Música

quarta-feira, novembro 16, 2016

LIBERTAD - ENTRE ALBANO E ROWINA POWELL - AINDA QVE CANTAR A CIDADE QCNTARADGNIDADE DA CIDADE CANTARCADA TERRA ASSIME TAMBÉM SOBERANA LIVRE E DIGNA D'REITO DE SE PERFAZR COMO VÊEM....








das lágrimas desses cévs desses sol (ID)

neste  jeito - este jeito de te qverer tanto SE CONSIDERO.. acabou a o momento
e se renascer  acreditar ovtra vez sem ser por  versos nem pelo amanhecer nem pelo reqverar desse viver por algo  por algvém  qvaisos tres  lineares  brados ainda qve nas lingvagens pareçam terem sido - TRANSGIVERSADOS...



FULL OF SORROW
I LAY IN BED FULL OF SORROW
AND WITH MORE SORROW
I WAKE UP WITH MORE SORROW
IN MY BREAST
IT STILL IN MY BREAST
THIS WAY
THIS WAY OF LOVING YOU SO MUCH

I'M DESPERATE
I HAVE A LOT OF DESPAIR
INSIDE ME
THE PUNISHMENT INSIDE ME
I DON'T LOVE YOU
I TELL YOU THAT I DON'T LOVE YOU
AND AT NIGHT 
I DREAM OF YOU AT NIGHT

IF I CONSIDER
THAT I'LL DIE ONE DAY
ON THE DESPAIR
I GOT FOR SEE YOU NO MORE
I LAY MY SHAWL
I LAY MY SHAWL ON THE FLOOR
EXTEND MY SHAWL
AND WILL LAY TO SLEEP

IF I THOUGH
IF I THOUGH THAT DYING
YOU WOULD
YOU WOULD CRY FOR ME
FOR A TEAR
FOR A TEAR OF YOU
HOW HAPPINESS
I WOULD LET ME KILL



arios - aonde ainda se estremecem os vévsaondeainda a rvbra e negra pedra cvidam  b«vsn qvantos
vários desvarios para a mariposa perder a flor qve a aninhe a brincadeira do caracol qve estado na sas pintado qval na folha asim desenhado  leva a graça desseestranho fadoe farol - qvando  osmaissimples e mais hvmildes enham casas de sonhos emamanhã  qvais fados - eqve sendo d e   timbre vermelhos tenham em sva familia nas asasos seres corados - qvado se eleva oh senhora d ee strelas oh ser daspeqvena coisas a se  fazer fazdar  qvantas a slinhas que bem ensejas e qvantas as qve  emmim - em ti  sovbeste  asim bem ver e reconhecer sem parar...


NESSA TERRA AONDE HAJAM - TODAS AS IÁRVORES TODAS AS VIAS DAS VIDAS DAS LAGOAS DAS MONTANHAS DAS BANANEIRAS QVE NAS ILHAS JAZEM PERDIDAS 
bom amigo BOA AMIGA qval a terra de qve te falo sem ter fado noite e  dia qve e stando a  ver-se desd o berce  ainda non sabe qve está e esteve sempre e bem VNIDA!?
(esta letra desrita "em verso")


de saberq ve  continva +e tva essencia qve erespiras opólen aonde bem fores a parar qve  transpiras avgoas rvbras qve sendo leves se consomem em odores forte sora nobres qve obvtras na cor  no coração sabem identificar e qvandoa sim  te  descobres ao seres qval  desejo sem saber qve d esejar e  sedo ainda  sempre decores e dessas cores ao brio de bem estar alevar com a  avgoa qve transparece imensa! a gota  peqveno gesto qve non entristece nem arrefece ao cair  aonde bem seja a  reverberar qvando  uma  duas tres réplicas antes e depois de  svbir e descer val aripoa a arder seveja a sim qqval a aimitar qval a despertar qvala ver  aligação perene  na folha qve d espois  condene  qvem viv antes  qvem avivev depois  qvem era qvem a via e qvem a fazia assim sem estaremos dois -a via da vida e sva  fiel - da balança e qvem a caminhar caminha e a descobrir descobre amais infinita - ora  ínfima  a heradança - assim bem se  saberia qve  doovtrosev lvgar  assim vm dia cvmpriria o serema dançar de par empar...











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