lágrimas para o futuro
para regar bem os que agora plantamos
ecos de dias mais duros
sobre a abençoada feição da terra que amamos
sobre os campos quais sobre as rochas
umas altivas para bem dizer
duras e errantes na sua queda outras suaves ao bem as a colher
e todos, todos parte de nós e da nossa ilusão...
alguns lhe chamaram sonho e lho chamaram com toda a razão...
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terça-feira, janeiro 31, 2017
segunda-feira, janeiro 30, 2017
trechos de mim parte I
depois de um momento
sempre por fora ouvindo
no latejar lá dentro
o que coração
em si guarda
sentindo
e qual a conscienca desconhecesse
assim o meu coração, se arrefecesse
e deixasse de saber sonhar...
partiria em dois
e iria para ali
aonde ainda
se possa recomeçar a amar...
sempre por fora ouvindo
no latejar lá dentro
o que coração
em si guarda
sentindo
e qual a conscienca desconhecesse
assim o meu coração, se arrefecesse
e deixasse de saber sonhar...
partiria em dois
e iria para ali
aonde ainda
se possa recomeçar a amar...
sexta-feira, janeiro 27, 2017
poemas e poesias - desde outros lugares de rios e vias - que agora preenchem de novo os nossos dias
poemas e poesias
quais as mais belas
as que se estabeleciam
quando tu olhavas por elas
poemas e trechos agora sem sentido
poque tu já não estás ao lado aqui comigo
e prosas desleixadas en trefotos de encantar
que contavam as mais belas estradas
e as estadias aonde se pudesse ficar
as do coração em peito
ao ver o brilho brilhar a direito
aonde ainda se pudessem erguer
e nos lugares aonde seres pares
entre cores vivas
nos ajudassem ao ser
quais as mais belas
as que se estabeleciam
quando tu olhavas por elas
poemas e trechos agora sem sentido
poque tu já não estás ao lado aqui comigo
e prosas desleixadas en trefotos de encantar
que contavam as mais belas estradas
e as estadias aonde se pudesse ficar
as do coração em peito
ao ver o brilho brilhar a direito
aonde ainda se pudessem erguer
e nos lugares aonde seres pares
entre cores vivas
nos ajudassem ao ser
Depois de algum tempo seguimos a sonhar por dentro
Assim e sempre
o comemorar
aproximam-se
os meses
para celebrar!
num começo simples
o querer enviar o amar
desde o mar
que se erguia submisso
pacífico e não Atlante
simples e não gigante
apenas para assim se ler
em via de vida assim prometida
assim a réstia do próprio crescer
nestas bandas a se saber
e ver aflorar
a superfície das augoas:
as mensagens mais castas
junto das mais bravas...
que se lançassem
no tempo entre
oceano e lugar
antigo e desconhecido...
entre o saber que é sem poder:
e a sua outra face em miragem
como a arte e amor amigo
desse ar de amar sem p'rigo
assim como velejar
sem caravela e apenas
ao se chegar ao lugar
aonde a treva se ligava
com o seu ser solar
e nesse ar solarengo
estivesses tu ao relento relendo
aqui nesta obra a invernia a passar
e nesse outro oceano
que se estende de lado a lado
sem sequer se pôr
em causa a sua cor
de coragem de viva imagem
desse seu ser sonhador
o amor mais vasto
o amor mais pleno
o amor que nos entra
qual ferida aberta
depois de o ser
sendo-o a curasse
a cuidasse
e sarasse
e voltasse
a abrir
para poder escolher
o que quisessemos fazer
com o proprio ser...
sabendo
o voltar
a namorar
e a morar
mais além
do tempo...
o comemorar
aproximam-se
os meses
para celebrar!
num começo simples
o querer enviar o amar
desde o mar
que se erguia submisso
pacífico e não Atlante
simples e não gigante
apenas para assim se ler
em via de vida assim prometida
assim a réstia do próprio crescer
nestas bandas a se saber
e ver aflorar
a superfície das augoas:
as mensagens mais castas
junto das mais bravas...
que se lançassem
no tempo entre
oceano e lugar
antigo e desconhecido...
entre o saber que é sem poder:
e a sua outra face em miragem
como a arte e amor amigo
desse ar de amar sem p'rigo
assim como velejar
sem caravela e apenas
ao se chegar ao lugar
aonde a treva se ligava
com o seu ser solar
e nesse ar solarengo
estivesses tu ao relento relendo
aqui nesta obra a invernia a passar
e nesse outro oceano
que se estende de lado a lado
sem sequer se pôr
em causa a sua cor
de coragem de viva imagem
desse seu ser sonhador
o amor mais vasto
o amor mais pleno
o amor que nos entra
qual ferida aberta
depois de o ser
sendo-o a curasse
a cuidasse
e sarasse
e voltasse
a abrir
para poder escolher
o que quisessemos fazer
com o proprio ser...
sabendo
o voltar
a namorar
e a morar
mais além
do tempo...
esteios de viver a vida que nos é dada - momentos na pedra mais firme na voluta de ar bafejada no vidro desse inteiro integro ser em ti e nessa subtil brisa que paira e passa através de nós sem ter fim
as mais simples alternativas
quando sintas a via da vida e suas perspectivas
quando escolhendo caminhes para o fruto do futuro em fiel presente
quando dia a dia repetires caminho netre montes e montes de gente
e remando por vezes contra a maré
outras velejando nos ares dos tempos que também tu és
assim vás colheitando o que por dentro ansiando vais...
que a completude...
ora a plenitude seja:
de via de vida
tal qual tu a beijas
assim tal qual tu a vês;
quando sintas a via da vida e suas perspectivas
quando escolhendo caminhes para o fruto do futuro em fiel presente
quando dia a dia repetires caminho netre montes e montes de gente
e remando por vezes contra a maré
outras velejando nos ares dos tempos que também tu és
assim vás colheitando o que por dentro ansiando vais...
que a completude...
ora a plenitude seja:
de via de vida
tal qual tu a beijas
assim tal qual tu a vês;
quinta-feira, janeiro 26, 2017
onze anos depois e doze de regresso o tempo volta atrás quando noss seus ciclos se fica submerso
nos textos que se começaram foi o amor quem mais mandou
foi quem enviou para outros fados
de quem daqui além muito bem se amou
e foi a distar
a distancia
que se erguia:
essa mesma a que se sentia
nesse o seu alegre puxar
nascimento ou talvez
empatia até ao centro
voltar a mar
voltar a saudar
voltar a dançar
nas ondas que fluem
no rio da vida
e nos trazem de volta
aonde sempre deveríamos ficar
e na despedida
amena ou fria
ah! vontade de continuar!... a amar;
e quando
ao regresso
se esvaia
pela culpa
essa que já não se sentia
assim se deixava de mão
a outra parte ouvia e via
e o coração ficou assim em vias de chegar ao ser...
sem nunca se ter centrado no pedido mais be perfilado
desse perfil de juntos voltarmos a suceder...
todo o texto foi de mais quais de ninguém a sermos os pais
toda a foto assim qual papeis - queimados e os sons que ouvimos tu e eu ficarão
por sempre ali assim - gravados... metade realidade meia de sonho e verdade e uma pequena sílaba de ilusão
(no o seu apelo - e na pele levamos gravados - os temas que tremeluzindo se achegam - quando se fala de coração trespassado...
estamos quase de aniversários - vão para onze os anos dessa terna separação...
continuamos todos ligados como se fosse um sinal... um sinal a apelar a reunião...
onze anos de memórias de fotos de videos e de estórias doze se quizeres dizerainda mais que as datas variam no ser dequem vai - e aonde tu vais - e de aonde ainda emerge a emoção mais além sensação do coração que em coragem se ergue e se erege)...
de apelar ao mais alto e expor o mais profundo de passar de conves em convés pelo plano do fim do mundo e em aéreo voo de caravelas a vogar e voltar... assim...
subtil à mente o apelo desse algo legitimo e belo
que no principio nos animou a fadar a nos enamorar
anos a nos ligar com todo o que o mundo nos deixasse dizer
e nos dissesse para depoispara assim a ti e em mim se escrever;
e com o pouco que bem trazáamos o que descobríamos enquanto a dor anoitece
ainda o dia se enamora e nesse a partir de Fevereiro outro ano se comemora
foi quem enviou para outros fados
de quem daqui além muito bem se amou
e foi a distar
a distancia
que se erguia:
essa mesma a que se sentia
nesse o seu alegre puxar
nascimento ou talvez
empatia até ao centro
voltar a mar
voltar a saudar
voltar a dançar
nas ondas que fluem
no rio da vida
e nos trazem de volta
aonde sempre deveríamos ficar
e na despedida
amena ou fria
ah! vontade de continuar!... a amar;
e quando
ao regresso
se esvaia
pela culpa
essa que já não se sentia
assim se deixava de mão
a outra parte ouvia e via
e o coração ficou assim em vias de chegar ao ser...
sem nunca se ter centrado no pedido mais be perfilado
desse perfil de juntos voltarmos a suceder...
todo o texto foi de mais quais de ninguém a sermos os pais
toda a foto assim qual papeis - queimados e os sons que ouvimos tu e eu ficarão
por sempre ali assim - gravados... metade realidade meia de sonho e verdade e uma pequena sílaba de ilusão
(no o seu apelo - e na pele levamos gravados - os temas que tremeluzindo se achegam - quando se fala de coração trespassado...
estamos quase de aniversários - vão para onze os anos dessa terna separação...
continuamos todos ligados como se fosse um sinal... um sinal a apelar a reunião...
onze anos de memórias de fotos de videos e de estórias doze se quizeres dizerainda mais que as datas variam no ser dequem vai - e aonde tu vais - e de aonde ainda emerge a emoção mais além sensação do coração que em coragem se ergue e se erege)...
de apelar ao mais alto e expor o mais profundo de passar de conves em convés pelo plano do fim do mundo e em aéreo voo de caravelas a vogar e voltar... assim...
subtil à mente o apelo desse algo legitimo e belo
que no principio nos animou a fadar a nos enamorar
anos a nos ligar com todo o que o mundo nos deixasse dizer
e nos dissesse para depoispara assim a ti e em mim se escrever;
e com o pouco que bem trazáamos o que descobríamos enquanto a dor anoitece
ainda o dia se enamora e nesse a partir de Fevereiro outro ano se comemora
depois dos nomes secretos que nos doamos ficam alcunhas e nessas as de fluir que ainda convocamos com vozde ser em riste que essa é de livre soltura algo que sempre tu viste
quando
o tempo
lá fora
se muda se obscurece
e se muta por parecer
que anoitece
e quando a noite chega
e nos convida
a meditar descansando
a amar devagar e sem tanto encanto,
a preencher tantas esquinas a dobrar
tantas coisas a fazer
e sem ter mão para o tempo
que se esvai sem cessar...
quando a chuva
nos vem convidar
nessedia a cinzentado
a estar bem presentes
a estar lado a lado;
quando o tempo
nos fala
tão claro
como a gota
mais simples
e nos diz que no seu ocaso
o sol ainda brilha mais
para os mais simples
quando ilumina
já desde o confim os céus inteiros
e quando por dentro
as emoções os sentidos são parecidos aos teus
e doam assim seres bem queridos
por serem de amar
ao fluirem os sonhos no rio da via da vida
mais simples a perspectiva
de os sentir
a moverem-se para ti
de ti para mim
sempre em fluir
a serem influentes
(nomes que falam de - e do que sentes)
quando tocam as perspectivas
de muitos milhares de gentes
como a tua e a minha
se deixam assim acariciar
com a moderna ledicia
de se deixar estar
assim estando
livres e belos
e ao vê-los apenas ao passar
por dentro já a passear
assim abraços dados
quais feitos em novelos
a se perfazer
com paciencia
e tempo
para assim na trama dos seres
livres e vivos nos comover
e no tear da vida entretecê-los
o tempo
lá fora
se muda se obscurece
e se muta por parecer
que anoitece
e quando a noite chega
e nos convida
a meditar descansando
a amar devagar e sem tanto encanto,
a preencher tantas esquinas a dobrar
tantas coisas a fazer
e sem ter mão para o tempo
que se esvai sem cessar...
quando a chuva
nos vem convidar
nessedia a cinzentado
a estar bem presentes
a estar lado a lado;
quando o tempo
nos fala
tão claro
como a gota
mais simples
e nos diz que no seu ocaso
o sol ainda brilha mais
para os mais simples
quando ilumina
já desde o confim os céus inteiros
e quando por dentro
as emoções os sentidos são parecidos aos teus
e doam assim seres bem queridos
por serem de amar
ao fluirem os sonhos no rio da via da vida
mais simples a perspectiva
de os sentir
a moverem-se para ti
de ti para mim
sempre em fluir
a serem influentes
(nomes que falam de - e do que sentes)
quando tocam as perspectivas
de muitos milhares de gentes
como a tua e a minha
se deixam assim acariciar
com a moderna ledicia
de se deixar estar
assim estando
livres e belos
e ao vê-los apenas ao passar
por dentro já a passear
assim abraços dados
quais feitos em novelos
a se perfazer
com paciencia
e tempo
para assim na trama dos seres
livres e vivos nos comover
e no tear da vida entretecê-los
palavras por encontrar seres por re-erguer
na distncia o papel
branco esperando que derramemos nele
toda a nossa paixão o nosso gosto a nossa emoção em vida
transformada em movimneto de letra dada na palavra jamais vencida
branco esperando que derramemos nele
toda a nossa paixão o nosso gosto a nossa emoção em vida
transformada em movimneto de letra dada na palavra jamais vencida
quarta-feira, janeiro 25, 2017
perto de sí
quando seguir procurando
a essencia
que vou encontrando
o bem estar
essa paz sem igual:
o procurar
estar além bem
e além mal...
assim
sempre e dentro
ou fora
em si
e de si mesmo ausente
por estar perto de ti
a essencia
que vou encontrando
o bem estar
essa paz sem igual:
o procurar
estar além bem
e além mal...
assim
sempre e dentro
ou fora
em si
e de si mesmo ausente
por estar perto de ti
terça-feira, janeiro 24, 2017
e tu contigo nos sempre - nunca à parte - juntos (sem pontuação)
quando partir e sair
cada lagrima vertida neste teclado mágico
que perfaz ondas de som em tom demasiado baixo
para me ovvires para me veres para sentires
o que já somos e saberes
quando me desligar
deste nosso encontro em comum
destamateria mais que real que +e qual sonho em ti e por mim
que é sonhar em mim e por ti
que é ponte a travessar dia a dia sem cessar
de deixar um novo estadio um estrado cada vez mais alto e mais fino
para que ao chegar já saibas a quem vais ver
e nao so a face nem as palavras nem o toque
de quem vais querer
assim perfazer
assim se fazendo
nada te diga
ainda sequer
o que levamos
por dentro
em cada dia... mais perto... de noite; o deserto...
desse voltar de novo a té a ti
e no correr de mais uma tarde qual de d'uma cortina
que ao crescer nos faz à parte:
voltar de novo a nos achegar;
o ser o sonho a obra o ESTAR...
perto sem mais... simples até!...
além do papel que se preza
do ser que se embeleza
em cada passar ou deixar de o ser
e quando te veja assim
pura qualtu és
assim talvez te diga
quando e como tu a mim não me vês
e quando to diga...
palavra a palavra
bem glosada e bem remexida
talvez nem sintas a mais simples piada
de nem parecerem quais as que estavam
ainda a li... num outro dia
de sua tez veraz e prometida
escuras em fundo alvo
por vezes de cores garridas
encantos mil que me faltem
apenas por te dizer "olá!
- eu estou aqui e sou assim"...
...et toi?...
cada lagrima vertida neste teclado mágico
que perfaz ondas de som em tom demasiado baixo
para me ovvires para me veres para sentires
o que já somos e saberes
quando me desligar
deste nosso encontro em comum
destamateria mais que real que +e qual sonho em ti e por mim
que é sonhar em mim e por ti
que é ponte a travessar dia a dia sem cessar
de deixar um novo estadio um estrado cada vez mais alto e mais fino
para que ao chegar já saibas a quem vais ver
e nao so a face nem as palavras nem o toque
de quem vais querer
assim perfazer
assim se fazendo
nada te diga
ainda sequer
o que levamos
por dentro
em cada dia... mais perto... de noite; o deserto...
desse voltar de novo a té a ti
e no correr de mais uma tarde qual de d'uma cortina
que ao crescer nos faz à parte:
voltar de novo a nos achegar;
o ser o sonho a obra o ESTAR...
perto sem mais... simples até!...
além do papel que se preza
do ser que se embeleza
em cada passar ou deixar de o ser
e quando te veja assim
pura qualtu és
assim talvez te diga
quando e como tu a mim não me vês
e quando to diga...
palavra a palavra
bem glosada e bem remexida
talvez nem sintas a mais simples piada
de nem parecerem quais as que estavam
ainda a li... num outro dia
de sua tez veraz e prometida
escuras em fundo alvo
por vezes de cores garridas
encantos mil que me faltem
apenas por te dizer "olá!
- eu estou aqui e sou assim"...
...et toi?...
quinta-feira, janeiro 12, 2017
e segue o reverso do abraço esse tremer de amores que sai qual lume baço que abraça sem queimar e que se mantém vida a fora anos e anos sem sobrar
nestas pequenas ditas
nessas tuas e minhas
tao escritas
que de lés a les de longe a longe
se encontram e de vez em quando
oh ser! que amas tanto!...
nem se vejam ao se rever
nem se abraçam
no seu próprio ser
assim próximo
ora lonjano
o coração mais livre
ora de homem,
ora de mulher
de SER HUMANO
ser-se em humanidades implica a tua e a minha
feliz idade na ideia de nos voltar a ver
e ao regressar na amizade
na alegria no não soçobrar
na melodia de felicidades alheias
e nessas nessa nossa sintonia
sempre a se ovvir e ver cristalizar
num momento, uma pequena palavra
que bem diria o seu ser ao meu
por simplesmente o saudar
sem mais lavra - em aceno
sem muito olhar olhar pequeno
que se estende
por mim afora
num ademão
num gesto na ocasião... vivente!
e que reviva o coração da gente!
nessas tuas e minhas
tao escritas
que de lés a les de longe a longe
se encontram e de vez em quando
oh ser! que amas tanto!...
nem se vejam ao se rever
nem se abraçam
no seu próprio ser
assim próximo
ora lonjano
o coração mais livre
ora de homem,
ora de mulher
de SER HUMANO
ser-se em humanidades implica a tua e a minha
feliz idade na ideia de nos voltar a ver
e ao regressar na amizade
na alegria no não soçobrar
na melodia de felicidades alheias
e nessas nessa nossa sintonia
sempre a se ovvir e ver cristalizar
num momento, uma pequena palavra
que bem diria o seu ser ao meu
por simplesmente o saudar
sem mais lavra - em aceno
sem muito olhar olhar pequeno
que se estende
por mim afora
num ademão
num gesto na ocasião... vivente!
e que reviva o coração da gente!
sexta-feira, janeiro 06, 2017
e depois conjugar o verso com o poema com a poetisa com o poeta coma musa que inspirava e como tema que sempre os lovvava...
nesses livros bem perdidos
depois de procurar
o sentido vivo
que trazemos
sem parar
depois
de
ensaiar
depois
sempre
depois
o antes
a nós
vem
parar
e
nesse
ser
seu
presente
se
entende e se estende
pela noite fria
a aquecer
o lume
o lar
esse o lugar
interior
que ecoa em
antigas cantigas
ora
em canções de amor
para depois
as louvar
ao saber
tambem as soltar
para
qvem
bem as sovber
ver ovvir e calar...
esse amor se faz parte e és tu também e desperta qvao rebento na areia deserta
para te ilvminar pelo caminho do bem do bem fazer do bem dizer do bem estar
do be m ovvir ever eprocvrar
oara o caminho de anunciar em cada requintada palavra o lvgar
de aonde s urgiu sua raizlvidada e assim se estabelecev em ti
em si mesma levada desdeo tempo antes decomeçar
e desse ao fundamento
do tempo que bem se perfaz devagar
o que bem pensas que amas o que bem sabes sem pensar
o que sabes que pensas que calmas ou o que calas por nao andar a divagar
entrias flores e os lirios dos campos e ntre as asas a bertas dasaves no solo a saber levar augoa viva cores leves para o ceu pintado nos eu gesto simples e sagrado nos ensinar a se elevar com um simples gesto mais nada nem ademão
apenas intuito de vogar à vontade numa nesta morada e depois esqvecer a bem dizer q val foi a sva razão
depois de procurar
o sentido vivo
que trazemos
sem parar
depois
de
ensaiar
depois
sempre
depois
o antes
a nós
vem
parar
e
nesse
ser
seu
presente
se
entende e se estende
pela noite fria
a aquecer
o lume
o lar
esse o lugar
interior
que ecoa em
antigas cantigas
ora
em canções de amor
para depois
as louvar
ao saber
tambem as soltar
para
qvem
bem as sovber
ver ovvir e calar...
esse amor se faz parte e és tu também e desperta qvao rebento na areia deserta
para te ilvminar pelo caminho do bem do bem fazer do bem dizer do bem estar
do be m ovvir ever eprocvrar
oara o caminho de anunciar em cada requintada palavra o lvgar
de aonde s urgiu sua raizlvidada e assim se estabelecev em ti
em si mesma levada desdeo tempo antes decomeçar
e desse ao fundamento
do tempo que bem se perfaz devagar
o que bem pensas que amas o que bem sabes sem pensar
o que sabes que pensas que calmas ou o que calas por nao andar a divagar
entrias flores e os lirios dos campos e ntre as asas a bertas dasaves no solo a saber levar augoa viva cores leves para o ceu pintado nos eu gesto simples e sagrado nos ensinar a se elevar com um simples gesto mais nada nem ademão
apenas intuito de vogar à vontade numa nesta morada e depois esqvecer a bem dizer q val foi a sva razão
segunda-feira, dezembro 19, 2016
um poema cvrto sem elipses qve o levem longe simples e sem idade para ler e transformar AH! JÁ HÀ VONTADE!
das poesias de cada dia uma mensagem a transcender
qvando o poema rima com a alegria de o voltar a ver
assim coerente à nossa frente e a se deixar entrever:
assim resistindo
qval um leve parto
saindo
de
dentro
do ser
para neste se reler
e
ser de novo saber
qvando o poema rima com a alegria de o voltar a ver
assim coerente à nossa frente e a se deixar entrever:
assim resistindo
qval um leve parto
saindo
de
dentro
do ser
para neste se reler
e
ser de novo saber
sexta-feira, dezembro 16, 2016
assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossasqvando as partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme baço o lvmen baixo por bem nascer mais o lvme da vida nova qve e ssa amizade emsi sabe bem perfazer
nessas qve a via da vida
permite e reqver
para qve vma orla
tão expandida
sem ningvem
de verdade
para a preecher?
nessas horas e momentos dos projectos de sonho
a se fazer verdade e a se trazer ao de cima e se dar
assim à luz e ao se permitir tocar
o amago
o lvmen
o centro
o cerne
seja por serem os qve mais bem assim se traduz
na via e de vida de amor e verdade:
qval companheirismo honra e lealdade
digna virtvde assim sem pensar
qve pensando tod@s muito
por ventvra se deixe escapar
a esperança e a navegar de novo em voltas em voltas sem seqver saber se se está
para voltar noutra orla noutra data e nos apontar: hinos de glória,
de vitores da face ilvminada pela teoria mais formal assim a consagrar
qve estando amigos, amigas, por perto
ainda qve seja por um momento
nesse sev "papel oficial"
todas todos
em sev ritmo
verdadeiro
dariamos
às simples
emoções
tvrbilhoes
permite e reqver
para qve vma orla
tão expandida
sem ningvem
de verdade
para a preecher?
nessas horas e momentos dos projectos de sonho
a se fazer verdade e a se trazer ao de cima e se dar
assim à luz e ao se permitir tocar
o amago
o lvmen
o centro
o cerne
seja por serem os qve mais bem assim se traduz
na via e de vida de amor e verdade:
qval companheirismo honra e lealdade
digna virtvde assim sem pensar
qve pensando tod@s muito
por ventvra se deixe escapar
a esperança e a navegar de novo em voltas em voltas sem seqver saber se se está
para voltar noutra orla noutra data e nos apontar: hinos de glória,
de vitores da face ilvminada pela teoria mais formal assim a consagrar
qve estando amigos, amigas, por perto
ainda qve seja por um momento
nesse sev "papel oficial"
todas todos
em sev ritmo
verdadeiro
dariamos
às simples
emoções
tvrbilhoes
sonhos de leveza II
No encalço
desses qve sonhamos
na estela na esteira a dançar
em pvro vnento por e ntrio ar
qvando lhes reconhecemos o rosto
apenas e a penas sendoa gosto
qvando se lhes corrige
e se lhes reconhece
se lhes erige de novo
o mavsolev vivente
desses qve sonhamos
na estela na esteira a dançar
em pvro vnento por e ntrio ar
qvando lhes reconhecemos o rosto
apenas e a penas sendoa gosto
qvando se lhes corrige
e se lhes reconhece
se lhes erige de novo
o mavsolev vivente
em tempo proprio o d esemvolver e o dealbar do coração qve cre qve qver crer qve começa a crer no abraço ao se dar
na idade
desse
sentido
em verdade
desse sev
aparente
todo na
mais simples
realidade
a tva e a minha
agora sendo
olhando
o frvto fvtvro
sendo apreciando
o apelo do frvto
passado sendo
acompasando
nvm e novtro
svblimes
nesse ser presente
jamais conjugado;
desse
sentido
em verdade
desse sev
aparente
todo na
mais simples
realidade
a tva e a minha
agora sendo
olhando
o frvto fvtvro
sendo apreciando
o apelo do frvto
passado sendo
acompasando
nvm e novtro
svblimes
nesse ser presente
jamais conjugado;
quinta-feira, dezembro 15, 2016
nvma peqvena estrofe assim sem rima nem métrica aparentes aparecem os abraços
nas rimas dos seres qve pretendam
nas rimas dos seres qve bem atendam
a palavra depois de ser só e apenas
sendo letrada a palavreada assim
qval vm doce som em sva propria
essência deleite e ovação nvm só som
sem fama apenas por dentro a afaga
e apagasilencio e à vontade
de ovtra
maneira
de ovtra
chamarada
de ovtra
lvz
de ovtra
simples
brincadeira
amada
nas rimas dos seres qve bem atendam
a palavra depois de ser só e apenas
sendo letrada a palavreada assim
qval vm doce som em sva propria
essência deleite e ovação nvm só som
sem fama apenas por dentro a afaga
e apagasilencio e à vontade
de ovtra
maneira
de ovtra
chamarada
de ovtra
lvz
de ovtra
simples
brincadeira
amada
do desgelo ao ser mais doce
nessas orlas de perolas bem trocadas
essas qve do tempo ao tempo se perfazem orvalhadas
sendo integras e maiores qve sva antiga e doce lagrima
na treva ao despertarem po entre rios e lvgares mais ternos
e qvantas se elevam qval e qvam na névvoa alentos prometidos
lágrimas ao se verterem chegam os tempos mais frios e nos mais qventes as vejas
a condescender... qvando se perfazem em novas formas ridentes...
essas qve do tempo ao tempo se perfazem orvalhadas
sendo integras e maiores qve sva antiga e doce lagrima
na treva ao despertarem po entre rios e lvgares mais ternos
e qvantas se elevam qval e qvam na névvoa alentos prometidos
lágrimas ao se verterem chegam os tempos mais frios e nos mais qventes as vejas
a condescender... qvando se perfazem em novas formas ridentes...
terça-feira, dezembro 13, 2016
Para coligir cada poesia e cada tema tem ramagens qve não eram svspeitas cada pesoa cada sev- olhar amar de atenção cada gesto concreto tem em si -- vma poesia breve qve não se encontrava predita a poesia na grande poesia da nossa via e na nossa vida
dessas lágrimas
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde começam a florescer
qvais os estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas
assim s em eira nem verdades se vai desenrlando o temo nas svas simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas das praias deareias sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para depoiss e bem prencher
esa gvarida em noites ensonaradas
aonde ainda brilla a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve por dentro estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par
assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com caricias de fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;
nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada peqveno pedaço de nós reconhecemos passaa ser parte
e ser integrante de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica
em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é
qvente e nos empolga assim tanto!
apelo de se ir voltando ao ser...
e da procvra desse em f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova qve é etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos
se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e ia crescendo por dentro essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a ver se leste qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços dependvrados no s lvmes dos fogos achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos tevs lvgares preferidos...
desse rio
qve permanece trancado
esperando sev brio
o sev renascer
o sev doce passar ao de leve
por aonde ainda se inscreve
o svlco desse sev ovtro ser
margem com margem assim a se encontrar
desde a ascente
ah! coragem!
ao deltadesde aonde começam a florescer
qvais os estames e as corolas das flores bem levadas e
as pétalas e sépalas eas raizes nessa fonte assim desenhadas
assim s em eira nem verdades se vai desenrlando o temo nas svas simples e vagas- saudades
de imagenss em finakl reflecidas das praias deareias sentidas nas platas dos pés ao saber e b«nas mãos levadas leados os sonhos para depoiss e bem prencher
esa gvarida em noites ensonaradas
aonde ainda brilla a lvz
das estrelas
daslva
das hvmildes casas!
e nessas se vai preenchendo
o qve por dentro estaria
a se sonhar e no moemnto
ao despertar o vento
ao se abrir os olhos
de par em par
assim
levar
o qve bem sobra
desse sonho
dessa obra
e trazer ao de cima
com vm a ademão
com risos de ser com caricias de fazer
com o estar perto e assentir
com o cantar cantarolar
esse olhar noo lar do porvir
se transformado em chamada presente
essa a chamarada do frvto...!
fvtvro frvto!
esse o bem mais bem ardente!;
nesses caminhosnesses linhos de viver
entr'ias avgoas se recolhem momnetos se consomem e se desdizem nvmanova formadeser
qvando nos entretecemos e cada peqveno pedaço de nós reconhecemos passaa ser parte
e ser integrante de uma prosa sem fim nem finalidade
ah! f'liscidade
ah! f'lis idade
ah! felicidade qve se transforme no lvgar aonde ainda se torne - vivente;
na "personae" - na máscara qve se vai lavando comlagrima de verdade
com abraços de plena idade
coma vitalidadeqve esta nos indica
em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é
qvente e nos empolga assim tanto!
apelo de se ir voltando ao ser...
e da procvra desse em f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova qve é etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos
se vai alonjando e ao coração do ser qve se deixa
o qve se ama assim marca a pavta da distância e do tempo
nessa sva doce barca a vogar e nestas nossas palavras entre sonhos e abraços dados
entre mãos de caricias qve perfizeram beijos trocados desde o estar sem qverer e o qverer estar
e o sentir qve dia a dia se perfazia e ia crescendo por dentro essa a chamarada do ser o latejar desse sev eterno qverer e o da ponte mais simples a se se abordar - vma eovtra vez de poente a occiedente de lés a lés assim se lesse
a sva leitvra é mais recomeçar assim do poente fazendo ponte, à nascente e desse ler desse lar sem tempo nem nome a ver se leste qve mvndo inteiro - qval tecido hvmano viventeperfazes perfazemos ao nos vnirmosnessemaissimples ebelo presente nestas datas a lembrar abraços dependvrados no s lvmes dos fogos achados nesses vastos valesa sever e contar estradasdee strelasna noite marcadasme terra para também nos gviar assim tv também entreteceste vm peqveno círio entr'io rio flvido dos cévs eos tevs lvgares preferidos...
dos textos mai slongos aos poemas mais cvrtos o abraço poderia ser na terna idade tempo sem fim mesm sem sever braos em derredor o abraço de qvem antes de o se já o era dez lvas nove meses qvarenta semanas - qval flor na era - na via lactea à espera para jorrar de mel e vida para este nosso lvgar
nas calendas ainda por contar
nas doces lendas qvenos fazem a creditar
nas peqvenas coisas do dia a dia tão importantes qve nem se viam
nos abraços tantas vezes pensados e menos ainda chegando a se dar e nessa hvmildade plenitvde e verdade ao se saberem trocar
esses papeis do dia a dia chamarada fria chamada qvente
escolhas do nosso novo dia em serem qval bem sendo presente
e estando a se doar a presentear q vem nesta força de vida se entrega
ao regressar desse lonje ser desse beijar
assim se encontra realmente
olhar em olhar
mãos em de-redor acolhendo e abraçando
gemas de viver
alentos proximos se entretecendo e corações de vida palpitando qvas tambores do mais além qve parece qve sabem bem
qve se saem de aonde estavam e bem marcando
sev lvgar o sev lar o lar qve se ama e se demonstra entr'io tempo rodado
por enqvanto antes desse tempo ser tempo passado e a ocasião se perdesse
e o tempo se enaltecesse por saber ovvir e a tomar
com vontade com força de verdade assim a coragem para alastrar essa chyamarada vvente essa vida qval pingente qve da rama mais bela parecia estar periclitante a cair e se deixar ir e qvando tomada nos labios beijos de fraternidade nunca encontrada a se sorver oliqvor mais docedos cévs doo sev amor qve se eleva por dentro se leva e por fora nos torce nva f igvra qve não é só tva nem é apena sminha e do amor pelo próprio amor qve foi qve nos convidov em toda e cada linha a se saber alinhar em cada verso em cada desejo transformado em calor e vida e ser qve é igval a ti a ssim sendo abraçado... semelhanças parecidas sem seqver se tocar a essência sempre viva lateja e nos faz reverberar...
é essa que os comove é essa qve depois vai
connosco sempre connosco para assim poder levar é essa qve vai sempre vai alie aonde a puderes levar é essa sempre essa qve poderiamos ovtro dia ovtra vez assim contar é essa sempre essa qve é a primeira a nos convidar
nas doces lendas qvenos fazem a creditar
nas peqvenas coisas do dia a dia tão importantes qve nem se viam
nos abraços tantas vezes pensados e menos ainda chegando a se dar e nessa hvmildade plenitvde e verdade ao se saberem trocar
esses papeis do dia a dia chamarada fria chamada qvente
escolhas do nosso novo dia em serem qval bem sendo presente
e estando a se doar a presentear q vem nesta força de vida se entrega
ao regressar desse lonje ser desse beijar
assim se encontra realmente
olhar em olhar
mãos em de-redor acolhendo e abraçando
gemas de viver
alentos proximos se entretecendo e corações de vida palpitando qvas tambores do mais além qve parece qve sabem bem
qve se saem de aonde estavam e bem marcando
sev lvgar o sev lar o lar qve se ama e se demonstra entr'io tempo rodado
por enqvanto antes desse tempo ser tempo passado e a ocasião se perdesse
e o tempo se enaltecesse por saber ovvir e a tomar
com vontade com força de verdade assim a coragem para alastrar essa chyamarada vvente essa vida qval pingente qve da rama mais bela parecia estar periclitante a cair e se deixar ir e qvando tomada nos labios beijos de fraternidade nunca encontrada a se sorver oliqvor mais docedos cévs doo sev amor qve se eleva por dentro se leva e por fora nos torce nva f igvra qve não é só tva nem é apena sminha e do amor pelo próprio amor qve foi qve nos convidov em toda e cada linha a se saber alinhar em cada verso em cada desejo transformado em calor e vida e ser qve é igval a ti a ssim sendo abraçado... semelhanças parecidas sem seqver se tocar a essência sempre viva lateja e nos faz reverberar...
é essa que os comove é essa qve depois vai
connosco sempre connosco para assim poder levar é essa qve vai sempre vai alie aonde a puderes levar é essa sempre essa qve poderiamos ovtro dia ovtra vez assim contar é essa sempre essa qve é a primeira a nos convidar
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