Música

quarta-feira, abril 13, 2016

P @ R T @ l V I V G V @ l............... - @ @ t @ n t @ qV@ @ I D @ f @ l T @@ I n da f a l t a p o r d e s d I z @ r @S







VMA MÃO E BRIO
QVE SVSTENHA...


VMA MELODIA
QVE SE RETEM

E NON ASSIM...
E TAMBÉM...
QVAL VMA
FLOR...
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e  asim qual uma ponte que permanece e non  esmorecea sim qual a mizade dessa tal rosa a perfumares asaberes asim levar AO PEU«ITO SEMPRE E DREITO branca alva por amizade preenchida rubra por vela  idadeaismqual cravo bem seriaquando mais de  setenta  e cinco se perfaçam nem  oiro nempratas nembronzes nem diame'antes um flor a legraria asimdia d ia  até a aternaidade e quando gentesem derredor qe qunta ge tes sme favr a sim sendo  acendidas e quanats e quantas as nossas celabraços  e romarias e quantos os anuncios de  assim renascer nativos vivosnaividades menos  frias aism quais os natais que nunca mais s e vam esquencer quando nos reencontremos dia  dia em pequeneces quemais bemse viam quais as   silvestres m«flores mil amores  de margaridas e scolhiadas pelas crianaçs quandoasim dize«iam .a mor sim e amor tamb+em pois flor +e vida e vid aé mor de ninguém a todos a sim abraça a todos a sim compreende de todoas a sim  tresvasa e a todos  nos bem   defende quando É AMOR NON MENTE
quando amor assim se interroga
quando amor assim... de repente tarnsform@ em eterna a plenitude de um segundo...
 assim  nela  nessa palavra d e amor a um mundo qual tempo sendo vivido assim eterno acendido o segundo...

palavra @mig@, @ssim em  noite e dia - junt@s alie assim e também
bem  e -   descansa @ mor@




morre pela note qual lagrima despida e se despede a sim dessa dsua   morte ao recordar e se veste dessa sua putra faceas  non frias que  sendo pela noite a denro nos unem sem sequer julgar e quando volte e   volta a roda d avid anos volta a em'ncontrara sim despidos ora vestidos a sim nos investindo vestes as novas palab«vars que nesse outro tempo sem tempo nesse outro l V g A r e s em lugar algo   mais forte  e lento ALENTO QUE AQUI E TAMBÉM PODERÁS DE E NOVO ENSAIAR....





amor amigo
amor
subtil amor

que se diz
qual bem
digo e mais

dessas mil
flores
e
amisades...

e mil
 tr@´
v@s
e mais
 de mil laços
e mais de mil
@mais
os nossos
am@res

ledas palavras fortes brados
vasos que susêm se sustêm nos ssutenham sem se ver  assima vogar olar o lugar o fogo desse lum s em ter de ser descrito apenas quando tranluzido +e bem trespassado pela luz do  laur e  do sol asim doirado -  a sim qual um corredoira a sim qual doce cantar qual a tua  a ss«orrir  queal o meu sorri
so  so bem sabe a sim -  sorver em doceslugares fontes de vida plenitude desta terra e asim dessaa sofntes IVRES asim beber agua dasfontes da sgentes nobres e asim  sendo -  quais candeias que na noite mais escura easim vem  se vem e  bebem e alumiem  quais as margas doces e puras essas augoas desdeos ceos aos lugares desde as eirase campos aos nossas  lagarese também a bem levar e bems endo elevadas quando asim proentrias mais belas palavras sendo do  coraçºao a sim  bem s obr«em e s abem s er guiadas pra ao utro coraçºaoapar a simdoiradas    faixas entrelaçadas de c or a  cor a  coragem dessa cor a sua vidade e  dessa cor a s aude e  saoidade  AH JA! saudades desse tal porto de mar entre o mar sepre  aceso e desse farol de  brio desse monte de faro - asimespess@ a nostalgia a sim   espuma debrio e honra a simquais a as vagas que bem se espremeriam quando boda snovas se perfizessem - brio e vida e fruto agreste as augoas das cimas amasi altas e das penas  mantas de verde  ao verte- retalhadas quais as campinahs de outras e stepes e quan«is as que a devihas descendo o smontesque soam  desde o alto tão altivos e desde o mais baixo asime também tãoantigs e as  augoas dd eumas e outars cob«vergem ao verte e v«converem  gentes asimladoa ldo cantam e ressoame sonhama sim desde o  futuro ouvistes ouvimos o spassos d ados  e os ecos de tantose tantos maores emvida ssims endo concel e brados os brado smais  finos os mais altos e loquazesa assim sendo pristinsoe vivos pro  entrs o s mares e marés que tu  aind aperfazes OH BARCA1 DE DOCE ANCORAGEM entr centro  centro ATALANTE A TUA HONRA  VIRAGEM
AO  POENTE PONTE SEMPRE FOSTE AO OCCIDE
assim gotas de luz e doiradas

  palavras que  apedra ssime  também sabe ouvir e reproduz em doce cântico em nossodoce umbral canteiro que   asim «so@@ primeiro desse luga a galgar
por
entr'as as rochas sendo
a sim se  elevando e depois  condencendentedescendo desses altos nossos   os vossos lugares


de cem . palavras uma só a esci«olha per se ver perseverar  ao  centro ao lumeno  ao AMAG@ dessa nobre nossa ESTÓRIA - nção de  PORTO DE BEMMAR asim qual uma calice rocha  esguia que  o sol detém sem +render e que livre ve  em derredor denovo  asim livre nascimeto quando a lua  asim se coroar a simo sol- ao s eu lado -  renasce o sustento e um atrina força  v«bizarra que crava a rosa nos ceus sempiternos que sabe  vogar sepr ehonrada dessa tal - flor  apenas o momneto amor que non se ve e queima o que non é  asim  essa  nomen clarura a sim qual ver nos a ssimd novo vivos a sim qual uma amor a amaresa sim quais maresias s igas a ismquals  bem dispares  apenas  por e starementre o zenite assim dsfaçada  quando  marca ponteiro os tress oam a uma  unidade










que 
non 
mais 
se 
des

fa  




ga...




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