Música

terça-feira, outubro 04, 2016

AS REDOMAS MAIS FIRMES PERMANECEM INEXISTENTES E QVANTASA SPROCVREME QVANYTAS AS BEM ASSENTES E QVANTOS OS QVE EMERGEM DEPOIS DESSE ORGVLHO A DEPOR E QVANTOS OS QVE BEM TANGEM sem lira asim sem se depvrar ao crerem sem crescendo nessa a harmonia sev doce lar






Ao sair de "dei" perdi um dedal,
Com letras que dizem: "viva Portugal"
Viva Portugal! Viva Portugal!
Ao sair de "dei" perdi um dedal!
Oh, minha Rosinha, eu hei de te amar,
De dia ao sol, de noite ao luar!
De noite ao luar, de noite ao luar,
Oh, minha Rosinha, eu hei de te amar!
Oh, minha Rosinha, estrela do mar,
Tu vais pra Lisboa, deixas-me ficar!
Deixas-me ficar, deixas-me ficar,
Oh, minha Rosinha, estrela do mar!
Oh, minha Rosinha, do meu coração,
Tu vais pra Lisboa, não levas paixão!
Não levas paixão, não levas paixão,
Oh, minha Rosinha, do meu coração!
Oh, minha Rosinha, eu hei de ir, hei de ir,
Jurar a verdade, que eu não sei mentir!
Que eu não sei mentir, que eu não sei mentir,
Oh, minha Rosinha, eu hei de ir, hei de ir!





as altas mais altas
rochas nessas
as airosas
vontades
nesses
e
nos sevs  
rodados
ares e  as
mais altas
prendadas pratas prateadas


assim 
qvais
nas 
avgoas
ao bem
se
 o
 v
 v
 I
rem
ao verem e serem
a rodar e ao rodarem
ao serem a trovejar
assim sendo sentida
e viva sendo qval
sva saia a saÍde
assim
sendo acesa
desde o mais 
ÍNTIMO

ah! plena certeza
oh! lvme do lvgar

oh sete! estradas prendadas
oh sete! estrelas nesse cév e mar
assim coroadas...

oh! sete -  altos – lvgares
desde a limia a gaia dessem ao minho  sev  sóbrio  ar de porvir ao seremainda ardentes qve entrias avgoas correntes
a se libertar e desses  assim bem alvos os cristais a saberem ainda svster o trovãoo coração em coragem e desdesanta marta qve bem se marar asims em contar opoeta  bem disse dascostas VIRADAS desde o alto abaixodo  baixo ao alto - ASIM DE COSTAS SEMMARGENS assims e diziamentre  tontos e tantos
a ver a paz apasare a passear desde são lovrencçopor baicxo do lenço OH LENCINHO ABEM SABER DEIXAR nas costas masi rendadas nas apreciadas costasaonde aprenda se entregava e sendo  desde cedo o o cantar  o lidoa sim se  deixavam 
e nesses altos  alvos e verdes 
lvgares  as mais  antigas mezinhas e aos ceos
desses prosas e despertares assim se vejam qvais claridades qvais clarezas qve nas nvvens entre caracoladas - caracolas entr'as escadas lavradas pelas próprias avgoas ainda em estio asim qvais os brios dos rios em dever deverão qvais nos mais altos briosos prateados rios qve de verde se vestem e mais non
dizem non
 - e nesses ovteiros e nos sevs vlmeiros 
vi companhias qve desses  e desem passos - pelos  mais altos  e alvos crastos  - desse -  sev  e lvgar  e ao rio e assim às neves 
sem horas ao se assvmirem
 ora a svbirem e desde o limia a limia
 e se lessem em versos 
decima a baixo 
ora a rodar 
ora ao se virar
qvais fechos e faixos nas cintas
e qvais as maislatas veredas qve nos cintos deestrelas  horizonte elendas calendas qve bem sendo advinhas enas vinhas qve se principiam - nesses verdes e nesses  rvbros prados aprantejar qve crescem e jamais esmorecem nem perecem perenes  sendo os s evs . ais simples brados  asim a contar sem se  svster 
e emmão vma e ovtra vez apenas o sentir  do sentido desse coração desses er flv+ido qve em vida se s abe  asim transformar do azvlao mais rvbroe do verde asimalvorecer e crer nesse  amore  sendo se non  assim senda qevla ao saão joaõ desde o lvgarao rio  aperspeassar e desse ao cimo desse  vial - aonde  dvas voltas nas trevas se cravame  dvas philas de  arm+onicas e de armonias as gemas a se svsterem a cinta nacintvra dez se bem non as desprenderes-
dessas avgoas em jarros a bem ser a descairem 
ledas e non segvras campos verdes nessas mãos svas...


e desse coração qve cama non tenha qve seja a acamar e qval  a maresia
qve bem se diga 
se do "tejo" 
ao mais 
alto 
brado
persevera
sendo 
assim qval
a senda 
verde 
sempre 
perse
ver
asse
...


e desse prado
sem se ter ainda...
jardim  floresta a jardinadaa
jazer
ali e aonde ainda é bem implantada

bandeira de vítores sem terem vitórias qvais Madalenas em "estórias" ... nessas  mesmas ribeiras das movrarias - e aos crastos de "Jorges" sendo acontar e ainda contadas nas letras da flor de fl'is cidade em sete ondas coroadas
qvais desde o  norte e vai do svl 
a saber em lvzidia flor a svster 
e qvando nasce e na noite  
e se-reacendesse... 
no dia...
...sem se deixar... 
...virar... 
...assim de noite...
...o povo de sempre...
... a svspirar...



 contadas
em fados
bem fados
dos pilares
alvos 
à senhora do pilar 
da mais extrema 
a mais dvra 
assim sem se
deixar de se
consagrar

ao de cima caminho velho
oh! Maria qve preces do Tejo 
e
em torres 
escondidas 
e
milhas
navticas
'ind@'
 vazias
...




qvais ns raízes das iarvores sendas entretecidas
elevadas e nas levadas avgoas dos rios e das vidas
qve assim sendo sempre  e nos sabem bem alvmiar

dessas maresias sem terem cor e dessas avgoas
verdes e azvis estando prateadas doiradas qvando
se abraçam as praias e as rias descem da mão desse sev ser - gemas  oh mares oh maresias oh  tres parcas palavras sem nome a nomear e no sopé abrir a rainha qve nas avgoas se digna a poisar e nesse ser qve se eleva palavra e lavra e poesia e entrias   espadas qve bem viam  vma  rosa na  sva raiz  tenha em "reigel"  renome 
nom 
em 
gverra 
as tres 
óvalas



condiz... 
- três amores 
e as maresias
e as rias qve
bem se 
apreciavam
e os vales
qve dos rios 
e assim a 
dessas 
altas 
vertigens

em 
labaredas
e fvmos e vidas
ainda sonrosadas
se ovvem 
e se bem 
se ovvissem
qvais caldas 
ainda svrgirem 
e  nas fvrnas 
desses  sevs e nos castros 
e nos freixos de freios se

doassem  e nas svas alvas
pedras dessem em padrão
a se perderem e dessem
assim em roda ao se 
perdoarem e qvando 
e assim - nessa o porto 
e a porta de Porrinho
em ti 
o reter 
em ti 
o saber 
em ti 
o "tentinho" 
e nesse sev lvgar
aonde são João
em mão voga
evolta
e beija 
o a r
d e
Minho

qval se chamava AH! Senhora  e antes desse ser a tradvzir nos mais de sevs sete nomes de alto a baixo 
e de baixo ao alto 

- torre mais alta  - oh "casa do pão"! oh! "danae"  e ali e a onde e nessas as  svas avgoas  se girem e qvais 
e em veredas ainda qve sendo em dedos a apontarem

qval  a rosa qve bem descendesse 
e
desse
a da 
pri
m
vla

 primeira 
vez
qve desse 
em de novo 
na mesa 
redonda 

assim e ao 
se saberem
cingir 
e a manter
em
 o a
l v o  ma
I s  
  a m
p l 
 o n a 
i a v g o a
e n o 
sev
o frvto 
do 
fvtvro 
e
nas
areias da Areosa
assim em homenagem
 Homem e Mello e "lovar"
e s
s e
n d a 
ch ar
m osa 

e em qvem 
ainda e onde 
se 
comprazia 
e ai ardente
 o sol 
ah! nasceente e em pleno
haja assim sem a achar 
seja em sev e dia 
assim na noite
a se saber e poisarem

nessa aréola
nesse sev 
apanágio
ainda qval pano 
ainda em rosto o ver o verdade 
oh! Vitória sem ter em sev o nome
e desse a sva mão 
verdadeira
 fraternaidade

e
 mão a svster
e qval se 
despreendesse


qve a lvz 
assim 
em 
sev
ser a levar
e no
MVNDO
AINDA
o sendo

INTEGRO
ORA
SOLAR
e nesse leito profvndo
nesse recanto sentada assim

jazente
jamais 
em 
sopro
ao se 
ver 
a
poisar 
e
nesse
sev
 a
lento

e desse 
r e
encontro
nesse lvgar 
sem terem
ainda
sem terem
sev
ser
o
tempo
e
nesse
o  ser
ao
fvdamento
sem ter lvgar

e nesse  sev evento 
esse qve se  veja e se evoca
-se
 e
 s
em ter de ser 
e sendo 
ao ser
e mais

assim 
ao se 
qva
lif
i
 c
a r
e


via 
da 
vida
e no sev
centro
assim 
ao bem 
s e
 c
on
centrar

e assim 
 sendo  
       q
      v a
      l i
    n c
  ê
n
  d
i o q
v e 
n o n
e  n
can

d
eIa 
n o s  
  p
re e
n che
 a e n
o n n os

q
v eI
m a
 h
  I
 n
qv e
 f
l
ame
 j
a

e






qve jamais 
parov de pasar e qve  menos nemmais a simse  desdisse e desdeo sev eido e desed medo se elvando  sentisse  dois sendo trinos e sendo asim - e  pares asim reerv'gvidos
ao ressvrgirem as e ternas 
ao norte o sentido 

essa qve da sorte 
nem a si se sabe
nem se desconhece

 nem mais sendo se acresce
nem conhecesse o sev 
e nesse o marido 
e o eido desse ao mar em todo lvgaraonde ainda nonseja nem se ache perdido
nem assim aperder nemas im a a ovvir o doce brado desse ovtros era translvzir nesses ramos aindaviventes qve do norte OH BOREAS! SSTENTES e do svl a lvs  verdescentes sempreém sev corpoa snatificar nesse lvgar sem terem termo e  nesse  fogo a ilvminar assim avstaral e boral  sendo sempre  e no sev bem real...

o mar ao porvir o mar ao  serem verso a sim amaresias  amares a  marés mais altas ao saberregressarcantar o fado da lágrima do sev xaile assim sem casaedo sev eido do lvme ao fogo maisrvbra o mar a sim qvando indo do  hino ao ovtro bem ovvir qvando as  ondas vogam a vam e se deslocavam para aondeo mar non  sabe ainda aonde  iniciam os levessorrisos a sse  svsterem e  as onda smais altas ora mais simples a sevs pés a se pederem e nesses abraçados   brados dessas areias aos s evs s entires epontes sdesem emmeio«as molhadas aopasarem em mais - qvando aos pesoa maispesados a sim se olvidassem desse s er em roda aos eremem rodara sim   qvase  simple shvmildes homildes e igvais...




mvndo íntimo 
ORA A SABER TRESPASSAR


permanecesse nesse sev ovtro b«nome  mvnd inteiro ora contar ora  calar ora acalentar o lvmen do lvar  assim qval  estrada d e ssterlas em versose calendas mais além do tempo sendose doaria e  sendoa sim mais além  dessesev  centroem rodasa s aia rodar pelos cévsaism a regressar assim sendo regressarias...

qvando nos dias assim se  svstêm nem vejas nem vem a vês e qvando se translvziam e a sim bem lvzir nesse alto âmago assim também  bem maarias a sim desde apar  assim a parir a sim desde aonde desde  o  sev ventre sem  ser  em  lenhas a sim sem rachar ao lvgar em replicas  a partir sem se verem dvas ergvidas vma óvala a svster 
e no peito 
a sina 
em cima
o coração 
desse o Ser...




svstido nesses argón aviajar pelos marés do arasim sonho renascido...


qvando emlinha se viram a  virar a dança assim desvira e  roda da saia  rodada em porto de zelo a sim saber prendar  semperder  asim saber entretecidos - assim  saber permanecer - e qvando a sim tiro o liro e o leio e o ovçoo vestido foi desse ser qve  nem ovso a sim dizernem apares de calés nem aparedes talvez a verem-se em espelhadosbrados aos erema si m bem regados qvandoasim a se  chorar e dessas choivas dessas lágrimas aodoiro  atiradas ao marasim pesadas desse a pessoa a sva prosa e d evoltaamais  airosa a terra verdescente e mais bem formosa e a a vgoas es vas mais altas sem horas em ter dia   saber  a sim determinar as voltas do vira qve do cante  asim se levai  asim bem tmbrar a volta iarvore integra eineira asim nonpassa o telheiro se denota noite toda e a sva clareira e dessas atapetadasde stradas de e strelas a se erem reegver qvando as varas ao alto aoverde no entardecer a se revere verem serem crer...



ovo mais branco qval  assim- esse qvelevov lvidia coragem e briosa imagem assim qvais colmbófilas fios de vidas sim a se preencher e mao se reconhecer ecrescerem qvais crescidas  rias e rios ao  voltaremao sev  centro ao se verem asim -  desprender PRENDADAS prosas antes  lavradas nas imagens dessasvnas versadas e nvncaa descrever qe nessas maçãs e marcena«eneiros as tábvas deoces caixotes asim qvais machado sos qve lemos eos qve bem detivéssemos nas lavradas avgoas apassars ejam nas masi ltas fragas desse  piros e desses diospiros asim em verdedaa laranjar e  dessas  dasavgoas celestesaism bem igvais . qvais acesas  no solao se por  ora ao se depôr ora ao se  depvrar qvando nas casas desse cal e dessa co em brio de linha sem  - terem testemvnho antigo lavradas desdeo svl em veja desde évora presa desde as citanias natigas desde esses rios profvndos q ve  jamaismaldigas caldas e  caldelas e nessas aimas estradas de rvbras mais belas  estrelasentretecidas nas ovalas das peroladas lavradas  das redomas aonde ainda bem se reacendiam....



se agitam e em monções dessem em corações das avgoas as cocas a rodar em redondos redondeis espirais dessas gemas qve bem tremam qve tremem 
qve tremas os tem asa bm s e entrançar desdealmeida no porto a svster  até  as garras qvese deixov desfazere no hino o coraçãoaos coanhoesnessas praias dessemem coimbrãs sas pretas prendidas passados epassros delvzidia força desdeo brir das ria so  is desse mler e  releria asim sem ter  a vocação...




e  sons de  devoção  nesse ar d e minho nesse s era rdente asim doirado  das avgoas  rosinhas rosadas faceas prendadas sim  coerentes e jamais e tr'as correntes
dessas avenidas qve bem sendo liberdade a sim sndo desde a cima vejam o ar de vira e mais  além  qvem arde assim e também...


qvais as  b'nvvenssem sobresan«lto nessa do minho aver  asimempedras lavras espigas e nonespadas a sim  asvster empedra lavrada pela maissimplese d ocemão...





 se bem perfilasse m  sev mesm amparo dsde acima ora desde a baixo as fvrnas assim em  em cachos...



AH NASCENTEe qvando dessasavgoas miles pratas  doadas asimnos den«ltas mais se  reacendessem e non esmorecessem - ao  honrar ao nor deler e desse nordeste nascessem emasi non cessacem de crescere vogar neste lvgar o HIEROINTENTO BEMLEVAR ASIMAO REVES qval nosev invês verás  saia a roda  a dança do vira e  barcaa voltar...



asser  viver as marés dessas varinas de sete saias a sima s ever r odar oh nazar o h nazaré e escolher marido e marinheiroora amvlher qvais bemse doa e bem seja assim qval  de azares descrita e  ali  assim  se escolher qvando nessa roda asimem tres pares e ovtra vez  de baixo a cima e de cima a baixoobemver e sem sesaber desde criança  e sem se sentir desde ainfancia assim qval do infante se sagres se  sagrem qvais bemse consagrassem qve as avgoas verdas dos rios e rias destas e  dessas costas mais   jamais nonas vissem nemasim em roda as virassem..



asaia a saída ainda a saber assentir


assim se ovçam e sendo se bem  sobejam
qvais bem sobejassem se se vissem assim qvais as nvvensem avgoas abem s epartir nessas desse alv«go alvo qve s endo maislato descendee cresce aose d epreender qve pedra mais  fermosa em dvra rocha se  svstenham« e em gema de mão non é apreciada nem  em valores doirados nem  cores  de cristais trespsadaspois as deter oraasim asveres arder qvando dos castelos  de sombtias vagas natigas  asim desde a sbarcas qve se reacendodendo  jamais as linhas as digas TÃO FINAS DESDE A CIMA tão  finas desde o ser asvster e ão comezinhas qvais as vezinhas qve  asim  em e co de mºao dizem  simora diszem non
qvais as pratinhas desse save s entir qve comezinhas a simd esde  cedo se s ob«vbessem bem  saber e servir...




nesses alvos seios assim sete
senhoras do Minho
qvais os brillos e rios
permanecem....
bem brillassem...
assim a d’reito!...

qvais faros e faróis
em moiros e assim
sem lençóis e se
desse  a deixar
e se abrigarem
e
desse amor e
em maresias

e desses sevs amores
desseensejo ao renascer
e crescer desses dias

e dos amores e dos amorinhos
desse verão e mais... assim
a dever qve desse ah! estrada

assim  qvais de dever e de  der ardor asimem  riste assim bem se vejam qvais ciprestes
em deveres
e
em verdes veredas a saberem
plantar as plantas desses pés
nas praias ao se reverem a alvmiar

assim ros – e mar  asim se  se  saberarrimar qvando das trevaso lvmedo fogo ao lvmen as elevava de novo...

saia rodada oh rosa das estradas dessas alvaslavradas  dessas ondasmais craras asim aclearejar qvando na madrvgadasas gentes OH PORTO DE SÃO JOÃO se elvavamdepois da véspera
OH !ESTRELA QVE DESDE
movros e moiros e rios doirados
desse São Joanino fado
em gostos
ainda
se tivessem
e
nas argos
contado...













crescer
 em lvgar
amene
entreo
ser a cantar
e esseesconder
 semais desejo
 aodejodesseolhar
 a saber
desse saber
 estar
e desse
 hvmilde
 prento
qve
desdeo
frvto
do fvtvro sebem ovvir
antes de ser se foi
estando apreparar
eantes de entrever asim sendo  se deixov
a ver
sem  se  saber  verem haveres
qvais comvns idades
qvais as mais simples
seres qve se aparecem
ao celebrarem a marca
qve bem venha a marcar
e o mar e assim
abrançando
abarcando
o qve nessa noite
p'rece qve perecesse

e sem cessar
a roda íntegra
ora a saber integrar
esa a onda da fonte
a iagoa davida
desse vira
desse svaroda  asaber entretecer devagar e sem vagares ao se perfazeremprimeiros e desses tempanos desses assentosdessas flores rosadas nasfaces amarcar enessase nessesbemelevados
nos sevs altos brados
nassvas vidaseobras a sim a saberem estar esvster e sopesar
qval têmpora assm aocnter o temporal
qval temperança asima saber  eqvilibrar o estival eo ser de invernia ea estiva qve bem se prenvnciaqvando bem se acrescesse a sva letargia - assim em ovtonos dessasfolhas de maores apintar e dessasmais d emil cores correspondenciasentrio sol a ser  o lvar ao ser igval - enessa qvese entretecem nesse algo qvedepois ap'rece
qval o tom desse sbaer entregar e desse saber retoar dessas ondas devida em s imesmasasereme  entrias onda dois ports "havens" qvais cévs" qvais   hinos  nossos e nos mevs
nesses lvgares tevs  jardins sme confinar
arvores efrvtos DA VIDA! smrpe presentes e semprease presentear
e ao cvidar desseforça emriste e ao sorrir por entrio campo  a altvra e omar
nessa faina nessas veigasnesses ovteiros qve  bem  estremecem e tremem e lvzeiros devidase entretecem qvando aos cévs a olhar aindasabem bemsonhar eaindasabem s netregar ao  virem desde o passo dado olhando  frvto fvtvro asimbem aconchegadoe  assim  vogam e viah'jamno sev proprio tempoea simse e stabelecemeentretecem mais do qve d vas colvnas  sós e ao  vento a saber levar qvaisal«rcos svstidos desses ramos floris«dos qve antonianos brados nos jvnhos  jamais qemadosme  imagens dejaneiros pasados os dezembrsa simsabemem amares deamoresd emarços a sime  atmbém  - eqvilibrar
enessas avgoas abertas nessas tochas e  nessa slágrimas certasasimse abrissem  de par em paros olahres os círcvlos as danças os seres popvlares os maissimplesfolclores da linha da via da vidanessas estradasdeestralas qvecontam  qvais as lendas calendas qve maisnonse abem . ler  nem levar -  e nos maios amaios e  ameios brados svstidos asim  qval arvore de  jesse   arda em alvo e nessas de carpinteiros ofertados os raminhos as«os seresestandopometidos
para bem cvidar qve  se cvidam os raminhos  em cada casa a sabere sopesar
e nesses a pós tres em  sevs treze qvede  jvnho a jvlho
- aH patria nação vniversal - QVE NESTA BARQVINHA sme remos SME VELA AINDA TEMOS tempestades a catares irnamandos  asimqval a cigarra diria a formiga o  pão e vida asim sendo semprea se  jn«vntar nas romarias a simsndo preditas qve de agostos a gostnhos de ovtvbros as castanhas  e vinhos venhem os novossaberantesaprovarevenhem os elhos depois snedo  sete - a sim se arremete a  festadofogomais vma veze nesse s er BATATA DO POVO qvese plantavaAM  ARVORE E NINHO E OVO  ASIM A S ERECOKLHER  vma dvas tres - OH  ROSA QVE BEM  TE PRANTAS E SABES ESTAR e  OH  FLORDAS ESCOLHIDAS VEREDAS PLANTADAS ajardins ajardinadas em tiaras cheias e elevadasao a r em abvndancia pleitvde e virtvde a s aber preseverQVE TRINAM em via e  saber«masim  peseverar  sendo tres as svas faces a qvarta q ve bem perfazemasim semmai s emsotra . ABVD sendo  assimpobre E  ASIM FECVNDA sendo - SÓBRIA E SOBE E SE SOME nesssev altar LEVAR AM TÁVOLAS DE VOLTA ao saber em volta adançar OG«H ROS oh ARGA oh SETE sem horas  a marcar E PAVSAS E PASSADOS PASTOS E PASTAGENSDESSES MAISALTOSBRADOS DESSAS AS TORRE SM AIS ALTAS dessas horassemseperderem nas mais  íntima sprfvdnas raízes e novo a bandeiradesaberem  e viverem aism f'lizes asim  a svster asimsendolivresaismao ser  sabereme de novo  reconheceré crereme ao s aber  mel -  assimqvais os nomesde  vm ano e vmdia trinta e tres medidas a sim ao se trasnformar qvandoabriremem sevs calendários os lendas alva nem se caalcvla nemse diexa entregar tao fin o  sev veév qve penas epor encantoe ntre tanto  qvatro faces non três vês - a sim qvando a vesjas e o sejasentre os factosa sim vejas d enovo:
- oplantar o recolher o escoher mvlher em lvgarprendado pela lvzida força de amor e amarés e maresias enebrantes dexando... e nessse olhar cvlminando  nessa a sva c´vpvla a saber  ser e svster qvala braçdo  ser qve  se bem veja e anto e sem se  beijarALENTO! qve bems e transpira ALENTO  QVE BEM SE ENTRETECE alento qve   desd antesdonascerodiasabedo canto e do s ev  ser de  esp'ranto...
oh cévsqve non sob'vbessedes qventos seencontrarame qvants mais ainda se embeveceme qvantos eqvantassob'vberam dançarà volta  iarvore da vidanessa iagoa trasparecida e nessa imagem pvra e  fina aismsendo  cedoaose desposar e sedo a ssim qval o transformar de cores em pelno dia qve na alvorada parecesse se  cresse vazia ea crescer  m pleno lvar
qvando venha ese saiba qv timbra qve conta e q ve  canta  de qvartoem qvarto  qvatro  seios sendoe dovltimo osev  svve pilar  alv  e pleno no centro apenas  no tempo  qval idadeindo e se vai seno e  esmorescendo...
 e desse alvoroh fina  flor das avgoas qvee standodoirada entrias lavradas palavrasapenas  sendoa findasOH  AVEOH SOPRO SVAVIDAE OH SER QVE S EPRENDOV PARA ASIM BEM E STAR  A LER SEMVERSOS A SABER  HINOS ANTIGOS  AO SE OVVIRO SEV SER APASSAR qvandonesse cantar nesse hinoLIVRELIBERDADE DESSE OVTROSER ABEIJARA VER A RESSOAR
e nesses assim bem
cheios nesses seios
desses mais altos
encantos e nesses
mais íntimos
- devaneos -
o
mais
profvndo
renasce
qval
pranto

- qval
bem ser
a ver e
beijar
vais
lágrimas

embevecidas...

...bebidas...

(ágva pvra frvto agreste qvetv me deste -  PEDRO HOMEM DE MELLO)

assim doces
ora salgadas
assim de marés
e maresias...
ali e aonde
se ergvem
soergvem
e segvem
estando

-
a
beira-mar
plantadas
a beira
das
antigas
colvnas


jamais
a
tombar

ali
e
aonde
as
jvntas

dos
fregveses
se desvecem
e  crescerem
os fogos e os
lvgares ao serem
a par e aparecidos

ali aonde vma orla
de ver a se ver...

a vestir
e assistindo
a TODAS AS SVAS
filhas e filhos
saber ser
a svster
o sev
svave
e
doce

e ao
ser
ao
por
vir
sem
pre
apo
nta
ndo

e
q
v
 a
 n
do
p
 r
o n
t a

pela
mão
e
pelo
canto
e
canteiro
a bem
estar

assim
-
a perse
verar a
preparar
ora
pre
par
ando
e
para

estar
assim

-
a ser
em
braços
e em
abraços
levados

não
se
esq
vecem
assim
desse
Antoniano
assim
Pedro
pasado

e
as
sim
ovve
e  o
ser
res
soa

e
q
 v
 a
n
d
o

AH!
São
João
desde
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goa

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s o s c
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s a v s
e n t e
s

e nesseshinos aindaecos dopassoa se doar
sendo em dez em qvatro e vm em silencio a saber estar
lá ao de cima ora em baixo - a«ora
ao ressvrgir  saber svster
mão emmão seja dehomem  hvmanaidade
seja em mvlher força e via de vida em verdade
e seja na iavgoa  dessa a sva árvore
qve desse lar ao coração
desse a cor desse a lar e ler
em sevs prantos  os d oces laivos qvando amoressoam e são asim tantos qvais  os pétalos ao se  espraiar ao severema bvagar no ar ABVNDÂNCIA qvebem se - TANGIA
nesses pétalas qve nos  svstidos  têmporais têmporas qve bemse svstinham  em ti  aras ao maisalto vogar e novento  no silencioeno tempo
nesse svspiro
ao ser
assim e bem atento
desse a sva comvn
idade ao bem estar
ao ser e amar
e parecidos
e non sendo
a ser
e vnir
e
nesse
nosso
vosso

a viva vóz
e nessa vóz

convosco
assim
sendo
conosco:

se
acen
dessem
e nos
olhares
desde serem
aoser em pas
agens ampares

aparecendo
e desses
sevs hinos
parecendo
qvas'I
p e r
   d
 I
d o s

dos rios
os ribeiros
dos mares
sobranceiros
sem terem
costas
a virar

e desses
rios qvais
hiberos
primeiros...
a contar
desde o sev
delta aonde
ainda a bem
repoisar
e ver
assim
as
famílias
os seres
OH!
MARIA
OH!
FONTE

Oh!
aqvela
Oh!
a
qvelha

QVE
AINDA
senda
fina
senda
e
pena
a
per
cor
rer

por
par
es
ora
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non
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o o

m
a
I
s
 n
ada

e os
nados
e nor
tr'as

altas
lavradas
altvras
e nados
entr'as
mais
altas
brandas
cores
e
cora
gens
des
sas

cores
senda
as
ma
Is

p
v
 ras
qves
e de
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ecem

nas
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n
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p
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n
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sIm
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SOLOS
JOCVNDOS

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...


dav
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r a d I
z e r s
e m s e
d e s p

e d I r





nessa
ânfora 
em 
verso
a

iarvore
jaz
ainda
tombada



 e 
nessas óvalas
qvais as prendas
essas
doadas
pelo
simples
ser 
em
rendas
e e
m
rendilhadas

l
av  ra
d
a
s
g
ema
s
q
ventas
vejas
e
q
va
n
t
a
s
m
a
I
s  r   r
e- a  c
 e
 n
d
a
s
...


 dadas qvais as mais antigas de azahar (eli - 
elihazar - elihezer - crer e fraternitas mai salémsem terem sem poder em te algvéme em - ais além dos pg«hilos e dos  fios qve
b
e m
 s      e
c
o   a
d
v

V n A
~      ~ 
e m e

 d
e      s
 ~ 
e          s
b
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I
o  s

 q
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m
b
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m e m

s
I
m
e
s

m
o ~     ~ e
n

d
o    r   o
d
a   ~     ~   e
m
. . .






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