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sexta-feira, janeiro 01, 2016

A LONJANIA DA CERCANIA - ASSIM SENDO UMA MESMA GENTE UMA MESMA FORÇA QUE BEM UNE QUAL TAL UNIA ANTES DE SE "ESTRELAÇAREM" - ENTRELAÇANDO AS ESFERAS OS AMIGOS AS AMIZADES... @...ONDE... IND'@ BEM... CIRCULAMOS...



indo
sem saber be
aonde
além
assim bem trazendo uma chama d eum povoque segu@ sendo

um lugar degente pequena assim imensa tão grande!
qual av'barca que assim aqui e também da qual assim igual
somos 
parte


e quando ssimtrazendo uma força e uma loucura que o tempo qualchama jamais apura
asimq ual abraço dde com paixãoasim por ntre terras e mundos
IMENSOS 
assim
em 
col
i
ga
ção

assimquando
a barca parecia de partida sima hegada era abem dizer recebida´por netre gentes integras emterra inteir'@
pequenina terra verdadeira!
de gentehumilde simples sib'ncera a tal ponto que mais bem não se via bem a talárcore nem sua
2inimiga2
a tecnologia soçobrando
e a mais intimamaão de alegria também ali estando
animadas quando asim pri entre tantos asim se bem estabelecendo um aponte d eviver pornetre mares e marés  e erguendo aos céus pornetre os mai saltos outeiros lá snedo ora vivo sora secos e as arvores´mais assim
esguias ora quais as nossas dqui
asim verdes por netre as invernias
ali poor entre calores
abarsadores
asim um povo maubere
e bem sendo
assim 
vermelho 
por o ser 
e
quando assim chegando 
um pais inteiro
@
mais 
n@o
reconhecido

um povo que se reconhece
num pequeno gesto
despido
dess'@ 
pretensa
tensão
dar
doar
d'@
mão
de
quem doa
assim
sendo livre apenas assim doando e quando assim se encontra parecendo - despido - perdido e assim~
deriva na sua terra
@
pequenina
´
a
ess'@
 barca 
@
mais antiga


assim se bem reconhecendo por entre o brio do frio e d'entre 
Estio ao ventre
 jamais despido 
ora 
salgado 
assim ventre da terra sendo por sempre iluminado
 e 
entre quem assim 
a
bem 
dizer 
PRECAVER'@
assim 
sendo
qu@m 
avis
ara
e
também
quem 
ali
bem ficara


souber
@
reca
ver
@
e
cruz 
pequena
assim
içara
e a
outra dess'@ dança 
de
rodar 
em 
roda
assim e também
@
lacrar'@

@

'ind'@

exist'@

irmandade 


ess'@
sem rosto
que bem recebe quando bem sente
assim consente
sem ter abrigos
abrigos por entre amizades perfazendo
os mais velhos ora aos mais antigos e assim uma raiz de ser vivos
assim 
sente e mais não 
des
mente

chamada
fraterna

desde o tempo
assim quando assim nos encontramos e quando por ealém das vestes
transparentes nos atopamos e quando asim aisnão reconhecendo essa a força que bem se traz e ereluz erenasce~por a dentro sedo sem rosto sendo sem tempo sendo o um rosto asism - qul papel - velho - dobradod etantas tantas histórias que bem sendo - assim - tem evado e quantos e quantas de tez menos morenaa ssim avermelhada apena
assim 
bem
se 
encontrando 
com
quem se bem deixou alonjando assim ali e além ess'@ brio
ess'@ 
luz 
por 
entre
ess'
mais 

luzidi@

assim deixando por entr'@s locais
 menos tidos
por entre 
os
lugares 
menos ousados

por entre os povos que bem nos viram 
por ai também@ passar

em

assim qual um refugio e qual um voltar assim indo e regressando 
para trazer o que ali 
por bem também 
ness'@ 
vera cruz 
deixou
qual esteio erguido aos céus
assim abarcando qual um pão que de vida segue
corcovado assim se entregando e quando 

@sim...

entre uma esfera se coloquem
PÉS DESCALÇOS 
de saber amar
marinhas e marinheiros 
a
saber
vogar

advo
gar@m

ess'@
 força de um destino

um 
cantar 
mais
 não 
frio

pleno de vida desd'@cima ao mais bem profundo assim despertando uma força que nos conforte que bem conforme
assim 
sendo 
um'@ maneira 
de ser 
@
sim 
renascendo 
dess'@ 
mais
...."antig'@fonte"...

assim
 @
ess'@
 praia 
nunc'@

d'antes

navegara

nem @ vira
nem @ des
cre
ver'@
 nem 
encripta
 enterra
assim
@
l
g
@

ficara

assim qual uma sina qual um@ briosa semente por entre os ventos de bem ser ficando
por entre os que bem sabem soprar elevar
em 
palma
de 
mão em mão 
assim 
se 
traz la dando




estar
assim umas luzes vivas em olhares
silentes 
assim seres vivos mais não ausentes...



por entre o tempo
 - o colonial tempo -
a idade
 a mais terna 
@
mais plena
 a 
sim
@
 em 
"comum"
e
s
@
u
d
@
d
@'
idade


encontrando 
ao 
se 
ter
ao
se
der'@
 bem
abraços
dados

assim 
por 
entre 
mundo 
tempo

ora 
aos
continentes

 por entre os ecos de mapas novos abismos
profundos 
ora 
aos 
"céus
ora 
so 
bem
mais 
present'@s

 deixado 



naufragar num outro mundo um outro fado lado alado a se bem querer
con 
jugar

(em)

quinta-feira, dezembro 31, 2015

UMA VEZ FOR @ ASIMSEMPR PORDENTRE



triste
figura
ora
tristeza
ah
f@rmosura

assim ora a connos@mar 
assim 
amar
@
sendo

aman
hece


@' 
ora 
a
manhã
@'scen

den
d'@

o
luar

@
es
s'@


terra

assim

qual uma vontadeum abrig@
qual um verdedespid'@ assimqual umalagrima assimq ual um'@
vag'@
asim qual umarochamais ata d eplenitude 
semimpor a imperar
eimperando asims eimpondo esserugr sem sobressalto esee cant'@lto
desr de bem estar de bemouvir'a voz assim a viv'a voz das mareias assimsendo 
perfumadasquais asrochasmais duras nas alturass endo quais estrelas´lavradas
assimq uais as mais
simplequais senhoras assim sabeis bemchamar decor
assim as decor
and@
e de saberde extrema  extremaa simmais bems abem bem soando

asim qual a rosa de vento a aventaniaa sol e tarde de plitud'ao plenonascer
do berç@
desse ao dia
assim uma lagrima cristal uma voz nrmal também cm bem oa
assim consolando alémdesera  vibrar tal qual o ser que sabe asim tanto tanto
amar

tanto a sal´
tanto a saber de terra
caliza 
qual
es
s'@
 calice 
d
@
b
e

ber

ver
n'
@


em 
saber

@
o
por
t@
'r

es

t
v

t
b


de 
s
s'@

bem

g'
@

r
@
l
@
quem
be
be
ra
@
bem

rece
be
ra

assim
sustendo

uma graça uma folha debem descrever uma graça
de
seguir@
@'s
sim
 @ 
qual


 ser

 @p@
l
i
descer

assim
@
também
o
er
r
@







vem 
@
lágrima 
@
peito
@

calice
@
o
sim

peit'@
m
a
r
aberto 

@
o
i
r
i
m@r

@mar
com 
voz
es

d@'s
gentes
por
@
entre 

essa

gente 
@
o
bem
tam
bém

ao
rever

la
voar

 

ness'@
rod'@
d
vol
t'ar
es
tu 
rosa

 a
 roda 
dess'
@
s
air

@



@

voltar


ar"


@o
ser

@r
r
a
n
t@



u


esp
elh@ 

sen
d'@

pisado regressa pro dentro do ser
"namorad'@"

alvorada
@
pu
r
@

ros'@
d'@
mor




@!

sim
@o
ser
ase bem conseguir quando se transmite algo
íntimo bem mais triste e
bem
pleno 
sublime 
esgrim'@o
lugar
ao sol
ao luar a luz de viver por entre a sombr'ao

ser
a
s
sim
es
pranto esperando esp'rando um so
re
assim se levan
tantos tanto tempo assim
vendo sem se ver assim sabendo sem sabe bemesquemcer

em

seguir
@
vi
@
n
@

des
da
imagem

ao ser
ue
ta
m
bem

 bem
á
g
@
u

@

sem
ti
@

sendo

@
q
u
a
l
@

fari@sol@d
ir
a
vol
t@
do

assim
sen
d'
@

s
@
n

sol








d
o


@
l
@

x
n


d'@


r
o
s
@




ve
g
nt
i




terça-feira, dezembro 29, 2015

terça-feira, dezembro 08, 2015

POR UM@ LÁG @ RIM@




QUANDO SURGIA
QUAND'@MOR 
NASCIA
@! 
NAÇÃO! 
CANTAVA
MAIS 
ALT@
 MAIS
N@N
CALAVA


ALI 
A
ONDE 
ESS'@
VOZ
SE
ESVAÍ@






TODOS 
@M@
ROS
@
S
S
I
M

NOS

LI@M


"ESPERANÇ@"


(@OS 
AVOZ
DE 
TOD@S
NÓS
DES

NU

D@S)




"EGREGIOS"
VOZ
SENTE-SE
VOZ
DOS 
TEUS
(...)

ESS'@ 
TAL
@
FRENTE @OS BRETÕES


SAUDAI
@O 
SOL 
QUE 
DESPONT@
(O ECO - UM RUDO E CON DON)

ENTRE AS NUVENS
DA MEMÓRIA
ACENDE-SE
VOZ
D@S 
TAIS 
ESS@S 
EG. 
RÉGIOS
AVÓS
















domingo, dezembro 06, 2015

MUNDINTEIRO NOS - OUVINDO - MUND'FORA SE CONTAD'@ SE EXPANDINDO

A GAITA GALEGA
Resposta ao eminente poeta D. Ventur@ Ruiz de Agilera


Quando este cantar, poeta,
na lira gemendo entoas,
não sei o que por mim passa
que as lagriminh@s me afogam,
diante de mim cruzar vejo


a Virgem-mártir que invocas,
cos pés cravados de espinhas,


coas mãos cobertas de rosas.

Dinis seria
se feliz se fichera
se suadama
dita
santa
fosse apropria Rosa
em tom e som 
de poesia 
ora de poema 
ora de poetisa 
ora de pros'@o tem@....





um 
beijo
qual 
flor mais bela
em
ALA...
 DOS 
"NAMORADOS"
POR  
REPRESAS
TAMBÉM 
CONTARA

ABRAÇOS
VENCER
@
DOR

MUNDOS
NOVOS
MUNDOS
AO 
MUNDO

NOBRE
IMORTAL
TERRA SENDO
BEFEJADA
PELA 
ESPUMA DO MAR
ASSIM 
SENDO 
ELEVADA

UM@
TAL
PATRIA
CONTADA
POR VERDES
POETAS
DESDE 
SEMPRE
ALMEJADA

DEEFENDIDA
IMORTAL
DESDE 
PROFUNDO
DESS'@
MEMÓRIA
REDENÇÃO
DEVOÇÃO

P
OR
@
TV

G

@
L


BEIJOS
DE 
MÃE
RESGUARDAM
SUSTÊM
@'s
INJURIAS
DESORDEM(s)

prometendo
um 
renascer'@
 um 
ressurgir'@
alvorad´@
oiro 
forte
assim 
qual 
ser 
renasce
se 
unindo
@
qual 
Ser d@ Vid'@
!consorte!




Em vão a gaita, tocando
uma alvorada de glória,



na noite
estrelas
caminho
sinais
que soam
ao
"Ninho"
a NORTE
sedente
espr'@nto
partindo
face @o
Occidente

LEVANT@

ENTRE LUGARES
ESQUECIDOS
OS 
MAIS FINOS BRADOS
OS 
TEMPOS

JAMAIS
ESQUENCIDOS


E
SÍMBOLO
e SINO
que PLENO
ASSIM ASINALE
um CANTICO
amigo
que por entre
olhares se espalhem
 por entre aqui 
alguém mais além 
por entre quem parte
e
bem cheg@
ao tempo
ao porto 
@
tempo 
quando assim
@
bem dizer
a
bem 
naveg@

(leal - o leão - de novo da Raia de duas fez três e uma barca nova 
- asim- 
SALGUEIRO 
contava
que 
ainda o sonho sendo vivo
aind'@ bem 
dizer 
bem brilhav'@
ser
viv@)




sons pelos ares espalha

AINDA É VIVENTE
SONHO
UM@ 
FORÇA 
EM
FORMA DESS'@ MELODIA
(@ MAIS
@NTIG@)
'IND'@  VIVA!
ENQUANTO 
FOR 
LUZ
ENQUANTO 
FOR
"DI@"



que caem nas brandas ondas;


vê se vês
terras de Espanha
areias de Portvgal
@o 
voltar
@s
olhar
@s
ceguinh@
de
chor@
r
e
s



embalde baila contente
nas eiras a turba louca,

que aqueles sons, tal me afligem,
cousas tão tristes me contam,



FADO DE VIDA QUE ASSIM SE AGITA QUAL FRENTE PRATEADA DE UM'@ OUTRO LUGAR
- CHE -   CONTANDO... TE ...SENDO... COMENTAD@...



   que eu posso dizer-che
   não canta, que chora.

terça-feira, dezembro 01, 2015

UM SER DE BARCA - UM SER DA BARCA - UM@ BARCA... POR ENTR@' SONHOS... @ "PR@NDAD@"



quando uma voz se eleva a outra bem se evoca 

quando n'um cântico 
d ess'@emigrar 
dess'@emigração


gaivota de coração
 em 
mão a bem

querer voltar qual cântico 
que se ri se sabe e se nossa

quando 
assim e também 
sabe  
bem dizer

- MARINHEIR@ NOITE EM BEIRA - 





 qual 
saber assim vogar qual o saber de mais bem aprender índole de nome sem renome assim nacional
 e quantos beijos e lugares assim bem acender e quantos mais
 quantos mais corações em peito se erguendo e quantos mais 

- beijares de suave alento a distancia... que bem se preza por dentro

 em 
TEMPO EM TEMPO! DE SABER QUAL 
@
A
IDADE E QUAL 
SEU 
DOCE E ETERNO


SER 
ATÉ
@O 
...FUNDAMENTO...



 boca de boa a boca... sendo levado qual um beijo...  DE VIDA
 QUAL 
ess'@ tal 

- assim tendo sido "@lvidad@" - 


@ssim 
dess'@ lés a lés

 através do mais fino trilho DO SOL.... de seguir falando ora em catiga de escuderia ora de ser de cabtar RUISEÑOR - qual a prata mais viva de saber escrever sem bem dizer em fronte assim bem 
erguid'@ 
"coroa" 


mais
antiga 
sim 
@
bem
se 
saber 

- "ouvir" ess'@ sã sabedoria de uma antiga linha de
vida que de brio se soube @ssim 
"
@
bem
dizer

PR@C@VER...