Música

terça-feira, setembro 06, 2016

E S E M C O R E S E M se E R I g I R o s t e m as de s s es se v s po em as le t ras as a ves sas e nas av e s s v a s m e t a s a s e a t I n g I r...

de lés alés asim qval bem venhas a sim desse sol em ponta em orto assim  qval em porta berta semaior proessa oh a ve sendo   aprometer  qval a  sva  c or começa e  desde mais  cedo oa aoa s mais tarde a sim bem ledoo cantar desde o cév  sev  cetro sev ar d eminho qval arte! assim arde e  se des tina e se predestina smpre e edede qvalqver parte! e  vnindo  ser mais belo o lovvor ais profvndo   o linho a linha o vestido ao mvndo asim faz  qval renascer em ser  dessa sva parte dessa a svaa sa  dessaa  melodia profvnda qve nos invnde  desse  algo qve sendo  cedo e ledo se a rime e sendo assim sva e  desde antes d eos er já sendo se consvma e  qvando ao presnete respondesseo s er passado o s ev passo dado sem ter peso e sendo asim elevado em espirais floes e  foreadas florestas em lonjanias os sonhos  nos ares desse sovtros também nossos  se  m terem mais  mvros nem don  os  nem  gvias  asim bem tangias a sim bem tnger os er desse ser MENINA qve te a bres em rosto desse homem qvebem te possa  qverer e desse a rco d etres votas e do iris a sim se perfazendo  qval  flor e   «qval a ve piisarias em teva pelo desses ovtros dias! qvantas a  spalavras q ve aprecem det~elo entretecê.-lo qvais a s marés nesse  cabelo amado nessa  apintvra de vm ser q ve d efiniv e  asim deixov lacrado o ser qve s ee naltece qve se veja no espelho enaoiece asim ora novo sendo assim svva senda a do velho e qval o  qve veja nessas  doiradas lavras nas mais profvndas avgoas os sonhos dessa a manhã e nessa qve bem sendo nessa a cor enaltecendo ransparencia pc«vreza sem divisa nem divisão  asim conflvindo  de rios de vida flvir desde o s er eterno  ser o coração em palma de mão  beijada viajava o ser  sem ter já  tensão apenass va atenção mirava miraava e mais non virava e a dmirado entrov ali aonde já on  haja nem  age a rezão e  nessa gema  animada  nessa palma dde mão levada ao peito com - svavidade emoção  ja  contida em noite q ve se perfaz  dia e em dia q ve se s abe asim entregar nesse peito nesse ninho antergo nesse  ser  d'reito dese manter dese ser a completar desse ainda requerer mais forte q ve o vento q ve  a morte do tem  e que do tempo fez a sim qval edificação qvalidade desse ser irmão e irmandade sendo  filial - e lealdade assim aioridade pela opção desse  bem - a ver - esse bem ser - real - evereda e verdade  sejas aonde poises ai«onde ainda alme«jas desde  torre sem fim nem  fvndmento e desde a sva  janela  a cristalina linha  mais laém horizonte ov vereda e veresasim aplvma qve sobrepassa apena e assim d'reita a espada das avgoas renascendo  o ser qve atente é porta aberta oa fvndamento eo advento desssa t«retirada dessa árvore a da vida consagrada edessa fraga de tatase tantas  vidas plena d essas avgoas qve   qveimam e non se desvanecem nos lembrame nos levam  na noite mais esqviva ora a masi e scvra essa qve nos cega hinos qvevnem mais além da lovcvra de deter de determinar qval o tempo  e q val  o ser em qval s er  se   verá apoisar aa ve  qve vem e voga e s em mais a sime bem advoga pela s orte  mais além pelo amor s em ser de ningvém pela  verdade ais pvra e plena e pelo erq ve s ara  e cvra a treva ora ase a trever a estar no cícvlo de sombras sem seqver o olhar a aergver e nessa gverra e nessa enemizade e nessa a dvvida e nesse labirinto sme ter ida nem vinda nem chamarada nem chamada nem eco de  voz marcada a cada   vm a sva emedida +e tida +e levada  é a sim  sendo em vida e na noite bem  sopesada epesada a ssim bem estando qvando e  q«a qvem a todos vencendo a sim levado o peso o  fio o rpvmo do lvme qve levamos dentro  no coração a chama ao fvdamento e nessa anima nessalmejada palavra nesse  sonar a lém  sonhos nessa lagoa lacrada  assim ai a lonjania a  lovcvra qve ainda se preste a ser entia  noite eo dia alvorada entrio mais agreste e ainda nesse  sera rensscer  entrias aondas dessa armoniosa melodia qve vem de entre sombras qve  renasce mais além lembrar e qve nos mece qval mecer seria o voltar a melodia e  cantar por entrios o igvais a sim em coros s endo smepre a libertar  das   chamaradas  mais velozes dos chamentos dos chamados das chamadas desses algozes qve sendo sempre entrios  ideaisi parecer pretendam perecer entendam e nesse lvmen vivente nem entrem nem se deixem sopesar nem levar nem passar.. apenas  e qvando a nobre e plena além nada erga silenciosa a sva  mais fina paavra assim qval  lema sem  motto  tema assim ignoto mais laém  lembrar assimentrega plena aassim mais alémdo tema qve nosé s vgerido - noite e dia e sem masi cessar e nessovtro ness'outra qve se contemplam e assim eqvidistantes se alimentam noite renasce  dia ocaso parte e o ser em verdade desse a barca da vida a sva maior lonjania e a sva medida meia vela e ar de meio svster o leme qve jamais trema e na coroa o ser qve ainda poderá vir a chegar a reviver qval princ+ipio primeiro qval via de caminhar destinovltimo além e primeiro aqvém vogve  qvem  veja e qvem  viaja passoa passo em ser em tempo e qval na idade sem  estar em baixo de ningvém .a dvém em propriedade e nessa sombra e desde a colina o caso dessa hvmanidade  renova o  dia renova a esprança renova a visão do ser em via desse q ve sendo-o parece de novo qval ser criança e sendo a sima rever entria colina e em deredor apenas  assim e mais ao profvndo chegará ao sev tempo ao SER qvando ao mais de cima se contemplo OH PLANO OH SE SEM  ESTAR estrelas sem nome e nvm  vnico  cév il temas de novo a serem e a se saberem entrelaçar
e nessa CVPVLA de novo re-encontrarda em cima de si e mais nada em contra o silencio e em si - a coagem em si mesma o deserto qve sara o deserto qve chora o deserto qve lágrima  algvma asim deixa ov ignora e nessa  hora sem estar e nesse tempo sem se  fadar apenas vma  vltima mensagem a qve se descrevesse pela lágrima nessas areias e EIAS assim plenas - A SVA COR em discordar ao sedepor qval o amor desse a praia e a bisa e ao tema desse amor dessa amaré qve entre tvdo respira e poisa e nos inspira e nos devolve e nos absorve - em saber lembrar - lvgares sem tempo - temposs em se saber . assim recordar e nesse  silecio contido em todas ass ondas q ve sendo através de nós a ssim soam ao ser renascido e assim bem e mais  qvando sedo por dentro  asim ressoam e por fora apele roçam e mais bem entoam e assim enre o cév - silente a co«intilar! e entria lvz do estar e s er presente assim saber  - voltar a vogar qvais a marés vma e ovtra vez ao apelarao sentir a brisa  avgoa e areia nos pés e nesse  novopasso  sempre novo sempre  o primeiro sempre o  vltimo para qvem veja - ondas de a mor a ssim a deixar escrita a melodia do ser  do amor e a sva grandeza a entrelaçar nva - o apeo apele o segredo mais leve a simmais além do vév ao  rever - o  caminho - o  velado  ser verdadero qve s endo tão amplo nos abrece tão forte nao nos encorage saber e ao saber qve  já sendo - asim nos so-ergvemos e ao crer assim qvais doceshinos sabemos sem saber  qve bem lá - e o le
vamos por ai a fora sem âncrasem vêla sem  ter seqver remos nem - mastro - apenas o ser qve se apaga para nos doar de si  osevmais simples astro esse qve nos veja a nvnciar a  lvz da via da vida ao nos  ver apassar
e nessa apaz mais bemamada nem  amvrada nem castelo - nem  qvilha nem proa nemmais nada apenas a voz qve ressoa  qval a mais ningvém e ningvém qve ovça qvem se doa a sim e bem e também...
e sendo qval ave a ser levada pela força das avgoas e os opro da vida assim conjvgada entre asa e asa o sev pleno ser a bater sem demora a se deixar ir sem ter escola a se deixar levar por entria  força s em forma  da via d avida e OND AIMENSA DESSE MAIS AMPLO MARe  em«ntre  espiral ais   sendo ovvida a sva vida a trespassare qvando a força da vaga parace q ve e smaga e  determina o principio do  sev  afinal... assim se  sorgvendo se  soergve e ganha  novoalento o  ser qve a viv a ssim e  a cima a se a ssvir  e  svbindo e ao mais alto poisando o sentido - os nossos s entidos assentindo asvmen liqvor doiradopara ser em fronte da sede de vida pra embevecidoora a sim be  amado qvando nessa candeia nessa cadeia nesse lvgara penar apenas poisa a sa trémvla trémvla da FORÇA PLENA DA VIDA EMMÃO DE HVMANIDADE SENDO aparecer  sera se d isfarçar!
e se despojada fosse  vma na ovtra de mão de viver de svster em mão dessa irmandade ainda ao provir a ind aapontar ao«ind ao   devir ao«ind ao passo a se d oar a se d ara opção qval al+em emoçãoe qval sva  idade sem tema e sem ser sopesada apenas por bem e mais nada a sim e também  vir a ver a chegar essa sombra q ve prece q ve s e esconde q val o sol ao se deixar apagar qvala candeia  nvma ovala entre mil ov vm candeeiro soalheito ao se deixar de alimentar qval  círios viventes em nós q ve arecemos  que  parecer«mos  estar sendo gentes -a ssim em forma  hvmana a sim a via da vid a em nos é flvida e vai e non s e esvao apenas é transportada e  é ta transformar força em via via em estrada e lvz desde dentroa fora de «fora  dentro a saber  asim levar - qval calor  qval  fermosvra  qval riso e dor e qval assim adejo desse a sa´vde a sva saudade e qval ar de viver assim ardente regressasse

e sem mais alente - primeiro qve  bem  berrais e qval o  svspiro atenta - atento a essa tenda a transparecer o ser aasim ao  voltar  - assim sustento doce la doce lvmen doce lvgar entrias  montanhasmais altas as mais latas  vozes da smais a latas aves ainda o ninho  sendo resgvardam e ainda nos decsobrem porentriasnossas peqvenas lavrastantas a verem o s er apassar eepenas vmas  qvantas no proprio SER ao SER assima saber em peito na mão estendida apoisar qval chamada de vida asssim desde acima  domais prfvdo a ser em vida renascidam volta

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