Música

quarta-feira, abril 06, 2016

PAS SAROS DO SVL


de 
que maneira contas e cantas - as lindas palavras
as 
parcas em sua forma de ser e agir e sonoridades

assim
entre o tempo
e
as 
verdades e as verdes paragens as pastagens
essas

mais 
beira
rio 
e
eiras
tantas
eras

que 
em 
ti 
assim
soam

como
frio desses cumes

como
rios 
que
desde
 os 
mais altos picos


dessa 
Europa
toda
assim 
bem 
vêm
e
os 
bem

contas e cantas

sem 
saber
es
cont@r

 nem
cont@r
 nem

@
"embarrar"

quando asim bem
suas as terras verdes
 reunas e assim 
as
vejas

nem minhas nem tuas assim bem se chorem e quando lagrimas e igual por bem estar
es
  de
igual

por
bem
@
mais

quer
er
em 
em 
mais dessa
@
 eternaidade

 dessa 
@
!
terna
saudade

de 
mel 
asim 
hão 
de 
saber 
ancor
a
r

assim 

sor
ri
ria
s

e
qvando 
as 
rias

TODAS E PLENAS 
DESDE
O
NASCENTE
AO 
POENTE
 pontes 
de
sa b er
r e
v
I
v
e r

AUG   OAS
ESTAS  ESSAS
@s 
MINH@S

DOIR AD@S

REGAÇOS 
ASSIM
P
O R
 EN
T
R'OS
MONTES



@
MAIS 
BEM 
ASSIM
COIDADOS

esses
quais


os
mais
belos
seios
que
assim por dentro 
ainda bem as alimentem 

quais
os
dos 
vales 
que
sobre
si
mesmos



assim colinas de vida briosas 
assim verdes 
ora pristinas
as flores
as augoas
as verdes
pastagens 
e
as
mais
antigas


es s as

as 
mais
belas

imagens

desde
cim@



a
ond'a 
hora e reflexo


desse 
céu
aberto

que 
um
 dia 
SE
DEIXOU 
R@S G@R


 - por amor - 
intenso 
ora 
desejo
velado

o
@
 pelo

caminho
por
ventura

@
mais
"pequeninho"


-
que 
de s de
@
 alto 
@
o
baixo 
-


 Minho 
se 
deixou 
assim
por
bem
 - 
"pregoar"


sem ter de ser em prego asim cravo ardente 
sem
ter
de
@
ser 

entre
povo

cego

assim
uma
tal
petal@



 - 
dessa
 rosa de cora
s

s
s I m


 m@ s m@

 - ardente -

 e 
s e
e  s
s
a    s
fl
ores

mais
suav@s

desde o verde

ar 
e
se 
disporem

  quais 
as verdades
 as verdes

 dessas outras
todas 
que 
virtude e sombra

assim
ainda
@

bem
sabem

assim
@
bem

 perfazerem


 e 
as
augoas 
sendo 
rosadas de calor
de
vida 
desde
os
que
 nos 
AL A GA


as
sim
 sem
ter
de
ser

"augoas"

se
t
rans
f
or
m a s
s e m

e
m
va
p
or  es
de
ss
@
vida

assim
quais
aguas
prateadas
quaisas
que
ainda
sedentes
esperam
de
pe
duradas


assim
nas
mais
ínfimas
linhas
dessas
folhas


verdes
ora
novas
folhas


transparentes
assim
sendo
por
ventura
transcender


ora
transcendentes

quantas

palavras 
contivestes

quantas
contigo
assim

bem
leste
 e 
levaste

@s

amais
além
do
qves 
e
saiba

 crer 
ora
re
qv
e  r
e     r


quantas
soam
vida
que
assim
 desde 
a aqui 
para ti 
ainda
bem
renascem
e


quantas
soam
a
vida

 que
de
vós
por
nós
ainda

sim
bem
se
entoa
se
de
ora
se
doa
e
quanto
de 
amor
ora 
saudade
ora

soidade
ora
melancolia

 e
quantas
as
trovas
que
ante
se
sempre 
sendo assim
de
coração em brio

 de
linha
assim

sem

ter
de
ser

o
rio




DOIRADAS
AS
AUGOAS

DESTAS
BELAS

PARAGENS

QUE
SOAM


A
PARES

EM
MAIS
BREVES
IMAGENS


imaginar 
paredes
alvas 
ora

salas 
avgoas 

doiro 
de
vida

assim
fontes
doiradas

desde
as 
crestas

es
s
@
s

mais
cavas

dessas colinas
- assim - 
quais
as
vividas
 assim

quantas
de
cor
red
oiras



 sou
b
eram
b
em
 - 
d
@  r
em

a  s
sim
b
anhos
d
@
vida

 esp'rança
qvando
ser

ainda
criança

as
seguia
e
sabia

d
es   sa 
f
lor 
f
lor
est
mais


escura 
chegara 
@te
ali
e
a
onde

b
em
se
segvr@

 o
tempo
ainda
aonde

bem
se
saibam

encontrar
conter e contar

 quantas 
as
linhas
quantas
@s
p@t@l@s


que

ora
sendo 
esparcida

 ora
espargidas

 quais
augoas
vivas
tuas
e
linhas


assim
 reunida

mias
non
se

ignorem
ao 
bem

se
honrar
...

em

 o
que
talvez
por ti ora

por
mim
ainda
menos
se

veja
ora
ainda

 menos
se


assim
quando
ao
fundo

tal
qual
bem

seja
 ao 
de
cima


 assim
e

também

poderá

vir
a
chegara

ser
quando
o
reflexo 


e c o
d
e  s
s
a  s

augoas
des sas
nos sas
vos sas

nunca
pisadas
mágoas
 ora'
suadades

suaud@s
saud@s
que
assim
unem

sem
ter
de
ser


esquencidos
nem
reconhecidos

apenas 
vivos e vidas

assim
entrelaçados
quando
desde 
lugar
anda
aonde




e



a
onde

mais
ora

menos
bem

chegaste





este 
"jardim" 
que
ainda
é 
vivent'


e
em
ti
e
em
mim

assim
trouxeste

a
luz
mais
suave

saber de viver

e     o 
sabor 
d
es
sa

ver
dade

(vereda e verdade e verdadeira
idade 
eira
 de 
verde

doirado entr'os 
rios e campos
  o 
saber
a
@
se 
ver
em

p@r
ti
lhado
 lado a lado

sem
ter
de
ser

d
e   s
c
 r 
I
t
@
 ora
 dit@
 asim
bem
explicit@s
...

 quando
nessa
noite 
@
mais
escura

b
em
sendo 
iluminaste




TANTOS E TANTOS
POETAS
PROFETAS 
PROFETISAS

 E
 BEM
-
PROSAS 
QVAIS 
CARDOS 
RO   SA
S
 S           O
B
R
@            S
S
A            L
T
O                         S 

d
es
sas
svas 
avgoas

q
ve 
t
am
b
em
se re
f
le
c
t
e
m



nesses
olhares
que
se
com
p
r@
me
t
@m
 e 
em
n
o s
a s

s I m
se

d
esm   e    nte
m


- e -
q
vando

sim

bem
vistes
essa
@
chama

ardente
essa

chamarada

livre
plena
qual
sol
ardente

nessa
noite
mais
escura

nesse
momento

amais
infeliz
assim
amor
de
chamarada


vi'va
que
nasce
em
tu
que
bem
voga

assim
ainda
por
mim
quando
se
reunam


 o 
que 
se
esteja
ora
'

está
a
se
esvair

quais
es s as

as 
augoas 
doce

 centro

q
ve
as

sim
ainda

b
em
recordas


convergentes

 torenem 

alimento e sustento 
desse

neste
 e
m
po
vo no vo

 ora
'
'
nd@

 antigo  povo

 que
bem conta 
se
o
c@nt@s

sem
mais
'
 inda 

s e m
ais
b
em 

def
InI
r
e
s





tu
es

quem
bem
o
diz
e
assim
tam

 bem
des

dis
ses
t
es

des
dis
se
S E
r a

quendo
des
de
as

presas 
a
essas
estas nossas lindas vossas
vozes
presas
ainda
bem expressais
que uma de um
lado ao outro

ro
(mero  o lonxe alecrim por ti a o p@rto)
d
rig
ves

rodriguez
non son

nem 
soam
nem
res
soam 
assim 
b
e
m
t
ais
 q
v a i s
...


 re
p
re
z
as


t ant as
quant as
assi m 
@
'in
d
a
n

I
n
g

vém

 c@ntara

e
q
va n t as
a s
r e c
lvsas

@
o s 
rec
lvsos 
d
estas 
o s
s a s
(h@ j@ m estórias histórias e crianças romances das mais belas infâncias)

h
oras
V
A G A S


e
quantas
as mais
pequenas
prisões

aonde
ainda
exist@m


 vi vos
@
veros

@
mais
n o n
 fe r os


c
o   r
a

ç
õ   e
 s 

p
a r a
n
o  s
m
ais

b
e
m
mais
b
e       m
c o

I
d
a r e

m

 ora 
c
v          r
are
m 
e    s
s         a 
c    h
aga 

em 
ser 
d
 e 
v i v
e  r
 e      s
s         e
amor

@
!

V
I
D

@
!

Q
V E
A     S
S I M
j
AM@
I
S
 a   n         o    s
b
e
m
 h
@

d
e
saber


e   s
q
v
@
n
c
e   r


 nem
se
h@
 de 

saber


a
s
sim
d
ei x ar
@            s
d
e
 t
r
o
v
a    r
ent'ros
poemas
e
t
rovas
e s
c
r
itos 
e
s@r@s 

q
vem
lá 
bem

haja 
quando assim
 bem
l
@
mor
@m 
e

as
sim

b
em
se
a
t
o
p
am

 q
v
an do

sejam

mais
bem

c
h
ama
d
@
s

 a 
s       e
a
t
o 
@        r
em

ti 
-
q
v
al
t
e      v
som
e
sem

 p
r
I     n
c
I       
p
I     o
n
e
m
@
f
I
n
@
l







q
va
l

o

ser

@
v I    d  a 

v  I       v e r

a
s
sim
p
or
t
I

@
M
m   I   m
a        º        s
s
I
M

d
e
s      s
e

lado a lado
d
e
f
r
e n
t
e

as
sim
doado
 desse 
olhar

assim
prenda
da
da
assim

prendado


 d
e   s
s  e
e   r 

q
v    e
j
a    s

mara
v
I
l      h
a                      s 
m
I        l 
a
s

s
I

M
t
r e
s
p
a     s
s           a
d
@            s


 o s 
c
o r

ações

a  s 
c
o  r
agens

e     s
s
 a   s 

a       r
m
a

d
v

r@s


D
E
S
S A S

VI      D    AS
 M
A I S
P E S A   D    AS


 d
es
sas
d
e
pav
pebras

fechadas



a I n d a
H
@
V
M
s o n h o


d
e
a
s     s
I
m

a
b
rir
e s
es s as
a s

 t
v
a   s

m
I
n

h

a s
es s as
@
s

m
ais
b
e
l
as

p
e  r
s
I
@ n @
s


p
o  r
e s    s e


@
l
º
g
@
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ve


es
quen
cendo
@

me
do
ao
ni
nho
~~~

as
sim 
t am
b ém
t res
p a s
 s a m os
@

vm
t
al
ser

gigante

s
v
b
lim@

@

p
 a  r 
e  s
c

I
d
@



v
m

R      V
G   I R 
d

@
s      s
@

S  @ R

G                      I
G            A
N

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E

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V
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M
V N     D O
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@

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 L V M
 I  N @

V
M

@
c
o
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 r       @

 V 
M
 @ 
T
@
l

c
a    n
d

v
r

@

 q
 u a n 
d  o
e      s
s
@

p
@
d
r         a

@
 v I v 
@

a    s
s I m
s e r

a
v  I  v
 e  

e

Q
V      A
l
  S      @
R

vivente
@
o
M

a
I
s
p
r        o
f
v
n
d
o

a
l
e   n


t
  o 
se
f
a ç a
p

a  l  a 

v

r
a


aIn
d
a
p
o    r
v
e   n
t
v
r
@
A    V
 S         E 
 N        T 
 E











PROCURO 
- assim 
À NOITE NESSE LUGAR
SITIAL 
assim
qual
serem
vid@

as
sim
qual
@
UM
@
a v e 
sor
rIr
I
@
s

as
sim
sen
do
b
em

ven
H
@

n a s
c e r

  o r a 
a s
s
I
m

se n do
a        s 
b
e
m

em


nascidas

trazidas
quais
~         ~
essas
s
s
asas
s
a
b
em
também voltar a bril
har
uma cor de doirado 



sorriso 
sem
pi
terno
e
s
ser


o
t     al
q    ve
b em 
nunca 
digas de glauco




QUANDO

CLAMAM
QUANDO
MAIS
DIZEMOS
QUE
SE
AFASTAM

 MAIS
AMAMOS

NÓS 
VIVA

V
O     Z 
D
E       S
S
@

 H
AR PA
-  
T
E
M

P E R

D         E 
V E S

P E R
A         S
A             S
S   I  M 

ENSINEIRADAS
BEM 
MOR
TROVAR
POR 
ENTRIOS

 O         S 
LVG A RES
Q
V   E
S E
N
D
O
CH A V ES

VI              VA
S
M     E
N
O  S

 ABRIGVES

E
M
T
E      V

S
E R 
O     R

I
G

E
M

P
R I N
CÍ               PI
 @

R
@

F
I N A
l
 E

Q
VA N DO

A
S
S I M
V E J @ M O S

T     A
N     T
A S E 


 TANTAS 
ESTRELAS

Q
V    E
L
Á

J
Á

B
E       M

M
O
R A M

E
Q

VE

A S
SIM

 -
SA B EM

A S
SIM

ESTAR
QUANTOS
OS
LV
GAR
ES
E
OS
M
ENOS
AS
SIM

 A
BEM

DES
E
JAR


E
Q
V

A
 N T O
 S O S


T
EM
P
O S 
O         S
CO
NS

E  N
S O S

O
S
M
A I S

B     R
I O S
O           S

  CO R     C       E I S
D E S
S E S

  A      M
O    R
E  S

@M@
R
É   S

e
quantos
os
seres
que
contaram
e
bem
assim
 sofreram

em
a
m
I
s
a
d
@
s


assim 






perdido

ora a sim entrelaçado quando de pratas e mais verde doirado assim se trespassa e bem trespassados dois soam atre se um sendo sempre quando vejas a penas aparece  de repetente qual uma parede trespassada pelo sorrir pel@ sorrri s@ mar marinha assim quando se deixa assim se  esvai ora se vasa até
 que
os
vasos 
que 
eram assim
 sendo conjunto se desfazem num nascer de novo qual um novo ser que nem nome tinha  nem se detêm e quando assim  sendo vivo e vida assim 
qual  
reani mar a
a
n I n
g
v  é m






av gas do mais  altos pilares dos mais antigos lugares quais as minhas que bems abem trazer desdeo  mais profundo do calor desse algo que nunca se s abe e squencera sim re  aquecid@ o ser de viver entre o mais ato e mais  breve qve  assim


@

s
 s      e
b
 e    s

d

igo...




e
quantos

os
que

bem

 so m os

e
'inda



 m
e
nos
b
em 
"
REC@R 
D@M@S
"




o









EN

Q
VA
NTO

ES
RE VE
  MOS 
VMA 
MVS
C A E
MVS
I C A
lI
DADE 

VMA
POE
T
RIA 
MET
RIA 
SEM 
TER
 DE
TER
TE 
M
PO

N
EM 
T
@R
 D@
SE
@R


EM
IDA
ORA'

DA
DE

DE 
QUANDO


A  S
S I M
  O    
E  S
P   I
R  I
O

  S@ R@
P@R

EN T R@
  @S

Q
V A
D
R@

DIN
H
(
Vm A n
I d  @ d
e s)



   @S 

VEN 
D OS
N OS
S  OS

D E
D OS 
D E
DI
l
H
@
D OS
AS
S
IM

BEM
EN
T
R@
LA Ç @S

OS 

AMO 
R@S

M@
IS 

BEM 
P
R@
N
DA
D
@S SE 
@ C OR
R
 ES 
P
ONDE 

E A L ET R@ 
QV E FA
L
T
MAIS 
NON 
AS
SIM
SE
ES

CON
DEM
...










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