Música

segunda-feira, março 28, 2016

A SECO E AINDA SEM POLIR QUANDOO QUE VAI POR DENTRO AINDA SE SABE ES VITAR E BEM OUVIR ES TU QUEM BEM RESSOA E QUEM VAI E VEM E NON VOLTA SOA

um texto a se  abeirar de ti de mim- que toqq ue vivre que eco a sem parar  es tu assim qual um acorda viva de instrumento vibrante que snedo a sim re a cendida a sim ro qual era  a dantes  asimquais as danças os sres cantantes quais o slugares re acesos pelos principio s bem   coesos que bem nos pertenciam ora permaneciamora nos laegravam  aorassimnão mais se a sumiam pois sumirnunca haviam  assim ver desaparecer a saia  bem rodada o s er de rosto em mulher o cantico -   palitó bem  cravado - de pontos  tantos quais botõesquais as devotas danças asim gravadas inda em peitoe  corações
recordações e hoje e sempre canticos e cantares desfios  hoje lidos antes snedo por veres e veres a sim aos inventares aos ventos pro entrias marés nasauguas masi altas paredes doiradas a sim  quais as mais antigas  carriolas palmadas - assimquais as castanholas que faziam parte destas nossas bem ditas falas e  quando as saias rodavam e a gente seencontrava e cantava e se deixava encanatr e quanto sos lugares aldeias que se iluminavam quando uns a ver beijavam e outr@s a sim se deixavem entre ver e desvelar assim as doces palavras de silencio mãos ao alto

se

- sustendo - entre olhar e olhar e sair e gentes livres  a rodarem  assim unidos os que assistiram...
 os que @ sentiram  e os que ainda e por ventura ainda' @... façam...

o que bem viram e rodar de lugar em lugar
o rodar dessa saia que elevava o olhar

e levar de terra em terra esse amor amigo

ess@ que não se desterra
@ sim bem se sabe levar "consig@"
@o se ver e ouvir... a girar @  agora assambleia @ sentir...

essa musica toda plena
a gente em "verbena"  - da Ria - pois sim - a sim  @o velas -   assim veias cavas...todas preenchidas

 plenas de amores e de graças -  nessas as mais  amadas meias luas - assim quais meias rendadas...

 dessas tais horas e horas e honras assim  sendo festejadas... entre festeixos - por entre as ramagens os beijos mais - "aleixos" assim quais uns cantavam assim umas palavras puxavam outras...

 a bem puxar e os caldos calad@s... tinham os tais "cachadinhas"... assim a bem se verem - fontes doiradas fontoiras traçadas paredes doiradas dessas cores e coir@s e corações desde mais de mil brios

rios e as belas
- aguas outeiros que bem ainda se perfazem:
- verdes corredores dessa antigas e fermosas "augoas"
 - que ainda nos deixam "l@var" as cores...

assim quais lugares de encontro para bem festejarem - uns ecos de vida tida

- quais as que bem se elevavam... na cabeça erguidas... mãos de jarra



- a fonte seguem indo seguiam sempre- voltando ora voltejando ora adejando amores de brio de briosas dessas nossas gentes formosas as flore os tais regos e regaços que sendo  um dia - a mãe  terra querida assim - bem se elevam quais os vales e as colinas... entr'as montanhas e os montes a mais alta estima...


desd'@ senhora do Minho - e mais abaixo - desde a terra de mais "não terminar" a mel  assim sendo - tida luas de mel a celebrar quase tantas e tantas espigas nesse de pedra mais longe ainda hão de saber contar...

 terminar desde o castro mais antigo  até a outra senhora de brio - que as paredes maias altas soube dessa agua cor@r...





 - paredes de coira de gentes assim sendo - quais ventos portas de amigos...



- assumir a subir ao seguir assim por aqui e elém contar trovas ao povo e animarem algvem ora  ais ninguém...






 o  céu integro plenitude e terra assim qual uma bandeira a de linho que bem sendo assim permanecera  ora permanece nessa promessa que casamentos a fio - assim bordados...
já não se e esquecem 
 - são por sempre lembrados - 






desde 
ponte 
de 
lima e "letes"

mais non 
se 
esquecendo


@h!
j@
'
senhora
 das
neves 

subindo

até
monte
"can"
e
quando 
assim 
até
ao 
outro 
Ouiro 
de 
OURENSE

SEGUINDO
@
OLHAR

BEM 
TRAVÉS

AO 
ATRAVESSARES

ENCONTRAS
ESS@S  

AS VEREDAS 
AS SERRAS 
AS VERDES 
TERRAS
PARES 
E
ILHAS

"ESTÓRIAS" 
ANTIGAS

 SENHORAS 
DE 
BERCE E BERÇO

PORT V CALE



E ANTES  vista direita de pé mchão - ANTES HAVIA QUEM BEMS E SABIA
e se viam - assim vi amar - vimar e vimara -e mporto de sé ainda sabe apontar e em VI mar e vimaranes ainda sabem se saber ler e tar  PERSONA S«PERSON AGENS - PESSOA E CASTELO E CASTRO E CASTELAO - E CASTROS AIND AMSIANTIGOS CASTELOS VIVOS NESTA NOSSA TÃO GRANDE E NORME QUAL COR E CORAGEM  CORAÇÃO DE SAL EM SOL VIVO CORAÇÃO DE  SUBIR MAIS LAÉM DA ANCORAGEM DESSAS BARCAS QUE TAMBÉM VELE JAMOS QUAL BEM SABEMOS AINDAVER VOGAR E  O FOGO DO LAR AMIGO AINDA SABEMOSAO FO GAR VOLTAR  ASIM UNS AO NORTE E OUROS AO SUL ALTO O NOSSO QUAL O VOSSO VISTOD E CUMA A SIM NENHUM  AMBAS ESPEHADAS PELAS AUGOAS MAIS HONRADAS DESD OS PICOS DESSA EUROAPA DE COVA D'ONGA ASIM TRAZIDAS ATÉ  AOS OUROS DESSE OURENSE ASIM QUAL SIL  SIGNIFICA  
@ VID @

E SE UM SER SIMPLES VEIO DESDE AS ALTURAS  E TROUXE DE NOVO COR E CORAGEM COM SUAS DESVENTURAS AO ENTRAR EM TERRAS ASSIM ALTAS QUAIS AS NOSSAS - ASSIM QUAIS CARVALHEIRAS MAIORES SE AS AS DE TRIA - CASTELA -  SE 
AS 
VOSSAS 
DESTA NOSSA
 CASA DE REAL

LAR NAÇÃO
BRACARA
BRIGANTIUM
BERGANTINHOS
CONINBRIGA

- NAÇÃO - 

BRAGANÇA

BRAGANTINA

"COROA" 
OR
@
LEALDADE

DE
ST
UMA 
HISTÓRIA

MEL
AN COL IA

DOCE SAUDADE
EM NOME DE
S
S
@

TAL

 MEMÓRIA 

DE 
UM 
R V B O R

E

SEM SE SABER

DE 
TER TEMPO

SABERAINDA
POR 
SABER 
DES 
DE 
O 
COR

@
GEM 
 COR @ ÇÃO

ARDENTE 
QUAL 
A
IMAGEM

 QUE 
NON SEJA EM SI MESMA ARDENTE
AGUA A SIMREFLECTINDO UMA MESMA TERRA SORRI E AUANDO A VERDED VERDADE  DESMINT@ 
ASSIM
PINT@

TEV 
S@R

  A 
S
A

BER 
SE 
A S
SV M IR 
A O 
S@R  RIR

E
S

S
@

QVE

MAIS

NON
SEJA

EM
SI
MESMA


 CONSEQUENTE
 QUE NON SE SAIBA ASSIM
ME S MA 
 RE    CO
NHE

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EM 
SER 
DE
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VID
@

@

MAIS 
GENTIL
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ES P E RA

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'
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ASSIM


 LÁ 
- MORA - 

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ÉM
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nossa
"IDADE"


...NAÇÃO... 
...POR IGUAL...

AS S IM
C
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C V
T
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V @

S

 S E
G
VIDAS

VMA 
E
@
O
V TRA


CO
M

T
A  L

 PAIO






(OS CONDES MAIS ANTIGOS ANTES DE RESOLVER A HERDANÇA UMA DOTE UM CASTIGO UM TESTEMUNHO DE BOA ESPRANÇA QUANDO CABOS TRESPASADOS E NÓS ASSIM 
RE
@
SEN
D@N
DO
 HONRA E QVANDO


 ASSIM AMAIS ANTIGA
@FRONTA 
PIS
A
M
O S

 ASSIM
BEM 
A NOVA A DERRADEIRA A ÚLTIMA E A PRIMEIRA 

ASSIM 
QUAL UMA ONDA AO SER FUNDAMENTAL ASSIM STRANSFORMA ORA NONSE CONFORTA SEJA ASSIMQUAL SER

"IGVAL 

AFIM

SE

MEL

H
AN TE"
(DEC. UNIVERSAL;UNIVERSOS A PAR E PASSO
 E 
COSMOS E NAUTAS E ARGÓN

QUE 
BEM
 NOS 
FALAM
 QUANDO 
NEM
SEDES
 DIZEM

ARGÓN 
AO 
CHÃO
...AZOTADO...

 SAL 
DE 
AMOR 
EM 
PRAIAS DE VIDA
 PLANTADAS

AS VOSSAS 
AS MINHAS 
AS NOSSAS 
LÁGRIMAS 

A SIM
MINHAS VOSSAS AS "AUGOAS" 
DE SIL EN CIO  - AO NINHO ORA O MINHO NOS UNE ORA NOS SEPARE E  E CO DESSE BRIO DESSE 
DESTINO DESSE FADO

 - OR@' SAUDADE... 
OR@'SA
V
D
E


OR@' VERDADE 
E VERDE LILHO E  MILHO VERDE 
VE R DE

DESDE O MINHO 
CO O PERAR




TRÊS TALHAS 
CHEIAS TRÊS MODINHAS 
TÃO PLENAS 
DE SE VER E SABER VER 
DANÇAR 
- O VIRA - 
A DANÇA DO MOINHO 
E A DO OUTRO MINHO 
AO

 MAIS
ALÉM

QVAL 
VMA 
SEVER@
'
 NON 

SE DE
TEM



(TRIANAS NO SUL - TIRANAS A NORTE 

@
S

S
I
M

@
'
 SAB E MOS
 ES T AR

EN T RE 
CONS ORT@S)

ESTREAS DO TEU OLHAR DO NOSSO SABERVIVER AGUAS MINHAS ASSIM ALMEJAMOS QUANDO DESDE OSMAIS ALTOS 2CASTELOS ERGUIDOS VERDESSEN HORI@S
AINDA VEMOS BEM - ARDER  UMA CHAMARADA DE VIDA NUMA CRIAÇA ERGUIDA QUANDO 
@S
SIM

PEL
@

VEZ 
P
RIM
@
EIR@ 
VEJ@
'

QUE 
NON 

MAIS
NON
SE 
DE

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...X
A...






E
AINDA 
BEM 
MAIS 
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A
R

MINHO ABAIXO 
MINHO A CIMA
DES
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DE  l  TA 
@

NAS C ENT
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ASSIM 
QVAL 
SE
BEM

 CA
MINH@

 ASSIM 
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V Ê 
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'

 G
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E      N
T

R
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'


- ASSIM - 
 VAM E VEM 

@
VOGAR
EM
BEM
SABEM 

ES
S
AS 
ONDAS

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 E 
AS TROVAS
DESDE
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 VENTANIAS 
Q
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B
ÉM

B
  E    L 
E  j @
V
@
MOS...



 N EM 
T   E
M  EM
@
S
TR O VA

AS MAIS ALTAS ASSIM SE DIZEM QVE CHOVEM 

ORA SE NON CHOVEM 
CHORAM E QUANDO  

NOS  DISTINGUÉM

POR 
BEM E POR 
IGUAL

 OR@
'
REC A EM

N O
N OR
TE O RA
@
 SVL



S@
BEM 
BEM

 -  AS
SIM  - 
T
A M

BÉM
SE

EN
CONTRAR




- A 
REDENÇÃO 
-
DA 

BOA 

GENTE 

DESTA 
NOSSA 
ENOOORME 
NAÇÃO

CON
T
I
N E N 
T
E
)





Q VAL 
Q VEM 
Q VEM
S E

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Á
 S E 
f
O
I


 QUAL
É 
ASSIM 
ARCOS E
  AFONSINHOS

afonsinos brados cabrasão

senhor 
- assim desde os condados 

mais bem esquecidos
 e
por todos 
os lados 
ainda 
send@s 
reconhecid@s...



(ponte lima e laetes eletes ponte mais "limia" afins epor ugvais a sim por aondeainda bem  se e svai...
indo


o rio - mais pinto a sim transparecer e quando transpar 
ece quando asim  também bem se per (doar)
d@r




ASIM DERAM NOS DESTINOS NOVOS LINHSO PRENDAS DADAS DE  AUM  OUTROMINHO UM SOLTO CONTAR  UM SOUTO A ENONTRAR PILARESDE TERRAS BRAVAS DESTAS NOSSAS GENTES AINDA A SIM DESSE VALOR BEM LEN«MBRADAS E D APORPRIA TERRA A SIM CONSAGRAR AO SABER SEGUIR HONRANDO ESSEE STÓRIA QUE  NOS DIZ ASSIM TANTO SEM AINDA SE SABER ACALENTAR NEM TER DEIXADO DE FLUIR NEM VOGAR  A SIM  O LUGAR O - LAR - O FOGO DO LAR O FOGAR
(FOLARES - E SOLDOS E SOL DOARES - ASSIM CONSOLIDAD@S AS PRENDAS MAIS ANTIGASS ENDO ASSIM - BEM2BORDAS EM HORAS SEN HORAS PRENDADAS" - DEST E A DAOUTRA TAMBEM UMASS ENDOVERDES QUANDO SIM DIZEM "AMEM" - 



 AINDA SIM SE ENCONTRANDO...


AS
@OGUAS

 MILHAS E OS MILHOS SENDO VIVOS DESFOLHADAS TODAS BELAS UMAS DOIRADAS OUTRAS DE BRIO...


ENCONTRAS 
TAMBÉM



- O MONTE E A TAL  "labruja"
 ao 
sol ou luar e as vacas das cordas 
mais não cedendo 
as 
FEIRAS NOVAS ASSIM E TAMBÉM 
SEM @ AGONIA 
A SABEREM BEM LEMBRAR 
EM


quem ainda bem somos
 somos de ali e a onde ainda
 de aonde 
vimos e de são João - Jovem das Argas ouvimos - um joão a ser irmão o  ultimo dos primeiros ques nedo o de sempre -s abe contar que em AGOSTO se festeja oq ue  PEDRO EM 29 non sabia - lembrar - marcha popular - DE SÃO JOÃO no Porto...




ainda se vejam ainda possam voltar a ver as voltas do vira as voltas de saia  rodada ali e ainda por aonde as houver e quantas e quantas as palavras  em assim bem alto


- saber ouvir e quantas os ditos os ditamenes que ainda s ebem asim assentir a sim e rguidos quais carvalhos cavalheiros de lugares varios ao bem condizerem os seus catares quais os louvamos quando asimnos animaos e m roda aos ouvir -  erguer gentes d elugare  em lugar gentes d ediades sem fim um confim de solene - idade perene e tie ainda hajindo em  mim - asismrio acima a o mar adentro a nascente que bem se eva

contente ora assim consagrada assim nem  ri nem  diz que se chora quando e o povo assim em vida re  encontrado...







em contra mão a sim de mão  emmão a roda  rod anoutra direcção eos pares sendo pares sabem se entre olhar os que são da tria a antiga  os que sa od o milho fino os que sºao de amigo aa migo amizade ainda sabe suster os "estribos" desta terra em boa verdade quais os que antes sustinham calças sem sentir s em ter de ter mai or  sentido esses que  desde  cima  vinham e asim sustinham qual doce abrigo de saber ouvir e assentir que sinto - nestas terras o melhor ainda está
"po r v ir"

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