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quinta-feira, novembro 13, 2014

Um rei no deserto


distribuição de Uma das Espécies de Carvalho - Portugal


As farinhas – de antigamente – eram feitas – nas regiões onde os montes e os vales e os rios e as pedras antigas florescem… por pão de milho… trazido desde a América… por campos que são extensos e grandes e se vêm pelo sul e assim apetrechado… seriam os nossos pães concretizados com farinhas que ainda se dão aos porcos se as bolotas também não se houvesse EXCESSO DE ALGO – que assim seria riqueza de nação?...







Alguns Dizem que a vida estaria "em útero" - imbolc lhe chamam :
Seja a vida Humana – nascente – ver os casamentos de Setembro e fazer cálculo – alguns nasceriam… e depois as contas se faziam…

Ver algo estranho – se a festa do “Fogo” de que nos falam – de se PURIFICAR PRIMEIRO – entre Fogo  e Mar – dos elementos os que tendem a purificar – nestas terras assim seria – não havendo então razão para tal romaria que levava os do interior até a periferia – em ondas contínuas e em frequência simples – VIDA;

Vemos em S. João hoje celebrado – entre fogueira acendida e mar mesmo ao lado…

Contas FEITAS À VIDA – que a nossa cultura tem um a tradição e devoção e guarda com bem e bem fazer a virtude das gentes – de homens e mulheres que a conhecem de coração… pensemos…

Se estas “devassas” que nos dizem que o festival de “Belthane” era para se gerar vida – pensem – três meses atrás – e a criança era nascida… no MEIO DO INVERNO?... (subtrair tres meses aproximados ao momento de "geração" para ver que a coisa não bate) - temos meses que celebram os casamentos, as festas casamenteiras e as promessas e os dons e as "prendas enregues" e os mangericos e as letras assim guardadas - de gente enamoradas... 

São as tres festas - de fogo - de Junho - à volta de um mesmo algo, de festa de tradição afim - seja S. António casamenteiro, seja S. João que leva uas e trás quatro, sejam os detalhes do tal S. Pedro d 29 meio ADAPTADO - LEMBRAR QUE ESTAS SÃO TRADIÇÕES REESCRITAS ou COLACADAS SOBRE - o quee ra originário e real nesta zona - contas feitas à vida - purificar - por nascimento - como na "queimada" que ainda os vizinhos fazem - em forma mais ou menos velada - e assim ver que - o purificar do fogo tem a ver com algo - a chegada de alguém... como o da água e do mar..


Eram ignorantes estes seres de antes ou alguém contou – a la “Holliwood” com mais uma forma de perverter uma cultura com raízes antigas e bom e bem saber…

Que se lançavam em agradecimento - celebrando algo de bem:

VER:

Louros - laureados - elouros nas mesmas datas dos CARVALHOS FLORIDOS... coroas "DORADAS" em cabeças livres e assim purificadas... danças em roda em volta daárvore, da vida que se lembra - sejam as lindas crianças assim dançadas - com as damas em aros dourados em si trazidos e as fitas limpas - livres para serem entrençadas - vidas entrelaçadas - nas festas das cocas - como a de Redondela - de um Lado ou a de Monção no Outro - que antes se estendiam desde Pontevedra ao Porto...

A partir do Sec XII algo mudou - a tradição da Vid a- já nascida - ficou. Perguntem aos de monção que se celebra... simples...

"Corpus Christi é celebrado 60 dias após a Páscoa, podendo cair, assim, entre as datas de 21 de maio e 24 de junho."

A purificação pelo Fogo e pela água do mar...

praia de samil - Vigo - pleno 2014 - centenas de fogueiras, milhares de pessoas - a noite inteira - S. João estranho deste tempo...



Purificar - antes... ver 3.41 do video - as mesmas fogueiras, o mesmo mar de amar - que nem se conta nem lugar s epode revelar... apenas para quem bem entenda a vida que por dentro se pode guardar... diz uma diva da terra pela terra e pelo mar... a cantar...










Um S. João que levesse as gentes aos seus "santos lugares" - aqui - nesses poenedos, nesses lugares mais natigos... nesses que te falam por dentro... peregrinações às costas... de celebraçoes entre a terra e o mar... do fogo que purifica e da água que faz do mesmo - o seu mesmo cantar - FOGOS AZUIS de quiemadas a se elevar... de algo que leva das frutas e das plantas das flores e das esperanças o melhor que aind apodemos lembrar - VIDA;

os calendários nem coincidem - sejam lunares ESTELARES - nem tanto Lunares E Solares...

Ver um S. João de Arga em 28 de Agosto e nem compreender - como peregrinam pela noit dentro as mesmas gentes do passado antergo - para purificar - seja no fogo seja na água - e sentir o que uma coca em seu ventre guarda... àgua viva e pura - que se for tocada (ver monte Alioa em Espanha - Tui - que tendo sido recuperado - desde 1917 -um pequeno deserto - está transformado - por canais artificiais - num parque natural - os grandes carvalhos - crescem apenas nos lugares de origem - e as águas canalizadas não lhes servem - ver as cocas ILUMINADAS e ENGALANADAS COM O REI DAS FLORESTAS - DE VERDE MARCADAS - e das MAIS PURAS ÁGUAS que ainda fluem - BAIXO AS SUAS RAÍZES - outeiros felizes da snossas terras... dessa que jorram algo como "leite e mel" - traduzido aqui de forma diferente para toda a gente:




Sua Casca para ferver - e algo de uma mezinha estranha - algo que se destila e guarda - ainda pode suceder.

Uma bolota - que faz farinha - entre terras antigas de montes e de "espigas" que são as cristas de pedra iluminadas em verde e iluminadas com gentes nesses momentos de celebrar... e ver as rodas da vida e as entrançadas fitas – de postes hoje despidos – em volta do rei – da vida – que alimentava e vestia as encostas até às cimas e de verde as noivas da terra garrida eram assim em verde investidas – os pares em noites preparadas – e as celebrações à roda da vida – em roda da arvore mais antiga celebradas…

Ainda existem… estão – resguardadas…


(S. Lourenço Montaria – pequenas coisas a lembrar, Ancora e os pequenos grandes carvalhos, e os Sobreiros ao lado dos lugares antigos… e as pedras cobertas – na Madalena de P Lima, entre tanta gente que a viva – esse algo que evoca as águas – que lá em cima está “coroado”… apenas a estátua terá ficado… o outeiro lá segue… e a imagem que se mostra – desse pais verde assim chamado – de algo verde do passado – ainda gera semente e ainda se engalanada – nas mesmas datas além de calendário pautadas

que se vê agora lá pouco e que antes era assim descrito pelos antigos – como que um esquilo podia passar – de copa em copa sem pousar -  e sendo os esquilos também o instrumento estranho, que a tal “natura” usava para plantar – sejam eles também o desaparecimento de uma cultura amiga e de um lugar que bem diga da sua própria cultura a germinar…



Consultado em http://www.turgalicia.es/ficha-recurso?cod_rec=17486&ctre=261 a 13-11-2014




Consultado em http://www.turgalicia.es/ficha-recurso?cod_rec=17486&ctre=261 a 13-11-2014


(Não te lembres de – literalmente – mergulhar um recém nascido em plena água do mar – é claro que o ser sabe nadar… o “vernix” nem por isso – pensa quem eram as donzelas e quem eram os que peregrinando ate aos tais lugares – se purificavam para os seus antigos “casares”…
e que – o iodo hoje em dia purifica e que algumas ervinhas misturadas nas chamas fazem o mesmo – pena que a nossa cultura seja tomada em baixa consideração…

se quiseres – podes trazer um desses incensórios estranhos, ou coloca uma de água numa peça de pedra sabão, mete a chama por baixo e mistura essência de algo… poderia ser de alecrim – se quiseres – anti-séptico e da terra… ou então… tens tantas e tantas g entes que sabiam como “purificar” saltando um fogo – e tantos que literais – levam a coisa a sério… sem se lembrar que – as coisas estão CONTEXTUALIZADAS nas gentes que as guardam;


– Meigas chamaríamos – ou “Feiticeira” em nome de algo um Trovante – outros dizem em forma mais amena – PONTES como as dantes… “pontifex máximo” seria quem compreendia, vivia, era e se entregava nesta comunidade – a ser quem ajudava e orientava – sabemos que os “Castelões” – tal como chamados pela Flor mais bela que espanca, ou os “Castellanos de Castilla” pela Rosa mais bela que lia – simplesmente limparam – carvalhos, carvalheiras e estes das pontes puras e verdadeiras… porquê… vieram em som de paz e aqui a gente ainda os compraz…);


noite demorada

breve manhã

S. João estranho...
que purifica o ser de outrora...

Sonho de um mar antigo
que caminhamos
sendo sempre amigos

Fogo
e mar

Fontes e águas
Chão de pedra pura
e terra verde
fraguas

que vão além das sebes e linhas
e o deserto mais a morte
a costa
que assim lhe chamam´cantabrica saída...

vens de novo
inundar d evida o povo
que do norte fez a descida

nessa tua forma forte
de te manteres fiel
e meiga

magia amiga...


Quem esfola as peles quando a coisa não corra
Quem meta caixões nas veredas das livres gentes
Para que a cousa doa
Se lembre que há quem recorda
Que a tradição da terra, daágua, do mar, da vida que estãoa respirar
Mais cedo ou mais tarde há de contar..
Os vai contar
Um a um
Tal como vocês estão a marcar

os montes, os lugares antigos
as gente spuras
eos vossos castigos

tal como as agulhas de ferro e fogo negro
gravam o penedo
tal como os cruzeiros 
e as imagens de sofrimento
cruzaram por vossa arte
o mundo inteiro...

E a pureza
A este mundo
Há de tornar

Antas – são lugares de enterramento
Caixões de pedra viva ao vento
Esfolados são os tais
De grau que traem

E os marcos miliários
São como os tais “esteios”
que não são traduzidos
E nunca foram
Como “cruzes
Assim contados

retirar simbolos de medo e dor
retirar esses para tratamento de amor
será caminho verdadeiro
entre o tempo que se achega
e se faz soalheiro...



por sinais perdidos - procuro
gravas nas pedras
brilham no escuro

quem procura - não encontra
no labirinto se perca

quem é da terra
entra...







Consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Coca_(folclore) a 13-11-2014




Festas de Viana do Castelo - senhora da Agonia - ao fundo uma coca bem grande e desfilando a luz que Herculano não via - trajada de negro - luzidia - seja esta senhora - donzela ou senhora vadia - tal como induz a estranha e triste litania - imagine sua excelencia que cas a- festa - vida - e que lhe põem uma pedra de sacrificios em frente, com uma imagem de tortura - iria vestido de forma adeequada ao festejar que se lhe fazia?...



As noivas da Agonia- casam de negro em Viana – pena que “HERCULANO Liberal” – contra o liberal Francês – nem se lembre nem o veja – ele que era do Porto – estava em pleno séc XIX… se lembre de apontar ao “XXI” – estes “romanos são doudos” – como diria um certo Obelix de God – zinny…




Senhoras prendadas, rendas de saber levar, gentes que levavam prendas e virtudes de encantar – que lavam nas aguas mais puras, levam em cabeça os jarros de barros, eram assim as cestas sustidas – pelas nossas mais belas e mais curtidas – hoje desfilam – filhas – da terra e da tradição – por muito que ainda haja quem diga – que assim não era… “Non”





Ver cousas estranas - ver como a cultura e as roupas - são ousadas - por gentes ousadas - em terras de Portugal, e da galiza... e quem sabe da Espanha: como não cabem TODAS as imagensdo que implica e representa o nosso folclore - seja que o Vermelho, o branco  eo negro até eram vestes de cor real - então fica o link para uma região bem "Geral" - VER PARA CRER:

http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/2012/05/



Consultado em http://www.diariodeleon.es/noticias/provincia/camara-celebra-centenario-boda-maragata_551063.html a 13-11-2014


CASAMENTO "MARAGATO" - em ASTORGA - teroricamente Leão, parte lado a lado com o "BERÇO" algo de onde vem uma dignissima dama e a história dela assim recontada... seja esta TAREIXA e a sua geração - ainda seja...


Numa certa terra – em zonas da Espanha – com palácio episcopal – de um tau – GAU di… umas gentes casam de negro… como aqui… nessa tal viana… como aqui correm com lendas à volta da mesa – seja o cozido Maragato aqui chamado “À PORTUGUESA” – dizem que era por causa dos exércitos – seriam os de Herculano? Que acelerando o pessoal que estaria sentado – comiam – PRIMEIRO – O COZIDO – e depois a tal sopa se houvesse tempo ou engano… uns comemos antes – outros  a levam depois – se nos conhecermos pelo que somos – comemos sopas também os dois… pequenos detalhes sem importância – mais é o que nos une do que a tal “distância”




sempre que o mundo




Algo que nos lembre...
De onde vem...
Aquilo que é belo, maravilhoso desvelo… aquilo que alimenta o coração… esse algo que se sente… realmente… na vida que por dentro… vivente… mesma vida…nossa mesma gente… casamento estranho – se os sentidos nos levarem – para longe de nós…

Cada lugar de ancora esquecida – cada lugar de luz – na esperança perdida – uma luz brilha – mais forte que as demais – eleva ali – onde só chega.. quem já não tema… o que outros lhe fizeram ter medo de arriscar… ver o mundo como algo verde… florido… mais do que uma ameaça… um lugar onde o medo grassa… como essa tal escura fumaça – de lume escuro a se mudar – quando o nosso era branco – como estrela reflectida em mar de amar…

Ver esses lugares – assim no tempo – esses que todos por dentro ainda temos – ainda somos pese embora mal sabemos… enquanto mal despertemos… verdades pequenas além das idades amenas… esquecidas ou guardadas… lendas amigas e bem prezadas…






Desamarrado.... nós e laços… 

abraços de vida em nós contida

Agua e lume… e terra que nos sustenta para nos erguer…

Seja o fogo branco – uma esperança – um sopro que vemdesde o tal.. confim… do mar… e seja esse vento novo que nos vem libertar…

Esse amar mais alto… de esperança… de algo que é digno – em homem e mulher sendo criança… o tal lume vivo – amigo.. que é em ti e em mim reflectido…

Algo que se partilha com aterra inteira – em fulgor de chama verdadeira – verdadeiro amor de louvor… algo como flor que se abre.. para quem assim comparte.. uma certa verdade a se transparecer… indo além do medo –a coragem… de se sentir e se abrir para o Ser…

Quando esse que doi invocas – assim ficas… assim te atopas… se os ícones e imagens sugeridos –são assim plenos castigos – assim levas e assim pregas…

Se o vento te liberta – filho do vento na certa –e asas de gaivota que leva

Perfeito coração 
entregas
Mão a mão 
carregas
A tua própria opção…

Coisas que te conta avida
E as vidas
De irmão
A irmã

De irmã.. a irmão…



Fonte - http://moinhosdemoncao.blogs.sapo.pt/ consultado em 13-11-2014

Estão são os "Moínhos de Monção" - no "castelo das Furnas - ou de Fraião" em Valença do Minho aocntece o mesmo "mistério"... e onde houver outriros de agua corrente - medievais ou tradicionais - que  agente pense - que o MILHO - veio da AMÉRICA - no séc XVI...




Estes "moinhos" - com suas veredas, suas vertentes, suas Rochas e Rochedos ainda hoje - algo viventes... seriam alvo de plantação de quê.. para se moer...

estão em todoo lado onde exista:

água, outreiro e rocha... e a FARINHA - MILHA? do CENTEIO?

Dos campos de origem?...




Consultado em http://www.panoramio.com/photo/49436301 a 13-11-2014


Consultado na Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Centeio a 13-11-2014


OS CAMPOS DO NORTE DE PORTUGAL – radicam na MONOCULTURA – no MINIFUNDIO – CENTEIO  ETRIGO – estão bem – para quem – tem -. LATIFUNDIO.. quem vê a paisagem ainda recortada – da entrada da nossa terra verde – verde terra nossa amada – quem recorde antes das “quotas”, a horta, assim plantada – e quem saiba que os moinhos – tantos – nem moíam cevada – saibam…
Desde os moinhos da Gávea – em Cerveira… desde os moinhos da Coca de Tui – essa de parque Natural Chamada – “MÁ” – por ter ficado seca… e assim mais não “coroada”… seja o percurso ou trilho – dos Moinhos que moíam… o que dessa terra verde e sagrada… sejam os tais – do castelo de Fraião – ou Furnas de Boivão – secos pela MÃO HUMANA assim inteligentemente CRAVADA – nesses lugares – nesta terra nossa e abençoada…

Sejam os Moínhos de Monção – o que se quer aqui traduzir é que o Rei findou –a FARINHA que se produzia –num outeiro ou carvalheira luzidia – das BOLOTAS QUE TODA A ESPÉCIA PRODUZIA – essas que se encontram nas altas cotas, nas tais rochas, nos “cons”, nos fachos que de novo se iluminando – possam traduzir – tanto… tanto a mesma cultura em ti e em mim…



É chamado de minifúndio todo o imóvel com área cultivável inferior ao módulo rural. Além do aspecto técnico, a palavra também serve para indicar uma propriedade rural que possua a menor dimensão possível. O termo é uma combinação de duas palavras da língua latina: "minimus", que significa pequeno, ou o menor, e fundus, fazenda.

http://www.infoescola.com/agricultura/minifundio/




Lugo - O cebreiro - entrada na Galiza - mesma cultura, mesmo minifundio, mesmo plantar e colheitar para quem do lugar.. latifundio - de meseta - como entre Burgos e Leão - na GALIZA - NON;
Latifundio - lá pros lados do tejo.. e coisas assim levadas - então que crescia aqui - qual a farinha de tantos etantos moinhos de gua - nos outriros e nas antigas pedras ainda preservados, pelas gentes cuidados como cultura original, pelas gentes amados como sua cultura real? E quem falta que já não está - que cruzava a terra de cima abaixo e - sendo "pros caralhos" ainda se canta em certos meigalhos - essa aguardente viva e luzidia - de casco de pipa feitos, de naus assim em velamendireitos, de vcaravelas contra-feitos... de pastagens explorados - por tuneis reconditos de outrasculturas feitos.. miragem...





O que corroi a arvore da vida
o que transformou as raizes do rei numa litania... voando no vento... parecendo espécie protegida... "Baruk ai menú" dizia a vozinha quando cai - com a machadinha que os taos "orcos" corria... quem fez o "buraquinho" que é tineladinho e que "Amon ZÛL" assim traduzidinho - ainda reluz... quendo se nota que apedra "fuma" pela noite... ainda há dever o regresso do "rei"... em verde assim vestido, em verde assim implantado - não imposto por um céu de seteestrelas - que esse já está faz muito coroado... hstorinhas dos afonsinhos - NON - aqui sabemos e mantemos a ntiga linhagem e a velha tradição...




Os moinhos e a água… existem lugares para vasilhames – de 600 litros a talha – para casamentos e cantares.. e fazem-se… entre pedras e rios correntes e aguas ferventes – vinho em água – água fruto agreste.. os cantares de quem proteste – ficam abafados – pela agua que corre por todos os lados – ou assim habilmente amplificados – anões e castelões e grandes galerias  e passagens – debaixo das antergas pastagens do rei que não volta – pois está exilado – do rei que aqui reinou – em todo o lado…






FAZ DA VIDA
MAGIA

QUE TOCA SEMPRE MAIS ALGUÉM

a enegia és tu
e eu
e algo maior e mais profundo ou mais alto também

e nessa linguagem
nesse algo
sendo parte

então o mundo é ainda melhor

de momento
parece pouco
um gota entre o turbilhão

um dia serão tantas
que serãona água da vida
uma clara e simples ovação....









Casamentos e bodas – em Canãan – na Gal ideia – seriam interessantes – se os de antes se recordassem.. onde jorra leite e mel – é onde aterra é verde e esperançosa – na qual o gado é entre a erva viçosa… é entre os lugares onde as abelhas ainda gritam… em colmeias naturais – enfiadas entre as árvores tais… é nesse lugar onde ainda existe gente viva a resguardar – tradição e vida do lugar…

Equitativamente – distribuição equânime;
Verdade – não é mentira; Histórinhas lentamente caem – ainda que sejam divulgadas pelo mundo inteiro – tapando os olhos com uns dinheiros ao povo verdadeiro do mundo inteiro…

Não bate certo – lamento – que se estendam – a todo o vivo centro – se estabeleçam, coloquem as “tendas”… assim se entenda
– e drenem os recursos, das vidas e do lugar…
simplesmente por seguirem numa forma própria – de dizer “Si” quando nós dizemos “non” –
os da linhagem real – do local – vão estar sempre a olhar – para que os tais – que nem rei têm nem roque forte assim traduzem
 – não continuem com esta miragem – esta loucura – esta forma de fazer pastagem entre a gente madura
 – e assim possam estar em alegria, sintonia, harmonia – com aquilo que a própria vida assim nos diz:

Que existe caminho  e vida – nem que se tenha que mergulhar onde os tais mortos fizeram um lugar de passagem – e trazer alguns de volta depois da miragem – de se terem deixado ali – para se divertir…

Existe ainda tempo – para ajudar a que este estranho “afundamento” tenha outra sorte e outra orientação para onde ir… neste momento o tal “Rumo Norte” está a descair…



(... entregar a alma a quem nos traga um sopro do deserto ...)




no deserto encontrar 
um poço de agua viva a se partilhar
 para de vida 
da verdade florida

assim em vida se poder entregar

fontes de água que jorram desde o coração silente
de quem procura a verdade e ama 
- assim um pouco de toda a gente...)






terça-feira, novembro 04, 2014

um por todos e todos por um


perderei o momento 
no que aprendi a beijar
meus olhos abertos reflectindo
a luz plena e pura da luz do luar
sobre esse nosso mar de amar

oferecerão umas moedas 
para os olhares velar
contarão as mentiras
que nos encobrirão
de ver a verdade a naufragar

e nós seguiremos
e susteremos
a verdade que entre todos nós sabemos

que a memória da terra
já não tem como "olvidar"


que junto somos convidados 
de novo a colaborar 
de novo a lembrar e avançar

de entre gregos e troianos
saber separar águas

e as nossas águas e costas 
e encostas assim saber de novo guardar

e aguardar...

a que as gentes por dentro
lentamente 
uma a uma
comecem de novo a despertar
e indo além das histórias veladas
por línguas bífidas contadas
possam ser
assim
sem mais

iluminadas...

e se erguer
e subirão ao cimo do seu próprio ser
até assim atingir
o que se vê com o olhar de amar
olhar de coração 
que vê além do que lhe estão 
todos os dias a contar

e crê
que ainda assim
e, conjunto
fazemos nós 
um pequeno grande mundo
e poderemos assim
juntos 

triunfar

como povos irmanados
que se estendem 

desde ambos os lados
desse rio que amamos

mais unidos do que separados

que nos une se mais não nos afastamos
águas da mesma vida
que todos por dentro levamos

verdadeira memória dos tempos
verdadeiras histórias dos lugares
verdadeiras cicatrizes nas gentes
das alegrias antigas
dos seus contares

dos seus e nossos cantares
as cicatrizes que assim curares
ao trazer de volta
a cultura e a vida que assim honrares...




Junto se envia o Numero de Conta para início da publicação do livro – que dará origem a uma causa:

Um livro por uma causa – pretendendo, dar algo, mais – à iniciativa de desenvolver a nossa cultura;
 – seja nas zonas mais periféricas ou ali onde ainda exista a gente e o espaço, que ainda a represente
… ou possa assim, sendo vitalizada – de novo vir a representar…
– Esta a função da devoção ou opção do coração – consciente – de poder ajudar neste processo de integrar várias idades – géneros – em pequenos ambientes de núcleos vitalizados;
– Através de metodologia aceite internacionalmente;
(legislação sobre MTC – aceite, assim declarada em diário de Rep. de 8 Out, incluindo Medicina Tradicional Chinesa e Chi Kung e Tai Chi, Chuan como metodologias adjuvantes no procedimento de terapias – sendo quem escreve terapeuta Licenciado em Enfermagem e com titulação na área da arte marcial – Professor de Kung Fu pela Federação Galega de Kung Fu, e professor de tai chi Chuan via Tai Chi Chuan estilo Yang, linhagem do mestre Fu Sheng Yuan );

Testada por quem assim a refere, e assim descreve está área de vertente comum – promotora de vida, vitalidade e vitalização em ambiente de comunidade:
- como útil, simples, gradual vital y de aplicação – quase geral – pouco ou nada excludente – aplicabilidade em locais como IPss com forte cariz de integração de cidadãos portadores de dita “deficiência” – como algumas da zona já em regime de Voluntariado assim desenvolvidas – lares da terceira idade, associações de Idosos, colaboração com Acção social local e programas de reinserção social, associações como APPACDM local e afins);
Apoio voluntário no desenvolvimento de actividades dos Bombeiros Voluntários de Valença do Minho nas campanhas de divulgação e entrosamento com as pessoas das freguesias – associados ou não  desenvolvendo funções de Enfermeiro;
Participação a título voluntário – como Enfermeiro – colaborando na elaboração de torneios locais de arte marcial desenvolvida por gente da localidade – torneios de Judo;
Ressaltar que o proponente foi Voluntário com a ONG – AMI – em Timor Lorosae entre 2004 e 2005, desde então não parando em actividades de vário cariz a esta vertente humanizante associadas – pertença a banco de voluntariado de Vila Nova de Cerveira e actividades particulares de voluntariado de índole pessoal – centros de apoio a crianças retiradas a famílias de risco – projecto ASA de V.C , apoio pessoal a pessoa dita “autistas” na zona de Monção e afins…

Este é o VERDADEIRO cariz que motiva  a iniciativa que se descreve de seguido e para aqual se apela à sua colaboração  - por todos nós e não apenas pelo lançamento de um 2porjecto2 que – sendo contínuo no tempo, ver que quem propor escreve desde 2004 e assim mantém premissa e que “Um livro por uma causa” nasce do transfundo cultural – desertificação gradual dos meios culturais mais marcantes da nossa cultura em termos locais,
económico – desenvolvimento de “mais-valias”, garantidas em constituição como “tendencialmente gratuitas” e / ou de cariz Universal  geral:

– que todos nós temos o DEVER de defender como tal (universais, de cariz universal e de acessibilidade garantida para todos)
 – como a Saúde, a Educação e  Justiça:
no acesso a estas mesmas mais valias – tão inerentes e básicas à própria vida

– através deste projecto, esperemos que entre muitos outros -  passiveis de serem levadas aos locais e às pessoas e comunidades onde mais falta fazem
– sem que assim o sistema que garantia a estabilidade de vida com base da contribuição de toso para o bem estar de todos – consciência de si e doi outro de forma assumida -  esteja totalmente perdido, para o desenvolvimento específico e sem margem de alternativa
– além de outras de cariz em empresarial ou com “animo de lucro” que actualmente não deixam margens de alternativa – como no caso das “epe”, que assumiram toda a saúde de um Distrito – como o de Viana do Castelo,
sem terem deixado margem de alternativa viável à população (não existe outro sistema a não ser o progressivamente evidenciado como corporativo, com finalidade de gerar margens de lucro e tendo sido pactuado ao longo do tempo sem conhecimento dado à população em geral e anulando todo e qualquer direito constitucional incluído nesta área – tal como garante a constituição
(seja , p. ex e entre outros – no nº 2 do art 13, no 1 do 1rt 64º da constituição da República Portuguesa, relativo á saúde, nas cartas de direitos e deveres de utentes… etc…);

Como diriam alguns – estes pequenas divagações só poderão ter substrato e ter fundamento se as pessoas de bem não fizeram nada para a s debelar atempo;


Um livro por uma causa- em várias fases – se assim for possível possível
– inicia-se com o livro: “Do betão ao Coração –Flores de Luz”;

Refere-se a través da poesia – o caminho desde o se estar trancado numa rotina, num papel, numa forma de vida estruturada pelo relógio e pela pauta externa, para descoberta gradual do que por dentro realmente anima, oq eu por dentro nos motiva, oq eu nos gera na diferença e ao mesmo tempo nos entrelaça na sua exposição – como se raízes que se entreteçam sem se ver baixo o chão e se manifestam como flores de luz – diversas – a a qual com sua condição e pertença e sentido de aspiração e caminho para o desenvolver… do frio betão – do cemitério da vida latente, à consciência da semente de ser uma Flor em potencia – esperando ser assim transformada – para assim germinar e rasgar – primeiro o seu próprio conceito – semente – depois a força que outros seres – a terr a dura – antes de nascente – assim exerça e depois despontando para um mundo imaginado e sonhado - nessas semente de vida em peito guardado…
– algo que nos reflecte, que nos compromete;
– seja do escuro e frio betão da Cidade que ainda não tem a tal devoção:
 á cultura, à tenra ou idosa idade, seja o despertar da Flor da Vida em qualquer momento
– e que e tenha fundamento – nessa actividade – com fundo de maneio e sustento para seguir a congregar gentes de qualquer género ou idade nesses tais lugares que representem a nossa cultura antes de que os mesmos desapareçam debaixo da compra e venda mais dura;

– primeiro em semente no coração sustida, depois a florescer lentamente – como se algo que nos una assim desperte – como se desenvolve na arte – seja no artista que vai descobrindo o que aimaginação lhe dia via coração, seja na arte marcial por devoção –q eu vai ajudando, vitalizando, capacitando, consciencializado e expandindo horizontes de capacitação – o que façam os e a s praticantes com estas sementes de vida assim transformadas em verdades assim podendo ser partilhadas – é o que se espera que possa vir a acontecer – que se leve essa chama, esse amor e esse querer ali onde mais falta faça e se multiplique o que assim por dentro nos chama e o método de bem fazer…

 – quase sem se ver ou saber – entre quem assim se der e ajudar  a saber – fazer… e fizer…
Já leve um tesouro vivo, uma ferramenta que seja testemunho vivo – em qualquer lugar onde esteja e que possa assim ser agente – de mudança, de esperança, de vitalidade e vitalização – junto de qualquer entidade ou instituição da sua própria comunidade ou população…
Esta é uma das fases posteriores de um sonho –q eu como “sementes de flores de luz2 – livres depois pairem e se instalem ali onde mais falta fazem…

O Início:

Nos dias presentes, ou se estabelece vinculo a entidade que gere – lucro – que cobre juros e assim os mantenha – e nos comprometa – nem tanto com a arte ou com a gente e sim com o pagamento de meios económicos – fazendo os mesmos serem o fim e menos o meio – então surge a ideia – de desenvolver – esta forma de arte –a escrita – junto de outras que se queiram associar – em prol desta caus a- concreta, pragmática, útil e valida –que possa muitas outras pessoas (inclusive o próprio) ajudar;

A sondagem inicial, entre os projectos de índole comunitário, entre os alforges das nossas instituições demarcados, entre falta de dinâmicas de desenvolvimento local que não ligadas a empresas bancárias – que atariam a actividade á nascença à sua própria forma de gerir e influir em algo que tem de ser:
 – da comunidade, para a comunidade e contando com os meios, potenciais e gentes da comunidade
– levou o proponente a constatar que – esta arranque – de edição inicial, e a segunda em espera caso a primeira suceda
– e a possibilidade da primeira edição ter também tradução em Castelhano e Inglês e o potencial de publicar textos diversos de uma outra vertente… numa outra edição de outro livro em espera: através desta editora creditada – servisse de alicerce e força inicial – para desenvolver a actividade de promoção/vitalização de gentes e locais e cultura local de forma :
Exempta – sem estar ligada de forma alguma a patrocinadores que não os próprios que assim pratiquem e queiram desenvolver prática e os meios que possam aportar;
Equânime – Primos inter-pares – quem assim desenvolve – seja por técnica seja pelo impulso inicial – voluntariado e devoção a arte, cultura e tradição local:
– aprende e é parte de uma roda de aprendizagem – detém apenas o cariz de orientação gradual da vertente técnica (que seguirá a desenvolver como aluno que é e será) e aprende junto do seus pares:
 – os saberes, as formas de fazer e saber fazer e outro tipo de experiencias pares – dado que a actividade - com forte transfundo local, regional, rural permita:
–o contacto directo com essa tal “cultura” que é nossa e que parece se esvair neste tempo de “aldeia global” – manter essa cultura viva;




In - Decreto-Lei n.º 391/2007 de 13 de Dezembro -http://www.portugal.gov.pt/media/168315/391-2007.pdf consultado online em 01-11-2014

- ao circular por vários lugares da nossa “geografia” – actualmente dispersa e com forte risco de isolamento, em “ilhas” que se vão esmorecendo no tempo por falta de mecanismos de vitalização constante, transmissão de informação e circulação de pessoas de varias idades e de várias origens em termos de promoção:
Vitalização social – através , p. exemplo, das áreas referidas no dec. lei acima mencionado relativo às áreas de intervenção opcional passíveis de agregar três ou mais pessoas que se formem como pessoa jurídica e que assim se adscrevam ao cariz de Associação de Utilidade Pública – com todas as benesses e RESPONSABILIDADES a esta associados e que possam, no tempo , desenvolver as devidas redes Humanizadas de suporte, revitalização – de pessoas vivas e lugares – e da dita “sustentabilidade” que, para nós, para o nosso povo, para a nossa cultura forma de ser e de agir parte do enraizamento, da terra, da tradição dos costumes das pessoas que os representam e assim manifestam ainda em vida, parte da terra, do trabalho da terra e do cuidar da mesma e do gado (e o cuidar que este em si traduz a todo o ser que ainda ao possa recordar evocar e ser assim lembrado – como activo , participativo e “integrado”),
parte do mar, do verde, das aldeias espelhadas por todo, nesta “nossa” - comunidade local” e parte de estratégias inovadoras e legais para manter estas vivas e vitais – como células vivas, de um tecido vivo de algo definido como “Natio” – de nascido ou “Nação”…
assim, sim seremos ou estaremos em plena “Integração” dita “Europeia”
 (enquanto um salário mínimo for risível, esta integração é simplesmente ficcionada e equivale a bem pouco se não mesmo nada – mantemos esta condição desde o início – eis a crise que parece não teve princípio);


As soluções – nem armas nem ”canhões” – estão nas vocações pela terra, nas opções por ela e nos corações que a guardem… com cor agem assim se ajudem de novo a enraizar…

Juntar jovens, crianças e gentes sabedoras - de idades diversas, levar esse algo –que nos une e nos ajuda a ser – a onde esta gente estiver:
– promover aulas de cariz funcional – que sirvam de metodologia para esta “iniciativa”
– ou perspectiva – poder aplicar…

Através TCC, do Kf, do Ck...

– da promoção de saúde que como Enfermeiro prendi, do promover vitalidade e vida como professor de arte márcias de origem;
– para melhorar vidas ali onde estas se possam de novo integrar;
– aliando-se esta a iniciativa a quem assim sinta, queira, já se tenha dado o momento de se precatar:

- A nossa cultura e a nossa vida tem dois pilares base de fundação:

A terra mesma, o mar, e agro - pecuária que foram – em quotas – vendidas em 1986. Recebemos em troca;

Uma certas garantias estabelecidas pela nossa tradição, registadas e escritas em constituição:
Universalidade de Saúde, Educação, e (equidade) Justiça – sendo tendencialmente gratuita, com o DEVER intrínseco escrito, de defende-la assim:

Gratuita, de qualidade e para todos por igual.

Tendo esta premissa sido anulada, existindo alternativas válidas, dignas, eficazes e opcionais – capazes de gerar uma estrutura ou rede local de apoio – com base nos valores fundamentais – e complementar à já existe – surge a iniciativa que lhes venho apresentar:

Os dons e conhecidos por editora “Chiado Editora de Lisboa” na poesia, ou na escrita – poderão dar por origem a que – exista fundamento para iniciar actividade independente – com base nos pilares e pressupostos referidos anteriormente – que tenham como base:
A melhoria da comunidade;
Desenvolvimento de pessoas da comunidade, através de gente e saber fazer, da comunidade  para  a comunidade;

Pagamento de seguros que não dependentes de terceiros
(a não ser que as instituições associações com carta de fundamento permitam a existência dos mesmos de acordo com as suas actividades previamente definidas);
- pagamento das primeiras mensalidades – de forma a que quem experiencie a actividade e o faça de cariz de livre e espontânea vontade;
 - se possa experienciar, se realmente a mesma ajuda ou não na sua integração:
 – seja em termos de fisiologia, psicologia e níveis de refinamento ou aspiração, seja na integração na sua própria comunidade:
 – desenvolvimento de papel de preponderância ou vitalização em nicho – “loquo” – próprio;
As actividades – sendo desenvolvidas dentro de ambiente e contexto dito “rural” – seja assim considerado “natural” – apelando a que as várias conotações:

- Ligadas à própria essência da vida nestes lugares;
Ligada à própria essência das pessoas neles nascidas ou neles habitando;
Ligada à própria essência da arte marcial que se procura desenvolver em benefício da comunidade e para a comunidade;
 – integram a tão procurada ligação ao meio natural – dos praticantes;


Realiza-se assim também uma poupança – ou eco (ecologia de forma geral – economia de forma particularizada):
- nos transportes para locais centralizados – pensando em que a dispersão geográfica e o isolamento dos lugares referidos são entravas desta forma vencidos – levar as actividades de forma integral ao lugar de pertença da população a vitalizar de forma geral;
- acessibilidade – promoção de equidade ou de igual acesso a pessoas de:
Várias índoles, de vários géneros, de várias idades de variada condição (tal como refere o 2º do art 13º da constituição);
Nas actividades várias incluídas dentro da mesma – vitalização e integração – base universal – “movimento é vida, vida é movimento”:
cariz de vitalização pelo movimento, reconhecidas como terapêuticas e promotoras de saúde, tanto pela OMS – que já reconhecia as actividades próprias de cada cultura como passíveis de serem terapêuticas e também a nível Nacional -  como, referido pelo dec. lei de 08 - Outubro que normaliza a actividade de Medicina Tradicional Chinesa na República Portuguesa;
Esclarecemos, o proponente desta iniciativa, é Licenciado em Enfermagem, titulado como Monitor de Arte Marcial (Kung- Fu) e - actualmente – também como terapeuta na área do Tai Chi Chuan – Linhagem tradicional da Família Yang – M Fu Sheng Yuan;
– pretende-se assim desenvolver a componente de promoção de saúde em três áreas chave:

– antigos cuidados de saúde primários (actualmente sujeitos a modelo corporativo de gestão – com base de lucro benefício de raiz – algo que vai contra  a própria constituição – artº 64º - Saúde) e que – poupavam – entre 7 a 14 x mais dinheiro – ao estado – para se poder investir na qualificação dos mesmos e da comunidades que estes assim representavam;
Desenvolvendo esta linha de promoção e enraizamento:
activando novamente os locais e os lugares (escolas abandonas, juntas de freguesia a extinguir e associações de cariz cultural que assim usufruem das premissas de base – saúde, equidade de distribuição de tempos e de atribuições pelas várias idades e géneros
– potencial desta promoção de saúde com base em técnicas oriundas da arte Marcial de origem Chinês;
-  de concentrar e incluir seres Humanos dentro do contexto de uma mesma e afim actividade de cariz milenar;


 - Princípio vital, com base na interacção entre as várias idades e géneros e qualificações – partilha (de saber e saber fazer – uma das vertentes que permita a vitalização de pessoas com potencial para desenvolver por sua vez o seu entorno ou contexto local);
Apontar o foco vital humano no sentido de:
Enraizar, desenvolver, vitalizar, reinserir ou integrar;

Dinamizar o potencial Humano em prol da sua própria comunidade;
Promover a socialização – valores de forte cariz social – valores de humanização enraizamento em tradição, cultura e origem;
– Humanidade local promovida de forma discreta e simples – nos lugares nos que esta está a ficar desertificada;
-























– Tradição e cultura unidas por uma causa:
 - a manutenção da vida (tempo partilhado e tempo de qualidade);
  - a sua qualificação via metodologia reconhecida, aceite e oficial;

- Desenvolvimento de linhas de comunicação local; linhas de vitalização
– regulares e que promovam a troca directa de saber e saber fazer:

Da parte dos técnicos – vocacionados – desenvolvimento e promoção de vitalização via as metodologias referidas;
- Da parte do saber e saber fazer dos que pratiquem – a possibilidade de serem protagonistas de actividades em seu próprio meio que permitam a mobilização do seu potencial Humano
– e as respectivas colaborações entre os lugares onde se desenvolva a referida actividade;

Adaptação da potencialidade de colaboração entre entidades de cariz público:
Sejam associações de utilidade pública (AUPs) sejam Instituições Particulares de Solidariedade Social, Autarquias e os pelouros de cultura e Acção social, os bancos locais de voluntariado;
In - Decreto-Lei n.º 391/2007 de 13 de Dezembro -http://www.portugal.gov.pt/media/168315/391-2007.pdf consultado online em 01-11-2014



Neste sentido – assim se apresenta a iniciativa de dar voz e visibilidade, de dar vitalidade ali onde esta está em falta. Entre um par de zonas inte- concelhias, que compreendam lugares ou freguesias de concelhos “vizinhos” ou irmanados, concentrando um par de pontos de aplicabilidade nos centros urbanizados para servir de ancoragem – de lugares de aplicabilidade de um sistema ou fluxo que evoque um “coração humano” – com um centro de aplicação nos centros nevrálgicos, com extensão e extensibilidade ali onde é necessário irrigar, vitalizar e desenvolver os lugares que estão a desertificar – gerando-se assim os circuitos necessários – para que pessoas e recursos / de recursos vários – circulem dentro deste contexto de integrar, aproximar, reunir, alicerçar com base no saber e saber fazer local e as pessoas que assim o representem que assim se integram, que assim queiram opar por “experienciar”;

Instituições beneméritas – reconhecidas – de cada localidade – sejam as de cariz de voluntariado puro – como bombeiros, sejam as de reconhecida utilidade;
As restantes – nas periferias – as que há e as que havia: sejam as org. de cariz cultural – com etnografia a mistura que gerem a tão necessária concentração de ideais, saberes, sentir e desenvolvendo assim pequenas nascentes de vida e vitalidade – que em épocas de sazonal vitalização local – sejam passiveis de gerar visibilidade por curtos momentos – para gerar os tais – dividendos – com vista à sustentabilidade geral local – da comunidade – comunidades assim apoiadas, assim entrelaçadas, assim vitalizada s- circuitos vivos durante todo o ano, com visibilidade em épocas nas que as nossas próprias tradições já marcam pauta – sem estarmos assim por outras pautas marcados;

Fica a ideia que se pretende desenvolver, faz-se acompanhar de carta de editora e de currículo – resumo – de actividades de quem propõe.

As quantias depositadas – lamentavelmente não houve instituição de solidariedade social que permitisse que se descontasse em declaração de Impostos – o entregue – será DEVOLVIDO mal a EDIÇÃO DE AUTOR esteja assim garantida;
Da edição inicial a edito pede eu o autor se responsabilize por exemplares correspondentes a 800 e, a cem exemplares, que serão a preço de capa – de 9 e;
Uma vez esta edição esteja distribuída, via os números de identificação bancária – sejam estes NIB ou IBAN – serão enviadas as quantias de volta à sua fone original – pois a iniciativa conta com os restantes elementos em venda e as possíveis edições posteriores caso a qualidade das mesmas (já reconhecida – se comprove);
Lembrar também que – quem escreve, escreve desde “sempre” e continuará com este “hobby2 – e que as edições estão sujeitas a pseudónimo – seja que apenas as pessoas que contribuam saibam a fonte de onde advém a literatura – esta é premissa a enviar à Editora para que a mesma possa editar;

Como não poderia deixar de ser – para estar exclusivamente dedicado a um actividade deste cariz – que não só envolvendo o ser Humano de forma a ser “Integracional” – nos seus vários níveis;
sendo que quem a pratica ou desenvolve, assim terá de estar ao serviço de quem a ela adira,
isto implica treino pessoal constante e implica aprendizagem específica na área de forma cíclica e regular
 (planos de formação contínua a desenvolver junto das entidades publicas e / ou privadas competentes consoante as possibilidades de protocolo que não colidam comos fundamentos de actividade desta actividade:
 – promover pessoas de forma integral, unificar ou concentrar as várias idades e géneros, desenvolver enraizamento de lugares e cultura a nível local, promover a necessária equidade e exempção relativas à saúde e a educação de comunidade e para comunidade,
 - manter esta linha de abordagem com base na Humanização das práticas durante o máximo de tempo possível (ou necessário) até se assegurar a estabilidade das pessoas, locais e “circulo vital ou de pertença” – solidificado  estabelecido – harmonizado e em dinâmica eficaz:
– auto-suficiente ou auto-sustentado (multiplicando assim, em pequenos nichos comuns – essa tal sustentabilidade mais abrangente, passível de surgir se um ou dois destes grupos, pelo menos – se mantiverem fieis a estas premissas de início);
 – fazendo com que os meios – técnicos, matérias, económicos – sejam as “ferramentas” para que tal possa suceder – sendo que os “fins” da actividade são os referidos desde o início e salientados nas linhas da legislação definindo áreas possíveis de complementaridade desta mesma actividade – actividade integrada e “associdora”;
– de tendência humanizante por raiz e origem;
o facto de se desenvolverem linhas paralelas (que não as contempladas nos valores de base, no seu fundamento, nos os seus objectivos, nas premissas de base legal para que as mesmas tenham origem e na mesma essência das actividades, pessoas e cultura que se pretendem promover e salvaguardar)
– levaria à incapacitação do sistema de fluxo, ou de desenvolvimento de localidades, instituições, pessoas ou lugares
 – daqui que se  explique que a actividade tem um transfundo de “exclusividade” (não se mistura ou confunde com empreendimentos de cariz empresarial, é independente de qualquer iniciativa de transfundo mercantil ) e não se associe a grupos ditos corporativos que seriam excludentes desta linha de abordagem de cariz humano, das comunidades, para as comunidades e entre as comunidades;
O facto de se gerarem FUNDOS PRÓRPIOS e CAPACITAÇÃO para participar em actividades desse cariz não se sobrepõe ao facto de que esta é a essência da arte, origem e fundamento da actividade e a sua manifestação assim se manifesta e assim se rege – por simples valor Humano e valorização deste em função dos parâmetros definidos de forma anterior – integração, cultura, metodologia reconhecida e aceite, fundamentos legais sólidos e constitucionalmente claros, promoção da solidariedade social e garantia dos pilares que promovem a Vida nos seus vários aspectos – actualmente traduzíveis em termos legais por saúde, justiça (distribuição equitativa de atenção, cargas horárias, co-participação de elementos de prática – entre estes os que a desenvolvamos primeiros a estar e os últimos a sair ou “primus inter pares”) e educação;
Assim, garante-se a objectividade para o acompanhamento do grupos, possíveis de serem desenvolvidos com o tempo, espaços e instituições disponíveis;
Associações afins que participem e junto com as pessoas deste nível técnico – promoção de saúde ou vitalização com base em dinâmicas de mobilização oriundas da arte marcial de origem chinês -  que – com o tempo – possam vir a estar em sintonia com estes mesmos valores e a sua metodologia de aplicação prática;
Esta é premissa que possibilite o acompanhamento dos grupos, do cariz técnico e humano; e junto com os mesmos o aprender em conjunto (desenvolvimento de aprendizagem em conjunto – partilha de saber e saber fazer) entre a(s) comunidades às que se preste assim a devida Homenagem – enquanto as mesmas  ainda existirem – daqui uma certa celeridade no inicio e aplicabilidade desta dinâmica;
O restante – será a adesão – opção consciente e desta forma gradualmente esclarecida – sendo que desde o início se mostram tanto metodologia, fundamentos, origem da metodologia e fundamentos bem como os motivos que animam a actividade a tomar forma e lugar entre este nosso tempo “actual”;
Se a mesma actividade não tiver a adesão que se planifica (ver anexo), ou surja afim que desenvolva a sua essência sob forma variada, os aderentes desta “segunda fase de divulgação”
– a primeira tendo sido a aprendizagem junto com os locais, onde se desenvolve voluntariado e se promovem os poemas e desenhos
– e possível apresentação dos mesmos em exposição – da mesma dimensão da actividade e grupos passiveis de acompanhamento;

ao movimento de desenvolvimento desta iniciativa – ali onde a mesma possa ter lugar (actualmente com poemas e poesias publicas, em sitio de internet que se anexa no final, na área de “contactos”).

Atentamente

Daniel Feijoo Caldas Almeida Pinto


Blog para acompanhamento dos poemas se sua evolução com quem participa activamente na sua divulgação:


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