nesse olhar nesse ultimo olhar
nesse sorriso desde a dentro
nesse olhar
nesse primeiro olhar
nesse abraço que desperto
me fez a mim também despertar
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sexta-feira, fevereiro 10, 2017
quinta-feira, fevereiro 09, 2017
Numa prosa simples num pequeno poema difuso
num poema numa prosa do dia, ode da própria poesia
que se demora que se esvai que deixa a minh'alma
que chora e o ánimo que nela descai.
numa hora pequena
numa longa eternidade
que se deixa assim... serena
neste viver a longevidade
nesse sentir lento e suave
nesse ponto incandescente
que grava a verdade
desde o mais profundo da mente
esse ser submerso
que subtil se sorpra em derredor
quando em cada oportunidade um universo
livro aberto que espera
o seu ser certo
para não esta a sós...
para se ler para se deixar selar
nesse sêlo de gravar o mais intimo
de ti e de mim
numa palavra
essa que não tem fim
e num adágio de palavras contado
em sonoridade assim ouvida e
em propósito assim outorgado
quando o animo que a perfaça seja
o ánimo que venha a saber se ler e ligar
todo ao mundo intimo e integro
ora inteiro ora distante
quando olhas e vês o teu ser
de novo renascer
agora ora em cada instante...
que se demora que se esvai que deixa a minh'alma
que chora e o ánimo que nela descai.
numa hora pequena
numa longa eternidade
que se deixa assim... serena
neste viver a longevidade
nesse sentir lento e suave
nesse ponto incandescente
que grava a verdade
desde o mais profundo da mente
esse ser submerso
que subtil se sorpra em derredor
quando em cada oportunidade um universo
livro aberto que espera
o seu ser certo
para não esta a sós...
para se ler para se deixar selar
nesse sêlo de gravar o mais intimo
de ti e de mim
numa palavra
essa que não tem fim
e num adágio de palavras contado
em sonoridade assim ouvida e
em propósito assim outorgado
quando o animo que a perfaça seja
o ánimo que venha a saber se ler e ligar
todo ao mundo intimo e integro
ora inteiro ora distante
quando olhas e vês o teu ser
de novo renascer
agora ora em cada instante...
segunda-feira, fevereiro 06, 2017
as faces do viventes reanimadas pelas suas mesmas gentes
desde essas lagrimas tidas como que decoradas quando aparecem as presperctivas de se esgotarem suas caras lavadas
de dias e dias epsarando nao mais estarem marcadas
assim ao se renovarem os sulcos por aonde habituavam a assar e ao setrazerem de volta as linhas de sorrir viver
com as que se cosntumava rimar assim e talvez sendo livres de vez
porderemos depois olhar
o rosto ainda sem nome próprio
nome que nos de tambem ao saber regressar
ao mundo dos viventes
aod dos que creem as forças da vda e animae cuidam das gentes
de dias e dias epsarando nao mais estarem marcadas
assim ao se renovarem os sulcos por aonde habituavam a assar e ao setrazerem de volta as linhas de sorrir viver
com as que se cosntumava rimar assim e talvez sendo livres de vez
porderemos depois olhar
o rosto ainda sem nome próprio
nome que nos de tambem ao saber regressar
ao mundo dos viventes
aod dos que creem as forças da vda e animae cuidam das gentes
sexta-feira, fevereiro 03, 2017
um sorriso disfarçado num poema
Um verso para a esperança
a ver se a esperança
me envia um verso
poemas nos dias cinzentos
que colidem com os nossos acentos
carregados fortes tão claros!
entr'as chuvas de brumas queimadas
parecendo os ventos de nuvens de gentes passadas
e as memórias
e as reliquias
fotográficas
convidam
a dizer aonde
se escondeu
o sorriso da vida
tão longe do fáceas
a ver se a esperança
me envia um verso
poemas nos dias cinzentos
que colidem com os nossos acentos
carregados fortes tão claros!
entr'as chuvas de brumas queimadas
parecendo os ventos de nuvens de gentes passadas
e as memórias
e as reliquias
fotográficas
convidam
a dizer aonde
se escondeu
o sorriso da vida
tão longe do fáceas
quinta-feira, fevereiro 02, 2017
...e a terceira parte parece a segunda de outra parte que parece sempre a primeira sempre a primeira....
...e feita com petalas de cenas e temas
nas mais simples e doiradas premissas
que palavras nao entenda
polinizam o seu ser e deixam assim que atenda
ao seu ovir o proprio ser a se deixar levar
e enovelar nas entrelaçadas frases
nas maravilhadas palavras
nos ecos dos passos que damos
quando nos são assim anunciadas...
nas mais simples e doiradas premissas
que palavras nao entenda
polinizam o seu ser e deixam assim que atenda
ao seu ovir o proprio ser a se deixar levar
e enovelar nas entrelaçadas frases
nas maravilhadas palavras
nos ecos dos passos que damos
quando nos são assim anunciadas...
voltares e dar-se de conta e dar lhes a cada instante a cada pessoa a sua ave à solta em mão passagem igual ao coração que treme e que assim sucede a nossa mais pura intenção
um reaver de intenção
um promover de nova emoção
um voltar a sentir o cantar
o canto desse ser par
que nos é querido e tanto!
!tanto querer!
!tanto esperar!
para voltar a ver
essa luz
nesse olhar
às vezes encapotado
nestes dias cinzentos
sem estar assim lado a lado
esse sentir-se enamorado
esse saber ser e estar
por sempree bem devagar
sem divagar nem vagar
na tremula folha deste poema
em cada ocaso em cada abraço
em cada momento
perenidade e num instante
a eternidade
treme!
e o mundo deixa de o ser
passa a reverberar baixinho
a reflectir o ninho
desse passaro a se deixar vogar
e etregue já em confiança segue
para se transformar
em ti ao renascer em mim
e no saber voltar...
um promover de nova emoção
um voltar a sentir o cantar
o canto desse ser par
que nos é querido e tanto!
!tanto querer!
!tanto esperar!
para voltar a ver
essa luz
nesse olhar
às vezes encapotado
nestes dias cinzentos
sem estar assim lado a lado
esse sentir-se enamorado
esse saber ser e estar
por sempree bem devagar
sem divagar nem vagar
na tremula folha deste poema
em cada ocaso em cada abraço
em cada momento
perenidade e num instante
a eternidade
treme!
e o mundo deixa de o ser
passa a reverberar baixinho
a reflectir o ninho
desse passaro a se deixar vogar
e etregue já em confiança segue
para se transformar
em ti ao renascer em mim
e no saber voltar...
quarta-feira, fevereiro 01, 2017
Dez e dez fora os meses- e os dias - os segundos das horas a vagar e os textos nascem em novas alegrias.. basta saber estar e pro curar
fossem mais de dez anos o tempo de amadurecer esta prosa
fosse o tempo de amadurecer estas rimas
pequenas ínfimas que vão se esgueirando por dentro do que vale tanto - a mensagem que se procura
assim passar
estranho verso estranho poema procurar e passar uma mesma mensagem desde faz tanto tempo e ainda sem a encontrar
umas vezes imensa proeza da natureza humana que descai e vem ao lado da figura mais simples e lhe segreda sem se ocultar
outras no ouvido mais terno o peito mais alheio passa palavra para veres sentires e estares atent@ nessas funções de teclas ocas de tantas e tantas arrobas de baldrocas que nos dizem
digna HUMANIDADE!
aonde vais com tanta da tua digndade?!...
vais correr para ver-te sorrir com quem corres lado alado para assim te assumir?
vais a correr para te investir ?!
qual o palco ora a estátua que te fizeram sem te impedir de seguir a sorrir
de seguir a doar esse teu jeitinho entr'io frágil e o juvenil entre o que é mais simples CORAGEM e se por um ligeiro acaso a sensível ode que te aprontam tem os de sopro até aos de metal ...
ah! pequena de uma gargalhada, entre nós partilhada... depois de dez anos - não vale nada e é fiel no seu própio princípio e assim chegou a sua finalidade e não digo quantas haverá destes rios de escritos de via de vida quantos...
...haverá com saudade... uns olhares os dizem que mais de cinquenta mil olharam sem me ver!
e isso é importante! como diria um qualquer principezinho depois de aprender da que se escondia debaixo da arvore da via da vida - pois o importante é invisível ao olhar...
ficamos, nos enamoramos ovvimos poemas e poesias assim áreas de temas que tocaram vidas e todas elas por uma razão... três pintinhas e amor saúde saudade e aquela que fala de evoluir crescer em coragem em tom de contagem sem se contar***
que prosperidade*
desse a si mesma a saudade*
das outras três*** se faltar...
é bem verdade que se equilibram e bem verdade que apelam a mais - de si mesmas livres e lidas - lidas com elas tal qual sabes viver.... e no final simples e evoluída, a criança humana em dignidade imbuída assim parece querer seguir sem cessar de crescer;
a espelhar, a espalhar poemas e versos e temas inversos quais vidrinhos convexos lhe pusessem numa face triste para ver melhor
todos os temas
todos os poemas
e as letras das cartas que abriste
sem sequer as tocar
apenas nas teclas molhadas
de emoções sempre bem claras
apenas obtusas por bem de amores
quando entre os ciclos de vida se entretecem em estivas que não parecem falar de mais de mil cores mil momentos em branco qual onde passavas teu pincel teu ser e reacendidas o pranto de quem nasce ora é nascido e nesses mais de vinte anos - para atrás a serem vividos...
e mais de dez a serem descritos e nos cadernos a gora enviesados pela húmida flora que tanto amas de lágrimas dos céus a verem-se a poisar nesses cadernos nessas linhas que temos que tremem agora sem mais vacilar e nessas que se encontra nessas que se entrelaçaram e novas linhas perfizera novas cores inventaram novas correspondências acharam simples ao se diversificar qual esperadança uma tripla quadrupla palavra entre tantas outras a te dizerem "ola"
-quais as horas sem hora aqui ora bem em silenciar as outras que destas vieram e assim as outras que em vez das duas a terceira escreveram... essa que nem se pode pensar;
fosse o tempo de amadurecer estas rimas
pequenas ínfimas que vão se esgueirando por dentro do que vale tanto - a mensagem que se procura
assim passar
estranho verso estranho poema procurar e passar uma mesma mensagem desde faz tanto tempo e ainda sem a encontrar
umas vezes imensa proeza da natureza humana que descai e vem ao lado da figura mais simples e lhe segreda sem se ocultar
outras no ouvido mais terno o peito mais alheio passa palavra para veres sentires e estares atent@ nessas funções de teclas ocas de tantas e tantas arrobas de baldrocas que nos dizem
digna HUMANIDADE!
aonde vais com tanta da tua digndade?!...
vais correr para ver-te sorrir com quem corres lado alado para assim te assumir?
vais a correr para te investir ?!
qual o palco ora a estátua que te fizeram sem te impedir de seguir a sorrir
de seguir a doar esse teu jeitinho entr'io frágil e o juvenil entre o que é mais simples CORAGEM e se por um ligeiro acaso a sensível ode que te aprontam tem os de sopro até aos de metal ...
ah! pequena de uma gargalhada, entre nós partilhada... depois de dez anos - não vale nada e é fiel no seu própio princípio e assim chegou a sua finalidade e não digo quantas haverá destes rios de escritos de via de vida quantos...
...haverá com saudade... uns olhares os dizem que mais de cinquenta mil olharam sem me ver!
e isso é importante! como diria um qualquer principezinho depois de aprender da que se escondia debaixo da arvore da via da vida - pois o importante é invisível ao olhar...
ficamos, nos enamoramos ovvimos poemas e poesias assim áreas de temas que tocaram vidas e todas elas por uma razão... três pintinhas e amor saúde saudade e aquela que fala de evoluir crescer em coragem em tom de contagem sem se contar***
que prosperidade*
desse a si mesma a saudade*
das outras três*** se faltar...
é bem verdade que se equilibram e bem verdade que apelam a mais - de si mesmas livres e lidas - lidas com elas tal qual sabes viver.... e no final simples e evoluída, a criança humana em dignidade imbuída assim parece querer seguir sem cessar de crescer;
a espelhar, a espalhar poemas e versos e temas inversos quais vidrinhos convexos lhe pusessem numa face triste para ver melhor
todos os temas
todos os poemas
e as letras das cartas que abriste
sem sequer as tocar
apenas nas teclas molhadas
de emoções sempre bem claras
apenas obtusas por bem de amores
quando entre os ciclos de vida se entretecem em estivas que não parecem falar de mais de mil cores mil momentos em branco qual onde passavas teu pincel teu ser e reacendidas o pranto de quem nasce ora é nascido e nesses mais de vinte anos - para atrás a serem vividos...
e mais de dez a serem descritos e nos cadernos a gora enviesados pela húmida flora que tanto amas de lágrimas dos céus a verem-se a poisar nesses cadernos nessas linhas que temos que tremem agora sem mais vacilar e nessas que se encontra nessas que se entrelaçaram e novas linhas perfizera novas cores inventaram novas correspondências acharam simples ao se diversificar qual esperadança uma tripla quadrupla palavra entre tantas outras a te dizerem "ola"
-quais as horas sem hora aqui ora bem em silenciar as outras que destas vieram e assim as outras que em vez das duas a terceira escreveram... essa que nem se pode pensar;
mundos de sonhos esperando a serem recriados
fantasiamos
os mundos
desde os nossos sonhos
fatasiamos qual peça de teatro a se abrir
a cortina ainda perene esperando o seu fluir
e a via da vida ausente
por detrás talvez
dessa cortina teatral
não sabemos
se dentro de nós
se noutro beiral
de outro edificio
tão bem alinhado
qual o nosso
e
que fique
assim
lado a lado
os mundos
desde os nossos sonhos
fatasiamos qual peça de teatro a se abrir
a cortina ainda perene esperando o seu fluir
e a via da vida ausente
por detrás talvez
dessa cortina teatral
não sabemos
se dentro de nós
se noutro beiral
de outro edificio
tão bem alinhado
qual o nosso
e
que fique
assim
lado a lado
terça-feira, janeiro 31, 2017
lágrimas para abençoar limpas e serenas alegrias para bem as dar ali além contigo apenas...
lágrimas para o futuro
para regar bem os que agora plantamos
ecos de dias mais duros
sobre a abençoada feição da terra que amamos
sobre os campos quais sobre as rochas
umas altivas para bem dizer
duras e errantes na sua queda outras suaves ao bem as a colher
e todos, todos parte de nós e da nossa ilusão...
alguns lhe chamaram sonho e lho chamaram com toda a razão...
para regar bem os que agora plantamos
ecos de dias mais duros
sobre a abençoada feição da terra que amamos
sobre os campos quais sobre as rochas
umas altivas para bem dizer
duras e errantes na sua queda outras suaves ao bem as a colher
e todos, todos parte de nós e da nossa ilusão...
alguns lhe chamaram sonho e lho chamaram com toda a razão...
segunda-feira, janeiro 30, 2017
trechos de mim parte I
depois de um momento
sempre por fora ouvindo
no latejar lá dentro
o que coração
em si guarda
sentindo
e qual a conscienca desconhecesse
assim o meu coração, se arrefecesse
e deixasse de saber sonhar...
partiria em dois
e iria para ali
aonde ainda
se possa recomeçar a amar...
sempre por fora ouvindo
no latejar lá dentro
o que coração
em si guarda
sentindo
e qual a conscienca desconhecesse
assim o meu coração, se arrefecesse
e deixasse de saber sonhar...
partiria em dois
e iria para ali
aonde ainda
se possa recomeçar a amar...
sexta-feira, janeiro 27, 2017
poemas e poesias - desde outros lugares de rios e vias - que agora preenchem de novo os nossos dias
poemas e poesias
quais as mais belas
as que se estabeleciam
quando tu olhavas por elas
poemas e trechos agora sem sentido
poque tu já não estás ao lado aqui comigo
e prosas desleixadas en trefotos de encantar
que contavam as mais belas estradas
e as estadias aonde se pudesse ficar
as do coração em peito
ao ver o brilho brilhar a direito
aonde ainda se pudessem erguer
e nos lugares aonde seres pares
entre cores vivas
nos ajudassem ao ser
quais as mais belas
as que se estabeleciam
quando tu olhavas por elas
poemas e trechos agora sem sentido
poque tu já não estás ao lado aqui comigo
e prosas desleixadas en trefotos de encantar
que contavam as mais belas estradas
e as estadias aonde se pudesse ficar
as do coração em peito
ao ver o brilho brilhar a direito
aonde ainda se pudessem erguer
e nos lugares aonde seres pares
entre cores vivas
nos ajudassem ao ser
Depois de algum tempo seguimos a sonhar por dentro
Assim e sempre
o comemorar
aproximam-se
os meses
para celebrar!
num começo simples
o querer enviar o amar
desde o mar
que se erguia submisso
pacífico e não Atlante
simples e não gigante
apenas para assim se ler
em via de vida assim prometida
assim a réstia do próprio crescer
nestas bandas a se saber
e ver aflorar
a superfície das augoas:
as mensagens mais castas
junto das mais bravas...
que se lançassem
no tempo entre
oceano e lugar
antigo e desconhecido...
entre o saber que é sem poder:
e a sua outra face em miragem
como a arte e amor amigo
desse ar de amar sem p'rigo
assim como velejar
sem caravela e apenas
ao se chegar ao lugar
aonde a treva se ligava
com o seu ser solar
e nesse ar solarengo
estivesses tu ao relento relendo
aqui nesta obra a invernia a passar
e nesse outro oceano
que se estende de lado a lado
sem sequer se pôr
em causa a sua cor
de coragem de viva imagem
desse seu ser sonhador
o amor mais vasto
o amor mais pleno
o amor que nos entra
qual ferida aberta
depois de o ser
sendo-o a curasse
a cuidasse
e sarasse
e voltasse
a abrir
para poder escolher
o que quisessemos fazer
com o proprio ser...
sabendo
o voltar
a namorar
e a morar
mais além
do tempo...
o comemorar
aproximam-se
os meses
para celebrar!
num começo simples
o querer enviar o amar
desde o mar
que se erguia submisso
pacífico e não Atlante
simples e não gigante
apenas para assim se ler
em via de vida assim prometida
assim a réstia do próprio crescer
nestas bandas a se saber
e ver aflorar
a superfície das augoas:
as mensagens mais castas
junto das mais bravas...
que se lançassem
no tempo entre
oceano e lugar
antigo e desconhecido...
entre o saber que é sem poder:
e a sua outra face em miragem
como a arte e amor amigo
desse ar de amar sem p'rigo
assim como velejar
sem caravela e apenas
ao se chegar ao lugar
aonde a treva se ligava
com o seu ser solar
e nesse ar solarengo
estivesses tu ao relento relendo
aqui nesta obra a invernia a passar
e nesse outro oceano
que se estende de lado a lado
sem sequer se pôr
em causa a sua cor
de coragem de viva imagem
desse seu ser sonhador
o amor mais vasto
o amor mais pleno
o amor que nos entra
qual ferida aberta
depois de o ser
sendo-o a curasse
a cuidasse
e sarasse
e voltasse
a abrir
para poder escolher
o que quisessemos fazer
com o proprio ser...
sabendo
o voltar
a namorar
e a morar
mais além
do tempo...
esteios de viver a vida que nos é dada - momentos na pedra mais firme na voluta de ar bafejada no vidro desse inteiro integro ser em ti e nessa subtil brisa que paira e passa através de nós sem ter fim
as mais simples alternativas
quando sintas a via da vida e suas perspectivas
quando escolhendo caminhes para o fruto do futuro em fiel presente
quando dia a dia repetires caminho netre montes e montes de gente
e remando por vezes contra a maré
outras velejando nos ares dos tempos que também tu és
assim vás colheitando o que por dentro ansiando vais...
que a completude...
ora a plenitude seja:
de via de vida
tal qual tu a beijas
assim tal qual tu a vês;
quando sintas a via da vida e suas perspectivas
quando escolhendo caminhes para o fruto do futuro em fiel presente
quando dia a dia repetires caminho netre montes e montes de gente
e remando por vezes contra a maré
outras velejando nos ares dos tempos que também tu és
assim vás colheitando o que por dentro ansiando vais...
que a completude...
ora a plenitude seja:
de via de vida
tal qual tu a beijas
assim tal qual tu a vês;
quinta-feira, janeiro 26, 2017
onze anos depois e doze de regresso o tempo volta atrás quando noss seus ciclos se fica submerso
nos textos que se começaram foi o amor quem mais mandou
foi quem enviou para outros fados
de quem daqui além muito bem se amou
e foi a distar
a distancia
que se erguia:
essa mesma a que se sentia
nesse o seu alegre puxar
nascimento ou talvez
empatia até ao centro
voltar a mar
voltar a saudar
voltar a dançar
nas ondas que fluem
no rio da vida
e nos trazem de volta
aonde sempre deveríamos ficar
e na despedida
amena ou fria
ah! vontade de continuar!... a amar;
e quando
ao regresso
se esvaia
pela culpa
essa que já não se sentia
assim se deixava de mão
a outra parte ouvia e via
e o coração ficou assim em vias de chegar ao ser...
sem nunca se ter centrado no pedido mais be perfilado
desse perfil de juntos voltarmos a suceder...
todo o texto foi de mais quais de ninguém a sermos os pais
toda a foto assim qual papeis - queimados e os sons que ouvimos tu e eu ficarão
por sempre ali assim - gravados... metade realidade meia de sonho e verdade e uma pequena sílaba de ilusão
(no o seu apelo - e na pele levamos gravados - os temas que tremeluzindo se achegam - quando se fala de coração trespassado...
estamos quase de aniversários - vão para onze os anos dessa terna separação...
continuamos todos ligados como se fosse um sinal... um sinal a apelar a reunião...
onze anos de memórias de fotos de videos e de estórias doze se quizeres dizerainda mais que as datas variam no ser dequem vai - e aonde tu vais - e de aonde ainda emerge a emoção mais além sensação do coração que em coragem se ergue e se erege)...
de apelar ao mais alto e expor o mais profundo de passar de conves em convés pelo plano do fim do mundo e em aéreo voo de caravelas a vogar e voltar... assim...
subtil à mente o apelo desse algo legitimo e belo
que no principio nos animou a fadar a nos enamorar
anos a nos ligar com todo o que o mundo nos deixasse dizer
e nos dissesse para depoispara assim a ti e em mim se escrever;
e com o pouco que bem trazáamos o que descobríamos enquanto a dor anoitece
ainda o dia se enamora e nesse a partir de Fevereiro outro ano se comemora
foi quem enviou para outros fados
de quem daqui além muito bem se amou
e foi a distar
a distancia
que se erguia:
essa mesma a que se sentia
nesse o seu alegre puxar
nascimento ou talvez
empatia até ao centro
voltar a mar
voltar a saudar
voltar a dançar
nas ondas que fluem
no rio da vida
e nos trazem de volta
aonde sempre deveríamos ficar
e na despedida
amena ou fria
ah! vontade de continuar!... a amar;
e quando
ao regresso
se esvaia
pela culpa
essa que já não se sentia
assim se deixava de mão
a outra parte ouvia e via
e o coração ficou assim em vias de chegar ao ser...
sem nunca se ter centrado no pedido mais be perfilado
desse perfil de juntos voltarmos a suceder...
todo o texto foi de mais quais de ninguém a sermos os pais
toda a foto assim qual papeis - queimados e os sons que ouvimos tu e eu ficarão
por sempre ali assim - gravados... metade realidade meia de sonho e verdade e uma pequena sílaba de ilusão
(no o seu apelo - e na pele levamos gravados - os temas que tremeluzindo se achegam - quando se fala de coração trespassado...
estamos quase de aniversários - vão para onze os anos dessa terna separação...
continuamos todos ligados como se fosse um sinal... um sinal a apelar a reunião...
onze anos de memórias de fotos de videos e de estórias doze se quizeres dizerainda mais que as datas variam no ser dequem vai - e aonde tu vais - e de aonde ainda emerge a emoção mais além sensação do coração que em coragem se ergue e se erege)...
de apelar ao mais alto e expor o mais profundo de passar de conves em convés pelo plano do fim do mundo e em aéreo voo de caravelas a vogar e voltar... assim...
subtil à mente o apelo desse algo legitimo e belo
que no principio nos animou a fadar a nos enamorar
anos a nos ligar com todo o que o mundo nos deixasse dizer
e nos dissesse para depoispara assim a ti e em mim se escrever;
e com o pouco que bem trazáamos o que descobríamos enquanto a dor anoitece
ainda o dia se enamora e nesse a partir de Fevereiro outro ano se comemora
depois dos nomes secretos que nos doamos ficam alcunhas e nessas as de fluir que ainda convocamos com vozde ser em riste que essa é de livre soltura algo que sempre tu viste
quando
o tempo
lá fora
se muda se obscurece
e se muta por parecer
que anoitece
e quando a noite chega
e nos convida
a meditar descansando
a amar devagar e sem tanto encanto,
a preencher tantas esquinas a dobrar
tantas coisas a fazer
e sem ter mão para o tempo
que se esvai sem cessar...
quando a chuva
nos vem convidar
nessedia a cinzentado
a estar bem presentes
a estar lado a lado;
quando o tempo
nos fala
tão claro
como a gota
mais simples
e nos diz que no seu ocaso
o sol ainda brilha mais
para os mais simples
quando ilumina
já desde o confim os céus inteiros
e quando por dentro
as emoções os sentidos são parecidos aos teus
e doam assim seres bem queridos
por serem de amar
ao fluirem os sonhos no rio da via da vida
mais simples a perspectiva
de os sentir
a moverem-se para ti
de ti para mim
sempre em fluir
a serem influentes
(nomes que falam de - e do que sentes)
quando tocam as perspectivas
de muitos milhares de gentes
como a tua e a minha
se deixam assim acariciar
com a moderna ledicia
de se deixar estar
assim estando
livres e belos
e ao vê-los apenas ao passar
por dentro já a passear
assim abraços dados
quais feitos em novelos
a se perfazer
com paciencia
e tempo
para assim na trama dos seres
livres e vivos nos comover
e no tear da vida entretecê-los
o tempo
lá fora
se muda se obscurece
e se muta por parecer
que anoitece
e quando a noite chega
e nos convida
a meditar descansando
a amar devagar e sem tanto encanto,
a preencher tantas esquinas a dobrar
tantas coisas a fazer
e sem ter mão para o tempo
que se esvai sem cessar...
quando a chuva
nos vem convidar
nessedia a cinzentado
a estar bem presentes
a estar lado a lado;
quando o tempo
nos fala
tão claro
como a gota
mais simples
e nos diz que no seu ocaso
o sol ainda brilha mais
para os mais simples
quando ilumina
já desde o confim os céus inteiros
e quando por dentro
as emoções os sentidos são parecidos aos teus
e doam assim seres bem queridos
por serem de amar
ao fluirem os sonhos no rio da via da vida
mais simples a perspectiva
de os sentir
a moverem-se para ti
de ti para mim
sempre em fluir
a serem influentes
(nomes que falam de - e do que sentes)
quando tocam as perspectivas
de muitos milhares de gentes
como a tua e a minha
se deixam assim acariciar
com a moderna ledicia
de se deixar estar
assim estando
livres e belos
e ao vê-los apenas ao passar
por dentro já a passear
assim abraços dados
quais feitos em novelos
a se perfazer
com paciencia
e tempo
para assim na trama dos seres
livres e vivos nos comover
e no tear da vida entretecê-los
palavras por encontrar seres por re-erguer
na distncia o papel
branco esperando que derramemos nele
toda a nossa paixão o nosso gosto a nossa emoção em vida
transformada em movimneto de letra dada na palavra jamais vencida
branco esperando que derramemos nele
toda a nossa paixão o nosso gosto a nossa emoção em vida
transformada em movimneto de letra dada na palavra jamais vencida
quarta-feira, janeiro 25, 2017
perto de sí
quando seguir procurando
a essencia
que vou encontrando
o bem estar
essa paz sem igual:
o procurar
estar além bem
e além mal...
assim
sempre e dentro
ou fora
em si
e de si mesmo ausente
por estar perto de ti
a essencia
que vou encontrando
o bem estar
essa paz sem igual:
o procurar
estar além bem
e além mal...
assim
sempre e dentro
ou fora
em si
e de si mesmo ausente
por estar perto de ti
terça-feira, janeiro 24, 2017
e tu contigo nos sempre - nunca à parte - juntos (sem pontuação)
quando partir e sair
cada lagrima vertida neste teclado mágico
que perfaz ondas de som em tom demasiado baixo
para me ovvires para me veres para sentires
o que já somos e saberes
quando me desligar
deste nosso encontro em comum
destamateria mais que real que +e qual sonho em ti e por mim
que é sonhar em mim e por ti
que é ponte a travessar dia a dia sem cessar
de deixar um novo estadio um estrado cada vez mais alto e mais fino
para que ao chegar já saibas a quem vais ver
e nao so a face nem as palavras nem o toque
de quem vais querer
assim perfazer
assim se fazendo
nada te diga
ainda sequer
o que levamos
por dentro
em cada dia... mais perto... de noite; o deserto...
desse voltar de novo a té a ti
e no correr de mais uma tarde qual de d'uma cortina
que ao crescer nos faz à parte:
voltar de novo a nos achegar;
o ser o sonho a obra o ESTAR...
perto sem mais... simples até!...
além do papel que se preza
do ser que se embeleza
em cada passar ou deixar de o ser
e quando te veja assim
pura qualtu és
assim talvez te diga
quando e como tu a mim não me vês
e quando to diga...
palavra a palavra
bem glosada e bem remexida
talvez nem sintas a mais simples piada
de nem parecerem quais as que estavam
ainda a li... num outro dia
de sua tez veraz e prometida
escuras em fundo alvo
por vezes de cores garridas
encantos mil que me faltem
apenas por te dizer "olá!
- eu estou aqui e sou assim"...
...et toi?...
cada lagrima vertida neste teclado mágico
que perfaz ondas de som em tom demasiado baixo
para me ovvires para me veres para sentires
o que já somos e saberes
quando me desligar
deste nosso encontro em comum
destamateria mais que real que +e qual sonho em ti e por mim
que é sonhar em mim e por ti
que é ponte a travessar dia a dia sem cessar
de deixar um novo estadio um estrado cada vez mais alto e mais fino
para que ao chegar já saibas a quem vais ver
e nao so a face nem as palavras nem o toque
de quem vais querer
assim perfazer
assim se fazendo
nada te diga
ainda sequer
o que levamos
por dentro
em cada dia... mais perto... de noite; o deserto...
desse voltar de novo a té a ti
e no correr de mais uma tarde qual de d'uma cortina
que ao crescer nos faz à parte:
voltar de novo a nos achegar;
o ser o sonho a obra o ESTAR...
perto sem mais... simples até!...
além do papel que se preza
do ser que se embeleza
em cada passar ou deixar de o ser
e quando te veja assim
pura qualtu és
assim talvez te diga
quando e como tu a mim não me vês
e quando to diga...
palavra a palavra
bem glosada e bem remexida
talvez nem sintas a mais simples piada
de nem parecerem quais as que estavam
ainda a li... num outro dia
de sua tez veraz e prometida
escuras em fundo alvo
por vezes de cores garridas
encantos mil que me faltem
apenas por te dizer "olá!
- eu estou aqui e sou assim"...
...et toi?...
quinta-feira, janeiro 12, 2017
e segue o reverso do abraço esse tremer de amores que sai qual lume baço que abraça sem queimar e que se mantém vida a fora anos e anos sem sobrar
nestas pequenas ditas
nessas tuas e minhas
tao escritas
que de lés a les de longe a longe
se encontram e de vez em quando
oh ser! que amas tanto!...
nem se vejam ao se rever
nem se abraçam
no seu próprio ser
assim próximo
ora lonjano
o coração mais livre
ora de homem,
ora de mulher
de SER HUMANO
ser-se em humanidades implica a tua e a minha
feliz idade na ideia de nos voltar a ver
e ao regressar na amizade
na alegria no não soçobrar
na melodia de felicidades alheias
e nessas nessa nossa sintonia
sempre a se ovvir e ver cristalizar
num momento, uma pequena palavra
que bem diria o seu ser ao meu
por simplesmente o saudar
sem mais lavra - em aceno
sem muito olhar olhar pequeno
que se estende
por mim afora
num ademão
num gesto na ocasião... vivente!
e que reviva o coração da gente!
nessas tuas e minhas
tao escritas
que de lés a les de longe a longe
se encontram e de vez em quando
oh ser! que amas tanto!...
nem se vejam ao se rever
nem se abraçam
no seu próprio ser
assim próximo
ora lonjano
o coração mais livre
ora de homem,
ora de mulher
de SER HUMANO
ser-se em humanidades implica a tua e a minha
feliz idade na ideia de nos voltar a ver
e ao regressar na amizade
na alegria no não soçobrar
na melodia de felicidades alheias
e nessas nessa nossa sintonia
sempre a se ovvir e ver cristalizar
num momento, uma pequena palavra
que bem diria o seu ser ao meu
por simplesmente o saudar
sem mais lavra - em aceno
sem muito olhar olhar pequeno
que se estende
por mim afora
num ademão
num gesto na ocasião... vivente!
e que reviva o coração da gente!
sexta-feira, janeiro 06, 2017
e depois conjugar o verso com o poema com a poetisa com o poeta coma musa que inspirava e como tema que sempre os lovvava...
nesses livros bem perdidos
depois de procurar
o sentido vivo
que trazemos
sem parar
depois
de
ensaiar
depois
sempre
depois
o antes
a nós
vem
parar
e
nesse
ser
seu
presente
se
entende e se estende
pela noite fria
a aquecer
o lume
o lar
esse o lugar
interior
que ecoa em
antigas cantigas
ora
em canções de amor
para depois
as louvar
ao saber
tambem as soltar
para
qvem
bem as sovber
ver ovvir e calar...
esse amor se faz parte e és tu também e desperta qvao rebento na areia deserta
para te ilvminar pelo caminho do bem do bem fazer do bem dizer do bem estar
do be m ovvir ever eprocvrar
oara o caminho de anunciar em cada requintada palavra o lvgar
de aonde s urgiu sua raizlvidada e assim se estabelecev em ti
em si mesma levada desdeo tempo antes decomeçar
e desse ao fundamento
do tempo que bem se perfaz devagar
o que bem pensas que amas o que bem sabes sem pensar
o que sabes que pensas que calmas ou o que calas por nao andar a divagar
entrias flores e os lirios dos campos e ntre as asas a bertas dasaves no solo a saber levar augoa viva cores leves para o ceu pintado nos eu gesto simples e sagrado nos ensinar a se elevar com um simples gesto mais nada nem ademão
apenas intuito de vogar à vontade numa nesta morada e depois esqvecer a bem dizer q val foi a sva razão
depois de procurar
o sentido vivo
que trazemos
sem parar
depois
de
ensaiar
depois
sempre
depois
o antes
a nós
vem
parar
e
nesse
ser
seu
presente
se
entende e se estende
pela noite fria
a aquecer
o lume
o lar
esse o lugar
interior
que ecoa em
antigas cantigas
ora
em canções de amor
para depois
as louvar
ao saber
tambem as soltar
para
qvem
bem as sovber
ver ovvir e calar...
esse amor se faz parte e és tu também e desperta qvao rebento na areia deserta
para te ilvminar pelo caminho do bem do bem fazer do bem dizer do bem estar
do be m ovvir ever eprocvrar
oara o caminho de anunciar em cada requintada palavra o lvgar
de aonde s urgiu sua raizlvidada e assim se estabelecev em ti
em si mesma levada desdeo tempo antes decomeçar
e desse ao fundamento
do tempo que bem se perfaz devagar
o que bem pensas que amas o que bem sabes sem pensar
o que sabes que pensas que calmas ou o que calas por nao andar a divagar
entrias flores e os lirios dos campos e ntre as asas a bertas dasaves no solo a saber levar augoa viva cores leves para o ceu pintado nos eu gesto simples e sagrado nos ensinar a se elevar com um simples gesto mais nada nem ademão
apenas intuito de vogar à vontade numa nesta morada e depois esqvecer a bem dizer q val foi a sva razão
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