Música

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

POESIA É SEM SENTIR SEM TER SIDO - SEM POR VIR É SEMSER E AVE ASSIM LOQVAZ PROSA AO VENTO SEM TER TEM@'SEM FVNDAR VENT'AI SEM * MAIS


todos os d ias
um
A
b
RIS
A

um
suspi
RO
uma leve
leveza toca
nos
nos toca com certza
de um tal au gur ao ouvido o sentido o sinal o sino mais bem badalado quando ha ja HUMANIDADE plena
de verdadeira
cepa
a
pura
a
chama
a chamada
a formusa
cor
de
cor encara
face a face son ros
ada
assim se vê flor se dente
que paira por entr'o o frio o brio e a forma e força de se a 
braçar 
em as
NOS
SAS
GEN
T
ES






UMA FLOR BRANXCA A MAIZADE SIN CE RA Assim palavra
de vid aoraa - sua
vereda
assim a palavra mais queda mais bem por A d
en t ro
 é

e r     e s

s o a
n d o
assim qual um am par ar de passos de uma terra 
ÍNTEGRA
ORA INTEIRA
assim
QUAL TREMOR POR AMOR
ASSIM
TAMBÉM VIBRANDO qual HARPA ORA HARPISTA que sem se ver assim se entrega na hora no dia que também se vista de forma de human @ idade e pedra
ASSIM ARDENTE que bem sabe além do amor e do amar - SER PRESENTE
assim qual prendada
a flor de estar
qual uma estrela
N   O
V
E
R
D E  S
do
 ar 
AS
SIM 
ao 
SOM 
d
esse 
A
 b
em
SOAR

 v
e    n
h
@
'

s

o     a 
 n 
d     o

s

e   j  a 
só            se
j
º
A
p
lena
p
LUMA
e
plumbea nevoa
qual 
vereda na pen um bra es trel a 
d
@
'
s
 e

em
 p
len
i
tude
também se
des
di
GA

asim qual a cor da coragem quesendo em vereda se bem 
vis
lu
m
bra
ss
e
a
senda
assim acesa
ora acendida
a cor de tal coragem prenderia mais de mil cores de corações de mil vetas cristais
assim acender ia
e qua cor de ver ao verde planta de viver  asimem verdade
ao ser des
deo
ser
NASCENTE PEREN
'AIDE
sempre
aspirando a
 e
 ele
var
mais de uma de duas
cor
d
a
m
es

corais entoando por entrias maresias dos nossos antigos dias CINZENTOS CONZAS AS BRUMAS VAM
DES
PER
TAS
ORA DES
PER TANDO com a cor desse
A
sem ter de se saber de cor a sim no doce
mom
en TO nesse fiel de balança or@'sem fundar despertasse o dom desdeo SER e AO VOLTARao SER assim proventurA
RE GRES
SAR

assim qual espera ora a esperança qual uma prom
essa
ora
a fiel CRIANÇA
qual a UMA fina ora FIRME 
TAL FIRMEZA EM HUMA
NAI
DADE

assimq ual uma tal CRTEZA POR ENTR'A proverbial mater
IAL
puberdade
assim qual uma paternidade se esvai na bruma e uma maternidade ora SOBRE S
S
AI
ora se escai na ES PUM O
SA
mais bela e  con sa GRA d@'sempre a sua
luz os s eus v«cabelos de entr'as ondas
sal gados os sues perfumes
da mar desd'a MARES I AS
assim por ventura L@V@D@S

e um
cer
T
o
dia ora a noite
espranto que d anoite ressurja o ser o seu fel
SO BRE
SAL TO

quando asim da noite A MAIS ESCVRA
renas
ÇA

RO
nn
essa

que mais bem nos  GUIA
s
s
E
meias
medidas sem estares
sem os mais condignos PARAMENT 
OS e SENTIDOS ORA AMAIS ALÉM DOS SENTIMENTOS de vo
ÇÕES
em cor
DAS
selene
luz perene sustendo qual
as d'UMACERTA HARPA
que segue
a tan GIR
sem sede
TER

e um  a  tal cor a ROUGIR qual o mar sabe assim sem saber  sal todo este assim se per
fazendo por entrio rir ora o CHOR
AR
assim bem cedendo bem ascendendo por dentro e por ai MUNDO A FOR
A
o nosso QVAL o VOSSO NOSSA MESMA voz que OR
A
SE
N
A

MOR

A

assim e sem ais
e muito eos desdit
@'sem
pre
ss
as
as letras que vão por dem @'SEMpre 
sem terem de estar em 
SOB 
RES C 
RI TO




seja
 quando 
se
j
a
"en
c
on
tr
an
do
"











QUANDO
AMOR 
A
CON
TECE

amar 
per
man
ce














AOS ABRAÇOS aos braços a prenda send@'sempre entrega o cor em corpo em coraçãoa ocragem amaparar sems aber quem comanda quems e deixa em prorpia imagem cedendo ora sedente que dura e se e xpande qual o peito e o ser palpitante que  sendo por dentro em der red or se trans f orma assim qual uma ROSA se ja em si mesma ao c la mor e sim assim um a son or i d a de cla mor o sa








TU até à ete
r
ni
da
de
repetida um A e M IL V e Z ES és segues se
m pre
ssas
sen do um
A Ta CHamA que prende e se desprende e renasce per
faz
endo
obra e via e ponte
s
de saber aprender send@' sempre livre as
sim
vai e cl
a m a
p
or
mim a fora
quan
do TAMBEM eu SE JA dOR mEN TE
e des
PERta
a
s
sim por entr'as duvidas do saber or a ' DES CON E CER

SE SABR'EI
SER CON
DES
CEN
DENTEA FONTE ASPIRANDO DESCENDENDO DESCENDETE O M EU CLAMOR O MEU FIEL AMOR SEGUE O FI
RME
FIO
até ao SU
B LIM
E
ainda
a d
VO
G
A
S
tu bem 
chamas
eu non
TE
ou VIR A
quando bm seja CHAMADO O TEU NOM e assim
AD MIT I RI
A


P
OR
OR
A
assim bem espada
que atravessas pele
e devoção e bem dizer
por dentro'
e
non deixas a mais do que 
NI
H
VMA
N
I
D  A
D
E
LEG
I
T
I
M
A
I
DA
DE

ASSIM AMOR BEM DESMENTE 
O MEDO A FLOR DA MENTIRA O AMOR QUE BEM SE SABE . NEM SE SAB NEM SE AD
MIR
A
N
AS
AU
G
OAS
ASSIM SE A FUNDASSE ESSA SVA FACE
 SVA DOCE
AN CHOR
AGEM ASSIM SEMPR'AO FVNDO DO FIM DO MUNDO UNIR LEVAR IA ATÉ AO MAIS PROFUNDO DO SER SEM CHAMAR SEM CHAMA SEM ESTRELA SEM ESPER SEM NADA ESPARAR SEM ESPARANÇA
QVAL
QUE MUNDO REV
N
I
RIA

sendo viv'enti
assim qual bem se e xprimiraóra assim tal pas
sa
ss
e
se nas letrinhas mais piquenas nos erros mais crossos
por bem ora'

ventvra
a tal
força VIV
A RE
POISAR virtude da plnata que é de POR VIDA
verde perene que mais bem se deixa e non mais quer assim bem ficar
e quala flor que permanece que sendo assim  FLOR - É O
POR SEMPRE?
E QUAL O FRUTO QUE SENDO - AINDA OIRADO - SEMPRE FICA E EM SEMENTE NÃO SE ENTREGA NEM É DE
NOVO
2M FACTO NOVO2 TRANSFORMADO?
e quantaaduvida que traz o saber e quanta sabedoria que assim
bem - DOA
BANHO DE S ABER VIVER A CRIANÇA QUE BEM SE DOA - QUANTOMAIS ABE  MENOS A BEM IZER 
A
E
S
A
L
ETRA
IGNORA E QUANDO BEM COMPOREENDE ed efine e APREENDE assim sua anima seu animo a adem
ora
de novo A 
P
RO
CVRA'NDORA
assim por entr'as luzes e o lus co fu
sco vem a nascer - a esperar a estrela que sempre a soubera saber suster tanto etanto ser assim ainda ouvindora vendo ora sustendo ora por dentro saber sem ter sabido ora ser seguindo a ter  sem ter tido o sentido - quantas as mem´rias vivas e bem - elo qvazes q«eos quentes de viver . tangentes quais as cordas quais os anéis quais as citaras quais os pífaros que vem me deis - quantos os metro sos hectares os cúbitos que sendo arredondados caibam na mão dos DEDOS SON ROS ADOS e dos fados deste e strno amor e das palavras deste se entre gar
assim prontr'as trevas a luz sej'a nascente desse pássaro ardente doirada flor sem nom
e ar
assim inflamando de rubro ao peito e de doirado em volta azul vivente ao ser de novo
e assim candura OH FORMOSA DAMA de veste pura que também por viva voz por nos diz que bem nos ama!
e sem nada dizer   na  doce - prima veril prosa
dessa . brisa desse querer viver - força de vida
que não se sabe
de
diz
er

assim -
não se poder poderia
deixar de e xistir sendo - e d eixar de amar pades cendo - e DESISTIR - seria - IMPOSSIBILIDADE
comentada
entr'os
versos
os 
pios textos e a saber
d
or
i a e a sua HORA
MARCADA assim FUGIMOS PORÉM
por entr'os ponteiros desse relojio
qual caixa de ser assim "caixilheiros" e nos fugamos e fugimos e vogamos por marés a eterna idade dessa a fonte a tal redonda na fron te a tal sem ter nascido a eterna i cidade e mais além de quem veja de mais ainda de quem ama e que menos saiba a onda e de aonde  advém desde ontem ao futuro a terna - na mão 
- A -
verdade








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