Música

domingo, maio 29, 2016

ENQANTO UNS ENCONTRAM AS RESPOSTAS NOS ENCONTRAOS A SNOVAS PROPROSTAS... POES IAS TODOS OS DIAS E AMARES DOCES PARES CENDO SEM SE . EEBRIAREM NEM DE PROSAS OU ROAS PERECENDO - ASSIM APARECIDO O SEU DOCE CANTAR E NON SENDO LIDO NEM TIDO QVAL A V E DE V I D A A S E S A B E R N O ME A R VIDA



Q
VANDO 
os 
dragões
se
consvmiram



...pela vã gloria de mandar...

pelo
...gosto de protegerem...
 ...donzelas que nem... 
precisavam
de
reter
ora
desalvar



P
O R
e
l
Q
V E É  V I D
@

Q
V E
D I Z
Q
V E
"C@V@LG@M"




per se sendo a senhora
 da luz que lhe dev brio e espada
é 
D A 

VID
@
Q
VE
T

E
F
O I D
@D@


qvando
assim 
ajoelhar ajoelharam


e
qve
do
negro
dragão  rvbras 
@ssim por detrás
 ergvido 
veio
-
beijo
sendo
 svstido
desde o ser sacro
ali
e
a
onde
assim dizem
que
terminaram 
os
"atalantes"

uma cidade tres círculos imensidades sem confim
e
vma lvz entre três
- rochas lavradas -  
que gigantes bem se diz terem assim hasteada 

a esfera do mundo 
por ai e além 

sendo
três entrelaçados
sete os cantares
dessas 
as nossas mesmas notas
nota terminam nas doces cordas para bem evocar e 
or@
'
 @ind@
'
p
o d e
r
m
o    s
c    h
e g a
r
@
'
v o
calizar




sendo
 bem
timbrada
pelo ser de  esterno viver a pátria mais bem a nada e entrais
sombrias teclas non temperadas nem de cor
assim sendo a dizer
apenas
compaixão 
doce 
brio e         o "rio"
as
sim

@
sa b er
con d izer





i
g
n e o
rv b ro
e
bem
candente





q
V@
I  S
l
o  v
v o r e s
 e 
s      a
b
ores


d
e  s    s  e 
b
e
m

a
m
a
r



eqvais
os
estertores


dessas
doces
cores

d
es s as
c
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 a   s
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v  e



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m
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v e o s e r

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 -
b
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m

encontrar
sendo
elevado

q
v e  o s 
b
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m
en  os

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non
pas
sam

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canto e       o gelo

 - 
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se l ar



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V M
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sol e    o lvar


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V
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v o a o v e
n


t
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t
r
e      o
 ven t ros 
S
e
r


qve se bem transcender e ao de cima 
a sva cristalina 

a
 bilha trin@
'
senda
comezinha

@
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r a  n s
p
a r e  c  e r


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a  a
t
erc e ira

@
p
a  s
ora
 @ I @
 p
@ S

s a g e m



e de  doze a  vinte   quatro  ebempor deais esendo cinxco  assim pifaros de sav'cralidade todas de par em par




circulares concentricos - um enorme ao rubro - parecendo de entre as combras d entrias  brumas desde o feixe d eluz solar soleo maisnon e nxertado e alvo pumbeo - capacete - assim ser alado lado alado... mais non tombado apenas d epido para bem  ser aonde beme steja quem asim possa
congregar sem saber   ser  congragado
assim timbre @ temperar
ter de ser tempar

e assim reberberar o som da orgem e do sera  analtecer  e d abandeira que nem ultia nem derrradeira a sim sempr  a ondear ali e aonde a o rvbrose cofronte no negro e no alvo
 assim de saber  bem  
ser e dar
e
se
do
ar
...



 desejos
assim
svstidos

 o  s 
b
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m
ais
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"v e v"

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s

s
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m

e

f
é 

m
 e l    r   o s






... 
desse vitrio 
vitriol solar e maior
 assim
de


melancholias dessas palavras FINAS  veleidades seguindo a bem  jorrar desse mel desse lei e de vida desse o leito jamais se vai levantar 

- entenda-se a dormente a  mais antiga a do gelo  sendo senhora que traz fome a gverra ora  a ignorância da partida
da
origem
e
da
sua
HORA
* * *





uma aula desdeo  ser de centro ao ser doada  +e livre + eviva e no  asim se apaga  e quando sim um ser  doou de si o ser e asim bem soou  entrio mundo livre se reacendendo  asu«im um mapa de s er aos  s evsa sim um papa  de  reconhecer -sepor a dentro e quando sim  descreveu   em  boa verdade nempalavras nem  boatosnem linhas finas apenas uns docese concretos factos que TODOS SOS ERES GRANDES FORAM CRIANÇAS E QUE TODOS OS QUE PARDERAMA VOARALT COMEÇAR  A GATINHAR DESDE  CEDOo s eu cantar oledo cantaro cheio desse s er de amizade pelo cevsendo  asim parecido  qual um cometer um cometa a  surgir e uam ave de vida sim bemsorosada a  sim bem anucniar no lusco fuco a sua   or aora auroraora madrugada or aavor de alvorada que    as tres nascem  desde cedoe nenumasedeixa de cantar oledo cantarodessa doceu«iagoa doirada desde sempre sendo esendo empeito ainda lembrada a  bandeira mais  fona a mais doce augo a   assima derradeira fronteira simqual a vez  promeira desse arco sem  ter portas e desse sinal de vida que transluzia quando o sinal o simbolo amis simples MAGIA era deMORESAO DIA ORA NA NOIE «PEROLADA aism qual uma alvorada assimqual uma noites endo-  LEVEZA E PROIMOR AISM SENDO ELEVADA O  FARO O S EU  O CEV  E O FAROL QUE DESDE O CIMO BEM SABIA SIM BEM ALUMIAR EQUE DESDE O NBRE CHÇAO DO ESTIO  asim nasce o brio a sime tamb+pem a  bem lembrar o ataro cantico mais breve e recordaroque d evia plenae chei a  e a sm de viver que bem sendo se descreve





assimquando se dedicaram USA CHAMA E CHAMARADAO  FOGO DA TRANSFORMAÇÃO a transformara  sferidas da terra as feridasdo coração encontraram razão causa e coragem desse tal brasão e esse dragão ainda cora a sa imagem timbrada na invica . para queuns digam q ue sim e outros por ventura bem non

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