Música

segunda-feira, maio 30, 2016

está no inicio o fino véu . lembrado que sendo - o caminho por vezes ingreme por vezes- plano - assim qual um seio de rio sempre dura ainda qve desde o mar dos cev desde a terra se iluda que sobe qve desce qve... serperentia e se investe - de NÓS - em vida somos em forma humana nos aprentamos




"DESPERTAMOS"


- dia a dia - mil e uma mundos a cintilar
lugares
lares que reflectem 
caminhos lumes e vidas que desde dentro 
dessas esferas de magias
desses 
quadradinhos
de
encantar


dessas
dess'outras
ondas
tuas e minhas 

livres soam
ao 
bem
se navegar
em

quando navegam
as
nossas
mesmas
mensagens

desses filmes
dessas imagens
dessas
as



"palavras qve jamais eu te direi"


pois
asim ev

"tas"
digo
desde o outro
lado de um vidro
fino
vév


e
seguindo um caminho um destino




uma ilha
um
Oceano
um barco a nos alonjar 
talvez - ir iremos 
@
vma ventvra de ser profano
por entria tempestade  
mais 
amar


dentro dessas
lonjanas paragens
dessas vertentes
mais bem elevadas dessas
quve
de segundo
@
segundo
mudam 
nos
levam

@
li
e
ainda

@
onde 
n a d @
...

e s s e
o
n
ada
...

asimpode ser e entrias gentes que no acompanham nada nenhuma esolha a pena so SER
e dentro do ser a sraize e dessas a sais altas nevoas e dentro as mais antigas cicratrizes que ora se lembram se levam a bomporto s eguro em mºao em peito amigo or os lvam

seguro
ao
lugar desse
outro
nosso
ser

desde
o ser 
esquecimento
ao ser tido como esquecido a coragem o brio a espera ora esperança nesse lugar entre o tempo e o mar assim perdidos
apenas 
gentes e suas tuas minhas nossas

palavras e estórias

perdidas
...
ainda por entr'as
vidraças essas que falam
que sorriem que dia a dia dizem

(tudo está bem - e que parte de nós - mensagem em garrafa de vidro 
VERDE ESPERANÇA 
sabe bem que nem 
tudo é bem 
assim)







qve
sabem o que bem 
sabem por dentro 
hora a omitir e emitem
assim o som desse algo que rasga
quando uma parte de si mesmas sedesdiz







em branco e negro talvez em perspectivas de invernia quando avida a sorrir nos bem dizia que era para ser e vivera agora na esquina no racanto de um combate que non entendo assim bem de frente UM SER GIGANTE UMA SOMBRA QUE SE ESTENDE ALI AONDE ANTES HAVIA GENTE

aonde antes ondeava a vida em sua 
força e forma a onde antes mais non se 
tardava que o tempo era de ser assim


@
chegar
@
alegria

qve
pairava
no
ar
a

o
b
em

se ver 
ser e non 

t
anto
ao se
acale n t arem

e
m
m
i
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um
sevs
ecos
de
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I
d
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'
m
il
e
Vm@
perspectivas


QUASE NOVAS


(...)



perdidas quando non a braçadas quando non sustida s quando no reconhecidas pelo ser qeu ssorri e chora que tem aprofundidade tºão vasta qual ingreme a sua mais alta - perspectiva
e no centro inocente um coraçºao chora estridente quando aopçao d avida da normativa de viver ão se coaduna cm mil euma frases il e um poemas mil e uma elodias mile uma forma de ser igausi parecidas unicas as gotas d sse viverunicas quqis penas tua s a absaberasum dia d escrever e unicas quais a sims epr foram desde o cevs aos teus olhares d sde a terra doces pares desde o mar de amores preenchido asim lagrimas de salora d e alegria tendoa sim o s ev setido e a terra os ev sentimento e amaior letargia a onotonia a sim se e svai como asim vai ao vento ao d evir ao profundo dos er ao s er sentido e o mais frio o quente saber dsse s era sster desse s ser a indaa se recobnhecer quand asim e m duplicados nos s«duplicam nos pagama dita e nos doam adesdita e quando sim bem se repicam quais bem replicavam unicos laic«vos de vida ali e oande aind a bem se sabem e nbem se -

acalentavam





ora desdiga ora testemunhos de vida bem faça assim ir e chagar ao mais adentro
esss mundo s profundos e ssas as palmas das mãos plenas de s i vazias de a videz que asim chegam bemna hora quando a demora e a noite caiu ali aonde morava aonde aind asedemora o pssar da vid aos e v cantar feliz o apssaro desse mesm amelodia qu se eleva 
em ar voa

"enarbola
numa bandeira nunca de pleno rasgada ainda que . em farrapos pareça por dentro por froa s empre bem prendada asim qual janela de fotografias dessses passos dados tantos os inais verdes para a assim as abrirmos para vermos para visitarmos e
lá nesse lugar
ninguém e lá nesse tempo ora assim a lguem que passa ora passou e os erq ue é e bm se permaence ainda nas trevas se desvanece qual uma sombra que mais bem se e xplicita qual fantasma de uma opera face mei meia face i«entredita



por entrias as lvorads
todos lvres nesse BARCO SEM FIM e todos presos surpreendidos assim pelo mais infimo vé pela mai simpes linha que de humanidade se despreendera se depreende dessaa sua mais a ampla
sala
e hora
comezinha
na que e xposto que se elva por dentro em cantar o que bem se berra a sim em silencio o d ia integro inteiro verdadeiro transformado na VIDA SECRETA DAS PALAVRAS ENTRELAÇADAS ESSAS que tod a gente celevbra


nascido


por vezes non se dizem o que mais nos dói nem se entrelaçam as verdades do que mais nos doeu - apenas faces felizes pela vidraça gente que passa que poisa ora sim ora talvez 
lvzes verdes acesas na neblina
que bem se disfarça o ser o passar
o s er a quiescer o ser alembrar a sua outra vida esa que jamais pode chegar aver ora a viver e nessas horas a sim a gente vai qual chuva d einvernia qual cristal que nºao sabe de cor decorar o nosso breve e pleno

n
esse
só nosso 
Íntimo andar



qual uma cidade na neblina
essa a base do ser ora ao não s er..




nos preendem o olhar e a saber quem as diria e a saber bem quem as ousou - e bem saber quem as faria d ono um som uma sonoridade e ver desde o longe a su amesma imagem em tua prpria - qual a idade qual o fundamento de estarmos por vezs a dois metros bem despertos e detras de um vidro a nossa mensagem o nosso apelo abossa coragem a ism toda vestid a RIGOR ddto ed e uam garrafa a migo aMIGA - assim a verde e veradedira cor dessa
a soidade dessa dv«ce verdade de s e guir porcura milhare smilhões d evidas LIGADAS 
nem 
VM@
@
M
Ã
O






algo de dia a dia - algo de uma pequena espera esperança que bem nos h«guia que me guia a onde bem me leva - sendo que cada pessoa que passa uma chamarada vivente e cada uma da s opções - quais janelas baças ainda sendo quais acesos e belos MISTERIOSOS PRESENTES
(OUTRAS VEZES TA COMO STING DIRIA - DESPERTAS CADA MANHÃ - E MIL E UMA GARRAFAS - DE ESPERANÇA PINTADAS DE VERDE - ACORDAM A BOIAR JUNTO A TUA ILHA - NON PISCAM E AINDA ASSIM TRANSLVZEM O CEU E O SOL QUE LÁ DENTRO RELVZ EM - TI...)

domingo, maio 29, 2016

ENQANTO UNS ENCONTRAM AS RESPOSTAS NOS ENCONTRAOS A SNOVAS PROPROSTAS... POES IAS TODOS OS DIAS E AMARES DOCES PARES CENDO SEM SE . EEBRIAREM NEM DE PROSAS OU ROAS PERECENDO - ASSIM APARECIDO O SEU DOCE CANTAR E NON SENDO LIDO NEM TIDO QVAL A V E DE V I D A A S E S A B E R N O ME A R VIDA



Q
VANDO 
os 
dragões
se
consvmiram



...pela vã gloria de mandar...

pelo
...gosto de protegerem...
 ...donzelas que nem... 
precisavam
de
reter
ora
desalvar



P
O R
e
l
Q
V E É  V I D
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Q
V E
D I Z
Q
V E
"C@V@LG@M"




per se sendo a senhora
 da luz que lhe dev brio e espada
é 
D A 

VID
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Q
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F
O I D
@D@


qvando
assim 
ajoelhar ajoelharam


e
qve
do
negro
dragão  rvbras 
@ssim por detrás
 ergvido 
veio
-
beijo
sendo
 svstido
desde o ser sacro
ali
e
a
onde
assim dizem
que
terminaram 
os
"atalantes"

uma cidade tres círculos imensidades sem confim
e
vma lvz entre três
- rochas lavradas -  
que gigantes bem se diz terem assim hasteada 

a esfera do mundo 
por ai e além 

sendo
três entrelaçados
sete os cantares
dessas 
as nossas mesmas notas
nota terminam nas doces cordas para bem evocar e 
or@
'
 @ind@
'
p
o d e
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m
o    s
c    h
e g a
r
@
'
v o
calizar




sendo
 bem
timbrada
pelo ser de  esterno viver a pátria mais bem a nada e entrais
sombrias teclas non temperadas nem de cor
assim sendo a dizer
apenas
compaixão 
doce 
brio e         o "rio"
as
sim

@
sa b er
con d izer





i
g
n e o
rv b ro
e
bem
candente





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eqvais
os
estertores


dessas
doces
cores

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S
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qve se bem transcender e ao de cima 
a sva cristalina 

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comezinha

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 p
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s a g e m



e de  doze a  vinte   quatro  ebempor deais esendo cinxco  assim pifaros de sav'cralidade todas de par em par




circulares concentricos - um enorme ao rubro - parecendo de entre as combras d entrias  brumas desde o feixe d eluz solar soleo maisnon e nxertado e alvo pumbeo - capacete - assim ser alado lado alado... mais non tombado apenas d epido para bem  ser aonde beme steja quem asim possa
congregar sem saber   ser  congragado
assim timbre @ temperar
ter de ser tempar

e assim reberberar o som da orgem e do sera  analtecer  e d abandeira que nem ultia nem derrradeira a sim sempr  a ondear ali e aonde a o rvbrose cofronte no negro e no alvo
 assim de saber  bem  
ser e dar
e
se
do
ar
...



 desejos
assim
svstidos

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... 
desse vitrio 
vitriol solar e maior
 assim
de


melancholias dessas palavras FINAS  veleidades seguindo a bem  jorrar desse mel desse lei e de vida desse o leito jamais se vai levantar 

- entenda-se a dormente a  mais antiga a do gelo  sendo senhora que traz fome a gverra ora  a ignorância da partida
da
origem
e
da
sua
HORA
* * *





uma aula desdeo  ser de centro ao ser doada  +e livre + eviva e no  asim se apaga  e quando sim um ser  doou de si o ser e asim bem soou  entrio mundo livre se reacendendo  asu«im um mapa de s er aos  s evsa sim um papa  de  reconhecer -sepor a dentro e quando sim  descreveu   em  boa verdade nempalavras nem  boatosnem linhas finas apenas uns docese concretos factos que TODOS SOS ERES GRANDES FORAM CRIANÇAS E QUE TODOS OS QUE PARDERAMA VOARALT COMEÇAR  A GATINHAR DESDE  CEDOo s eu cantar oledo cantaro cheio desse s er de amizade pelo cevsendo  asim parecido  qual um cometer um cometa a  surgir e uam ave de vida sim bemsorosada a  sim bem anucniar no lusco fuco a sua   or aora auroraora madrugada or aavor de alvorada que    as tres nascem  desde cedoe nenumasedeixa de cantar oledo cantarodessa doceu«iagoa doirada desde sempre sendo esendo empeito ainda lembrada a  bandeira mais  fona a mais doce augo a   assima derradeira fronteira simqual a vez  promeira desse arco sem  ter portas e desse sinal de vida que transluzia quando o sinal o simbolo amis simples MAGIA era deMORESAO DIA ORA NA NOIE «PEROLADA aism qual uma alvorada assimqual uma noites endo-  LEVEZA E PROIMOR AISM SENDO ELEVADA O  FARO O S EU  O CEV  E O FAROL QUE DESDE O CIMO BEM SABIA SIM BEM ALUMIAR EQUE DESDE O NBRE CHÇAO DO ESTIO  asim nasce o brio a sime tamb+pem a  bem lembrar o ataro cantico mais breve e recordaroque d evia plenae chei a  e a sm de viver que bem sendo se descreve





assimquando se dedicaram USA CHAMA E CHAMARADAO  FOGO DA TRANSFORMAÇÃO a transformara  sferidas da terra as feridasdo coração encontraram razão causa e coragem desse tal brasão e esse dragão ainda cora a sa imagem timbrada na invica . para queuns digam q ue sim e outros por ventura bem non