Música

segunda-feira, setembro 05, 2016

AO SE DESCREVER A ROSA DA VIDA TÃO SIMPLES E TÃO EFÉMERA APENAS DOIRADA QVANDO SENTIDA APENAS PRATEADA QVANDO ASSIM SE ELEVA...

nesses
poemas
e nessas
letras  e temas
nesses qve  mais bem non vejas e  viajas apenas qvais doces lemas qve vogvem desde aonde  já mais ningvém  vém
e sendo a sim e bem também chegam qvais mares qve se assvme e somem e se agregam e non nos consomem nos acariciam e trazem itanias melodias antigas melodias de asas  qventes aonde tv a sentes edessas asas svas frias e mvdas as  ovir as melodias dese  ser OCEANO assimq val bem ser o ANIMO E DIZER AO AMOR qve vem  também o amo – e assim desde a terra IÍNTEGRA ORA AINTEGRAR mile vma estrelas mil e  vma candeias de reias finas s aberem contar e nessess e vs s opés nessas colinas nesas dvnas as mais  finas asareais dos tempos e param e parecem  estarem ser  separadas e nas s ombras qve  em de-redor se a nvnciem e nos  abracem nesse orvalhar desse odor  qve jamais bem sendo e desde o masiprofb«vdno nos passem – asime  também  bem vejas as lvzes desses qeu«ve almejas desses castelos  de  sonhos mais belos desses cistalinos olhos desses mares desses cabeos soltos desses cabedelos presos dessas qve de tochas vivas se perfizram qvais s eres e sais  viventes! e sendoasim qvaislitanias  tv e  qvem mais    bem imaginas  se«aem e be também  se  sentem e snedo asim qvaos  nos  sentidos  qvais n+os encontrados tv nesses tevs caminhos e  ev nessess evs brados qvebrados... pelas mais de  vma   estrelas descritas em traos  - vêlas assim -  qvais ovvires e s eres em mim – asim e bem mais  elevadasqvais alvas flores entrias florestas mais bem cvidadas qve sendo e se elevando desde o s eio oh  doce mar d esde o sev mais  profvndo ao mais profvndo  fvd«ndamentoa se re.encontrar eqandoasim entras  dunas amiga as  espvmas e as arés e derredor se abrvma non te a brvma qvais as vejas viajas bem a pé e nesses  tevs  deixares nesse caminho sem marcares  ovves e s entes e és e nessas colinas aolonje sendo e se elevando e s endo  veredas verdes NODIA! e na nite a sim qvais e steios dessas sombras a sim sempre se afastando  qvand o lvar oh doce cnatar dessas  pratas ao  cév  e ao mar e ao tev  o olhar mais simples e sse   qve bem snete s  esempre snetes qvandoa sim e bem no  vnistes  assim qvando cvrastes e cu«vidastes desse  cev  a rasgar! desses milhares de estrelas que se d epojam de si mesmas TAÕ BELAS AS VEREDAS  milhares de  cntilantes – ares a se deixarem d ecorar e dessa a  ferida mais antiga ao ser cvidada pelo ser em vida a via mais honrada aose r d esgc’varnecida e sqvencida e levada nesse cantaro de  viv’alma nesse cattar das avgoas d’esprança nesse levar os braços e saber s entro calor a via d avida a areia svstida me d erredor a z   vnir  qvais mantos de  avgoa svivas  e   sentes asim  ao descairemdos cévs dessess eres ensejos desses  laivos e beijos das pedra smais altas ao ressoar qvais lostregos antigo qvais latenteslatejares vivos a sim etamem asaberem  cvidar

parecem qve rasgam e non1 assim cvidam parecem  qve viajam e non1 assimse  a segvram q ve  gviam  directoa ti e ao teuv ser e ao tev rosto e   ao mais   prpfundo querer sem  esparar semmais requerara ssime bem ama e nessas as mareias deses tants  e tantos  doas  dessas as temper e  as temperanças e espranças dessem a sim q  vais as tempestades a reb«voraem  heranças desse sol e mar elvmen desse alvo ser em lvme  desse que a scendepor aonde +e  ser e lo   qvente  asime bem smem mais  qvandoa gentes   o noso s er  entre as gemas d a smaos lateja a sim latentes a sportas desse lvgar asim bems e abrem de par em par emmao  em  punho o ser presnete  nessepeitoa bem psare qb«avndo a sim sendo sentidas e quando asim sendo- d esvaldas penas levam os ev doce cantar cantaro de vida li e aonde aind a+e  a  jazoda desse s ev manto  alvo ebrnco se se vir em  ontra maré +e qval sombra indefinida em ti a  estrada a vereda a saida e e me mim o permenecer nesse espaço a encolheresse som a se  deter  nesse ser em melodia inavdita qve aid apoderá vir a chegar ao  ser e nesse  riodoirado desse ser pvroe cristal do passo  nessa a criança ridente nesse s er dirado ao  renascer no presente e nesse mais s imples m«laivo mais simplesvev  qve noslevali e aonde nada +e tev e nada d emimé  assim mev...

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