Música

quinta-feira, novembro 10, 2016

A lágrima dos cévs aos sevs sem ter sem saber e aliaonde ainda repoisar é - qval fado qval se fadar qval cantar de novo vm povo qve sabe e amplifica o verso e o ser ao voltar - a vogar pelas avgoas desse tal sem terem certo - assim lvme e espaço aberto e brisa a se transformar ao te - transpor e transportar qvando te erspasse assim de novo sempre e veraz - assim se enlace








nessas peqvenas a ves
nessas svas veredas e verdes verdades entr'io  azvl celeste e  o verde da vereda e as cores qve bemlhes deste
qvando de oiro e rvbro o peitopintavas e ao s ev lado as arvores da vereda desse jardi aonde ainda caminham - os  tevsos mevs  nossos sons entr'os  sonhos se bem a chegavam
e desses cantares sendoa pares aparecendo  vma ovtra mais d emil sonoras idades nesse s ev próprio svstento - svstendo  o presente  svstenido assim qval na melodia qve  be  digo sem nada a dizer nesse s er  a  mva da poesia ia sem bem se saber
nem ovvir - SENTID@! sem se e svair! assimem propria  via  de vida ...
nessas cantigas nesses cantares nesses recantos  hoje  qvase aparecem e sendo ao spares qvais mais velhas -  as  coma  dres  assim se desvaneceram ao contarem oh! estrelas da alva pra estrelas  de bem adormecer  vmas ficaram nos cévs ovtras ilvminaram o rosto do bem qverer qvando assim despertas NO DIA ainda se e ncontarme qvando OH  CASO qve bem  pronvncias  bodas de  final de tarde na  sva simples  e ter nai dade -  qvando  assim em noite qve se prolonga se reacendesse o dia qve lvar assim bem - os conta e  no dia se prolongasse a noite  ao se bem ver e  saber esentir e  dizer  estrela ssem  final sem ocaso do Sol nem lvar a arder apenas qvando nesse lvgar sem terem pricípio qve vejas -  nem final   qve non sejas apenas ao  saberem bem amar  qvando amarelos os recantos TODOS PLANTADOS dessas folhas qve bem descrevamos - e  dessas qve nos  sevs  cévs ainda  cintilam e  em ti se ilvminam e nessas em cores garridas as letras  céleres das palavras qve soam a litanias dee versos diversos poemas e poesias entr'ias mais simples e  alvas a sma iass  bem castas - melodias   qve non se s abem bem ovvir  apenas  ao se  saberem ser e assentir em ti qvando bem acenas  m reconhecer oh sendo reconhecimento! qve nas palavras  paira  qvedo e leda assim se eleva ao vento qval  sinal nos cévs em noite bem levada  nas palavras de vma criança peqvena qve se transforma em  vereda  perola dada q vando de s inais em  cisbnes nas  avgoas e no cév na noite qve nos dev a sim as vejas  gêmeas e bem as  vejas ao saberes ver e assentir e  bem as ovças nas palavras doces avgoas nesse s ev s  vave   latir e tanger  de novonas gemas ao mergvlhares a palma da mão em sev s vave  ovo - qve  tem o  riso desse lampejo amigo! e tem a mais simples e doada força  sem forma desse ovtro ser qve s igo  qval   vm crvzeiro em chamas nas noites mais  claras qve se veja a sim  - oh! barca  qve navegas e te pintas  oh sva  gêmea qve s abes qve diz e nonassim mintas qvando se jvntem em doce regalo e  assim  silvareras  silvas  entr'as  rosas do verão  desse ocaso - qvando assim em  r vbro as vejas prolongar e abir pelo peito fora apelo de ventre qve se ignora para bem e star ali e aondeas bem possas ovvir e ver e sentir e ser  sem sentido aparecem apares se ennobrecem em cada palavra  amiga emcada palavra qve  digaao ser  coração a se manifestar e ao proprio  o lvgar aonde ainda s eo ça o sev e co ao ser a acompassar ao apassare sneod  de  novolido e ao se entretecer com a poesia qve s igo e s igas a ssim emais bem ah! nascente  essaa sa q ve por vezes é íntegra nos  sévs e por vezes prece  qve   aparece  qval a leda  das atigas melodias q ve  nascesse- assim - negra e  de pérolas se perrfizesse qval amiga   qval  dom de amizade qval svster na propria mão vma tal  lavra de verdade...




ovvir as aves a cantarolar a  se ovvir etrias linhas sempre de pé - en  dvradas -e sendo asim lidas sem se verem e  nessas as svvidades de s vas plvmas bem sendo - alento simples inspir a cional - assim qvando se ligam e se contam  qvais nos   sinais bem em trinos versos  vêem sem se verem  bem nem mal - apenas qvando nessa trípla forma qve bem as  advoga ao ocaso precem qve  svas cores sendo  belas e nas penas s e ignoram  tv detrás averes o sol ao se entregar estas de frente a fronte e de repente qval crista qval cava se repetem vogam e voltam em crescendos qv pr'ecem qve non se d erramam qvais nas avgoas ao bem serema  reflectirem - sem pensar -  em  peqvenos espelhados  mvros qve transparecem cores e doces laivos nesse s evs er e por vir  e  por virarem em  rodas vivas  sendo sempre parecidas ao se transformarem e transportam  avgoa lvz e  lvmen svave  cetima velvdado por vir qvando prece q vepor dentronso ninhos  descrevem óvalas ovais  asimq vais nas gemas do  tev svster ora s vstenhas o s ev   svstenido ora em  veres ao  sol o sve s er em clave ora nas folhas mais imples qvando as sopras  essa também qva a doce simples vereda e verdade...




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