a reflectem e reformulam pelo seu acto de opção - daqui Herman Hesse com o "Jogo das Contas de Vidro" - e daqui o termo transcendete que descreve a palavra "COR ACÇÃO" - opção vinda do centro, opção por regressar ao centro, acertar o alvo... ganhar consciência... iluminar)

REFLETINDO

 oito anos (ou seja - umas quantas decisões de VERDADE que aumentem a QUALIDADE da aspiração deste ser a OCUPAR o espaço cada vez mais PERTO da sua SINTONIA prometida, na sua mensagem inicial contida, traduzida no eco de vida que o lançou em realidade definida:

como uma face, 
uma voz, 
um agir, 
um sentir, 
uma passo a se ouvir... 
uma mão que pode ajudar erguer ou tombar 

- entre outras tantas que assim fazem -

 pelo que somos "irmãos" segundo os termos eclésicos, traduzindo assim coisas tão simples que se fazem transcendentais

OITO 
8

nos que a primeira Foto - que vou aqui repetir - fazia eco do "conceito" celebrar simplesmente.... 

ou simplesmente celebrar.

Era Timor, era a missão de ver, ouvir, sentir e pouco fazer

(pois onde há seres humanos há uma vida própria, uma ritmo definido - aquilo que o voluntário aprendeu a amar e respeitar) 

a não ser aquilo que aqui nos dedicamos a esquecer:

basta ser humano... 

o caminho da vida vai colocar a pessoa que necessite de uma mão para se sentir quem tu também és afinal: 

cabe a ti decidir - se ignorar (costumeira falácia - esta não explico - do dia a dia de se andar a correr - contraste estranho - em vez de caminhar e viver devagar - andar sem vagar - conscientes da vida celebrar)...

e em ultima instância descobrir o PODER do abraço - esse que não destrói e sim reconstrói 

(tão bem mais - três epitáfios à medida do que se vai revelar - sublime do que o simples e reactivo sublimar)

 apago as velas... a terceira vaga de malária... o Victor - médico cirurgião moldavo: SER HUMANO COM LETRA MAIÚSCULA - A TRABALHAR NA agricultura biológica em portugal - ENGANOS QUE A MISSÃO fez endireitar... e o martinho... Benfiquista ferrenho (afinal eles são tantos porque estão em todo o lugar): aniversário em missão... sabia lá eu que ia deixar tanto que se ama atrás...

o humano em ti e em mim.

OBRIGADO 

(se chegaste até aqui - isso é o dom da paciente DEVOÇÃO - logo... amar não deve estar longe afinal);

sábado, janeiro 26, 2013

A Força do Sentir













... uma lágrima tem a força de um oceano e a delicadeza de 


uma suave carícia...




POR ISSO




...vai em frente no imenso mundo do sentir...


LEMBRANDO


Nem tudo o que é sorriso é caminho...



TU QUE CRÊS




... vai em frente confiando...


TU QUE PROCURAS O SOL NESTE INVERNO VELADO




... vai em frente sem deixar de te fazer ouvir...




TU QUE LEVAS NO SER A ESTRELA DE UM AMANHECER 


SAGRADO




Vai!




...até à origem do teu destino esperado...


domingo, janeiro 20, 2013

LÁ



Fluindo: depois do "DO".. sem DOR que seja apenas D'OR...

ficamos nas entremeias - sobre as ameias - da nossa humana condição:

 defendendo a verdade que nos manda a vontade -

de assim ser e não um mero ROBOT;


Assim segue o poema esboçado.. num lugar... virtualmente outro lado - que já pôde ler (quem quis ver)



Se o teu tempo é resultado - de tudo aquilo que te fazem crer...
Se és espaço sagrado - templo devotado ao teu mais sublime, mais puro -

valor que há a entrever



há algo que impele:
brisa subtil,
som,
vibração,
eco,
onda da geração singular



tua barca a vogar

Sejas gota, sejas rio... sejas arco íris no céu inflamado...
Vergado pelo reflexo dourado - do teu ETERNO AMAR...



Entre tanta nostalgia se planta - o ser que voga e sabe ser mais...

Entre os mundos que esgotam e aqueles que prometem o que deves ser...

Agora - além das vozes que imploram, dos vazios e sem memória - das cores garridas que não vês...

Questiona - pondera: silêncio





ÉS aquilo que deus fez...

Que DEUS?



Que és?

A visão longínqua do mundo a desbravar?

Agora - sente e pensa comigo: amigo de ser quem és...

Ou a curva sque se contempla no espelho e se revê em cada traço... seu original?

Agora que sentes - agora que estás além do que és...




Implora a clemencia dos fados... abre os olhos... já não o vês!

"Se o Dó quiser ser "L.Á" - pois é lá que as cordas são afinadas... aparentemente "trocadas"... pelo eterno artista - oculto ilusionista... na sua harpa lirista ... para nós guitarra de encantar...

Como o acordeón para os pobres é piano para os que sabem tocar...

Se a harmónica não fosse a mesma harmonia divinal... seria parvo Joane - por ver reis onde não havia tal...

Assim - o artista que nos TOCA - que nos chama pelo nome que ninguém lê... ouve... ou vê...




Nos chama pelo nome ORIGINAL...

Não pelos baptismos risonhos - feitos de milhas palmilhadas e de seus respectivos sonhos

SIM - pelo nome que nos foi dado honrar...encontrar... apreender... ecoar... e tocar...

NESTA Harpa - eterna amiga - que me é dado alembrar... em cada passo em solo agreste - plantar sonhos nos desertos... abrir veredas em pleno Mar...

E - se ainda não entendeste... qual o sentido original, qual a verdade sublime - quel o segredo a guardar...



Lê a terceira e a quinta - soma a nona e a oitava - dá uma novena à tua amada - e regressa glorioso ou escravo - regressa ao teu mundo: seja esse o teu começar...

Cada passo que te doa, cada verso que entoas, cada nota que apreendes... cada falhanço que compreendes... cada abraço que te prende... e cada mão a libertar - são ecos no horizonte... raios de sol feitos gente... arco íris na esmeralda.. que - se translucida posança - se fizesse a si mesma devagar

Como ecos da melodia -. outrora fina... subtil... ironia!

Hoje estrondo que oculta o eterno no seu suave e sereno divagar...



Tu que até aqui chegaste - pensa... depois ESCOLHE:

Achas que o mundo que a teus olhos encolhe - foi puxado por azar?

Ou será que há algo velado... escondido nó sagrado - que espera o teu liberto desvelar?...



O rio flui em graça... o mar ecoa sem pressa... a gota desliza pelo ar...

Tu contemplas a miragem... um eco... um suspiro na aragem...

Tu és: o eterno; o constante... o sublime - o que desperta e navega - nos seus próprios sonhos ao deitar...



O que canta e se lembra - da sua voz em rocha a ser: eco... luz do dia ou luar...

Por isso há ruido - para que se não possa o dormente precatar...

Para que o ser se mantenha adormecido... e assim possa - enfim - sonhar...

Por cada um que desperta.. há sempre um novo a começar...

E assim - testemunho - passa a vida sem passar...

O círculo se inverte, o nó da vida se volta a atar...



E o dormente se mantém presente... no futuro incerto... a passo passado - a divagar...



LI: VAGAR

vaga

do ETERNO
A
M
A

R

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Imagina








Como a gibóia que engolia o elefante.. que vês neste desenho?


Que o mundo não é exactamente como to contam... porque o primeiro bloco no edifício da ciência saiu errado...

Imagina - que estás num círculo concêntrico - que gira em sentido diverso ao circulo que se move para o outro lado...

Que esse círculo são esferas quase perfeitas - não fosse um pequenino ponto a mover...

Os centros concêntricos que suportam a estrutura interna... que a alimentam e afazem mover...

Vinte e quatro tronos com "anciões" coroados de ouro"... movendo-se em redor de um fixo que oscila no seu eterno ângulo morto... sensação de passagem... nau... miragem...

Nem tudo é o que parece - se tiveres ousadia para o rever...

Vais ver -o milagre acontece... e onde havia duas dimensões: passa a haver três...

Figuras holográficas projectadas no tecto de esmeralda desta nossa linda gruta... pedaços do mar vermelho que pisamos todos os dias e que também nos circunda - caindo de vez em quando para admiração de todos...

Anjos de seis asas contidos em cristais de quartzo e projectados pela imaginação da mente universal...

Hexagonos que se fazem cubos quando unes os pontos e os vês...

O Verde da tábua esmeralda deslocada do céu esmeralda que contemplas todos os dias sem o ver...

O Feixe verde que o trespassa dia a dia para que o dia seja o que é...

Como seria esse campo eléctrico e magnético chamado de aurora se há duas?

E como se fariam do núcleo imaginado deste circulo por nós habitado se o ferro e o níquel deixam de emitir por causa de Curië que os fez cair... 3000 graus é muito calor para ter magnetismo ou fazer seja o que for...




Mas - tal como os ossos que me compõem - e que treino dia a dia para gerar, também a sílica que bebo, do granito que piso, do quartzo que utilizo emite electromagnetismo baixo a pressão e o calor...


Assim compreendes como certos"seres" cruzam mares vermelhos deixando presos seres antergos que nos atrevemos a ver: em museus - montados por outros que os fazem obtusos e vagos - e que apenas degeneraram pela radiação que os fez esmorecer...



Depois - reflecte: de onde vem a palavra "matriz"?

Vem da igreja que - constantemente viveste, vem do "delfim" que era da França matriz... como em grego se traduz...

Agora pensa - essaspedras alinhadas de forma geométrica cuidada - seguindo as linhas directrizes da ciência anterga eterna e sempre guardada: servem para modelar as gentes, os povos e as montanhas... já pensaste?

Que os castros celtas têm estruturas redondas nos cimentos mas que ninguém nunca lhes viu as casas?

Que - como as antenas de hoje - as vagas embatendo no base do monte erguem outras vagas nos dois extremos das montanhas? Da pedra Piezoelétrica que as guarda?



Que - no topo - iglôes de pedra repetiam a equação 7-9-7-9 em estruturas circulares... e em círculos e espirais viviam esses seres desconhecidos que as linhas e os quadrados dos pés "romanos" destrõem e esmagam?

Que vendo as coisas desde outra perspectiva compreendes as coisas e o mundo se abre?

Que armadura toleraria a pedra de granito fria feita magma e pedra em chama?



Que tipo de tripodes metálicos ficam gravados na pedra fundente, que tecnologia e quando foi aplicada?



Que radiação de cor ambar acompanhava o povo eleito quando foge do "egipto"?



Que coluna de fogo se ergue enquanto a unidade Moisés abre o "Mar vermelho"?


Que "pragas" fizeram o que apenas a radiação sabe fazer?...

Que terra esquecida ficou afundada acima ou abaixo dos nossos pés?...

Que tecnologia de vibração derruba fortalezas com a trombeta da unidade Josué?

Esta nossa gruta tecnológica é um mistério por desvendar... estamos a caminho da cidade esmeralda para o fazer...

Saúdos e - Shalom