Música

domingo, outubro 16, 2016

VMA LIBERDADE e nvma Id a d e l I V R E e n a s v á r Ia s son o r a s pal a v r a s p r e z ada s or a p r e s s as ora livres ora a se svsterem ainda...







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nas cinco  em derredor e nas cinco em volta .  qvando asimde vinte e cinco passem de sola sol lhe doassem a  agva  a sva conta e desssas qvatro - petalas bem timbradas honras a leal idade e fortaleza desse a cidade
asva longevidadeoh longa via de vida qvando em prvdentes tridentes asavgoa smais novbres se enaltecessem e sendo se aqvecidas ora se e sqvencessem nas svas fornalhas nasfvrnas bem alvas alvores e fantasias qvando nas rochas as verdes - ramagens e svas gentes se revniriamé nas raízes
desses sevs doces mastros  asim em a neis verdes e de verdades  bem vastos
e sendo qvais abarcar e sendo sem se  a ver a bril nessas avgoas de  jamais  se d eterminarem asim sem  saberem asim bem elevadas apenas qvando nessa  honra leladade a sim nobre prmessa  sem ter tempra  nem ter assim -  nivel nem na cinta se reacendessem faixos de plena lvidia e tres  tres sem acentvar apenas se entregam na noite qve jamais  e noite e   dia  qve  jamais se   senda  seja aviaajare  sendo asim qval sentença  ju'vsta  a plvma pensa e pesa e  svspendesse no poema do poeta a se bem  doar  qvandoa sim sem ver e sem  temor  asim sem se deter a sim a calma  a flor de  vida nessa a  plvma da promess e nesa flor q evs empre a   avi e  bem renascia NOS VALES  nso montes as masi altas e nas margensdo riso e ribeiros  as ovtraasqve bem hajam qvem cantarolvo 
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Que amor não me engana
Com a sua brandura
Se da antiga chama
Mal vive a amargura
Duma mancha negra
Duma pedra fria
Que amor não se entrega
Na noite vazia?
E as vozes embarcam
Num silêncio aflito
Quanto mais se apartam
Mais se ouve o seu grito
Muito à flor das aguas
Noite marinheira

Vem devagarinho
Para a minha beira
Em novas coutadas
Junta de uma hera
Nascem flores vermelhas
Pela Primavera
Assim tu souberas
Irmã cotovia
Dizer-me se esperas
Pelo nascer do dia







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