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quinta-feira, fevereiro 12, 2015

CONJUNTOS MAIS CONFORTES






Como quando as sombras se desvanecem
E as brumas deixam seu lugar

Quando a luz maior se mostra
estas cedem
e a deixam
assim passar

Trespassadas

Assim de novo lembradas

Da sua essência
faz
tanto
Tanto
Olvidada

Assim espiraladas
Ridentes… voltando a entoar
Primeiro qual de forma incipientemente
De
– de novo –
aprender a andar
A ver e olhar
um mundo novo
por dentro risonho
qual sonho de criança a renascer

Devagar




lentamente confiante ardente
e
suave
esse o cântico que ecoa já no ar

Se estiveres atento
Atenta
Á voz que te alimenta
De certo ouvirás


Esferas celestes pairam entre nós
E nos convidam a despertar
E encontrar eco de sua silente voz
Entre o silencio reaprender a “voar”

Quando espiralas entre uma enorme sala
Quando te esvais entre a floresta sagrada
Quando danças e mais não te apressas
Quando te deixas ir e vir em confiança

Onde quer que estejas a onde quer que vás
Algo em ti é guia e algo de ti sintonia
Algo em volta te envolve
Manto branco a se fazer notar
Subtil para quem ainda a não vir
Evidente, crescente para quem já se pôde aproximar
 – de si – e se familiarizar
- assim algo que assim levas-
Algo que também és e que se está integrar
Cada novo passo, novo ser de luz, em ser de luz e abraço
 que outros afins estão ajudar
para ir-se “eleveando” e na matriz de origem de novo entoar
cânticos de dignidade, de beleza e verdade
e ajudar a chover leite e mel
ajudar a que a chuva pura
cristalina que por sempre dura
banhe estas terras e eleve a luz dEl

e ao pairar
ao te “aproximar”
“guiado” por seres irmanados
Semelhantes nem sempre iguais
Essências vivas e plenas de origem ancestral
Entrar em sintonia – nem ais quente, nem ais fria
Acariciando das janelas vivas seus vitrais
E adejando
E suavemente
Levitando
Qual plume entre brisa
Que passasse por tua vidraça
Em Dia ou noite de Primavera em calmaria
Assim passa a gente que assim passa


Entrando
Uma vez mais
Agora em essência em potência
Suave e fina aragem
Que nem guarda de si a imagem
cristaliza por demais
Qual placas de gelo de estio
Com reflexos únicos de seres iguais

Despidos
Com suas alvas
Expandidos
Prenhes de vias e caminhos e destinos sonhos novos a germinar
São lágrimas sementes que caem
em rios fluentes e em sons de melodias para seus irmãos

Seus iguais
Para os restantes e os demais

Imagens que evoquem e despertem
Quem atento esteja – mais não dormentes
Assi abertos á luz a guardar
Ao sonho cristalino – qual cristal divino
Trazido em peito
Semente de ser liberto
Prestes prestes a se evocar
E se iluminando

Reacendendo atenção e deleite
E ajudado ser que assim aceite

Vai-se deixando modelar
Vai-se deixando entrelaçar

Encaixando na chave que lhe foi dada
Desde o princípio
Chave única e consagrada
Do seu tom vivo na melodia iluminada

Da alvorada
ao despertar

Da canção entre os seres
Que em vida, os vivos se podem elevar

E ir aspirando, suavemente espiralando
até a cidade de cristal

essa que chamava
essa que te estava a falar
encaixando sua nota musical
amar de amor
– tanto…
 - Tanto…

Assim começar
Canto de encanto a entoar:

HARMONIA UNIVERSAL 

QUE JÁ CLAMA


CONJUNCTIO


terça-feira, fevereiro 10, 2015

HÁ QUEM AINDA CREIA QUE VALE A PENA... E NÃO A IDEIA - A DIGNA HUMANIDADE DE VIDA TÃO CHEIA

Albert Schweitzer










"The only way out of today's misery is for people to become worthy of each other's trust."

Uma das formas de sair da "miséria" dos tempos actuais é ganhar consciencia e responsabilidade da confiança na humanaidade - propria e alheia - como caminho de validação... 
assim 

talvez

- as lajes são sólidas e o caminho leva directo ao coração - 

(por reconhecimento - espelhos ja mais não bafejados -  permitem ou deixam entrever a luz - aqui, além e em todosos lados... 

vale a pena meditar nisto - 
talvez

 a razão pela que a luz - em arco - via gota que cai "desordenada" e ainda ssim, se dispõe, a se mostrar uma harmonia tão forte que pode ser apreciada de Sul a Norte, de Este a Oeste - nalgum vale onde em baixo caminhem ou ao cimo do monte se apressem...

 De forma tão clamorosa que não fuja 
(esse milagre latente - estado e não estando - sendo sempre presente) 

- muito - 

à atenção - talvez
mais delicadamente concentrada, nalguma outra coisa que não a maravilha da vida humana 

e a sua dignidade assim reflectida 
- em qualquer lugar - existindo...

e
em
VIDA
VIVIDA






Em http://en.wikiquote.org/wiki/Albert_Schweitzer a 10-02-2015

domingo, fevereiro 08, 2015

O RENASCER






Sobre a torre mais alta
vertem-se as lágrimas claras
as 
transparentes lágrimas da terra que clama

sua mãe chora
sua mão ampara
em luz diáfana
a 
recebe
e  
conciencia aclara

em luz espelhada
se mostra
ese coroa
tres anéis
para vós que a veis
três
aneis
para vós que não sois reis





Assim em vida alumia
A via
A que é, a que era, a que há, a que havia

e a sombra  cai sobre ela
e se transforma de pálida a rubra 
deixando a luz de ser amarela

algo merge
algo emerge

de 
entre as Tágides que o dizem
de entre os espiritos da águas
que assim o bem dizem




Assim qual a imagem espelhada
Da noite já viva a mais honrada

anel de diamante a se mostrar
seres diamante a dealbar
entre a noite despertando
em pureza a luz olhando
sem cegar vendo mãe
sem deixar de perseverar no caminhar
seres de alvura e valor
seres da luz de luz
seres de luar maior




mais fechada se anoitece
mais aberta se resplandece


deixar o ser e partir
num clarão entre o dia a fugir
desfeito o momento
do casamento
no 
que nascem os do prateado fundamento



rosa nocturna
quando assim nomeada
livre sendo
chamada ”escrava”

se elevando
nosmostrando
sendo raízes
sendo felizes
livres tanto
tanto tanto
sejaem áfrica luz vermelha
seja aquela que é da vida candeia


flor negra se não resplandece
flor branca quando em vida aparece


lua de rubi
anel assim sem ti
de coragem a confrontar
a treva que ainda há de vingar




flor das águas e mão de flores cintilantes
três faces e uma que era a d’antes

luar azul
anel de sonhos
luar de águas
de 
essenciais profundos
para uns medonhos
para outros fundos
recantos de aconchego
onde não chega o negro
a onde repousa o segredo



E a 
gota 
nós

– assim deslizando - 
Em forma de bruma


A arroupando
Vai amando
Tanto…
Tanto...


Levando por dentro
Segredo
Por fora
Transparecendo


anel de luz 
luz em direcção ao altar
cúpula dos céus a celebrar
e 
lá em cima
longe
os da força e forma antiga
ouvindo
respondem




Sua essência por igual
Pureza origem e virginal

 
Assim a sabe e a vê e a sente
Uma aprende, a outra consente

ela assim
trespassada
assim
em vida
vida e luz 
reencontrada



Por dentro é universo
Vivo
Certamente
Por fora é palidez
E imagem sorridente



luz de alvor
luz de amor
noite em pleno dia
sol da noite senhor
uma e outra árvore sendo de cada uma
sua parte
sua contra parte
e a 
melodia

HARMONIA

das ávores
se faz uma
e a 
noite aveludada
e o 
dia 
sendo qual sombra consagrada



Por vezes cativa
Por vezes qual ausente

Aquando é o raio da vida
Que rasgando a noite anuncia o dia

Qual aurora assim desmente
O sonho de vida que a Lua consente


se separando
multiplicaram
os que criam
os que queriam
os que aspiravam

e 
nupcias novas
assim fizeram
e 
assim novos luzeiros
também estenderam




Entre o primor de amor
Quando Sol se entrega
Quando Lua luz não nega

Sendo uma pagada
Sendo outro vida sublimada

Nova força nova via
Se entrelaça na mesma sintonia

Esperando o olhar ridente
de seu par
Ainda
Ausente

e 
voa mensagem e mensageiro
pela via
pela vida
pela mundo inteiro
sendo noiva e noivo despertos
assim seres em, luz e sombra libertos
anuncia a boa nova
juvenal posança
de um sonho de virtude
entre o adulto que s fez criança
e que voltando ao ninho
voltando a donde é verdadeiro filho
assim cmpreendeu
a essencia das águas da vida
e de 
quem 
via e vida lhe concedeu


Da aurora que se pressente
Uma e outra
Senhora
De
vida e da via


nos céus um compromisso
anel um para unir
não para atar
para libertar
não para cegar
para a brir em pleno
de par
em par
o pleno e vivo olhar



E da fermosura mais esguia
Sendo
em
via e vida
Assente
Ausente

Parecendo

Assim
Aparecendo

Passagem
Consente
Passagem
Consciente


 e fica a dama esperando
enqunato o caçados de sombras se vai 
despertando
de seu sonho de amor
de seu ser redentor
asim se va olvidando
e um e outro
se amando
nas esferas celestes se perseguem
nem se atravem
nem se apecebem
das forças que os movem e a bem
de novo os levem
a encontrar
encontro
para novas vias e vidas de luz
que entre aconchego
e reconhecimento
e verdade
e consentimento
assim concedem
assim concebem





Para o nosso real fundamento

E transforma em vivo prisma
Três anéis

Da via, da vida, da virtude
Um vermelho qual fogo
Em orla circunscrita
Anel em volta de mais branca e inaudita
Dama de gelo e fogo
Dama do mais claro desafogo



Um transparente e azul
Se mostra numa segunda volta
Assim se perfazem os sonhos
Que sendo outra loucos
Devaneios
Medonhos
Chegado lentamente
Ao mundo do Presente
Como as vidas mais antigas
Prontas a interpretar
As pistas e as linhas das linhagens a despertar

flores de sonhos
entre filigranas de prata
que despertam
que mergem
entre amais fina e doce  graça
essaq ue convida a reunir
no subtil suspiro da noite amiga
d anoite meiga
d anoite mais viva
essa que entrança cabelo de criança
com sorrir de sua mãe
e que não ve mal nem bem
ve muito mais além
e nos agrega
e  suspira
qual
brisa
que avisa
dos tempos a chegar
e dos amigos e amigas
luze svivas
em candeias vivas a necontrar
por ora sedentes
uns aind ausentes
como que dormentes
sementes
outros já despertos e a labutar
e 
outros
(...)

bem disfarçados
entre os primos irmanados

assim a trabalhar

gerando pontes
de 
sonhos

para a bem, bem despertar
esse tal abraço
que lá em cima
nesse "frio espaço"
duas luzes nos ensinaram já a doar

e 
renascendo 
luz e sombras
entre luz e sombras
se fizerem
sem se notar

casar

sopro candido
abraço
que assim
qual fogo baço

lentamente poderemos dar
sem nos fundir
sem nos separar
reconhecendo por dentro a mesma essencia
qual mesmo par nos veio ensinar
esse que nos deu a origem e que nos está de novo a amparar




E um branco de alvura
De premura e de subtil fermosura
Tão amplo que preencheu
quase e a orbe inteira
orbe que assim cedeu

 

E que assim contemplado
Mais de um terço de seu lado
Assim e porta de primor
De vida e de amor maior





Quem assim chegue e encontra
As três portas defronte

Passando uma a uma chegará
Ao outro lado do veú




E transcendendo 
o 
que 
JULGARA 
seu
Julgamento
jamais sentirá



E livre e vivo e completo
Ser de novo erigido sobre valor e virtude
recto

"lá"
encontrará

entre o angulo mais esférico
entre a rectidão de coração maior
"lá"
verá
reviverá
coração e opção e simples
e 
viva


meu amor
meu ser de amar

iluminados
por dentro vivos
e 
regenerados

"nos elevamos"

vamos
para o amar maior

vamos para o tal louvor

vamos para Ser

assim
lembrar

reviver
e 
descansar

adormecer para o pequeno ser de amar
e 
despertar

na melodia
da 
HARMONIA
além noite ou dia
terra ou mundo ou litania
vento que mais não segrede e a mais nos leve

sinfonia
antífona gloriosa
mais imensa
mais fermosa

que ser algum
humano pensa
pleno de Humanidade 
sabe
além da idade
ser parte
da eterna cidade
que clama
e que chama
e cujas trombetas cristalinas
sentes em todo sos dias
te chamando
tanto tanto
quanto
por enquano
ainda duvidas
e chegará
o dia
nos que estão unidas
as pontes do regressar
de se abrirem 
céus e terra
e cada qual 
a casa voltar



água de poço amiga
guardada em, coração
desde que foi gerada
sua barca amada
em corporalidade assim disfarçada

em sentir assim motivada
plena  echeia
de opção de cor agem
assim arrivando 
asa 
eterna passagem



casa anterga
assim
viverá



Entre quem assim se desfez da veste anterior
Em via e virtude
De luz que não se oculte

Permanecerá