Música

terça-feira, abril 12, 2016

LEMBRAR O CENTRO DO LUME E A ESTRADA E A VER @ D @ - S @ @ S V @








Empezaron los problemas 
se enganchó a la pena 
se aferró a la soledad 
ya no mira las estrellas 
mira sus ojeras 
cansadas de pelear. 

Olvidándose de todo 
busca de algún modo 
de encontrar su libertad 

el cerrojo que le aprieta 
le pone cadenas 
y nunca descansa en paz 
y tu dignidad se ha quedado esperando a que vuelvas 

Estribillo 

Que nadie calle tu verdad 
que nadie te ahogue el corazón 
que nadie te haga más llorar 
hundiéndote en silencio 
que nadie te obligue a morir 
cortando tus alas al volar 
que vuelvan tus ganas de vivir 

En el túnel del espanto 
todo se hace largo cuando se iluminará 

amarrado a su destino 
va sin ser testigo 
de su lento caminar 


Tienen hambre sus latidos 
pero son sumisos 
y suenan a su compás 

la alegría traicionera 
le cierra la puerta 

o se sienta en su sofa 
y tu dignidad se ha quedado esperando a que vuelvaS 

Estribillo 

Que nadie calle tu verdad 
que nadie te ahogue el corazón 
que nadie te haga más llorar 
hundiéndote en silencio
 

que nadie te obligue a morir 
cortando tus alas al volar 


que vuelvan tus ganas de vivir 

Que nadie calle tu verdad 
que nadie te ahogue el corazón 
que nadie te haga más llorar 
hundiéndote en silencio 

que nadie te obligue a morir 
cortando tus alas al volar 
que vuelvan tus ganas de vivir...


Existem pessoas todos os dias sem dignidade que lhes sea outorgada  gentes do dia a dia que um dia cairam e jamais votaram...

gentes que reconhecemos desde pequen@s
 e que ainda....@ssim...
nem por ti....
nem em mim...
deix@m de ser ... estar...




(vivos e dignos ainda que  desde o nosso outro lado espelho - velado se tenham por ventura ora sumido ora dentro de outra matriz escura assumido pra por maior desventura apagados)





e quando assim a vida chama e  chora e bem diz que ama
e  te vejam assim ao ver - te

passar




e reclamo do gozo de estar por cima assim formos@ quando por baixo assim também bem estar





 quando uma pirâmide non tenha pedras fira«es na sua base   cai uma a uma non importa se é Maria ou Manel se é rapes ou mulher de   se fazer em mel - desse tal ainda a ser em idade deter idade para bem guiar - non importa a quem quando a agua vem o barro leva e a pirâmide entre em queda...





pela chuva pelo frio pelo recanto mais esguio pelo puro castigo de não seres parte dessa maioria  final... principio e origem... que nem teme @ vertigem enquanto se bem arroupar

de tanto de si e por si mais

e  quando asim se des diz   a todos manda @ssim

- abeirar de pontes que bem nons e assum@m
  
(mais de mil anos e non  ha nenhuma)
  nem sejam sumidas plenas pontes e charcos altos
quando assim se deitam a  deixar  erguer
as  antigas bandeiras
banidas as nossas trovas de amizade

  horas dessa verda e palavras sentidas
apagar ora sendo apagadas...

e quando e quanto mais as estime 
ora as digas mais se  desvelam

 e se esvaem





 





Sem comentários: