Música

terça-feira, outubro 25, 2016

ESCREVER E CANTAR-SEDE NOVO - POR VEZES AO VIVO NA ÁRVORE NO RIO NO PRADO AONDE e AINDA ARDE E POR VEZES NESSA SVA FORÇA E VIA DE VIDA ALIE AONDE AINDA SE ELEVA E NOS RI- A NIMA...

DESDE ESSE CORAÇÃP COPM SE V AGRADO  SEM TEREM AGRADECIDO nem grade em brado nem pradaria nem pastagem  nem repsto apenas sendo o ser qve  voga  qval a ism sendo .   no crasto  nessas castros  ora em castelos  qvais nas avgoas mais simples dessesseres homildesqve bemse  reergvem enessas avgoas prendadas desse sonhos  sem s aberem  de nada sem se  elevarem sem se desdobrarem asimde  flor em florestas asim dessa spalavras preestes e lestas
assimq vai  sempre  sendoa doirar asim sendo livre s eplneas e livress endo as sempreaos ev pessar
qval  nesse  covado aoabraço sendo  doado e nessas   milhas de avgoas  frias  nessa  sva c or aqval  perolado  colar  iridiscente nessas  brisoas margens dos cévs asim transcendetes e nesses lvgare srímvlas flores plvmbeas frvtasde honra qve se desdobrassem nas a vgoas bem poisassem e a sim  em ovtonais cantares e canticos  lvgares em recantos dces  prantos asim   em silencio a sim pairassem e  bem se   devessem ao se verem  voltar  voltas e voltas no ar  se reacendere e nesse lvgar qb«vais s irios  e  rios e lerem  em erios de novo qvais em flores a  tes  e depois d ooovto a sim em  invernais  colares igvais  dessas lagrimas dos cévs bem reiasi asim  bem   estando na palma d amão  vma folha  qval  doce pranto de doirado  elemento a se vere a sim  desvanecer e nesse crer e s egvir crescendo nesse  saber levar ao vento nesse  ais simple s ser a se  vera fvdar o vale   o rio a sim  bem se elva  e nesse  ser qve  sopra na treva asim   doirado epleno oh  ! pinhal e pinhas do ei  plantas  eres antes de averem elevadasqvais as  hastes sem  v«bando e sem bandeiras qve s endo soalheiras sendo bem svadas sneod vereda sverdadeiras jamais  fose nem foram s sim bem achadas...
sendo livre splenas  e vivas  ainda e stãoa onde bemsea m  e  nesse ensejo  nesse peito  advinhas  asimadvêem  sem teremem si as  mais simple sporsas g«gravadas
sem eterm e spinhos nas gemas dos  dedos  tomadas
e  sem  terem prosaicos verbos simil ares  ora ivais sendo  qvais gêmea  assim sendo sêmeas  em doce - mão plantadas  peqveninas e dfoiradas  pelos riso da via  da vid as erem bem consagradas   do  doiro e da beira ao ser em verdade e desse ar de minho qve  branco qval arminho assim s eleva em longe vidade d esde o mais latopradoooa enconta  fria a sim  desde   a natvra   vem  e  nos reanima .  primaveril herança doce  ser  gentil e ao mesmo tempo  forte qval  bem se pranta -  assimq val amor  d o norte qve desse em terras altas qvais  as  milhas mais simples  qvais as terras de e sqvinas  hvmildes qve carvalheiras mais  lato bradassem q ve  desses  lvgares sem cg«haves se  reergvessem e   as portas mais finas aism  sendo  enaltecessem - nas  avgoas de par em par de pomo  em pómvlo   jardim estival para o regresso e ao  voltar em ver  so  ao  verso - ao  se ver  asim sem se virar oh! se  vera  qve bem se deletreia  nesa aletria nessa alegria desse e m peqvena   m ais   infima  certa  e  qvente criança na palmaa rdente qvais a ntes se  diziame bem se doavam em peqvenas  gemas na palma da mãodesdeo cravo   a flor antes de  ser honrada   bem he diziam a estória qve jamais foi a sim  e bem . contada...

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