Música

sexta-feira, abril 08, 2016

AS LAGRIMINHAS AS TUIAS EASNOSSAS AS LÁGRIMAS AS HONRAS NOSSAS AS VOSSAS EASMAIS SUAVES PEROLAS DOMARAINDA POR VER NASCIDAS CRESCER AS AGOAS E AS PROPRIAS LETRAS VIDA - ER - SER - VELAS PAR TI TU TAL VES E DE IGUAL POR MAL ASSIM DANDO ASSIMQUAL O SOM DO LUGAR QUE AO LUME AO MAR AMOR SEDESSE ASIM PRO ENTRE TANTO... MIL ORA MIL OR QUAL @ MAIS BELA QUAIS AS BE LAS QU AIS PRIMEIRAS PAL AVRAS TÃO CHEIAS






NEGAR e assim  seguira terceira e ra aprimeira e asim saberia chegar sendo a  mais infima a dor d erradeira asimquaa estelaquaal a ideia de seguir sem saber atrovar e quando sismentrias tempestades o smasiantigos evelhos  lugares a oiças qao te bem ver voltar amais infima a ultim aora apirmeiraader  a  deira assim saiba asims e r  pro folmal juvenal posança que  selou quem selou a sportas dessa tal esper essperança em selos quais laços que fiel debalaça hadesabera sim balanceare quantos os compassos e quantos os passo d es sa tal  dança que avença que vança a simqual do ar o dom  auniversal o toma fundamental o seu pr e  a cada qual o ser antigo breve lugar  sem sina sem sinal apenas ao veres entre cem  seres queo que bem pareces e entre mil emas quais a smais belas nominais normais estrelas entres amsi abelas - que asim bem 
 es
cre  ver
es






COR
ERIGIR COR  GIR E AGIRA ASSIM QUAL UMA LETRA SEM TER DE TER RE N O ME E QUAL UMA QUE SEM TER DE SER JÁ O AS  OME






a terceira smpre a segunda sempre a primeira sempr eultimapor seres quemés e sempre unica por non haver mais quem non veja e menos bem quem venha chegar aver beijos de maor entre quem ri ador desse saber se deixar esse algo de negro que se leva por dentro ora por fora quando ssim na hora a sim soubéssemos nós o bem ensinar sme ter de ser guerras -a sim encontro de par de opor e quando assim bem se abeirar a cor que apenas se sabe d cor quandoentregues as várias riscas - sem arriscar - apenas cor de lume cor de fogo quentrias azuis - palavras e a s«uguas maislatas asim soubéssemos ainda seguir a descrevere gravar... em consentimento em cintas vivas de estar sa seguir o fundamento de bem ajudar e tu bems abes que bem diga o que bem eu escreva -a tua 
- sin@)




- porta a sim selada estando nessa menina em teus olhos fechada em teus olhares e palavrasianda viva ecoando ee stando além doarco da velha das estórias que teho ido inventando... e quando desde o mais antigo lugar sem luz o lume de viver se ja vivo - asim qual uma chamada qual uma v'breve chamarada . basta olhares para veres o que digo p«basta asim trocares por dnetro e por fora o que inda bem non consig@ e basta s entires que estou perto para veres a tua propria sina emmim sendo - rasgada a ferroe fogo de coraça~p e mcorda de vid ao s ever apagad@
e quando asim bem deixe de latejar de sentir-se qual fio ra filanciaa penas amsi breve infancia - por seguir a saber te ver ora a ind amais por te ver e saber asim . sentir e mais ainda por ver aonde e como bem estejas ainde e stiveres asim bem te veja e qaonde bem chegares eu lá e starei ainda que sendo apenas um apequena palavra escas -a sim um fragmento de vid a- baç@ que se e stilha çou sendo tu aminha utra imagem quem e qual de nos a inda non se adeja nem bem chorou e quantas as lagriams cristais e quanats as cresctas e cabvas que por demais nasceram dessa nascente que nasce por dnetro que bem s ee xprime quando bem sabes requerer e que e cega quando se oprime quando simd exes de a a ver renascer
em palavra de facto amigo em facto de palac'vra ora d abrigo e quantos os barços d ados e aspalavras sendo a sim qual passos passadaos tre spassos dados para uma por ta só um partal de vid a eluz que se abre qual uma flor no deserto bem sabe asim qual teu nome e tambémq ue penas nas çlágria s ma is plenas nas mais puras nos apuros e nas penas e nas alegria spor bem veres de mais a sims e bre quando seca e asim se deixa qual rosa e qual rosalq ue desde o minholindo antigoantergo ssorri por entrios lugares que sednoa sim pare asim parecem estara ocndizer co os teus olhos o smeus olhares de ddesempre ual pedr e ines quel pedra se assim emlevasse qual uma tal compaixãoassim comapixão de uma band aoutra asim sempre ficasse e desde o eco desse amor sem palavras dessas vagas - asim saberes que o mar de maores aind avoga neste nossoning«ho que en mora e que a ssim e pelas masi altas veredas e pelas s aias d emontes verdes desconhecidos e pelos lugares aind abargados a inda sendo fiel a brigo aonde pudessemos voltar a sonhara ondepudessemos nos ver de novoe de novo nos e ncontrae quando asim bem vendo sem ter de ser vistos apenas tu e masi eu e e u sempre contigo - ao breve ser a con seguir que umalinha um amor tão antigo ma sina que nunca a bale asim nos diga que começou e se definiu o que mais bems e sabe ao nos entre olhar que somos quem somos e somos s eres par - asim qual um rio une por reflexo sme pensar se é da deita opar desqueda se«sabe subr e sabe f«voltar quando o seu limite o s eu princip+io e fnal parecem qual dela que vem aponte ao centro e qual aponte quedesde a nascente digaa sim e aqui e por igual,,.. de igal a uigual menos ainda dssessemos -q uanats a slinhas perfeitas que a sim perfizéssemos e quanats a stranças d elinhso de vimes aindaentrelaçadase quantas asdotes sem ter de se voltar a doar e quantos os presentes em pred«ndas que jamais s evoltem a ssim a ver .- ora aveocare quantosos poemas que s epercam apenas qual bem pesadas palavras quee netre mercados efeiras a issim e também se desdigam e quantas a spalavars de amizade e quanta sa s voltas d averdade que ainda havemos de verrenascer por netrio amor de amr que maores os des que fez que asima emsma estrela guia a sim a masi pequena nessa nesta a hora amais quente ora amais fria a sim bem dizendo q ue a sim se estendeu de lés a lés do sul ao norte até chegar ao nosso contentamento - asim qual um centro mvel semrp e sabermudar tu a vida que se demove e u opilara seguir aser e to dizer - bela és e por bemdemais e quandoasim te elevas pr entrio o sol o dia a noite e as trevas assim nso apontes mais breve sinal de venus investida tu mulher com sina de amor e dos mares a despedidaq ue asceste a sim pro bem de nós...
ainda non to disse nem to mais poderia dizer quantas a spalavras dessa tala legria que sabem a mel ora a fel
i cidades que bemse perfaçam pares entre o a zul do ceu e o verde desta nossa terra prenhe de vida prenhe de verdade que assim CIAM se perfaça entre uma eoutra averdade que assim quais a lagriams que tu nunca contes emais bem non digas que desde o mais breve apanágio de capital de este Portugal ao ROSSIO assim se e svaindo de orvalho se vestem o smai antigos brios destas teras e por breve amor q ue depois e bem e levam pelos ares pelos mais antigso r profundo spilares e pelos maisbreves contos e cantares asim e tambéme ebem mais - que asim tu também s abes qu sonhas que sonho pro ti a o te ver asim - por bem e por mar e por terra ao luar e por brio ao estio de m«be ver maf«drugar e por entrios campos os docesmomnetos o smais doces - encantos dessa flores todas QUE NUNA MAIS TE POSSA OFERTAR pois sao tuas tsão nossas e sãoa sim por tas eu oi«utorgar sejam pro empre asim bem prezadas seaam e m tia a sim quais palavras beih'jadas quas s elo sem ter de che«egara vir a ser e quantas a s pagrimas contidas que se elvam empalavras vivas quando asim aolatejar o s er qeu se cpntem sua pro bem minha por bem demais e quando asime ssas a ugoas se deixam clorrer trasnparentes a s mais altas argas sorriem por ti e gritam contentes e desde o outro lado até aos mais altos PICOS DA R«EUROPA asim disque correm asimdiscoorem - os minhos a res de minha e tua - honestaide quando asim homildes humildes no «s bem perfazem aine por semrpe quais ser asim somos pares eqquando sorrias e bem assim desde as rias assim desde esse vgor ora a sim coragem asim e também se acelentem ora se calem quantas trovas de sde o stempos asim desde a sm amasiantigas - sombrias memórias que nos bem acalentaram que também soaram - asim ao b«verte ressurgir - desde as névoas por entre as fragas asim o teu s er o meu ha carpir e quando sim chove non olha por elha poalha por mim nmai snon cale nem se bem calha a sim apenas bem mais ouvir que uma honesta e firme telha no olho cravada apenas desde as alturas renasça quebrada que diz que chora e que mais non te molhe quantos os lugares aonde bem aportares assim algo bem . e te sonha e quando ssim viajes aonde quer que vas vºas as palavras frios os temperos destes encantos cegos destes poemas que tremem po nunca s epoder asim entregarq ual o ser que te diz
e depois v«bem se dediga qual atua aminha sina a sim e também soube perfazeque oamor d eportugal ppela linha nona apela aliza apela a bem querer desde sses tal galo de amores prendado pintado de lado aladopelo zelo de beme star aé a mar assim marte d e seu zelo que meio corção e meio um mesmocoração asim soa bem mehor milhor aguaus debrio e dor e a sim de azedum@ apenas que nunca se entrega - nem no lume de potes d tres a sim ver esmorecer nem no fogoq ue seja elevado nesse nego«ro lume que non te conto por maisnon te ter reencontrado-a sie m também apagar quais os verdaes as flores as florestas ase verem desvanecer e qunatas a slinha d a snossas costas do slugares que bem asim gostas de rosa a ssim leiria desde tua costa aminha asim sorririamos se bem fosse asim entre vistos apenas quando tos bem diga quando tu mos digas aism - quais - os mistos que bem asim se acendem desse lado os nossos asims e compreendem que sendo cag«hamarada e fagulha que mais crava e menos se doa e que menos asim se comcede menos cede a sim - ao se - deixar trespassaro tei coraçºao meu de ninguém de lés alés quem retira e quem ame mais a quem,...?..





por estar em teu olhar em der-redor em todo o ser de para em para o se bem ver ora bem beijar ao viag«jar ao té ao ninho ao te esse doce - alvo - arminho que bem sabes assim entre-tecer quando és sem horas quando senhorese quando asim vejas e bem vogas por entrio alento desse ser - sedento de vida comapixão sustém a onde passes aonde mais bem me queiras bem...

.




Sem comentários: