Música

sábado, outubro 08, 2016

Q V EST I O N ES C OLH@AS E S E N d A S Ve R E dAS E VERDADEIRAS ES C Ol AS d E E S C O l HASDE VIVER EM VIVDA E DE SS'@ C OR ES p on d er de n a s c I d @




sempre e nvnca sendo  à  h  tarde qve te comprometes qvando na manhainha
fria bem te entreteces e maisbem em lã se emlã  assim demoras
e nesses verõesver opções ssme  razõesassim  qvais as choras
assim d ver
melho
ao sol a brotar
e de mais - brvno
a sva cor a limentar e desseser salvo desses  silvados e silvas qve bem prazem e se cpmprazem se se deterem
nasce o  frvtonasce o brio nasce o tal
o risco dessa flor  rossa qve nos  enaltece
tão alta e tão  formosaqve honra ningvém  lhedoa e menos asim ningvém ao se ver o verãoa brir a o se vera rosada vida em sev s vmo   se  assvmir  jamais! jamais~! assime  tarde  de menos ao ocaso e mais ao  docebrando svmo qve sendo  assimq val avgo amais doce se a provando seja a provar qvais nasmaresias e nesses dias  bem sendo  a veres a soprar as mais simples transparenciass  em svasboas conseqvencias
qando se deixassem a sim
ver
em  faceas presas ledas jamais descritas smepre amaas asim spro  salvo em sorrir bem aberto ebrindo  qvais  gvardares de solares  sonhos  sempre aos sevs e  sorisos asim  qvais nos frios desertos ainda a ssim a se verem aosegvirem 
às cegas  na noite mais escvraqvando dos cévs se abrem na lonjvra ese ovvem  bem em derredor e se s entam na areia maispvra e  jazem e  prantam sva mais cristalina e fina flor
da  areais dos  azahares
desses are q ve já non veja a poisar  nos mares emarismas e maresias qve bem ensejas qvandoa s pensas nem as vês   trespassm os  vitrios olhares desses circvlos meios em ameias meio spares qve parecem  qve sendo sete a penas  soam qvandobemos amem e se abrem em arcos de  iagoas sem se sobrepassar e bemse s abem reqverer  tanto qvao no ocaso qvaias as meninas bem vejam tanto vma ar
ra
na
c@r
e na sva cor bemalva a sim se leva em doce  verde  de esprança antes de se qver sesaberamar  nem o sabor a salse s ovesse dessas lágrimasbelas  elindasqve a  mais fina infaciaa simos oferece e nesses hinos smepre olvidados nesses passados  pesos pesados nesses es«cosnesses soltamos  os maisfinos panos em sedeixar v«levar antes de  estar em  círcvlo nascostas se  bem deixava menino ora  menina e menina oraao menino qvando de costas  em coração sem coragem asim svavidade qve bems e soltava  qve bem  se via a  pairar o pano o sev fiel e doce encantoentrios cantaresdolencinho a se doar
e desse pairar espairecido  qve ningvem  veja  qve nngvém vigia qve ningvem bem enseja  nem desejo ainda ssim eatabelecido era vencido pelo lençoapairar qve adejava qve nspirava rodas e sabe rodar e o lvgaraondeainda  sedemora na imaginação de vma  peqvena demora  nesse ser  capaz ainda à saber! haja o lembrar
ainda haja o reconhecerde crer e os olhos no  mesmolencnho a bem levara tapare aose  escolher qvalo ser aver  cegos! sempre  em confiança ! sempre! esse  fino tesoiro esse fio de oiro qve viaja e veja e nos  beija sem cessar qval osopro qval sim qve  qves dizer non e qval aorla mais doirada de pratass vas petalas  mais prateadas qve deverdea sim de   devoção fez opçãoa ntes d ebem qverer e do desejo  se transformov em coração de insg«fancia da  inocencia ao hino desse a sva sentença e  ao sopesar asideiasa s intenções se visse tentado a ver-se de novo qval  o rapaz e  rapariga - naseiras nas beiras lado alado ah! caminhar de mão tendo  doada tendo od lado aolado o ser qve bem se a ma  qvando do ovtro lado da ponte asimao se ver reergvid a atorre ph  alta torre maisalta qve  valores tenhas de partir  à partida e desse saber bem chegar ee ser sem see svair a o se ver  -  assim na  sva dobraa sima coragem e nesa svaestória sem s er de   sobra a sva nova e verdadeira imagem e ssa qve  permanecesse  e mais non cessasse e se eacendesse qval faro  na margem do mar  de maresiasqve nessa volta ao  se  doar  ao se  darem empropria vida asim qval   a barca mais  entretecida de  fios de sonhos desses fios d epratas doiradas desses  esperares desses verdes asim qvais  esp'ranças  jamais alonjadas sempre a se saber assvmir entr'as vagas OCEANICA VAGAS as pedras porderão estar a ser e assistir a tv aminha a  ossa  presada passagem  pela ponte do arco qvandono centrodesse  iarcoIMENSO1 SEJA SOPESADA A TVA IMAGEM O TEV BEM QVERER A TVA VONTADE O TEV BEM FAZER E NESSA ASSIM BEM ESPELHADA QVE É DA IAVGOA e non pesa nada asim qvais na sletrasdescritasoa sav«berem ser e flvir e qvais  ascoresa qve bem reflitas ao passares sem   teres pesos para deixara  fvndare fvndir aosom das avgoa smais craras mais doces e mais simpes  o profvndo demonstra osev cantaro - o sev  peso aos  mais hvmildes doce lama qve sendo verde a trespassare sendo  doirada entrias  iarvores assims e veja qval no doce lvar  sem peso a brvma sem sopesara  espvma ao mar e sem barcaao saber levar sem remos aos aber  içar sem velaaos  aaber eergver a cor da coragem emºao  viva apar a sim a parecer e crer e  sendo a crescida  essa qve se  soergvesse sem ter sido reqverida sem se ter de reqverer q ve se reacendendo oh vê-la -a sim qve nos  cvida e nos  veja a viajar sm se perder o rvo da  sva ovtra margem  asim qvase afim qvase igval  qvand vistas desde o inicio sem  peso sem  sopear e q vando no cimo desse  iarco em  sevser a imagem do  ovtro lado d aponte apssar  nesssa paz  sopesada nese coração jamais a fiada nem o onto nema rovpagem mais prezada a pesar assime sempre qvando bem e viaja  a pena  nesa página em branco a  escrever 
assim nessa  palavra da iarvore de margem em margem estendida vista desde  vma a ovtra sempre em verde sempre em  espera sempre em esperença  à  espera qve non  sejam comovida ao veres asim  o lovvar o lvar a sva aegria  o cantar das fonte sem plenodia  o s  cantaros mais  hvmildes qve de oiropvro se saibem bem  preencher momentos  +ebrio   desse  a  vida  asim  qval a acelntar e q avecer e e sqvecer oq  ve bem se  digne a sobrar e sem soçobrar s+obrios  depar em para cada passo  segvir  compeleno abraço o som davia d a vida q«ve se eleva e nos eleva q ve a simparece  crer parar e qvando nese e spaço se depara asim se mostrao  horizonte em cada lvgar sendo a lvmear sendo livre o sev sopesar senda acendid  senda livre senda reergvida qvemostra a ovtra -  assim qval ver o vale o vado e o ceo mais  assim elevado e  em si mesmo o rillo a svster qvais nas mãos  estrelas e  telas sem seqver asver a arder e qvais as pções dos caminhos ao esairecer  da sva  sombra ao avançapara sva ovtra imagem apnte nem tomba se arredonda e seja qval o pilar oh  hasta de vida oh ser  oh  fvdamental elevada na imagem mais fina menos d efinida qve pelo optar eapelo das opções se a ssvme se  some e se consvma nsse doce flvir qvais as avgoas depois deserementrios  regatos e ribeirose nos rios correm sem saber assim  estar a concorrer apenas conflvem e se revnem e ao cantarolar 
o fogo do ser 
da via 
da vida 
sabem perfazer e nem notas 
asism a toada ao se aproximar  e no começo da chegada 
qvando na meta  
assim e bem 
desde a trás 
nesses estranos
 ecos 
desse amor qve és 
desse ser
ao se consvmar 
assim qvando antes 
ainda antes
desse renascer 
algo ora
algvém 
cresce 
ao 
cresceres

assim
sem
mais
 o dom 
e o 
dó do peito

ah!
se
 esqvencer
!!
...qvando...
e
 desde 
o
 ver-se 
ao 
ventre 
d
esse
a
o
ver
-
t
e
assim
n
o
a
b
r
aço
s
eja 
b
em 
desperto

e  o 
caminho
estando 
livre
p
o
r
e s   s e
b
e
 m 
a
p
a s s a
r

e

d
e s  s e 
s    e
ov t ro 
a d  o
v
m
I
l
d
e
 o 
p
 a s  s a 
r
n
o   s
e

c

o
s    s
I
m
p 
 e s e 
d
o
c
e
s

p 
r a 
d 
a r
I
a
s  e  o  s


s e    r     e s

m
a

I
 s

h
o n    r a
d
o  s  e  s
s e s
q
v e n 
o

I
n
IcI
 o 

@
s     s
I
m

 

r           a
 m 
b
e
m

"
l

A

V
r     a
d
o
s

"
. * .


ao svbires a espiral e seremcontados os passos os temas dessa
sva fvga emré qvais bachareise svbireis se se amntêem o qve bem sabeis ora a saber  ora sabedoria oraaoamanhecer qve dessse sev ocaso o aparatomenos se enbria e nesse saber e nobre ser  ao  horizonteaobem se entretecer e se bem crer assim em bem  de beijare  viajares asim de çés ales ao saber rodare voltar
nesse  oriente tres lavraslevadas  e nvma espada em
versos -
assim  os carros desses eirados a lvardos plavrados para lavrar verdes sempre presentes e nesses veres anos e transcendetes brados e  laivos desse sev cév estelar e nessse lvgar lvmee levado nesse coraçãovaradonesse  tom sem som ao  sev ser a dispor e nessa  sva  cordvra e lvcidez bem seveja  qvandoviah«ja o ser qve tanje e non se paga nem se apaga desse ver arodar qval o faro qve etres faces sempre p'rece qve se  reacende sem  jamais e apagar e nesse ssevolhar asim entre laços   os  circvlos a se d esdobrarem entria lvz doalvorecere  desse cres pvscvlo o  anoitecer tecendo  laivos vivos  horizontes ecaminhos ent'as névoasreergvidas das marés e das maresiase sobr'as  sva mais horadas crestasdesses montes qve tão bem preas e sem peso  sabem vogar vmasao vento  nvvens qve passas e a vestantasas vejas assimao saberem rodarao saberes regressare no centro ao   bem girar ao  advento qval nora  qval  asima senhora dos ventos em rosa em coração planatada recolhida em pvnhoainda svstidaesperando-a
s
v       a
m
a
d
r
V  g  A
d
a
a o      s e 
e
s

t
e n d e r 
a m ã
o
d
p
a
l
m
a
a b e
r
t
a
 s 
e d e
s         s
a
  s  a  s  
d
V
        a 
 s         
        a 
 s        
  s
 I
m
q
V
a   I  s 
p
r

a  I  a
s
d
e             s
e      r
t
 a        s 
 d
 e





e nessas praias  bem gvardadas e nessa sondas bem   pasadase nessas areias e nessasd vnas aos esaberem asim ondvlar e nessas levadas   bradadas   palavras em sopros nas areiasem siorpos lvasres de lvas cheias em soprarem ao amanhecere voltares a doar a  dara mão a se  entrelaçar o ser do mesmo -  coraçãoa sim em voltassem se verem em  voltaremassim sem saberem em se s aber a sim  e stabelecer e crescendo a sims em se pr«erderem e mais bem  estabelecerem qvando em via d e vid a sims endo a s'vster apenas nas areias dos d eserto s  fervidas na noite resvidas  os vír'trios  cristalinos  bem a bertos e vem ass im dsde o sopro desses  arcos d eviver bem abertos e qvandoa sim sendo a sentir e bems endo  qvais a rcos e f rores  a bem passar  oh rosa  das areais do stempos d avid a dos ventos s desses laicos qve de pratas viventes se s abem  be fadar e dos gados qve  send livre se dos  brados qve bem sedoam e dese cor oh   abrasão coração  asim razão  bm  estabelecida qvando nso fb«vndamentais pilares aisms endo  smepr  bem fvndida e  bem a sim ao d evcima  qvando bemse  qviser   sopro de vivda   ermo asim   terno asim  sempitern asim qvala lentosem se  saber    eelvar  e sendo elevada a plvma  jamais sopesaa espera e  nessa  sva fraga  a  saber navfragar enessa   fraga  nessa letra lavrada ai«ondeem   saber  rodar non se  desdissesse d enovo vola  s aer e do ar asim se e nrigessece e  menos  rija  esm  estres de e strelasd e sses patmares tão ialtas  tao belasqvais  asmassimples  e  lavreadas   hastes qve bem levastede sem trinos cantares oa altoamor e ao mais altomaar qvando em  a rgon a sim se  voltasse em co de   volta e reviravoltas dessesaber eco do ar a  eco estarrecidoe o ecodo amor maior  ssim sempre novnca e s empre e stando a ser renascdo e crescer e cerreres  ser e ao  sev  cimo a sim e bem mais qval dardo a sim qval o parto desse  sev novo  entretecer de cor d e s«correspodnencias a enc«viar dessas mesagens e ntria spazes e as paciencias e mais al+em da cincias qve bems e d efinam ao  saberes circvlar veres   desde ocimo  o  cvme edesde  os ev  cvme o  cernedo cetntrode aonde a ind aondvla ora ondeia e a sim o tempo  prece q ve  devaneia e   nesse d evaneio  nesse  sonho  oh   lvcidez ora a sim  ao se saber entretecer vando dd evolta d esse ser  sem teres  tempo desse  tempo se sem se saber  desse orácvlo  óscvlo vivo emser em se e mbevecer e creres e creresr  v«chegar oh patria qve se bemconta sem adeiras sem amarras oh heavens oh portos qve de  sagradosbrados bem se evocam e desses beijos bem ancoados apenas os maisnobres a zvres os beijos mais verdadeiros e olvidos dados  ao se entretecer em  derredor desse ser ao se  chamareme chamaradas viventes avis ovales  sendo os presnetes qve se  doam e s em bem a sim  entregar ao se enrolar qval casvlo s em  nome  qval a casa  qve se  de  ese  segve a sim a s aber  enrolar e desenrolar e  nesse a  cor  e a  corresponder enessa  força desse   sea vid aa renascer e crescer e creres em cada passao  qve apaz  desse passar  svperaasse os ev proprio  abraço e em braços  sendo levadoocimo de ci   qvando a sim asvsmisse seva pelo  sva  plvma sem  ter j++a e spera nemd esejo nem espada   asim b«sem gvme  ao lvmen  sem ter  v«bico  oh bem a mada e sem assims e abeirara esemse ra viah'jara  vejas qvando asim ao a desajr sem d essejar oh  astro qve non sejas oh  lvz  em versos e cantares oh lvzidias chamas de vidas qve asim sendo vivas d esde cedo ora mais tarde s e s empre  vivendo proclamas e qvandose«im te chamsse  ebm«em maisse  a massem e  sendo livres o  flores "oh"  flowers!" alvas sempre e plenas e vastas e castas  e non tendo 
assim qvais bem vogas e bem
venham
qvais
  as vastas veredas 
qvais as ondas mais vastas
des
   s
  e o 
   s
  e v 
  m
  a r

EXTERIOR
e bem
cristalino 
e sempre
send@
assim
estando
o
 a
vIv
 o 
 e 
 p
 l
e
 nas sem
 cor
res
ponder 
e
as svas 
m
 a
 I
  s 
a
 l
 v
 a
 s 
a
l
ta s
pas
ta
g
e n s 
e
de
s
se 
sev
de
ver 
d
ver
d
e a m a
r e d
e s s e 
 e 
   v 
  c 
 é 
 a z
v l e
 o 
e non
  m a
  I S 
a z
v l
 ado
qv a
 l 
n o 
a z v
 le
jo  e s 
   e 
m e  n
 s 
e j
e s e
 m 
s e d e s
ejar  
j     a
 z
    e
 n
    
 d
   o 
t r e s
  p 
a
  s

  s 
o

e
 c 
  o
s

p
as
 os  e
      a 
r ê s e 
j a m a 
tr ê s 
e e
m
b
a
 nd
n a s 
sva
v
I
dade
s m a
I  s e
 m
l  v
m
 a a
s
 V
  e
 s 
m
a I
 s 
  al
ta s sa 
  be
    m  
 as
 sIm 
e
d o s e v 
 o
l
 v g a
r s a
e m
 e m 
 be
m p
 o
I
 
a  r
e  s a
b
 e
 m a s
 s I
      m
 s e m 
  d
eI
) (ar 
de ser de arderem 
           e q v
            aIs 
           e
     m   c
an deIas e em 
v e l a s a o s e
sabe r e m a s
sIm sem s e a
     pag
         r 
qve n o s e n
nobr
       e
         c
e m e s e s o
br e c o
l
 h
 e m e be m  

e
  a
   q
      v
 e c e m e n o s
    n o s -  r e c
     o  l 
      h
    em n em
        r
       eco
       n
      h
e
c   em em 
          faceas ovtras qve non nos ennobrecem e nesses
 seres qve bem cessassem e nesses qve permanecessem e nesse  cessar  avançassem e no centro ao cantarolar e no centro ao sev s er  apar e aparecendo nesse enorme  evento qval na obra a h jamais determinar qe desde afora adenro aparece e desde  dentro a fora  jaais se arrefecesse e nesse crer e ness ir  e nesse ao d evir e ao provir ao  chegar e nesse   som  sem term   noção assim bem  a se  desenrolar enessas brisoas palavras nesses brios  s em terem lavrada  nada de   nada e tvdo e bem  bem a mais  qvando assim entia s  finas   mais simple smais transparetes    assim  vais cristalinas imagens  triângvlos de viver   esferas desse s a ber aclamar e  nessas e nesses todoo vniverso  qvaos  os cosmos  asim viventes a se saberem  entrelaçar na oda  mais viva a se  saberem  qvai abraços dados nessa ah! 
   a 
m
   o
  n   I
   A














sempre 
ora 
tarde
nvnca
ao
seres 
se 
eI
) (a r 
   e 
 s 
d
e s
e r 
e
p
a r e
c e 
va
nd
 p
e n s a
s e  t
d 
es
 V A
 n
  e
 c
e
 s e  s
  e 
  c
r  e
  s
 c
e s
 s
ses 
 o
rA 
    c
es sa
  s 
  ses
qv a l 
 s o l
  e
a o s e
  v
  s
e r e 
 a 
o  o
  c
 a s o 
 e 
qv
 a l o 
ren
asc
ere
 s n e
~   ~
 e v e
 r s o
 s
e m  

v e r e 
   s 
 n
 es
 se o se
 v sobre
 s s
alt
e d o ma
 I  s s a
l t  o
   d
os  m a
r e s e da s maIs alvas espvmas nolvar ao lvgar qve dessas sedas e cristalinas linhas mais trde se consola e mais  cedo se abre e ao ser
o sev cantar  oh leda!ohledoo s ev  centro e  lida asimsem se ver  qvando alvor e  avora e avlvorada sendo trina a sva sinae mais  tarde o sev   encontro ora lvs ora confvso  roda e sendo ao  centro o sev mvndo  jamais se  vira nem se mostra nem sedemonstra nem voga ao  profvndo  sem terem  em svas  frorese frorestas
oh perfvme qve desseoleos  bem acalmas qvandodolar ah laranjo ora limoeiro
qvaloser primeiro qve prosa bem depois a saber ao saberes prantejar qvantas as doiradas
"ROSAS DO MAR" QVE BE M PLANTAVAS
ai nesse jardim
e
nesse
 tev
 sev
 nosso
 bom
 pomar

Sem comentários: