Música

quinta-feira, setembro 15, 2016

As lágrimas da vida em tele - visão - ao verem ningvem a assistia non é nesta terra non - qvea qu'vi se cvida desdeopeqveno ser emmãoao grande qve mantém a fraga mantém a avgoa mantém ceosão em mão desse coragem e nos cévs desse ao coração

Qvan
dovm ser qve é igval das avgoas amatriz dauphin delfin golfinho
assim se diz que se engana
nas varas das entradas pavtadas
nas barras das pedras lavradas
nos lvgaresaonde TODA GENTE VIA e nem barco bem  gente nem nada
assistir assistiam fotografar  fotografavam e nenhvma
nenhvma das
gentes
senhores
senhorasdas marés amaré  sergente de coração de amar e sendo-o
ao se INFORMAREM e serem e estarm vivos e plenos epvros
soam
assim
enram de par em par mamíferos baixo a beira mar
e sendo par por sempre se cvuidam
e sendo-o assm e de frente
ao ressoar os  sonares os  cegam e confb«vndem e non os levam ao mais amplomar

e q vando sendo - e sorrindo em  festas para os divertir os víamos a tocar  nvma cria para  fazer svbir  contras  rochas e os rochedos contra  as marés de cat«ntares ledos
qvais as  - antigasOH BANDEIRASDA GALIZA!
QVE JÁ  SOVBESTEDES ESQVENCER nem estrela vermelha À DERIVA
e sim sereias a bems e entretecer
e no  entardecer se ainda - prangia
a mae e o  pai e a família
"infante" fosse de por vida  non havia mais
qveem grvpos  viajam de qavi aalém e se  visitas nos prestavam e amores asim   davam era  por s erem  do bem
e qvandoa sim os pqve  barcashonradas
de fitas entrançadas nas rias viajam e sabem e pascem  nos mares
assim os peqvenos entregavam e os grandes
os cetáceos ENORMES e igvais
nos tempos do armorados acovraçaºdos pro cima e pro baixo e sobre omar
oh hino qve non  coidas
desse  tev   ser a fim! qve OLHAS SEM TERES TEMPO e em ágina ENORME nos DITAS E NOS DITAMINAS
e nos contaminas asim porqve  sim!
qve as gentes se revniram 
qvais as vagas a veres vogar e
  vma e ovtra vez de norte a  svl de sv a norte
esse  noite de grvde de novo atrazerem alvz da forçadessa hvma
e vna hvmanidade
aos sabera respirar
pvlmos e pvlmoes grandes peqvenos igval a enrolare  desenrolar qvais nas areias asim se desenrolariam nas rias aonde aonda poisas os pés e oa mor a o mar qve bem vês
e sem  assim  sopesar
qva o risco dese  ser
dito
estranhp que  de"assassino2 também era crivado e lá no norte os empvvrravam a força de maos de coração ergvidas e das vidas qve  do mar sealimentavam e nem grandes nem peqvenosnas redes crivavam eram os POVOS D APRÓPRIA LINHA qves erevniam SEJA NOITE S EJA  DIA TARDES ENTEIRASEM PLENO PARIR ora a barcaGRANDE E VIVA VOLTAVA A VELEJAR entrias ondas e o ar ora asim perfazia oq ve depois nem  COMBOIO  JAMAIS PODERIA  TIRAR amemória de se ter agido
em prol da liberdadeda tva d aminha  d anossa dessa a nossa verdadeira identidade
qias povos livresdas costas  asim  senhores sem horas horas e horas  aserem a reconhecer e sabedores sabedoras as v«barcas
assim em r«tranças
novas entrelaçadas da senhora dasavgoas me peregrinar entre as areias as gentes aver passar enas  qvilhas  peqvenas
asima s aberem sere estar e saberem o mar o amor do mar  sem ser a reter
e sendo livree vivaapenas s e olvida se se deterem de  qverer preservar´qve as VRANDES ARMORADAS ACOVRAÇADAS non temam OS SONARESDAS COSTASQVE AS OVTRAS as vivas e peqvenas bem levam A SE - ENTRANÇARcom as vagas quveos FAROS AGORA OS DIZEM QVE SOAM A INFANTES EM PLENO PERDER DE JU+IZO qvais as gaivotas
ao nordeste e os  rios desdeesse ao  mar e desse  sev  ceo a gora poisam aonde a maresia mais non se ovve nem se sabe a ssentir nem a plenitvde dessa amaresia sedesposava na tera mada com  ver  de lonje nesses lvgares aonde o qve se diz  também cedo se e sconde NOVENTRE DA TERRA assim para o PORVIR a herdança para arrancara página a  posança para perfazer  fitas sem nome asi  as  barcas ainda lembram - nessas  suas cordas aos MASTROS MAIS SIMPLES DAS BARCAS MAIS BAIXAS qve pitateria a  MARIA a grande se nas astilhas desas as árvores vivas jamais  jamais O GRVME  CRESCER POR CIMASSIM ACONTECER CEDERIA se as raizes POBRES HVMILDES AINDA NON SABEM RECONHECER nvma trola a    tola  estória qve ovtros a jvrar qve dizem qve bem dizem sem qvalidade  nem  esprantoem verdade - qvantas as vidas ao longo das
nossas as vossas
costas abeira mar a passar
e paaasseios qvantos direitos e dritos a verem  soçobrare qvantos altivos antigos e ainda vivos e qvanta svivas gentes a a vivar o coração de a gvma das barcasq vefosse a colher
vm ser qve nos  anvncia HINOS DE VIA E DE VIDA POR ENTRIAS A VGOAS ainda que fosse a mãoe non apenas os  qve eram do grvpo q ve sempre  sempre asim voga e  se   vê  sme soçobrar
oh barcaoh senhora da va«barca ..- EM BAIONA ÉSFORTE EALTA SOBRE AS FVRNAS DO TEV VAE e nas CIES PARQVE NACIONAL ASIM E TAMBÉM diz-me tv bem  qvem nos qver - enganar e levar em e stórias de melodias qve nem castelo - branco - peizesse em sva mem+oria para televisar

e qvantos  qvantasas rias deixaram passar desde a ingan«lande in tera  aos  sonares dessa a ovtra de lisboa madrid de madrid a lisboa e jogar a vogar asim bema vogaram qve  VM SVPER PETROLEIRO SE CONFVNDISSE COM IL ANOS dee stória mil AVES SEMMEM+ORIA miriades depeqvenos e grandes peixes a serem e os q ve asim  a mºao QVAIS OVTROS NOVTRA NAÇÃO assim  sem obriga a volvntariar debaixo das mesmas ordenanças de qvem  vê e sabe e pleneja e deixaasim e bem  passar epassear afrente o qve non se pode e nem avtoridade vê nem sabe  nem deixa - olha nas épocas em qve tvdo prece q ve explode como seria SE VM CARDVME INTEIRO DE  GOLFINHOS ENTRASSE NAS BAIAS PROTEGIDAS DESSAS NOSSAS CIDADES E NOS PARQVE PORTEGIDOS  ASIM EM AMARINHAS OH NOBRES E DOCES VONTADES E ASIM FILTRASSEMAS IMAGENS DO PARTO EM VERSO E DISSESEM Q VE NAS AVGOASNON É POSSIVEL NASCEREM OS MAM+IFEROSS E NASCEM E SOAMA VERSOS de poemas viventes a poesias sendo presnetes OLHEM A VIA DA VIDA OLHEM COMO SE COMPRAZIAM sem se vender e ever  everlastinhgovçam aonde já pare e nonartem nas avgoas dos er em grvpo e serem familia e serem par por sempre sea a iniciativa dehomem ov de mvlher de hvmanidade para aonde ainda - esteh«ja para qvem a veja e para qvem assinta e nesse serbaixo qval refaixo ainda a saibabem vsar essaa u«ve é da vida qval  espada das avgoas resvrgida  freixo a saber tanger emadeiras tantas - esteios obbreamar  qvemaresias mais non contenham a spaavras vivas qve ressoam cheias dessa a sva vida ao aparecer ao parecer partir ae ao parir ao  ser de esprantoaté o parto asim sabe s er vtil e as getes de segvr e as de assistir e todas jvntas se vniram paradeixar asim -  PARIR?.. QVE PARIDA!

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